Infinito

Foto de P.H.Rodrigues

Pena Azul

Um Lobo que escolhe uivar sozinho
tem que estar ciente que a noite é fria.
Um pássaro canta os prelúdios do viver.
E voa para o horizonte, tentando-o fazer.

Sonha acordado o poeta que vive uma cena.
Assim como vive na encenação a mascara irreal que encena.
Sem lógica a lógica está na limpa e branca pena.
Pena, penosa, penuda, macia, leve, inocente.

Fogo ardente, azul, vermelho, fogo da gente.
vermelho, amarelo, laranja. Cores quentes.
Céu, azul infinito, brilha ou é o anil?!

Do gosto desconhecido ao sonho inacabado,
o desejo proibido, o capitulo perdido,
a história que começa, na ponta da Pena.

Foto de givanildo

um segundo

um momento de insatisfação
duque mornura meu coração?
da vida que levo, ou das minhas ilusões
pra quem falo minhas decepções?
pra um espelho escondido
ou para um reflexo que vivo.
um olhar no infinito
uma busca sem explicação
um achado perdido
ou simplesmente uma revelação
pra quem murmura meu coração
para um passado de pensamentos
ou um futuro sem ilusões.
autor: Givanildo vicente arruda

Foto de Carmen Lúcia

Amo a Língua Portuguesa

Amo a língua portuguesa.
Com franqueza, com pureza, com certeza.
Ela me navega na imensidão dos mares,
na mansidão dos ares, além do infinito.
Desbravo os mais profundos abismos
e seus mistérios abissais...
Alcanço o ápice das montanhas,
percorro a estrada de meus ancestrais...
Então finco minha bandeira luso-brasileira.

Desvendo em palavras as minhas proezas,
de minhas bravatas relato as grandezas.

De origem latina, primitiva, abrangente
difunde e aflora a “Última flor do Lácio”;
incita o poeta a dar vida às palavras,
faz das palavras imagens dos anseios da gente.

Vinda de caravelas aqui aportou;
trouxe um abraço que me cativou...
permeou as belezas, protestou as mazelas,
deu à flora e fauna ricas definições,
das riquezas da terra desenhou emoções.

Amo da língua portuguesa
a magia, o lirismo, o encanto.
Com ela choro o meu pranto,
grito a dor, causo espanto.
Sou rio, sou tanto, sou música e canto...
Choro, sorrio, me acarinho em seu manto.
Divago em palavras a minha alegria,
na página em branco derramo a agonia.

_Carmen Lúcia_

Foto de CarmenCecilia

TEMPO...TEMPO...TEMPO... POEMA DUO

TEMPO... TEMPO... TEMPO...
Tempo que houve...
Tempo que não chegou.
Tempo que trouxe...
Tempo que nada deixou.
Tempo que move...
Tempo em que o tempo parou…
TEMPO... TEMPO... TEMPO
Tempo de semear...
A paz, a esperança, o amor.
Tempo de plantar...
A juventude que tudo quer.
Tempo de colher...
As flores e os frutos do saber.
TEMPO... TEMPO... TEMPO
Tempo de chegar...
De se aconchegar.
Tempo de partir...
Quando não der mais pra ficar.
Tempo de voltar...
No tempo, se preciso for.
TEMPO... TEMPO... TEMPO
Tempo de saudade…
Do antigo amor.
Tempo de ter vontade...
Seja do que for.
Tempo de você aqui...
Bem juntinho a mim.
TEMPO... TEMPO... TEMPO
Tempo que foi meu...
Tempo de alegria.
Tempo que foi teu...
Tempo de euforia.
Tempo nosso...
Que se fez eterno.
Tempo de todos os tempos...
Tempo inverso
Que versa meu universo...
TEMPO... TEMPO... TEMPO
Tempo de contemplar
As cores do arco-íris
Tempo de chorar...
Quando tu partires.
Tempo de sonhar…
O sonho mais bonito.
Tempo de amar...
Até o infinito.
SEMPRE!
TEMPO... TEMPO... TEMPO...
TEMPO...

CARMEN CECILIA & MARIA GORETI ROCHA

ESSE POEMA FOI INSPIRADO NA MÚSICA INTERPRETADA POR MARIA GADU: ORAÇÃO AO TEMPO

EDIÇÃO: ENISE

Foto de P.H.Rodrigues

Maré

Um Mar Azul, com Peixes Prateados.
Um Mundo Azul, com alguns Prateados.
Uma infinito de peixes "Azulados".
Que admiram o nadar dos peixes Prateados.

Em meio a tanto Azul, surge uma explosão invisível.
Vermelha, Amarela, Verde, quase uma Aquarela.
Nos olhos de um Azul, surge o desejo de ser Prata.

