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Foto de Enise

Je Serai Là - Teri Moise - tradução - (By Enise)

♥ Aos Românticos de Plantão...♥ Uma musica doce com tradução...
Edição:Enise Lilases
http://blogdolilases.blogspot.com
Link do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=25ZHLsQjl_M

Foto de Marilene Anacleto

Não me Fira!

Se de mim te aproximares,
Não me fira, por favor!
Em estado de fragilidade
Estou, por uma grande perda:
Arrancaram-me as esperanças,
As alegrias, a auto-estima.
De lutar, perdi até a vontade.

Ao te aproximares de mim,
Traga-me afago, sorriso, elogio.
Receber-te-ei com carinho
Retribuir-te-ei com gratidão
Por respeitares meu vazio,
Dar-me força para vencer a dor
Do abandono de um coração.

Sou peça rara, de inestimável valor.
Abandonada no canto de alguma vida,
Ofusquei-me por uns instantes
Para erguer-me feito brilhante, polida,
Dourada em vitalidade e sabedoria,
Suave feito as cores do arco-íris.

Sou forte e leve: necessito apenas
Que não me machuquem mais
Minha força vencerá o abandono
De mais um amor que se vai
Vem comigo! Abraça-me sem dó
Tua grande amizade afastará a minha dor.

Foto de Mario Jorge MJ

Sem Voçe...

Sem voce eu nao sei viver o meu mundo fica sem sentido
O azul do ceu nao chega a ser azul
Minha vida fica no pause minha vida so chora
Tudo a minha volta chama por voce …
Como se tivesse em tranze !!!
Fecho os olhos pra ti ver correr pra me abraçar
+ quando abro vejo que e tudo uma ilusao
Isto tudo e o resumo da solidao
Solidao q aperta, machuca e ao mesmo tempo
Amula meu curacao pra amar !!!
Sem voce eu sou um Zero
Sem voce sou o que nao sei que sou !!!
Sem voce…

Foto de Carmen Vervloet

Amigo

Amigo... esta é a minha proposta...
Mas há de se ter a alma exposta!

Quando a alma escolhe,
o coração acolhe...
E entre nuvens plúmbeas brilha
um raio de alegria,
luz deste pacto de amizade!

Foto de Lefurias

Vou te fazer feliz

Se hoje até em sonho eu te vejo
Me lembrando do seu beijo...
Se hoje eu te quero bem mais perto
Eu estou no caminho certo...

Hoje quero te amar de verdade
Pra buscar felicidade,
Vem ser a estrela da minha vida,
Minha musa preferida!

Vamos hoje aproveitar
O auge da nossa paixão,
Hoje mesmo eu quero estar
Bem dentro do seu coração!

Vou te levar pro céu,
Vou fazer meu papel,
Vou te trazer pra mim.

Vou te enlouquecer,
Vou te fazer viver,
Te amar até o fim.

Te dou um beijo, Cléo,
Te quero bem meu mel,
Vou te fazer feliz,

Sabe que eu quero sim,
Você é feita pra mim,
Tudo o que eu sempre quis!

Foto de Allan Dayvidson

ROMANCE

"Escrevo sobre coisas que estão direta ou indiretamente ligadas a mim. Diferente de outros poemas, este não está diretamente ligado a uma experiência específica em minha vida. Ele está longe de ser o melhor que já escrevi, mas tem seu significado para mim. É uma pequena história onde reveso entre os personagens, suas aflições e seus sentimentos. Cada um deles me remete a uma ou mais experiências da minha vida. É só uma história... Mas poderia ser a história de qualquer um..."

ROMANCE
-Allan Dayvidson-

Ela não era só uma garota naquela cidade,
ele não era só um cara naquele trem.
Quando olhos deles se cruzaram não enxergaram mais ninguém.
“Talvez seja cedo, mas quando poderia vê-la de novo?”
“Não sei...
talvez se você se atrevesse a pedir meu telefone, seu bobo!”
E ele procurou desesperadamente por uma caneta
antes que perdesse a chance para aquele romance,

E eles desceram na estação.
Ela pegou um táxi de volta a sua vida.
Ele pegou o ônibus errado e foi parar num lugar sem saída...
“Ah! Os olhos dela...”

