Infinito

Foto de Diario de uma bruxa

Infinito Azul

"Na imensidão do mar azul de seus olhos... O infinito.
Mergulho, me prendo... Me entrego ao desejo.
A ti meus maiores devaneios..."

Deby N. M.

Foto de Alexandre Montalvan

Entre o Amor e o òdio

Entre o Amor e o Ódio

M'alma tão triste padece
das dores da indiferença
E mesmo na tua presença
Tu olhas-me só por olhar

Não percebo mais teu carinho
Quando vinhas sorrindo baixinho
E aquele sublime jeitinho
Tão doce, ao me falar

M’alma em algemas é presa
Entre o amor e O ódio
Na imensa masmorra da dor
Mesmo que eu tenha certeza
Este ódio invade o meu peito
E destrói este amor

Entre o amor e o ódio eu me calo
Um terrível fim. . .
Tenebroso este inverno
Vivendo m'alma em inferno
Por viver assim

Entre o amor e o ódio eu me permito
Pois do amor que julguei infinito
Apenas restam gemidos
De amor. . . para mim. . .

Alexandre montalvan

Foto de Bruno Silvano

O Hotel

Eram 19h, a noite a noite começava a chegar, o vento fazia barulhos desconfortáveis que aliados a tempestade que estava chegando dava tons aterrorizantes para aquela pequena e isolada cidade, esquecida no meio do mapa.
Não era dali, mas estava hospedado em dos mais nobres hotéis da região, era bastante antigo e lembra em muito um cortiço, o que reforçava ainda mais o cenário bucólico. Era as férias de julho e chegará ali por um antigo sonho de meu pai, o de viver em um lugar calmo e seguro, ou que ao menos acreditava-se de lá.
Tínhamos mapas antigos e meus pais haviam ido a uma vendinha da região atrás de mapas atualizados quando a tempestade começou. O céu escureceu rápido e estava lá, sozinho, preso naquele fúnebre e bucólico quarto, sentado em uma cadeira que mais parecia um balanço, sendo embalado sorradeiramente pelo vento que se atrevia a abrir a janela, e sendo seduzido pelo barulho ensurdecedor do assobio do vento. As ruas, os campos, o ceú da cidade, ficaram ainda mais desertos, até os menores seres se retiraram. O vento se intensificava cada vez mais, foi quando em um só solavanco a janela se abre por inteira, e mais embaixo vejo vindo do infinito uma bela garota ao meu encontro, se aproximando, e quanto mais ela se aproximava mais vultos se criavam ao meu redor.
A noite acará de possuir por completo o sol e a cidade toda estava sem energia. Havia conseguido arrancar a porta que trancava o quarto, comecei a ouvir sussurros e gemidos, que começavam baixos e iam aumentando, sai desesperadamente em direção a recepção, mas estava tudo trancado, corri em direção a cozinha em busca de velas, mas estava fechada, não havia mais ninguém dentro do hotel. O ar-condicionado havia ligado de repente e consigo começaram a escorrer sangue pela parede. Os gemidos aumentavam e vinham do ultimo andar, fiquei receoso em subir até lá. As escadas haviam suado e estava escorregadias, mas com bastante esforço cheguei até lá em cima, encontrei uma garota bastante pálida e chorando apontando para o quarto 666 – Não era muito ligado a crenças, mas mesmo assim me custei a entrar no quarto -. Ao entrar quase não pude ver nada, achei não ser tratar de nada, até que a porta do quarto bate e se tranca, bati desesperado para abrir, mas os gritos de choro da criança sumiu, e eu estava mais uma vez trancado.
Minha respiração começava a ficar aguniada, sentia cianeto no ar. Não enxergava nada até que duas lâmpadas vermelhas se acenderam rapidamente no quarto, via muitas mariposas, e dois corpos amarrados em pé, totalmente ensangüentados, começaram a sair sanguessugas de dentro deles, até que em um deles solta um grito sorrateiro e acabado batendo na parede e desmaiando.
Fiquei em coma por alguns dias, quando acordei recebi umas das piores noticias da minha vida, que a do meu pai havia sido atacado por sanguessugas e morreu lentamente.
Minha mãe me fazia companhia no hospital, porém teve que sair e fiquei trancado dentro daquele quarto de hospital, esta convencido de que lá era seguro. Quando de repente de algum lugar surge misteriosamente uma enfermeira, com uma espécie de Teres medicinal para mim tomar, dentro dele formaram-se as palavras “Sangue”, “Choro,”Menina”,”Missão”, “Sanguessuga”, “Morte” e “Cemitério Funerário das Capivaras”. Achei ser coisa da minha cabeça, e continuei tomando, até que meus olhos ficaram todo branco e meus dedos todo cortados.
O Tempo passou sem sobre naturalidades, até que tomei coragem pra ir ao cemitério onde meu pai estava, procurei por vários túmulos até eu o achar na lapide de numero 666, e ao seu lado havia três mulheres enterradas, uma menina de aparência pálida, uma adolescente e uma enfermeira, que coincidentemente morreram em ataques de sanguessugas, que foram provocadas por causa do desmatamento ilegal, que meu pai estava comandando na região.

