cheira a uma salmoura de frutos,
respira por menos de solidão,
veste-se,
talvez cubra o som da alma
mater que lhe parece mal,....
escreve por miosótis e
desprezos,
respira mal, morre,
e pinta renascimentos,....
faz amor lamentando ausências,
acorda para nem dar como sofisma
a dor de espírito que não sente,...
acalenta a procissão fina do
profano com que se desdiz
em momentos de solidão,...
para que tudo no fim,
seja porventura menos
que descrever o próprio,
e escrever com medos
diversos,
asseguro, ....
venci-me depois
de empatar comigo mesmo....
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