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Foto de Anderson Maciel

AMOR

Se não tenho amor
Não conseguirei viver
Sem sentir o teu cheiro
Irei morrer....

Morrer de agonia
Morrer de paixão
Sabendo que um dia não pude ter você em meus braços,
Tendo você em meu coração. Anderson Poeta

Foto de fina

VIDA,VIVA,VIDA

Viva a vida,vida linda
Vida minha ,louca vida
Vida longa,vida curta
Esta vida, outra vida
Viva a vida,nascida vida
Vida eterna, bem vinda à vida
Vida vida
Vida vivida,vida morrida
Vida sentida,sofrida,arrependida
Vida ,pura vida
Simplesmente viva
Viva a vida

FINA
06/12/2008

Foto de Dirceu Marcelino

VÍDEO-POEMA: SONETOS DE SAUDADES - DUETO ( DIRCEU & LU LENA)

DUETO – SONETOS DE SAUDADE

Eu sou feliz por que tenho você para amar,
Eu sou feliz, pois tenho você para ver,
Choro só com a sensação de ter perder,
Imploro, fiques, preciso sempre te olhar.

Sem você não sei como fazer para viver,
Sinto-te como o sol, a água e o ar,
No vento e na luz que ilumina o meu querer
E traz na flor o teu perfume para eu cheirar.

Vejo o brilho de teus olhos cintilantes,
Num buque de rosas champagne, emoldurando
Tuas faces coradas e magnetizantes

Expelir do fundo de tua alma e elevando
Aos céus a força de teu espírito contagiante,
O ânimo apaixonado dos que te estão amando.

(Dirceu Marcelino)

DIGO-TE, AMOR...

Dizes que é feliz porque me tens e me amas
Digo-te que em teu olhar decifrei o segredo
Na paixão lírica consumindo-me em chamas
Num amor adormecido que agora te concedo

Dizes que sem mim o que fazes para viver
Digo-te és a vida e o ar que respiro lá fora
Na brisa suave que sopra a cada amanhecer
Enxugando-me as lágrimas vazias de outrora

Vês em meus olhos o magnetismo que brilha
Nos teus eu vejo uma quietude que me acalma
Numa profundidade que apaixona e me extasia

Dizes que te elevas quando sente minh’alma
Em jubilo fico nessa junção que nos contagia
Transcendendo num beijo que atiça e me cala.

(LU LENA)

Foto de DAVI CARTES ALVES

SOB A SOMBRA DO GIGANTE

Se são as letras que,
generosas,
fluem do seu buril
palavras do seu pincel
frases do seu cinzel

“Produzamos pirâmides e não biscoitos”

Guimarães Rosa

ao menos tentemos...

Foto de Zinara

Mendigo

Mendigo dos meus olhos,
Porque tens medos,
Revela-me os teus segredos
E não escondas essa face de mistério

Olha Para ti

Renasces nos becos, nas ruas
Alimentas-te da solidão e da esperança
Teus sonhos são escassos
Tua vida é inútil, aos olhos dos que não te entendem

Tua imagem reflecte-se
Nos rios da cidade
Nas sombras das esquinas e
Nos bancos solitários

Eu percebo-te,
Não te ouvem
Não te deixam viver,
Olham para ti com olhos de desprezo

Preferes o teu cobertor
A quentura das ruas
Optas pela tua humilde liberdade

Acabas por vezes
Num beco sem saída
Onde os pesadelos se libertam
E entranham-se na tua pobre mente

Esqueces-te do que és
Desprezas o teu sorriso
Carregas contigo a dura realidade
Transportas os pesadelos que te amedrontam
Todos os dias

Vives da esmola miserável
Comes o que nós desperdiçamos

Mendigo diz-me,
Diz-me o que não sei,
Conheço apenas um pedaço de ti,
E gostava que me segredasses o que os
Meus sentidos não vêem
Ou ouvem ou sentem

Por mais que te escondas
Eu quero encontrar-te
Pegar-te pelo braço
Levar-te para bem longe daqui

Então aí vias
O que a tua mente
Não te deixava ver

A brisa da paz
A luz da esperança
A beleza do amor

Consegues ver?

