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Foto de Enise

Asas...

URL: http://www.youtube.com/watch?v=2Ke1xTAX2fA
Blog do Lilases: http://blogdolilases.zip.net/

Foto de Osmar Fernandes

Quem não trata bem, o bem, de noite não tem...

Você fala por aí que não me ama...
Mas, volta pra casa e me beija e me seduz.
Quer fazer amor, como sempre, em minha cama.
Sua maneira de agir não me conduz.

Você diz tanta tolice sem pensar.
Depois vem pedindo para eu lhe perdoar.
Cuidado!... Um dia posso me cansar,
Fazer as malas e deixar de lhe amar.

Quem ama, cuida bem do seu amor.
Trata com carinho e zelo e com sabor...
Passarinho voando não tem dono.
Já não aguento mais esse abandono.

Cuida de mim como eu lhe amo!
Coração desiludido bate asas e foge também.
Fica esperta... Não me deixe mais sozinho.
"Quem não trata bem, o bem, de noite não tem!..."

Osmar Soares Fernandes

Foto de CarmenCecilia

PAI VIDEO POEMA EM HOMENAGEM AO DIA DOS PAIS DE SIRLEI PASSOLONGO

POESIA: SIRLEI PASSOLONGO

EDIÇÃO E DIAGRAMAÇÃO: CARMEN CECILIA

MÚSICA: PAI ( FABIO JR.)

PS: SIRLEI AMIGA, ESPERO QUE ESTEJA MELHOR!
UM GRANDE BEIJO!

Foto de silvya

A matéria da vida

Viemos ao mundo
Sem uma lição estudada,
Com um desconhecimento profundo
E um caderno de nada.

Possuíamos existência, apenas.
Não tínhamos manual de instruções,
O que nos causava dilemas,
Sem aparentes soluções.

Gradualmente, fomos concebendo
Um saber algo abrangente.
O passado íamos retendo
Em função do presente.

Cada experiência,
Uma página caligrafada.
E, através da convivência,
Íamos enchendo o caderno do nada.

Num comportamento terno
E sem exagerado aparato,
Descobrimos que este caderno
Era o nosso auto - retrato.

Era um caderno normal
Cuja capa não era forte.
E quando chegou ao final
Metaforizou a morte.

Sílvia Gonçalves

Foto de Sonia Delsin

LÁ VAI O TREM

LÁ VAI O TREM

Lá vai o trem do destino.
Lá vai o trem.
No trem vai o menino.
Vai o menino...
Vai.
Vai cantando, vai deixando...

Para trás tudo que foi me encantando.
Para trás ele vai olhando...
Como quem se despede pra sempre da amiga que ficou.
Lá vai no trem do destino o “menino” que sempre me emocionou.

O tempo para ele nunca passou.
No coração ele conservou...
A pureza.
A beleza de uma alma criança.

Lá vai o menino cantor, o menino tocador.
De pandeiro, de bandolim, de violão.

Tocador de coração.

Choro ainda, mas sei que ele precisava partir.
Que era sua hora de ir.

Lá para onde ele foi deve existir um palco.
Um palco todo iluminado para recebê-lo.

Será que um dia ainda vou vê-lo?

Sentir seu abraço.
Dançar.
Escutar.
Ele dizendo.
Meu amor!

Era amor-amizade.

Zé, você deixou um caminhão de saudade.

Foto de eda

"Você"

"Você"

Nesta linha imaginária
do real e virtual.
Encontrei você.
todo oculto no pudor
proibido.
No calor da emoção,
que apoderou-me do coração
pela espera da paixão.
Que me ilude.
não me confundo
ao aceitar-me que nesta selva
de conquista e desamor.
a verdade é o elixir,
mentir,
é a completa decadência.
Pela falta de vivência.
Por palavras que confundem.
E difundem intenções.
Que após suas ações.
Você releva meu pedido,
ao sentir-me decidida.
Elevando-me a vontade.
Ceder aos meus desejos
Me entregando os teus beijos,
aos meus lábios.
E saindo desta tela surreal
pra tornar-se meu.
O mais belo
O eterno namorado.
O princepe da poesia.
A magia no meu sonho.
A quem tanto procurei,
e encontrei no virtual.
Mas que logo,
passara a ser real..
"você"

Autora:Eu.

