Blog de HELDER-DUARTE

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Mais Perto

Desejo estar contigo,
Não tanto o quanto agora estou!
Mas mais perto, meu amigo,
Quero estar, ainda que para ti vou!

O que eu queria, era já ir,
Pois neste mundo, difícil é estar,
Por mim falo, neste ser existir!
Quem me dera, para ti Deus voar!

Mas enquanto aqui estou,
Fica sempre perto,
Por quanto teu santo sou!

Te amo tanto, tanto, tanto!
Mais que meu eu todo,
E ainda mais que tudo!

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Fruto

Meu amor de algum dia que já passou,
Foste o único amor que meu ser amou.
Estás na minha mente e nos momentos,
de alguma inquietação, e de tormentos.

Lembro o passado, que eu já não tenho,
mas que fica a recordação, eu isso mantenho.
As vezes lembro o passado, para consolar,
Esta alma que agora não tem nenhum amar.

Foste linda e corajosa até ao meu lado,
conseguires estar, apesar do meu ser tolo.
E de muita asneira minha, na minha doença.

Mas entre nós ficou o fruto do nosso a amor,
o nosso filho, que eu amo muito, com vigor.
Tu és a sempre amiga, que meu não dispensa!

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CANTAM

Cantam os lirios do campo....
Minha cançäo, tambem...
Como eu ainda a canto...
Cantam eles o bem...

Cantam os lobos dos montes...
Seu manso cântico, de paz...
A paz que ja e real, sem que o deixe de ser.
A paz de salem, do reino Melquisedeque

Oh reino eterno, luta pois comigo...
Es pois disso capaz...
Porque Deus e nosso amigo...
E jä nos deu os seus muito cantares...

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E minha alma

E ainda perguntei a alma minha.... Em meu ser, Senhora!
Mas eu canto? Ou tu cantas? Como é que eu canto? Nesta hora?
Decerto, que não canto eu!... Mas na verdade eis que clamo alto.
Com força tanta, com se do bem, minha casa fosse sua morada.

Oh tu filho do monte das águas, do monte de Hebron, cantor da balada!
Filho da rosa de Sharon, tu amor meu, irmão do vento! Vindo do planalto
O grande espírito dos sioux, das Américas de outro tempo, das índias...
O pai do sol e da terra de Afonso, falou. Este é meu cisne, de eternos , dias!

Eis que ele habitará em babel, de Adam, terra do bem, com a luz de Salem!
A terra de Babilónia, será, Jerusalém, de Mequisedeque, sem do mal, dom...
Assim falou o Deus de todo ser. O Deus do céu, com alta voz, tom.

Ouvi, vos estrelas do norte de Portucalen e vós outras estrelas....
Que o mataste! Ele viverá! e em terra de Esaú...Edom reinará...
A vida a vós que o mataste . Ele comigo vo-la dará...!

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VIRÁ

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Nada

Nada

Neste meu, não viver, nem ainda meu morrer!
Estes, não os já, tenho... neste não ser?...
Do bem, esse! Por maior, que a mim, me aparecer...
Agora, nada de bem me alegra. Sim... nada irei ter.

E do mal.... nada me dará, mais morte...
Nada... nem mal me entristrece .... a este ser, que padece.
Sem do bem...nada...Que também, tal não merece.
Nada me mata... nada me vivifica, nem o Porto de nove, sem norte!

Mas em Salém... terei... algo... Bem? Mal?
Almerinda e Babilónia... onde é?
E céu do Adelino? Onde é, afinal?

E vós? Onde estais? No nada...?
Estou mal... muito mal....
Pois é.... até... que saia do nada!

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Os loucos

Meu povo...! Ouve esta verdade! Minha...
Os loucos também amam! Como eu, louco também...
Mas antes, de ser louco, loucura, não tinha....
Mas minha alma, a tanto amar, e fazedora, era do bem...

Mas louco sendo. O sou, sem que a isso me fizesse, em tal, empresa..
Sim... Sim! Foram os fariseus, pai e tu mãe, que já estás, no poema..
Do teu, meu jardim.... Onde as ovelhas pastam, erva, sem do mal pena....
Caminha ai! Mãe da lenha... Nesse bosque verde, de Monchique, sem pobreza...

Eu louco, vou subindo, as terras do Vale do Linho e dos Casais.
Até à Fóia, sem fim, minh'alma, chegar... amar. Sem ais!
Porque os loucos amam e a Deus clamam, com amor!

Louca era Teresa, como eu. Mas já, não tem, tal dor!
Os loucos, são, porque amam! Amam Jerusalém...
E também... amam o reino de Salém!..

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E veio um rei

E veio um rei dos poemas, ao mundo dos temas....
E veio e o que encontrou? Somente poemas lindos!...
Lindos.... como outros não, havia igual, lindos como os lírios,
Que nascem pela manhã, tirando aos campos os dilemas...

Mas o rei perguntou? Onde estão os poemas....?
Então, disseram os poetas, nós somos famosos...
Meu Senhor! Os nossos poemas, de lindos que são...
E de tanto, serem lindos e formosos, como outros não!

Sabes ! Estão, em livros de ouro, por serem preciosos.
Os homens gostam tanto deles. São harmoniosos..
Da razão falam, do amor falam, por isso, lindos., são

E sumo, poeta disse-lhes, mas assim não!
Os vossos poemas, serão poemas, se estiveram em acção...
E se ao mal, vencendo, serem a solução...

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REI

Oh tu nobre cavaleiro, filho do rei de Borgonha....
Luta em Portucalen... Eis que Deus te a deu... A ti...
Meu rei Henriques... príncipe, da paz, sem do bem, vergonhas...
Luta ! Nobre guerreiro! Eis que lutando estou, também aqui!

Lutemos meu, irmão. Minha majestade de terras de Portugal!
Ergamos as nossas espadas. No passado, presente e futuro...
Lutemos! A favor de um reino, de sempre. Reino imortal.
Esse reino, é de um rei das estrelas e do sol. Sem coração duro.

Por ele lutou o rei da antiga, Salem, sem medo...
Mais o filho de Tera, Abraão. E ainda o nosso, Sansão...
Homens de grande acção, sem ao bem, dizerem, não!

Meus cavaleiros de todos os tempos, sem tempos...
Avancemos, para a terra, do não tempo... Agora...
Nesta hora. Terra, sem guerra, mas de tempo, ledo....

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Canto

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