Depois de um dia de trabalho,
ela achou que não pensaria mais naquilo,
mas pensou,
e pensou que talvez devesse ter um fim de noite mais tranqüilo
para colocar a cabeça no lugar e voltar a pensar,
mas ela só pensou...
“Se estivesse mesmo interessado já teria ligado,
mas ele é um dos poucos
para quem não dei meu número de telefone errado...
Tomara que ligue logo!”

“Oi, eu estou ligando porque, desde aquele dia,
não parei de pensar se a gente poderia sair qualquer dia.
Isso se você não estiver pensando em fazer outra coisa
mais divertida com alguém mais legal”

E ela gaguejou:
“Não...
não estou pensando em nada mais.
E penso que sair seria bem legal”

Você pode voar alto, ir e vir na vida,
pode passar a eternidade com medo da próxima ferida,
mas aqueles dois radiantes conversando naquele bar
não têm muitas escolhas além de se apaixonar.

Ela disse: “Por quem?”
Ele respondeu: “Você.”
E ela disse: “Mesmo que um dia acabe?”
E ele respondeu: “Você!”

E você pode voar alto, ir e vir na vida,
pode passar a eternidade com medo da próxima ferida,
mas olhando aqueles dois, consegue perceber
que não há lugar ali para você.

Não há lugar para você...

Ela diz: “Muito prazer!
Ele sempre fala muito sobre você!”

E você diz: “Oi...”

(Fim...)

Foto de Arnault L. D.

Um copo de mar

O silêncio, por tantas as palavras,
é o que chega-me do que mingua,
no atropelo, que a todas trava
sem poder dizer de uma vez a língua.

A incapacidade, sólida e atroz,
da expressão ante a ideia cheia,
é a constatação de que no após,
era maior o fogo que a ateia...

Do que já existia em polifonia,
num soar de incontáveis vozes,
apenas expresso o solo, sem harmonia,
nas palavras, uma a uma, em doses.

Sei que minha poesia é tão pobre...
Um copo apenas de um largo rio,
como o troar de um sino de cobre
se esforçando a cantar no vazio.

Como posso então soar em coral
as múltiplas vozes dos sentimentos?
Não posso. Mas, posso um copo, uma nau.
Flutuar no mar que leva em seus ventos...

Foto de Marilene Anacleto

Nasce um Filho

Ao gerar um filho
Imagem em ação

Imaginação, essa borboleta
Que me leva até o infinito,
Ao pó das estrelas me envolve.
E contemplo, e me integro
Às maravilhas do Universo
Que à pequena vida levo.

Homens dourados,
Flores que falam,
Seres que fazem brilhar
A Chispa de Deus
Que em cada um está.

Sem preconceito,
Sem medo,
Sem fome,
Sem frio.

Todos em apenas um,
Pelo mesmo pó, completos,
De sabedoria, amor e graça,
Também me sinto repleta.

E o pó das estrelas me cerca,
Começa a transmutação.
Da lagarta à dourada borboleta,
Liberdade, dança e canção.

Rochas, árvores, rios, nuvens, céu
Perfeitos, iluminados, belos,
Irradiam-nos a perfeição
E o esplendor da divina criação.

Cenário do bem nascer
De Deus e qualquer criança,
Ou vida de qualquer reino,
Nasce um filho abençoado.
Tão belo como Jesus
Traz, de novo, a esperança.

Foto de carlos loures

Hoje

eu ja nao vejo mais a beleza que eu via.
eu ja não tenho mais os sonhos que eu tinha,
a beleza murchou,
os sonhos morreram,

era um tempo legal,
eu acha que era bom,
tudo parecia normal,

mas derrepente meus pes tocaram a terra,
até meu carinho machuca quem amo,
meu coraçao entrou em guerra,

hoje tenho a solidao por companhia,
será que deveria recebe-la com alegria?
talvez eu a coompreenda,
e um dia ela me entenda

carlos loures
itapevi, inverno de 2011

Foto de João Victor Tavares Sampaio

Setembro – Capítulo 1

Engolir. Esse é meu trabalho. Engolir. Essa é minha função no mundo e no sistema desgastado em que estou. Engolir. Minha garganta já não dá conta de receber mais do que pode. Engolir. Minhas entranhas estão a ponto de explodir e espalhar o que devo esconder dentro de mim. Engolir. Um engraçadinho me sugere que eu visite o banheiro. Engolir. Até que aceitaria numa boa, se não doesse. Engolir. Só me permitiram tanto e dizem ser essa minha vocação. Engolir. Dizem que é um bom destino obedecer, fazer o que os outros querem e ser servil, não objetar o que parece abjeto.

