Frases e Citações

Tempo dos Lampiões...

Foto de Carol Carolina

Tempo dos Lampiões...

Queria ter vivido no tempo dos lampiões
Para ganhar belas serenatas ao luar
Dos bailes naqueles grandes salões
Com meu amor , rodopiar, rodopiar.

Dos vestidos longos de arremate com lacinho
De cor azul que é a cor que mais adoro
Na mão um perfumado lencinho
Em cambraia com monograma cor de ouro.

Das sombrinhas que levavam a passear
A sombra de uma árvore esperar
Um poeta que não tardava a chegar
Muito gentil estendia a mão para ajudar
A sua amada na grama a se sentar.

Ao som dos passarinhos a cantar
Admirar o poeta a recitar
Lindos versos sempre a encantar
E depois um doce beijo seu ganhar.

♫Carol Carolina

Comentários

8
Foto de Anónimo2

sabia mulher, escreveu com propriedade!!!

Infelizmente não foi uma poesia de tua autoria...espero ver em breve alguma escrita por você!!!!

Continue escrevendo...mas escreva com suas palavras
beijo no coração

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Foto de Fernanda Queiroz

Boa noite
Após ler teu comentário, coloquei o poema no buscador nos sistemas mais comum de busca que é o google, cadê, e não encontrei a poesia postada em nome de Cora Carolina.
Pesquisei ainda vários poemas dela e não vi referência.
Pela certeza que manifesta teu pronunciamento, penso que tenha um livro com este poema da autora sendo que o mesmo não foi divulgado na net.
Quero te pedir para scanear o livro e apresentar a direção do site, como sabe lutamos bravamente pelo direito do autor, porem em bases sólidas.
Agradeço tua colaboração

Fernanda Queiroz

Grande abraço.
Fernanda Queiroz

Foto de Anónimo2

e até liguei com uma amiga que é professora na Universidade de literatura e ela me disse que esta poesia não da Cora Coralina, mas lembra muito o que ela escrevia.

Na internet, esta dito é Carol Coralina.

obrigado e desculpe!!!
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Foto de Fernanda Queiroz

Você não deve desculpas a mim, e sim a poetisa que comentou Carol Carolina, com textos amplamente publicados não somente em nosso site, como em toda internet.

Quanto a tua professora, achei interessante, pois foi exatamente a diferença que encontrei nos estilos poéticos que me fez fazer uma busca mais abrangente.

Um pouco do estilo de nossa poetisa Cora Coralina , pseudônimo de Ana Lins dos Guimarães Peixoto Bretas, (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985)

Os elementos folclóricos que faziam parte do cotidiano de Ana serviram de inspiração para que aquela frágil mulher se tornasse a dona de uma voz inigualável e sua poesia atingisse um nível de qualidade literária jamais alcançado até aí por nenhum outro poeta do Centro-Oeste brasileiro.

Senhora de poderosas palavras, Ana escrevia com simplicidade e seu desconhecimento acerca das regras da gramática contribuiu para que sua produção artística priorizasse a mensagem ao invés da forma. Preocupada em entender o mundo no qual estava inserida, e ainda compreender o real papel que deveria representar, Ana parte em busca de respostas no seu cotidiano, vivendo cada minuto na complexa atmosfera da Cidade de Goiás, que permitiu a ela a descoberta de como a simplicidade pode ser o melhor caminho para atingir a mais alta riqueza de espírito.

Mãe

Renovadora e reveladora do mundo
A humanidade se renova no teu ventre.
Cria teus filhos,
não os entregues à creche.
Creche é fria, impessoal.
Nunca será um lar
para teu filho.
Ele, pequenino, precisa de ti.
Não o desligues da tua força maternal.

Que pretendes, mulher?
Independência, igualdade de condições...
Empregos fora do lar?
És superior àqueles
que procuras imitar.
Tens o dom divino
de ser mãe
Em ti está presente a humanidade.

Mulher, não te deixes castrar.
Serás um animal somente de prazer
e às vezes nem mais isso.
Frígida, bloqueada, teu orgulho te faz calar.
Tumultuada, fingindo ser o que não és.
Roendo o teu osso negro da amargura.