Nada em si lembra ou é reluzente feito Prata.
Nada em si lembra o Dourado,
que nem mesmo os Prateados alcançaram.
Tudo em si é tão, Azul, tão, Azulado.

Os Prateados nadam solitários, seguidos pelos Azulados.
Os Azulados nadam em vários, seguindo os Prateados.
Esse Azul queria praticar atos Pratas,

alcançar o prazer reluzente, nada mais.
Não esperava ser seguido por nenhum outro.
Seus olhos eram Prateados, mas suas escamas, Azuladas.

Foto de CarmenCecilia

NADA ALÉM...

NADA ALÉM...

Nada além...
Nada além do que uma ilusão...
Parece que ouço a cantiga antiga
Que vem como uma menção
Do passado...
De dias e noites encantados
Eram como conto de fadas
O luar no nosso olhar...
Nossos passos a compassar
Num ir e vir...
Somente a musica ouvir...
E nós bailarinos...
Cantando e sorrindo...
Éramos meninos...
Casal de namorados
O mundo a descobrir...
De repente...
Você foi pra lá
E eu pra cá...
Nossos destinos
Foram como sina
Retas no infinito a cruzar...
E agora que a saudade vem...
Não há nada além...
Nada além do que uma ilusão...

16/04/2013

Foto de Carmen Lúcia

Esse poema...

No instante em que o silêncio nascia,
veio este poema. O espaço preencheu,
na paz que até então, no tempo jazia;
seu infinito, nesta manhã renasceu...

Lá fora, as folhas todas já caíam,
num outono, a cercear todo o tempo,
para eternizar as cores que morriam,
enquanto eram levadas pelo vento...

Em um coração que ainda hoje arde,
o nada preenchia o todo, fragmentado,
nasce este poema. Agora já se faz tarde...

Sem a força do amor, já desencantado,
na madrugada triste, sem seu orvalho,
resta-me este poema, o único agasalho...

_Oswaldo Genofre & Carmen Lúcia_

Foto de Elias Akhenaton

Páscoa...

Páscoa é renascimento, ressurreição,
Instante de deixar florir em nosso interior,
À rosa mística d’alma, à divina flor,
Com pétalas de esperança e fé, em devoção...

Páscoa também é uma época de libertação,
De soltar às amarras que provocam a dor,
Saindo das trevas para o reino da luz, do amor,
Libertando-se da obscuridade, da escuridão...

Abrindo às águas do mar infinito do pensamento
Dando passagem para um novo tempo, era,
Deixando raiar novos sóis, um novo alento...

Páscoa, enfim, é recomeço, com bom intento,
Uma aliança de Deus com seus filhos, sincera,
Que em nossas preces, nos dar vigor, o sustento.

-**-Elias Akhenaton-**-
http://poetaeliasakhenaton.blogspot.com.br/
http://eliasakhenaton2.blogspot.com.br/

Foto de Priscila Maia

Minha vida

Gostaria de dizer-lhe o quanto que esse amor preenche-me
Que cada partícula, cada parte de mim, insiste, em grandes proporções
Cada toque...ah! seu toque! Que me leva as alturas!
O encontro de nossos lábios, tão sedentos um pelo outro
Viver esse sonho, tão esperado e solícito
Enxergar dentro, profundo tudo que existe com tanta plenitude
Deixa-me transbordando de tanto querer...ter-te dentro de mim
Em cada batida, de um coração mosaico
Sinto uma sintonia, perfeita, tanto no auge do desejo, como no calar de nossos olhares
Não preciso do "muito", só preciso de você!
Te amo, como ama o poeta, em seus devaneios
Só que sincero, completo
Amor de almas...amor além das palavras, da linguagem terrestre...hum!
Amor de infinito, de constelações estrondosas
Amor que não explica-se, por que não se consegue
Vou passar, cada minuto de minha vida te admirando
Te amando...amando
Alexandre, meu amor, sempre será você!

Foto de Alexandre Montalvan

Amor em overdose

Pingos de ouro sobre a escura terra
Resplandecem vibrando delicados
Escorrem lentos desengonçados
Como o sangue que escorre na guerra
Em todos os lugares.

Tal tormenta em lágrimas aflitivas, gritos.
Alma virgem viaja ao encontro do destino
Espasmos, soluços vibram no infinito.
Cintilam na aurora como espelhos cristalinos

Trêmula a escura terra abre fecunda
Para abraçar tão desolado coração
Pela guerra, que é na terra profunda.
Diluída como lama pelo chão

Flor do mal é tanto que morras
Torva é tua vida, obscura emoção.
Tanta é a dor em tuas entranhas
Há amor na mais profunda escuridão?

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