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Foto de Apxndporti

Amor Sem Palavras

Quando você apareceu eu estranhei,
Veio do nada, como quem nada quer.
E com seu jeito manso foi me conquistando...
Entre suas linhas dava pra sentir as carícias,
No meio dos seus sonhos eu fui me aprofundando.
As expressões eram mais fortes, mais ardentes, mais comoventes...
Te encontrei num olhar...
Um simples olhar sem palavras,
Olhar calmo, sereno profundo que parou meu mundo...
Te amei sem palavras, sem olhares...
O coração disse adeus, um breve adeus.
Quem sabe um dia a gente possa dizer as palavras não ditas,
Quem sabe um dia a gente possa sentir
O que nossos olhos disseram
Quem sabe um dia possamos ser você e eu
Nesse jeito manso de ser
Nesta estranha forma de sentir
Somente você e eu
Mergulhados no mundo do nada mais...

Foto de LuizFalcao

"O E S P E L H O"

Luiz Antônio de Lemos Falcão.

Em ti, metal brunido!
Vejo a lágrima solitária.
Escorre na face marcada,
Da dor desse desespero!

Vejo a imagem sofrida,
Cama vestida do vazio do amor que perdi!
Saudade!

Em ti, cristal polido!
Vejo o rosto do homem que roubei!
Roubei a oportunidade, furtei a felicidade!
Perdi!

Por não ter amado...
Culpado!
Por tripudiar o amor sincero...
Culpado!

Olho essa triste figura refletida, patética...
Choro a maldita solidão desse coração maldito!

Coração ferido...
Sofro meu próprio abandono!
Eu que não me importava...
Morro de amor!

Em ti, espelho cruel!
Vejo esse homem.
com o coração machucado...
Esse ser culpado!...

Retratado em ti!

Foto de Alvaro Sertano

Alvaro Sertano\"Incoerência"!

http://www.bebo.com/AlvaroS6 meu blogPortuguês\Inglês

INCOERÊNCIA!

Condói o coração
movendo a tristeza
cortante feito faca
deprome toda esperança
provida à solidão.

A alma campeia
furtivamente, batalha
sonhos e desejos,
encantando ondeia
sussurros a desdita.

Amante profundo
origina em conduta
habitat do viver,
abdicar do sofrer
ecoando vagueia.

Anúvio de glória
aliena contumaz
dividindo a certeza
versátil e sagaz,
coerente da história.

Alvaro Sertano.
http://alvarosertano.amigoz.com.br/

Foto de Alvaro Sertano

OUTROSSIM REAIS

OUTROSSIM REAIS!

O mote deflagra
a rima, amena
do objeto retido
no clamor da idade;
Antevi no tempo
a sapiência,
trajetando inocência
e busca infinitiva
no luzir abstrato.
Sonhos infindáveis
confortam e daleitam
primor com essência,
divinal quão afáveis.
Nefasta a vida
incógnita a brincar,
poemando enígmas
furtivos, outrossim, reais.

Alvaro Sertano.
http://alvarosertano.blogspot.com

Foto de Paulo Gondim

Sem limites

SEM LIMITES
Paulo Gondim
23/07/2009

Ilusório, misterioso, possível
Um ponto solto na imensidão
Caminhos diversos, abertos
No pulsar de um coração

O além se abre à frente
Como fuga de inesperada busca
Perdida na eterna espreita
Do desconhecido que a alma ofusca

Nessa imagem não há limites
Como o sonho que não tem barreiras
No voo alegre do pensamento
Que se solta, além fronteiras

E na beleza do possível
O que se vê ativa a ilusão
Numa imagem pura, intrigante
Abre-se o mundo, nesta sensação

Foto de Carmen Vervloet

Eu e Você

Eu e Você

Força que une
paixão que devora
sinfonias, poesias, telepatias,
e entre delírios e ciúmes
desentendimentos,
uns poucos ressentimentos,
acromáticos dias,
mas logo, fios que se unem
e tecem a bonança,
esperança na
estrela que guia
para um novo amanhã
onde flores se abrem sorrindo
aspergindo o que Deus abençoou,
um efervescente amor!

Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora.

Foto de Claudia Nunes Ribeiro

A MOÇA DO LAÇO DE FITA

No fim da pracinha, a casinha,
Caiada de branco,
Portinha de anil.
Prostrada na janela,
Os olhos em quem vem e quem passa,
A menina de olhar curioso
E sorriso malicioso.

A fita nos cabelos
Não esconde a sedução
Do seu sorriso brejeiro,
Que provoca alucinação
Na gente simples do lugar.

O busto apertado no vestidinho branco
De anos atrás, meio esfarrapado,
Com a saia ainda a rodar.
Cintura cingida por outra fita,
Da cor do laço
Que enlaça os cabelos.
A fita abraça a cintura,
Causando inveja
Nos moços que admiram
A menina-mulher,
A moçoila bailarina,
Que vive vendo a vida passar,
Na casinha caiada de branco,
De portinha cor de anil,
Onde mora a menina
Com os olhos da cor do mar.

Foto de Elias Akhenaton

Prece!

Jesus meu salvador, toda glória é pra ti senhor
Vós me dais acalanto na hora que preciso e amor
Em ti encontro a maior alegria da minha vida
Sois vós senhor que mantém minha fé aquecida...

Vós enchestes meu coração com o amor puro
Envolvendo-me com a esperança hoje e no futuro
Mesmo que não o veja, eu o sinto plenamente
Dentro de mim, gravado em minha vida docemente...

Vós sois como a chuva que renova minh`alma
Hosana nas alturas bendito é o teu nome agora
E por toda a eternidade, santo, santo, santo
Protege a humanidade com teu sagrado manto...

As rochas podem tremer e caírem no fundo do mar
Mais o meu amor por ti senhor jamais se inundará
Vós sois o salvador, meu Deus de louvor e adoração
Sou profundamente grato pela tua proteção...

Senhor meu Deus sois a luz que ilumina o meu caminho
Sois vós o orvalho divino que me abençoa com carinho
Cordeiro da salvação, príncipe da paz, sois rosa de sarom
O lírio dos vales, flor do amor, e o amar é o teu dom.

Elias Akhenaton

Foto de Teresa Ines dos Santos Ferreira

seguindo os teus passos

Tu já foste criança
como eu tambem já fui,
tu já foste mais nova ,
como eu sou agora,
tu agora tens rugas........
rugas!
que são feitas pelo tempo que te deixou marcas..........
és conquistadora,
és uma pomba,
és livre,
tens um sorriso que me acalma o vento brusco,
és a brisa que o mar faz,
tu és a flor que nasce todos os dias
tens um perfume que não há igual,
és um ser unico,
sabes dizer quem eu sou sem medo,
tens amor,
paz,
alma,
alegria,
tu tens a calma que eu preciso,
a felicidade ,
e agora que faço eu,
sem palavras para descrever a natureza que há em ti ......
porque ninguem é igual a ti,
porque tu es a minha MÃE ....
que me esta longe
mas ao mesmo tempo estás tão perto,
porque tu es o que eu um dia,
heide ser ............

MÃE

Foto de Paulo Gondim

Antes do tempo

ANTES DO TEMPO
Paulo Gondim
20/07/2009

Talvez um luar, um vento norte
Um lance qualquer da sorte
Um sonho inteiramente novo
Um desejo. E quem dera sonhar eu volte...

Porque não vi mais o azul de meu céu
Tornou-se fosco, impercebível
No meu exílio interno, quase eterno
Desacostumei-me de olhar o céu

E a lua? Ah, a lua... Ela me lembra você
Em forma de poesia, na minha fantasia
No meu esquecido querer.

A brisa da manhã pouco me toca o rosto
Também me esqueci de senti-la
Como meus sonhos
Que ficaram um a um pelo caminho

Acho que fiquei velho antes do tempo
Parei de sonhar.

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