Foto de Carmen Vervloet

Misterioso Livro

No misterioso livro do meu ser
Há uma sede enorme de infinito
Vai além do que consigo perceber
Estressando o meu coração aflito.

No misterioso livro do meu ser
Minha alma oscila intensa de sentimentos
A mente quer logo tudo absorver
Como se o saber fosse o único alimento.

No misterioso livro do meu ser
Existe dor, mágoa, culpa e felicidade
Mas tanto, tanto ainda a escrever...
Não cheguei nem a um terço da metade.

O livro da vida vem sempre em branco
Cada um escreve nele o que aspira
Páginas às vezes são apagadas com pranto
Outras pinceladas nos tons azuis da safira.

Foto de Alexandre Montalvan

Amor Doentio

Doentio é este amor,

Que transforma o meu corpo em desejo.
E quase que preciso ter comigo
Brancos tapetes de flores
Para que graves em tua carne a volúpia
Incandescente da urgência de meus beijos

Porque eu amo-te com tamanho encanto
Que esta luxuria me domina, eu me espanto
É um morrer no paraíso
Em meio, a pecados e risos
Estridentes, sem sentido
Quanto arrependimento tenho tido.

Doentio é este amor
Que me mata pouco a pouco
Que me enlouquece
E transforma-me em louco sonhador

Como droga e sem aviso me afoga
E me deixa sem sentido
Colorido, como LSD, como um gozo infinito
Um mergulho no abismo
Sem retorno, sem um pingo de pudor,

Doentio é este amor. . .

Alexandre montalvan

Foto de Susana Marina

Tempo que vai e vem

Tempo que vai e vem
Em horas presentes e passadas
Nas horas incertas nao recuas
Não acertas os caminhos que despertas

Tempo em caminhos cruzados
Tempo malvado tempo abençoado
Abres e fechas portas sem qualquer pecado

Tempo que não desiste
Tempo infinito que não pára no tempo
Quando muito desejamos em Amar no momento

Tempo já que insistes
Então deixa-te ir
Abre um caminho
Onde me fazes sorrir

(Susana Marina)
30/01/2012

Foto de Carmen Vervloet

Arco-Íris

Na linha que traças no infinito
apontas para o início do fim...
Desenhas o céu, que bonito!
Acendes a sensibilidade em mim.

Grita minh’alma em sete cores
as maravilhas do universo sem fim,
fogem ligeiras todas as dores,
imobiliza-se a cena dentro de mim.

A vida pulsa dentro de tudo...
Nas nuvens errantes, pelos montes,
nos ventos com seu cantar agudo!

Pulsa no oceano, no ventre do chão...
Os olhos passeiam no vasto horizonte
chove alegria do meu coração.

