Alegria

Foto de neiaxitah

Crónica do mar...

Com uma vida superior, ao superior que a capacidade humana acarreta, sei hoje o que significa o menos e o mais infinito. Menos infinito é o lugar de onde sou originário, suor ou lágrima de uma existência metafísica que, também, causa desvios na crença da humanidade. E o mais infinito é a sina da minha existência com a qual terei eternamente de viver. Sou quem nasceu para jamais morrer, no fundo sou quem sofre, sou quem vê, sou quem chora, sou quem vive. Sou o melhor indicador da idade humana. Vejo nascer no nevoeiro e no orvalho da manhã, na chuva miudinha da tarde, ou entre uma chuva incansável da noite, aquele que tal como eu é ser, aquela criança que irei acompanhar durante todo o trajecto da sua curta existência. E assim sendo, prezo todos os da sua espécie e protejo os que em mim buscam protecção. E acreditem, ou não, são muitos, apesar de grande parte nunca me ter visto, sonha comigo e, nesses sonhos, eu espalho a espuma, a lágrima do meu corpo e ouço também atentamente os seus júbilos e pesares.
Inicio todos os dias, senão a todas as horas, jornadas diferentes com o ser humano.

Não há ser mais robusto e complicado, mais sábio e ignorante, mas divertido e envolvente. O ser humano enquanto ser pequeno, bebé ou criança, vê a minha angústia, consegue perceber se estou triste ou feliz e, por isso consegue distinguir uma lágrima num oceano inteiro, o que m deixa deveras surpreso e inibido. Inacreditavelmente, num acto de facto humano de ser ingénuo e puro, a criança brinca comigo, recupera o meu sorriso; faz o seu splash-splash, que me faz cócegas; corre para mim espalhando o seu sorriso estridente entre gritos apaixonantes de alma intocável; tudo isso, nas praias que me dão abrigo e, por tal vejo-me na obrigação de lhe beijar os pés. Perante tal tolice minha, a criança grita mais, ri e corre numa alegria imensa enchendo-me o coração que é de sangue azul, mas não aristocrata, que imaginando um mundo sem crianças entristece; e chora lágrimas tal salgadas que até me sinto agoniado com o péssimo sabor da inexistência dos pequenos. São eles que me fazem viver, nunca duvidei de tal. Mas o tempo passa, e o que ontem foi criança morena a quem eu beijei o corpo, hoje é miúdo, pré-adolescente, com manias de rebeldia e actos encantadores revolucionários. Desse pobre, eu tenho pena, nada mais que isso. É alguém que sem saber a pequenez dos seus actos tenta acordar os mais crescidos.
Em má fase se encontra, revolta-se pela incompreensão das novas obrigações que até então não existiam e da incompreensão dos pais. Mas a idade passa e dizem os humanos mais velhos que aquilo também há-de passar; no entanto eu digo que não passa, mas adormece, e com o passar dos anos vai morrendo no coração, ou acorda pelas razões erradas, todos sabemos. Eu também me revolto, mas as minhas revoluções já vão fazendo alguns estragos, quando me vejo com os nervos a flor da pele devido às guerras desumanas, às discussões sem fundamento, ao ferimento que me causa quem me esquece e me tenta destruir, quando me cortam a respiração, são gotas de agua a mais e revolto-me. Vou continente adentro, desbasto, grito, discuto, magoou. Vejo o mal que fiz, mas não e por isso que não o volto a fazer; no entanto, no momento, assombrado pela minha pertinácia, recolho as tropas e volto com as tropas para o vasto território que me foi consagrado. Passo dias ou anos, em sossego e quieto entre lágrimas e arrependimentos, porém, se me voltam a ferir o orgulho, reviro o coração de criança mimada, choro e faço quem me magoa chorar comigo. Não. Não me orgulho de ser assim, mas é feitio, e apesar de tudo, baseio-me naquela máxima de que feitio não é defeito. Às vezes paro, penso e questiono-me que idade teria na idade humana? Nunca cheguei a uma conclusão valida. Mas mesmo assim vou procurando no seu crescimento semelhanças com a minha pessoa.
