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Foto de Joaninhavoa

TRADUZ!

*
TRADUZ!
*
*

Que horas são?
São horas de por tudo em questão
De voltar ao sítio de partida
Ou de chegada! Largada

Eu não queria ir nessa direcção
Diz-me se estou errada na dimensão
Do tempo ausente nos sonhos
Amantes dos sentidos
Presentes

Diz-me que não estou errada
Que não foi demanda
O tempo que passou arfante
Com meu semelhante
O Infante!

Aqui! D`el Rei
Chama o chamado do corpo
E mente! Consciente
Do caminho
Rumo Rosa Cruz
Em luz

Traduz! O sentido
Do caminho doado
E o alcançado?
Despovoado num mundo
Sem avestruz

E a ti quem te conduz?

Joaninhavoa
(helenafarias)
14/02/2009

Publicado no Recanto das Letras em 14/02/2009
Código do texto: T1439385

Foto de Rosinéri

UMA VEZ MAIS

Quero te ver mais uma vez
Somente um instante
E decidir que te quero
Que jamais posso esquecê-lo
Você é o homem de meus sonhos

que rouba meus pensamentos
Na inspiração do momento
rouba os sentimentos
uma recordação na distancia
alegria do silencio
És como a manhã
Que desperta minha esperança
É a luz da minha alma
A rosa branca pura
É a luz da minha alma

coração apaixonado
Digo que te quero
Que sem você eu morro
coração apaixonado
Venha de novo pára meu lado
Só quero uma vez mais

Poder estar a teu lado
Caminhando tuas recordações
Perdidos, e apaixonados

Foto de Rosinéri

ME ACEITA ASSIM

Me aceita assim, meu amor
assim, com tudo o que tenho
Um pouco de utopia talvez
E com minha mochila
Carregada de sonhos
Não posso viver sem você
Sem a essência de minha vida
Dos que crêem em minha fonte
Para expressar o que eu sinto
Me aceite assim, amor
Acredito na magia dos meus sonhos
Que tudo pode virar realidade
Só temos de acreditar
E afirmar que pode dar certo

me aceite assim, amor
Creia nos amores
Mágicos e eternos
Pense que a distancia
Não impede, mesmo longe
Pode ser fiel, a um sentimento
Isto faz parte dos meus sonhos
Sentir-te aqui mesmo estando longe
E que vivas como eu, com amor
A cada momento.
Transformando nossos sonhos
Numa magia a cada novo encontro
me aceite assim, amor
Não destruas o que penso
Você é o motor da minha vida
É como acender um incenso
Ou transformar em branco
Tudo aquilo que é negro
Me aceite assim, amor
Com minhas palavras e silêncios
Mesmo não podendo ver meus olhos
Mas entendendo meus sentimentos
Meu coração te diz
Tudo o que guarda dentro dele
Ele te conta a importância de meus sonhos
Enche-te de amor
E pede pra ser parte dele

Foto de Luiz Islo Nantes Teixeira

A LUA E NOS

A LUA E NOS
(Luiz Islo Nantes Teixeira)
A lua invadiu a minha janela
E pintou de prata a minha cama
E assim ela tao singela
Brilhou nos olhos de quem me ama

A lua invadiu toda poderosa
Mas em instante algum nos violou
E assim toda generosa
Testemunhou a forca de nosso amor

A lua nos beijou
E sorriu discreta
De nossa nudez
A lua brilhou
A cena completa
De nos tres

A lua amiga
Que nos abriga
No seu manto dourado
Com seus raios gentis
Reflete meu olhar feliz
No teu iluminado

A lua se despediu quieta e distante
E longe no ceu mansa desapareceu
Mas amanha voltara mais brilhante
Porque ela nunca nos esqueceu

© 2009 Islo Nantes Music
Globrazil@verizon.net or globrazil@hotmail.com

Foto de Joaninhavoa

Em Mim O Sol...

*
Em Mim O Sol...
*

Hoje ofereço-te risos
Quero ofertar-te sorrisos
Provas do meu amor
Por ti!

Hoje quero dizer-te
Obrigada!
Quero cantar-te
(O mi e o só)
Em mim o sol
Numa cantata
Trovas apaixonadas

Hoje quero convidar-te
Desafiar-te
Lá vai espadachim?
À nossa moda
Como aquela d`outrora
Aos ventos das brisas
Assolapadas
Vitórias! Indecifráveis
Memórias

Mas hoje!
Só quero risos
Sorrisos
Os meus e os teus
Num transparente
Cabaz.

