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Foto de KAUE DUARTE

Andarilho Sentimento

Estive só
Como em um quadro, enquadrado
Sem muitas cores alegres
Num velho retrato, farpado
Sem nenhuma glória ou consolo
Sem alguem pra chamar de senhor
Sem muitos motivos pra sorrir
Minha vida, apenas existir
Em um desatino de choro
Compondo uma simples oração
Sou frágio, senssível, pequeno
Preciso de proteção
Que vida sofrida, inferma
No vel da vida quero me encontrar
Pra não ser novamente a ferida
Que aos poucos tenta me matar
Vou nascer dia-a-dia pro mundo
Andarilhando as calçadas imundas
Compartilhar minhas misérias com os sonhos
Procurando nas fronteiras da vida
Encontrar resistencia suficiente
Pra um dia em teus olhos olhar
Quero assim com fagulhas viver
No alvoroço de uma história finita
Encontrar na melodia das letras
Um amor que não se intimida

..... kaue jessé 27.04.2011 //*

Foto de Fernando Vieira

Amizade

Amizade
(Fernando Vieira)

Amizade de verdade
Coisa rara de encontrar
Sentimento verdadeiro
Alguém que possa contar

Confiar, desabafar
Ou simplesmente estar ali
Ao teu lado enquanto choras
Tenta te fazer sorrir

Preocupa-se de verdade
Pensa no seu bem estar
Mesmo você sendo errado
Ainda se põe no seu lugar

Um amigo é isso ai
Sempre pensa na gente
Pessoal ou virtual
Sempre se faz presente

Seja homem ou mulher
Idoso ou menino
Um amigo é o que ele é
E sempre estará sorrindo

Quem tem amigos de verdade
Não tem motivos pra chorar
Mas se ainda assim precisar
Com eles poderá contar

Foto de odias pereira

" FLOR DE AÇUCENA "

A você moça morena,
Envio pra ti uma rosa.
Não é grande e nem pequena,
Nela esta escrito um poema, uma prosa.
Nessa rosa vermelha,
Esta tambem o meu amor.
Um amor forte que centelha,
Quando sente o teu calor.
Você moça morena,
Que olha pra mim com timidez.
És uma linda flor de açucena,
Beleza linda, que a natureza fez...

São José dos Campos SP
Autor Odias Pereira
26/04/2011

Foto de Carmen Vervloet

PROTESTO DA ALMA

No estalo do meu grito
perdendo-se no infinito
o meu coração implora
para que se comece nova história.
Uma história em outra dimensão
onde honestidade, ética e liberdade,
sejam de fato verdades
num mundo onde tudo mudou.
Onde só o poder tem valor...
E nós só temos o que resta... dor!
Os valores foram invertidos
foram todos corrompidos
pelo peso do vil metal.
O Poder se tornou canibal,
animal irracional!
Perdeu a alma
e nós a calma!
Está roubando a esperança
dos jovens, velhos e crianças!
Diante de tanto desengano
grito... reclamo...
E proclamo para que se faça verdade
esta ilusão!
Neste Brasil sem dimensão,
onde a medida é o nosso amor.
Este Brasil de céu anil,
este Brasil cheio de cor,
este Brasil ensolarado,
este Brasil tão amado!
Este Brasil gigante
destruído por ganância alucinante.
Quero de volta os reais valores,
guerra aos impostores!
Quero a honestidade, a ética, a verdade...
Quero para os corruptos, punição,
quero paz e oração.
Quero homens exemplares,
quero fartura nos lares...
Quero para todos, educação,
quero o país em evolução...
Quero homens idealistas
e não meros alpinistas.
Quero voltar a ver o sorriso
acendendo os rostos...
Quero os corações iluminados
batendo de alegria, acelerados!
Quero voltar a ver em cada par de olhos,
a esperança!
Sentir das almas a fragrância
de rosas plenas, em exuberância!
Quero sentir no corpo, a aragem
e do alto acariciar a folhagem...
E viver em paz
num Brasil sem violência...
A Deus peço clemência!

Carmen Vervloet

Foto de betimartins

Quem sou eu, afinal?

Quem sou eu, afinal?

