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Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

"LONGE DE VOCÊ"

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Longe de você meus dias
Ficam nublados.
Saudades dos dias ensolarados.

Minha alma jaz partida.
Por uma alma que esta perdida.
Uma vida oprimida.

Longe de você piro-me desvario
Nesse mundo de solidão.
Que chora meu coração.
Sem ter direção.

O que era belo e formoso
Transformou horroroso.
Desgostoso impetuoso.

As boas lembranças,
Ainda me fazem viver,
Ter esperança que ainda
Terei você.

Longe de você eu não tenho nada.
Tudo que tenho, faz parte de você.
E como você esta ausente.
Tudo que tenho não me deixa contente.
Seria capaz de me desfazer de tudo,
Só para ter você de volta para meu mundo.

*-* A FLOR DE LIS .

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Salome

Destino

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Entorpecedor sonho da perfeita ilusão,
em que manto assombras essa tua dor?
Diz-me qual é a canção que me destinas
e donde escondes as garras dessa prisão?

No desamor tu, sonhador no teu revelar
me dilaceras com teu olhar de doce paixão,
saciando e chamando o meu pensamento
a se revelar no síngelo do teu firmamento.

Sob as asas do vento, em ti me desfaço,
na cor límpida do absinto e do pleno ardor
deslizando como uma inebriante poesia
na mais perfeita sincronia do meu dia a dia.

Síngela e ardente emoção dessa incerteza
que plagia os meus sentidos e meu abrigo,
nessa tristeza que dilacera o meu coração,
me entregando ao encanto da tua imensidão.

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Salomé
Todos os direitos reservados ao Autor Sal/MK 2008

Foto de Osmar Fernandes

Ninguém dá nada de graça

Ninguém dá nada de graça!

Quando alguém dá uma esmola,
Está pagando promessa.
Quando dá um chute na bola,
Quer fazer o gol da festa.

Quando alguém dá alguma coisa,
Quer algo em troca.
Ninguém dá nada de graça!
É o instinto dessa raça.

Quando dá um sorriso,
Quer outro em troca.
Quando chora
Quer colo, quer mimo.

Por isso, cuidado!
Quando alguém lhe oferecer de graça uma droga,
Lembre-se deste ditado:
Ninguém dá de graça uma esmola.

Até a salvação não é de graça!
Deus e o diabo disputam toda alma.
Ou você escolhe a Cristo que é o amor e a paz.
Ou você escolhe o inferno que é a desgraça.

Foto de Osmar Fernandes

Droga

Droga

Fuga
De ida sem volta.
Sanguessuga
De tanta revolta.
Delírio
Da magia do nada.
Martírio
De vida enganada.
Momento
De alegria mentirosa.
Sofrimento
De lágrima venenosa.
Manicômio
De vida morta...
Pandemônio
De casa sem porta.
Burrice
De inúmeros neurônios.
Mesmice
De moleques demônios.
Mentes
De lua sem norte.
Doentes
Do vício à morte.

Foto de Osmar Fernandes

Menina maluca

Menina maluca

Louca, menina maluca,
Às vezes, moça,
Vagabunda, oca.
Cabeça sem cuca,
Com pedras na boca.
Pisca como vaga-lume.
Tem dentro de si
Um lindo tesouro.
Mas não sabe
Brilhar seu ouro.
Seu cérebro é sem números,
Não sabe contar até dez.
Vive na forca dos sentimentos,
Na força do hábito do momento.
É um pedaço de mal caminho...
Convive com a orgia do movimento.
Jamais pensa em casamento.
É uma formiga bela no meio
De tantos elefantes.
Não sabe o tudo que possui.
Boêmia... Festeira...
É a saideira de tantos.
Usa vários nomes...
Não acredita em sonhos.
É uma garota de rua!
Fica nua à toa.
Entra na dele, na sua, na minha.
É apenas uma menina maluca
Com mil e um pseudônimos.

Foto de Osmar Fernandes

Sou o menor abandonado

Sou o menor abandonado
Sou o abandonado.
O desprazer da sociedade.
O pequeno maltratado.
O complexo da autoridade.
Passo fome, frio...
Não tenho nome, nem tio.
Meu banquete é no latão do lixo.
Ninguém se importa comigo!
Sou o menor abandonado.

Sou o menor drogado...
O ser que nunca foi abençoado.
O sonâmbulo, a desgraça.
Aquele que pratica o mal.
Sou o “Menor...” o sem graça.
Aquele que perambula pela cidade.
O sem lei, o desleal...
O prostituto, o trombadinha,
O viciado da pracinha.

Sou o menor, o sem idade.
Sou o sem mãe, o sem pai.
Sou aquele que só cai.
O indigente, o sacrilégio.
Sou o sem colégio.
O resto e o desengano.
O que nasceu condenado...
Sou o sem planeta; o profano.
Sou o menor abandonado.

(respeite o direito autoral)

Foto de Joaninhavoa

Machado Matreiro!

*
Machado Matreiro!
*
*

A mancha do meu poema
É de um machado d`arteiro
Porte! De tão matreiro
Vive de prosa na cama

Sem drama!

Joaninhavoa
(helenafarias)
08 de Novembro de 2008
*
Ver por obséquio a mancha
de texto em forma de machado
no poema " Como é que tu
estás- No livro que não te dei".

Foto de Joaninhavoa

A canção de nós dois...

*
A canção de nós dois...
*

Solto as palavras ao vento e à chuva
Ao sol e a todas as forças da natureza
Grito bem alto para que oiçam

Simplesmente a canção de nós dois
Que cai leve levemente ainda
Levantando com as brisas do céu

Embalando a noite rainha
E o dia no vai vem também
Com um sopro de varinha

Mágica nos tempos d`alguém.

Joaninhavoa
(helenafarias)
08 de Novembro de 2008

Foto de caetano trindade

A Fernando Pessoa

A Fernando Pessoa2,

Hoje sou a saudade da estrela D’alva
Do que já na existência que em mim vivi
Eu próprio sou aquilo que senti

E nesta linha vertical para curva
Floresce Brumen imperatriz turva
As ervas no planeta que comi

Eu que nao sei onde ou como vivi,
Uma coisa me parece ser,
O ser entre o que sou e que vi
No sono do encoberto aparecer…

Fui assomo doirado nas artes gnômicas,
Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas
Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido
No meu intuito com alas do meu único pomo ido

Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente
Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem
Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente
Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente

Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista
Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,
No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,
Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…

E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas
Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica
Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados
Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados
Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas
em ritos estrelados
Do alto infinito!

Foto de caetano trindade

Cantigas sobre a saudade da poetisa de cipotanea que escreveu esta cantiga sobre a saudade como domínio público

SAUDADE (Brazilina Francisca Reis nascida em Chopotó, município Cipotânea MG que escreveu esta cantiga sobre a saudade como dominio público cantadas nas cantigas Brejaúba, Jaboticaba, Vai-e-Vem etcs.)

Saudade

Saudades que väo e que vem
Pelas estradas da vida.
Levando lembrancas querida.
Aos coracoes sofredores,
Que estäo perto e täo distantes
Ou distantes täo perto
E você saudade sofrida,
O elo dos grandes amores.

Misteriosa, indefinida
Que nada vale e vale tudo.
Para muitos tu és a morte
Para outros tu és a vida
Vai quebrando, emendando,
vai crescendo, definhando
vem, vai, ficam saudades
no regresso e na partida.

Saudades do que se foi
Saudades do que virá
Bobagem, para quê saudades?
Daquilo que se foi sempre irá voltar!?

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