Joaninhavoa
(helenafarias)
14/02/2009

Publicado no Recanto das Letras em 14/02/2009
Código do texto: T1439632

Foto de Marcelo Henrique Zacarelli

DOR

DOR

Quem dera a dor fosse uma valsa
E rastejasse como o fino salto
E gastasse como a sola do sapato
Entrelaçados como ao som da melodia
Todavia mudaria de lugar.

Quem dera esta dor viesse de dentro
Se gritasse ninguém me ouviria
A o ficar em silêncio ensurdeceria
No timbre da voz ninguém notaria
Um doce no final e amargo no começo.

Quem dera fosse a música, a ti ouviria...
E se dela fosse o volume
Pudesse baixar, ou pudesse aumentar!
A letra do verso que me trairia
Tornaria em outro verso a me aliviar.

Quem dera a dor fosse uma valsa
De falsas ilusões e saudades devassas
Em poucos minutos não a mais sentiria
Pois a valsa termina, como assim a vida...
E a dor este pobre miserável a de deixar.

Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Maio de 2008 no dia 03
Itaquaquecetuba (sp)

Foto de Marcelo Henrique Zacarelli

DEVASTO INCOLOR

DEVASTO INCOLOR

O branco do papel
Convidou-me para um romance
Seu corpo transparente
Ludibriou-me os dedos
Devasto incolor
Roubaram-me palavras
E histórias também...
Convidou-me para um sonhar
Um conto ou segredo
Bem que poderia negar
Mas... Este branco
Me assalta de preenchimentos...
Então despertei a poesia
Palavras e palavras
Pela tinta esturricada
Extravasar a dor
Embora soubesse
Havia de me perder
Mas... Este branco
Me vara o pensamento
O branco do papel
Convidou-me para um confessar
Um amor que passou
Ou um medo!
Mas este branco do papel
Quem diria!
Sucumbiu na escrita.

Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Village Dezembro de 2008 no dia 22

Foto de Marcelo Henrique Zacarelli

DESILUSÃO

DESILUSÃO

Há tempos ouvi dizer
De estórias que... Por alguém morrer
Ou viver... Sem alguém, se perder...
O amor com saudade do ódio
O bem e o mal, por sinal!
Juntos em um mesmo objetivo
No coração pulsar, furtar, sofrer...
Como ouvi dizer, há tempos...
O amar, o trair se enganar...
No olhar que cega este meu duvidar
Desenganos... Hó quantos
Sorrisos profanos, e desilusão...
Quando se senti escapar pelas mãos
Uma vida, uma saudade, uma lida...
Da perversa soma subtraída
Os anos de quem amei ou odiei
Nos versos desta poesia recitei
Sei que ainda vou amar odiar e sofrer
Como há tempos ouvi dizer.
Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli / Dezembro de 2008 no dia 12

Foto de Marcelo Henrique Zacarelli

DESERTO INABITÁVEL

DESERTO INABITÁVEL

Calmo, insuportável e monótono pensar...
Onde se faz noite meu entardecer
Onde reconheço este meu pesar
Dor incalculável do meu ser
Meu corpo não sei bem certo
Ferido, desprovido de desejos incorretos...
Deserto inabitável de segredos e lar perverso
Tenho tamanha admiração e tristeza no coração
Qual estrada comprida e abrigo no sótão
São tantos chãos e mares sem razão
Não se pode descrever nem explicar a solidão
Sangue derramado nas areias da dor
Ironias desta vida desencontros do amor
Deveras estas dunas tivessem sentimentos
Mas sois corpos minúsculos, vulneráveis e ventos...
Pobres areais sois injurias e lamentos
Não podeis conhecer o final desta estrada
São avenidas de veias sofridas
Nem o sol nem o mar é maior que o desengano
Então por que fazermos planos
Todos caminhos são inversos de compaixão
Recordar talvez seria plantarmos uma flor
No deserto inabitável deste nosso coração.

Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Julho de 2002 no dia 21
Itaquaquecetuba (sp)

Foto de Marcelo Henrique Zacarelli

DE TANTO NÃO QUERER

DE TANTO NÃO QUERER

Às vezes eu penso
Que você pensa
Que eu não penso em você;
Às vezes eu sinto
Que você sente vontade de sentir
O que eu sinto;
Às vezes você quer
O que eu não quero
Às vezes eu quero
O que você não quer;
E de tanto não querer
Eu tenho você
E de tanto que me queres
Me tens pela metade
E a outra que não tens
Não é minha
É saudade de alguém
Pensamento que vadia;
Sei que às vezes você pensa
Que de tanto te querer
Às vezes penso
Que não te quero
E de tanto não querer
Às vezes penso em você.

Pelo autor Marcelo Henrique Zacarelli
Agosto de 2002 no dia 09
Itaquaquecetuba (sp)

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