Com os teus olhos
O verdadeiro homem que és?
E não os que te pintam de forma cruel?

14-Outubro-2008

Foto de Zinara

Alma de Lápis

Poderia escrever sem fim
Mas o meu lápis está frágil
Não escreve
Não desliza
Simplesmente partiu-se
O meu pensar não imagina
Apenas vagueia na brancura das folhas

Só Eu e o livro
Não estou apenas só
Mas com um livro
Que não me inspira
Revela-me realidades escondidas
Transmite-me sentimentos fechados

Não quero escrever
Não quero Ler
Quero a minha mente livre
Sobrevoar as folhas da imaginação
Respirar os sonhos das noites em silencio
Silenciar os pensamentos negativos
Cruzar o céu da esperança

Então aí escrevo
Preencho estas folhas
Como pensamentos livres
Criarei uma realidade
Pr'além da imaginação
Pintarei com cores carregadas
De sentimentos libertados

Será uma viagem
Cheia de sentimentos
Que nunca antes foram revelados
Que nem sequer foram experimentados
Apenas ouvidos mas nunca sentidos

E nesse sitio
Com este diário já escrito
Ficará lá a minha alma
E eu no meu quarto
Agarrada ao meu diário

Enquanto a minha alma e o meu lápis
Deslizam nas névoas da imaginação

14/ Novembro/2008

Foto de Sirlei Passolongo

Alma Cigana

Ela não se aquieta
em gramados tristes
Ela não lê mãos,
mas reconhece almas...
Viaja o mundo
em busca dos sonhos
e deles, jamais desiste.

Ela vibra
quando o sol nasce...
Acaricia a rosa
sem arrancar-lhe as hastes.
Sorri para lua e tal como ela
Vez em quando míngua...
Mas não se entrega
Nada a desanima.
O riso prevalece
Em sua face.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Lígia Laginha

Vendilhões (sem templo)

As acções ditadas pelo coração são poucas
E as explicações para a sua falta imensas,
Pejadas de desculpas extensas
Que esbarram com as almas ocas.

Só alguns apelam arduamente ao sentimento,
Usando o mesmo como algo que se compra e vende,
Apostam na emoção que mais rende
Sobretudo nos chamados programas de entretimento.

Esses traficam amor, paixão e ternura
Nos tempos de paz e alegria,
Mas quando a guerra é a ordem do dia

Também oferecem ódio, raiva e loucura.
Assim, vivem do comércio da sentimental mercadoria,
Independentemente da bonança ou da agrura.

Foto de alentejana

««Mundo dorido««

As dores do mundo eu queria tomar
Queria atá-las num laço apertado
Num rio profundo as ia deitar
E o homem podia dormir descansado

Neste velho mundo cansado
Entre guerras, fome, e dor
É tão difícil passar ao lado
Do mendigo que só quer amor

Do velho que esconde a dor
Num triste sorriso sem graça
Tentando conter o clamor
Do grito que cala com raça

Velhos e meninos sentados na praça
Vão estendendo a mão, pedindo o pão
A quem por eles com pressa passa
E nem os olhos levanta do chão

Será que o passante não tem coração
Ou será que se esqueceu de dar
Será que vive na ilusão
DE QUE NUNCA IRÁ PRECISAR!!!!!!!!!

Antónia Ruivo ... Novembro de 2007

Foto de tiago morao

Meio homem inteiro

Meio homem para viver
Meio homem para morrer
Mei homem para amar os que os ama
Meio homem para falar com aqueles que o admira
E um Homen inteiro para dizer como e bom a vida
Enquato a vida a esperança na paz da terra e no mudo inteiro.

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