Foto de LuizFalcao

"A VIDA"

De: Luiz Antônio de Lemos Falcão - 20/06/1998

Dormi um sono como poucos não durmo.
Adormeci de uma realidade cansada, exausta e sonhei.
Seria mesmo um sonho?...
Na verdade não sei!...
Se dormindo ou acordado não importa, apenas sei que não estava em mim.
Por onde estive, sei, não era aqui.
Um lugar de pradarias!
Ao longe uma floresta.
Andei por estradas de barro e achei um lago.
Tudo era bonito, lindo mesmo!...
Eu vi um menino brincando.
Eu vi o verde.
O verde corria por baixo dos pés do menino!...
Ouvi o vento.
E uma brisa brincava com os cabelos daquela criança.
Ela sorria!
As faces, rosadas.
A alegria era sua hospede, ou quem sabe? Senhoria!...
Eu vi a vida!...
A vida corria livre nas pradarias.
Eu vi o lago, e vi suas águas abraçarem a vida.
A vida que havia naquela criança, naquele menino de tanta alegria.
E olhei, e procurei.
E a vida? ...E a vida?... E a vida?...
A vida que havia, não era mais!...
A vida que foi, se foi em paz!..
E o lago?...
O lago!..
Ele sorria!...Sorria!...E sorria!...
E olhei, e vi no fundo do lago a vida brincando.
Ela se movia entre as pedras, entre as algas.
Nas mais variadas formas, era a vida, que um dia criança, não era mais.
Havia crescido, se espalhara na superfície do lago!
Sobre a terra firme!
No vôo das aves!
Numa revoada de andorinhas!
No amor entre os casais!
No choro das crianças!
Na serena paz!

Foto de LuizFalcao

"A MASCARA"

De Luiz A de L Falcão em 19 de fevereiro de 2009

De todas as mascaras,
De todas as faces,
De todos nós.
Ocultos dos olhos alheios.
Ocultos de nós mesmos.
Pensamentos!
Desejos!
Culpa!
Dor!
De tudo o que não queremos ser,
Do ser que não queremos ver,
Do que somos e não queremos crer,
Do que nos envergonha ter.
E o que somos nós?
Do que nos escondemos?
Porque?
De quem?
Dos outros?
De nós mesmos?
De todas mascaras,
De todas as faces,
De todos nós.

Nos percebemos assim seguros?
Invisíveis?
Intocáveis?
Por trás de todas as mascaras,
Ocultas as verdadeiras faces.
Nos tornamos o que não somos,
Nos tornamos a mascara...
...A fantasia!
...A mentira!
...A pessoa que gostaríamos de ser!
...O orgulho que queríamos de ter!
E a verdade?
Então, quem de fato somos?

O tempo passa!
De todas as mascaras,
De todas as faces,
De todos nós.
A fantasia toma conta do real!
O que era mascara torna-se a face!
O ser que há ocultado na mascara,
No vento do tempo desvanece,
E a face que brincava oculta na mascara se perde.
E nos perdemos no nosso engano,
E nos esquecemos de quem somos!
Nos tornamos a personagem esculpida,
De todas as mascaras,
De todas as faces,
De todos nós.

Foto de LuizFalcao

Minha Helena

De Luiz Antônio de Lemos Falcão.