Tal como a criança é feliz, o pré-adolescente revoltado, o adolescente ou jovem é inseguro ou em contrapartida, seguro demais; assim como eu. Há dias em que acordo com devaneios de conquistar mundos e fundos, de espalhar os meus feitos numa Europa senhora ou num África criança; porem toda a minha segurança se vai dissipando com o tempo, e perco as minhas oportunidades por medo de falhar desperdiçando se calhar boas oportunidades. Sou um jovem velho, tenho sonhos largos e medos amplos, pobre de mim e pobres dos adolescentes. Não há um jovem que me tenha passado nas mãos equilibrado; aliás o equilíbrio é uma utopia. Dá-me um prazer infinito escutar o drama duvidoso de um garoto ou a glória daquele que me vem falar das suas façanhas. Jamais o considero presunçoso. Gosto da capacidade, vontade, nem sei bem definir o que o ser humano possui no seu código genético que nem cientistas reparam que os ligam a mim. O ser humano tende sempre em vir falar comigo, no fundo sabe que mais ninguém lhes irá escutar as glórias, duvidas, medos com tanta atenção e tanta capacidade em ouvir como eu, no fim,
gosto de dar o meu palpitezinho, a minha opinião de mar sábio e sabido. Gosto, também, de ver nascer o amor juvenil que passa por mim e a quem eu pisco o olho e dito um murmuro de boa sorte que só os corações sentem, levando os apaixonados a visitarem-me e a contarem-me os desacatos e boas bonanças. Por vezes aparecem-me descontrolados e desejam mais que outra coisa nas suas curtas vidas, virem viver mais perto do meu coração do que do coração já aglutinado ao seu, do que do coração que amam por uma mera discussão por vezes insignificante ou mesmo porque o amor se esgotou ou acabou. Claro é que dou os meus concelhos mais uma vez, e humilde à parte, por vezes vejo nascer uma esperança de quem me apareceu em retalhos; contudo, é evidente, que me sinto muito mais feliz com os que vêm celebrar o seu amor para a minha beira. Aqueles que unem laços de amor eterno, ou se não for eterno que dure muito tempo, vestidos de branco, de chinelo na areia num dia em que eu mesmo mexo os cordelinhos e como prenda de padrinho que sou, apresento um dia celestial. Céu azul límpido, sol amarelo brilhante e tudo o que os meus afilhados desejarem e merecerem. Em prol daquela união sagrada, pelo menos para mim, recebo de ondas abertas os recém casados. E feliz me sinto ao ver o jovem passar a adulto, porque é nas grandes e verdadeiras decisões que se vê esta transição melhor que nunca. O ser adulto é uma fase bastante intensa, de renovação, cíclica. Existem cinco tipos de adultos na minha eterna vida. O adulto solteiro que vem correr para a praia de manhã, e na sua corrida continua denoto um vazio, ouço a musica tristonha a entrar-lhe pelo ouvido e a penetrar-lhe o coração. O ser humano tem atitudes estranhas, porque quando está triste ouve músicas tristes, quando se sente sozinho procura a solidão. De facto, este adulto solteiro apela-me ao sentimento, e não sei que posso fazer eu por eles se eu mesmo sinto uma semelhança entre a minha vida e a vida deles, pois também eu corro nas praias, com músicas tristes como som de fundo. Com vista a debater este negro pensamento descrevo outro tipo de adulto. O adulto que vem passear a namorada ou namorado acompanhado pelo cão. É aquele que namora anos e anos e mais uns anos com a mesma pessoa, sendo, ou não fiel e acolhedor a esta, mas que em contra partilha repudia casamentos e só permite a entrada do cão na sua vida pessoal. Uma escolha que, por vezes, lhe compromete a vida toda. Se é ou não feliz, nem eu sei, parece ser, mas será totalmente feliz, mesmo que não se sinta bem com as escolhas que faz?
O terceiro tipo de ser adulto é o adulto casado com vida de solteiro que não quer ter filhos nem animais. É aquele que não sabe viver a dois, é alguém que precisa do seu espaço sem perceber que quanto mais espaço tem mais precisa, afastando aqueles, que no fundo, quer por perto, arriscando-se por vezes a perde-los e deixando sempre um vazio na sua vida. Ao menos o outro tem o cão como companhia.