Mas eu não me conformo!

Eu devia me calar toda vez que aquele Luís Maurício me diz:

- Vai boi, pasta...

Sei lá, quero ficar quieto. Mas algo não me encaixa, um segredo que não descobri e não me deixa ser pacato, não me deixa me deixar ao léu, ao cargo de sumir ao primeiro sopro do tempo.
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A patroa finge que não existo. Finge que não me olha, isso mesmo, finge que não escuto e que não falo, finge que sou uma coisa inanimada, um objeto que se muito atrapalha a visão de uma prateleira mais importante. A patroa, e ela é um pouco bonita, quero dizer, é uma boa mulher ao patrão, se finge que não existo o faz visando o melhor, seja lá que melhor seja esse, um melhor mais calmo e mais confortável. Eu não ousaria questionar sua visão, quem sou eu pra isso.

- Vai boi, ou te castro de novo, vai, pasta...

E assim dona Clarisse me manda fazer o que quero de verdade, pelo que ela me disse.
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Assim foram os últimos anos, desde abril. Sim, pois abril para meu patrão se estende até setembro. E setembro até dezembro. Deve ser por causa das estações do ano. Ele me chama de boi, mas não sou boi. Sou homem. Um dia a patroa me chamou de capacho. Outro de escravo. Não me importo. Sou homem e assim acredito.

- Vai boi, pasta... – diz-me o Luís Maurício.

Um dia, estavam a patroa e o patrão. Fazendo o quê não sei, mas estavam. Mas aí o patrão me chamou.

- Dimas, venha. – Desta vez me chamou pelo nome. – Qual é...?

- Eu quem pergunto.

O patrão estranha minha liberdade.

- Dimas, eu vou te dizer uma vez só. Se encostar-se à minha mulher eu te mato. Se ousar passar perto, eu te mato. Se parar em frente a minha mulher eu vou te matar e se olhar para ela eu te busco no inferno e te mato de novo. Você entendeu? Devo ser mais claro?

Não entendi. Mas acatei.
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Outro dia o patrão saiu para a cidade e me deixou com a patroa. Ou melhor, me deixou preso para ficar de pajem da patroa. A patroa, em determinado momento decidiu observar sua mobília, o que não me incluía. Ela foi andando, foi andando... Parou de frente a minha jaula. Ou melhor, a sua esquerda. Ela baixou os olhos e me olhou, por sete milésimos de segundo. Parou, olhando para a esquerda da minha jaula à esquerda. Eu era um zero neste lado. Não pensou em mim naquele momento, afinal eu não existia. Eu era um mero engolidor, ou melhor, sou.

- Está fora de lugar... – A patroa era uma excelente dona de casa.

Então quase que eu olhei para ela. Lógico que quando estava de costas para não lhe incomodar. Ela pareceu perceber. Mas fingiu que não. Afinal, eu era um mero engolidor. Ou melhor, ainda sou e com muito orgulho. Ela decidiu sentar-se. Acostou a cadeira que se opunha ao seu corpo, ajeitou o móvel, me olhou por dois milésimos de segundo e sentou. E caiu!

- Dimas... – Silabou.

Fingi que não ouvi e que não queria incomodar. Fingi que não queria rir. Eu queria rir, rir muito, um riso descontrolado! Mas eu sou um simplório engolidor. E os engolidores devem apenas engolir. Mas eu queria mesmo rir daqueles olhos de abóbora, daquelas sardas puras e encantadoras e sua pele branca tão estranha de tão clara, daquela linda frieza que me faria até capturar a luz do sol e lhe dar, se eu fosse o patrão, enfim, eu não sou completamente apaixonado pela patroa, mas posso imaginar o que eu faria se assim estivesse sendo. Eu nunca me apaixonaria pela patroa, nunca a amaria, amor de homem e mulher, se estão bem me entendendo. Será que eu fui preciso...?

- Eu devia trocar esse engolidor, já deve estar velho...

De cima para baixo meu coração ficou partido.
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- Amor, você está bem, que alguma coisa?

- Não querido, é só que esse engolidor está velho e acho melhor trocar...

- Muito bem... Pois então eu troco.

Ela me olhou bem no fundo dos olhos e desta vez não parecia ter nojo, como se espera ao fitar um engolidor. E assim a patroa me deu cinco milésimos de ternura e felicidade. E assim determinou minha sina de vida e morte como ser inexistente.

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