Cora Coralina

Fernanda Queiroz

Grande abraço.
Fernanda Queiroz

Foto de Carol Carolina

Boa Noite Poetisa!

Gostaria de deixar registrado aqui o meu sincero agradecimento pela sua postura em ir pesquisar, investigar, enfim, conhecer a veracidade da acusação feita a mim pelo poeta, que não conheço e nem ele me conhece. Creio que ele deveria ter mais cuidado com as acusações que faz, sendo que nem ele próprio sabia do que estava falando.
Se tivesse certeza não precisaria procurar auxilio como procurou, indo perguntar a professora mencionada por ele.
Não vou perder meu tempo em responder nada a este poeta, já que não me pediu desculpas.
Mais uma vez obrigada!
Meu nome é Carolina e fui batizada de Carol Carolina por uma grande amiga e também poetisa Rosa Gandine.
Um grande abraço fraterno!
Carol

♫Carolina Fagundes

Sou mulher e menina,
Sou flor e espinho,
Sou chuva e sol
No fundo, sou só carinho...

Foto de Elias Akhenaton

Boa tarde, querida amiga poetisa!

Um lindo poema amiga, como sempre envolto de beleza e com toda sensibilidade que emana de tu'alma poética.
O que me encanta é a singeleza dos versos, da ternura e da simplicidade de tua inspiração querida poetisa.

Quanto ao comentário do poeta Marcelo, acredito eu que tenha sido apenas um mal-entendido com os pseudônimos que são bastantes parecidos, mal-entendido este já esclarecido pelo próprio poeta e pela nossa amiga Poetisa Fernanda Queiróz, administradora do site.

Conhecendo tua índole e acompanhando o teu trabalho na senda poética, jamais serias capaz de se aproveitar dessa ou de qualquer outra obra com o íntuito de engrandecer o teu nome ou de macular o grande acervo de tuas obras postadas em diversos sites do Brasil e do exterior.

Deixo minha profunda admiração e os meus respeitos.

Votado com Louvor!!!

Abraços fraternos!

Foto de Carol Carolina

Boa noite querido amigo poeta!

Obrigada pelas palavras de carinho!
Tu sim meu querido, me conheces e sabes que minha poesia é singela, mas é minha. Jamais pegaria uma obra que não fosse minha para plagiar, me apoderar com o fim de engrandecimento. Posto em vários sites como dizes graças a ti meu poeta amigo e incentivador.
Que Deus te cubra de todas as graças.

Bjinhos
Carol

♫Carolina Fagundes

Sou mulher e menina,
Sou flor e espinho,
Sou chuva e sol
No fundo, sou só carinho...

Foto de Carol Carolina

Carolina, meu anjo!

Carol Carolina, foi assim que passei a lhe chamar carinhosamente, quando comecei a ler as suas lindas Poesias.
Sim, você me fez lembrar a nossa grande e querida Cora Coralina.
E sem nenhuma pretensão eu a batizei,Carolina Fagundes,
carinhosamente por Carol Carolina.
Sim, por ser duas mulheres que eu muito admiro.
E cada uma tem o seu valor literário.
Quanto ao caro colega, Marcelo Fouquet!
Penso que deveria, obter mais informações antes de sair por ai... falando sobre o que desconhece.
E não perdendo a oportunidade de usar este espaço, para divulgar seus escritos.
Escritos esses que eu jamais vou ler!
Pois alguém que faz críticas sem fundamentos, ao um colega seu, para mim não tem nenhum critério.
É isso o que penso em relação ao ocorrido.
Desculpas!!!

Não tenho como postar esta minha indignação no site.
Mas você pode fazer isso por mim!
Pois faço questão de deixar registrado o meu aborrecimento com este mal informado: Marcelo Fouquet.
Carolzinha, continue assim escrevendo maravilhosamente e
encantando os seus leitores.
Grande e querido beijo!

Com o carinho de sempre!
Rosa Gandine Hipólito

♫Carolina Fagundes

Sou mulher e menina,
Sou flor e espinho,
Sou chuva e sol
No fundo, sou só carinho...