Meus olhos, minhas janelas!
Lá fora a vida punge urgente,
Agita-se,
Segue em frente!
Fora de mim, o farfalhar do arvoredo ao vento,
Traz em murmúrios da natureza, uma melodia singular!
À luz do sol, dançam as flores no vai e vem que a suave brisa conduz,
Exalando os odores primaveris!
Expelem no ar incontáveis, minúsculos grãos de vida; o pólen.
Pétalas multicores e exuberantes tornam plena a íris dos olhos

Meus olhos, minhas janelas!
Atrás deles minha alma sorri.
Felicidade!
Tudo é festa no intenso azul do firmamento.
Pássaros enchem de vida as cópas verdejantes,
Entre galhos retorcidos a vida não brinca;
É palha no bico!...
É palha nos ninhos!...
É palha nos ovos!...
É a vida na palha!...
Doces acordes da primavera!

Meus olhos, minhas janelas!
Expulsam-me para fora,
Puxam-me para dentro da vida que vibra num palpitar veemente;
É brisa que passa por entre os fios dos cabelos,
O dourado dos raios de sol, que vazam as folhas das arvores e
O toque quente dos seus afagos à pele.
Amor! Paixão! Sedução!
O carinho das gotas de chuva de um dia assim.
O desejo de um simples querer;
E assim, eu saio de mim.
E de mim, a tristeza alça seu vôo pelas janelas,
Olhos da minha alma.

Meus olhos, minhas janelas!
Diante deles a primavera!
O colibri!
O raio de sol!
A chuva serôdia!
A amiga minha!
A Minha Helena!

Foto de LuizFalcao

"LIBERDADE"

De Luiz Antônio de Lemos Falcão em 01/06/2004.

Qual pássaro que ingênuo pousa para comer o grão,
Que por mais arisco que seja em laço se vê.
E assim, qual pequena ave engaiolada, a “Liberdade” finda,
Na rotina do não e do sim;
E do talvez;
E do quem sabe;
E do não sei.

“Soltai-me, peço-vos, para a vida lá fora!”
Implora a “Liberdade” tristonha, agitada nas grades da gaiola!
Seu clamor é a bela melodia que todas as manhãs antes de raiar o dia,
A todos na casa acorda,
Vibrantes, belas e inúteis notas,
Flutuam no ar sem resposta.
Não há quem entenda tratar-se de uma súplica!

E assim, chora a “Liberdade” em todas as manhãs de todos os dias,
Exceto um.
O canto súplice termina...
Pobre “Liberdade”!
No chão da gaiola cansou de cantar!
O suplicatório em notas sufocou na garganta!

Não salta mais “Liberdade” em seu pequenino cárcere dourado!
Caída no fundo de sua injusta prisão,
Jaz inerte a ave graciosa.
Dos olhos vívidos extinguiu-se a luz.
Jamais verão novamente os galhos da arvore onde nascera.
Nem suas asas em surf planarão nas ondas do vento.
Nem seu canto encherá de notas harmoniosas o firmamento.

Morreu!...
Morreu mesmo a “Liberdade”?
Desistiu do seu brado a poderosa ave?
“Liberdade”!... “Liberdade”!... “Liberdade”!...

O grito de “Liberdade” não pode morrer!
Enquanto houver quem sonhe com ela,
Enquanto existirem encarcerados,
“Liberdade” será “Esperança”,
E “Esperança” tornar-se-á “Vontade”
E “Vontade” será novamente “Liberdade”.

“Liberdade” alçará um vôo ainda mais alto e mais livre.
Planará como a águia,
“Liberdade” nunca mais cantará o canto dos aprisionados,
Nunca mais ao chão pousará para comer o grão.
Arrebatará ainda em vôo suas presas,
Elevando-as as alturas, alimentando-se dos sonhos e dos anseios!
Avolumando seu canto em ondas sonoras que se espalham no ar,
O brado eterno que ecoa nas almas humanas!
Seu ninho estará nos altos rochedos.
Contemplando a planície dos campos,
As copas das matas, o leito dos rios e as ondas dos mares.
Não haverá limites além do horizonte para a fênix ressurgida,
Reerguida das cinzas da morte.
Senhora dos céus, novamente livre a amada “LIBERDADE!”

01/06/2004.

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