Foto de Maria silvania dos santos

Mas é que eu não posso, eu não consigo

Mas é que eu não posso, eu não consigo

_ Compreendi que, mesmo se eu tentasse te dizer com as mas belas palavras, o amor que sinto, iria sentir meu coração em disparada e talvez eu não diria nada!..
Até porque, se eu tentasse te expressar de alguma forma sem te conquistar, talvez iria até te magoar, pois amor não se explica, se sentir, e para sentir, primeiro vem a conquista, e muitas vezes a descoberta vem atravez de uma ausência....
Compreendi também que, conquistamos alguém, não é fazendo as mais belas coisas sem que as ordem veem do coração, não é fazendo por pura ilusão, e sim simplesmente sendo o que somos, sentir o que sentimos, respeitar o próximo sem cobrar, é entender que sentimento veem de dentro e é voluntário....
Por isto, eu entendo que o amor que sinto, até pode ser o mais bonito, infinito, poderei até mesmo gritar para o mundo inteiro, que de nada irá adiantar se o coração desejado não estiver disponível a escutar...
Minhas palavras simplesmente irá vagar pelo ar...
O que sinto, eu sinto, é algo além da minha razão e da minha imaginação, é coisa que se senti no coração!..
É coisa que só um coração vibrando de paixão pode viajar estando no mesmo lugar...
Por isto eu o digo, eu amo e não sei explicar como, o amor nasceu em meu coração e será somente seu, na esperança que serei sempre eu até que um dia te conquistarei...
Assim como você, existem muitas pessoas especiais que convivem aos meu redor, gente que compartilha comigo o seu afeto, acrescentam o valor da amizade e sem duvida em sua ausência sentirei muita saudade, outras entre estas, deixa gravado em nosso coração a sua imagem, sua lembrança, lembrança que é lembrada com muita emoção...
Mas há pessoas que marcam nossas vidas de tal forma que jamais será esquecida, mesmo que venha o vento, venha a chuva, venha o trovão, venha a tempestade completa, mas logo passa e a poeira abaixa, mas as pegadas ficam gravada em nosso coração!
E você, você sem duvida é uma delas, você escolheu o lugar mais frágil do meu coração e fez morada!
Eu preciso de alguma forma te conquista, não preciso apenas demonstrar o que sinto, pois não irá adiantar, pois talvez você não irá entender...
Mas é que eu não posso, eu não consigo te esquecer, viverei com você em meu coração até morrer!

Autora; Maria silvania dos santos

Foto de @ngel

Ausência

Aos poucos senti
a dor que a muito me deixara,
Não quero lembrar o quanto
sofri, o quanto me fez chorar,
Velhas lembranças hoje percebi,
que já não eram passadas,
Somente meu coração
ingênuo e solitário quis acreditar que sim,
Um castelo ruindo aos poucos,
como areia que é levada pelo mar.
Aos poucos foi se esvaindo
Todas as lembranças que tinha de nós,
E as palavras ficaram em minha mente
como espinhos agora fincados em
meu coração, meu peito sangra.
Vontade de gritar, chorar e dizer
ao mundo que você não merece meu amor,
Mas até a voz me falta nesse momento
de pura dor,
Sentei-me desolada naquela capela,
e olhei o infinito sem nada enxergar,
só o vazio, nenhuma porta, nenhuma luz.
Um grito preso na garganta,
Uma dor infinita,
Um desespero,
As pessoas vem e vão ,
Passam por mim, sem nada perceber
sem nada sentir, e vago sem destino
sem ter pra onde ir.

Foto de Maria silvania dos santos

Anonimato da saudade

Anonimato da saudade

_ ( P...R )Quando criança, no anonimato da saudade por anos eu vivi, muitas vezes pensando em você eu consegui sorri, muitas vezes claro que um sorriso banhado de lágrimas pois eu não poderia viver o meu próprio eu, eu não poderia andar com minhas próprias pernas para chegar ate você...
Lembrei que em seus braços muitas vezes eu me atirei...
Neste momento a saudade invadia meu coração e eu viajava ao universo da vida a sua procura.
Eu tinha certeza que um dia pelo cantos, pelas percorrida da vida eu iria te encontrar, que eu iria poder te abraçar nos teus olhos olhar, sentir o poder dos sentimentos que por anos em minhas veias percorreu, sentir que valeu a pena carregar em meu peito a saudade daquela criança serena...
Sempre senti vontade de como dois amigos infinito de infância nós conversarmos....
As vezes a solidão invadia meu coração, não sei porque, não sei qual a razão mas as suas lembranças confortava meu coração...
Eu jamais imaginava que o meu mágico sentimento iria transforma em amarga ilusão...
Que o meu coração iria enganar eu não iria poder te abraçar...
Que os meus sentimentos você iria desprezar...

Autora; Maria silvania dos santos
silvania1974@oi.com.br

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