Vejo-me voar sobre o arco-íris, feliz
Sinto a brisa tocar no meu rosto, suave
E vôo livre, solta, junto com o pensamento
Levo as emoções, abraçadas ao meu desejo
Pousando uma borboleta no meu nariz, curiosa
Como ela é bela, simples, transborda a amor
Ela voa e pousando numa flor lilás, cheirosa
Vôo livre até ao céu do meu desejo, azul
Mergulhando nas estrelas que piscam
E minha alma é feliz, alegre, sonhadora
Descansa na lua, observando o mundo
Apressado, frenético, possuído de dor
Eu queria partilhar aquele momento
Curar as suas dores, secar as feridas
Trazer as flores de lótus para os, lagos
Libertar as fadas da floresta e o sonhar
De um mundo cheio de amor e paz
Ali, deitada nas nuvens, respirando
Profundamente, todo aquele ar puro
Que entra suavemente nos meus pulmões
Fazendo-me saudável, leve e curada
Onde me olho, vejo-me como uma luz
Uma simples luz, forte, quente, viva
Não tenho corpo, não tenho nada, nada
Que iluda o meu ser e a minha vaidade
Sou eu ali, apenas uma parte do universo
Uma parte da matéria, partículas variadas
Que pensam libertas de ódio, intolerância
Todo o meu ser pulsa e como ele vibra
Mergulhado no amor, amor incondicional
Como apenas, uma simples partícula de Deus...

Foto de CarmenCecilia

ENTRE O CERTO E O ERRADO

ENTRE O CERTO E O ERRADO

Quando olho pra trás atentamente
Tanta coisa me vem à mente...
Se o caminho que segui foi o correto
Se esse seria realmente meu trajeto

Enveredando por outro percurso...
Minha jornada teria tomado que curso?
Tomando outra decisão numa questão
Que seria de minha vida então?

Nem sempre o livre arbítrio
Foi a opção de minhas escolhas
A imposição do momento desfolha
E a inquietude precipita desígnios

Quiçá o resultado, a mesma matemática
Entre o certo e o errado que divide e multiplica
Mas onde persiste a dúvida que perdura...
O destino predestinado ou a eterna procura

Carmen Cecilia

Foto de Lefurias

Agora chega!

Como eu te prometi,
Eu iria cumprir,
Iria te esperar, até deixar
A minha última lágrima cair.

Chegar de brincar com esse joguinho,
Cansei de te doar o meu carinho,
Chega de tirar com a minha cara,
O bobo que te amava fio-se embora.

Mas se foi assim,
Era pra ser,
Não tinha jeito,
Te esperar e me ferrar,
Foi bem feito!

Agora chega!
Chega de chorar, me humilhar,
Não quero mais você, não quero mais te amar,
Nem vem que não tem,
Não é meu bem-querer, não quero mais você, vai danar!
Agora chega!

Foto de Marilene Anacleto

Teus Olhos

*
*
*
*
Teus olhos são claro livro,
Cujas folhas abrem-se em flor.
Pena que nele está escrito
Só tristeza e desamor.

O rico desenho da capa,
Bordado de tênue alegria
Desaparece ao vento
Do viver o dia-a-dia.

Na gentileza das letras,
Em grande e perfilado alinho,
Tenta esconder a rudeza:
Disfarça-a nas entrelinhas.

Teus olhos, tão claro livro,
Que estrelas me mostrou
Não é hoje, sequer, uma vela
Que me provoca queimor.

Marilene Anacleto

Foto de Marilene Anacleto

Torneira

*
*
*
*
Torneira lentamente a gotejar
Primeiro impulso: apertar
Para não desperdiçar.

Não. A água está criando
Maneira de se libertar

Por quantos quilômetros presa
Encanamentos e tanques
Recebe química em montes
Não dança mais como antes

Morreu para o cheiro da mata
Esqueceu a companhia das folhas
Não é mais o espelho da floresta
Que abriga ninhos de rolas

Sem vislumbrar o horizonte
Sem respirar o ar puro
Forma bolhinhas de lágrimas
Tenta sair do escuro

Quem sabe ainda leve anos
Para o encontro de irmãos seus
À semelhança dos homens
Em busca dos caminhos de Deus.

Marilene Anacleto

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