O quarto é o divorciado, adulto que todas as semanas vêm para a minha beira contar que já não sabe o que há-de fazer da vida. Coitado! O personagem bem vai tentando arranjar companhia, mas as que arranja duram pouco e ele percorre a sua vida com o filho do primeiro casamento, o cão de segundo, e assim vida fora.
Por fim, e aquele que prolonga os bons momentos da minha existência é o adulto pai. Aquele que me traz as crianças iniciando um novo ciclo e ocupando os meus dias. Aquele que vem jantar, fazer piqueniques e mais um enorme leque de coisas para perto do Mar, ou seja, de mim. Sinceramente os dias, as gerações vão passando e quanto mais vivo, mais vontade sinto em viver. A eternidade não é boa, nunca o foi nem há-de ser, pois ela é maçadora, sem sabor; no entanto encontrei neste mundo que tanto crítico, que tanto me fere, o que sempre procurei, a vida. Dá-me uma alegria tremenda e uma vontade de viver suprema ver nascer as crianças, vê-las crescer e revoltar perante a insensatez do mundo que um dia se ergueu, tenho um gosto fantástico em vê-los crescer, embora em entristeça ver que eles perdem muitas vezes o desejo de luta por um mundo melhor e até ajudem as más pessoas, que existem em toda a parte, a tentar arruinar, e quem sabe um dia a conseguir, a minha eterna existência; contudo alegra-me as suas aventuras, as suas histórias, as suas esperanças. É admirável ver o evoluir de uma raça. A juventude é a fase mais curta e mais complexa, e é entre todas as fases a que mais gosto, pois também é a que mais companhia me faz e alegrias, e até tristezas me dá; em suma é aquela que me dá o complemento essencial de uma vida. Os adultos também me fazem uma mediana companhia; porém só me aparecem com as crianças ou então para chorar as mágoas, muitas vezes completamente embriagados, raro é aquele que aparece no estado dito normal apenas para dar um simples passeio a olhar para mim. Gosto que olhem para mim confesso, disso não me envergonho, um pouco de vaidade nunca fez mal a ninguém. Mas agora sim chegou a altura de falar a idade que mais admiro. Pura admiração nutro pela velhice.
São os mais velhos, os idosos, que se levantam de manhã e vêem tomar os seus banhos de ouro, que vêem molhar os pulsos e tornozelos no meu corpo ensopado ou apenas o passeio matinal perto de mim. Gosto de os ver a jogar a canastra, tardes ao sol, brindando saúdes. Admiro os que confessam as diletantes vidas e se arrependem e tentam remediar qualquer coisinha no final de vida e admiro principalmente o amor daqueles que passeiam com o companheiro de uma vida inteira de braço dado. É uma sensação estrondosa que graças a Deus, ou graças a alguém que me pôs no mundo, eu possuo e apesar de saber que o que a eternidade não é boa, é bom saber que há seres não perenes que me fazem sentir uma perpétua felicidade com as suas vidinhas simples, complexas, felizes, infelizes, desgraças ou quase perfeitas, e é por tudo isso que eu, todas as manhãs me levanto com o amigo Sol, com a amiga Chuva, ou com o amigo Nevoeiro e abraço este ingrato e saboroso mundo, levantando os braços para ver os surfistas se erguerem no esplendor. Beijo a acolhedora areia agradecendo diariamente o abrigo que esta me dá em cada praia que abraço e dou palmadinhas nas Rochas com um desejo de bom dia. Prolongo a minha tarde viajando pelos cantos do mundo, ouvindo as deslumbrantes e apaixonantes vidas, e à noitinha o sol despede-se sempre de mim, mesmo que nem sempre o veja a despedir-se, e sinto o manto de estrelas abraçarem-me enquanto cobre todo o céu, e penso que só me posso sentir bem com os amigos eternos que tenho.
A querida Lua vem sempre toda espevitada com a sua tão terna voz dizer: “Tio Mar conta, conta o que aprendeste de nojo hoje, o que ouviste.” E sento-me eu a contar as histórias do meu dia à Luazinha, e ela fica bela, encantada, e eu desejo ter mais para lhe contar. Desejo um novo dia, enquanto ela deseja uma nova noite e uma nova noite… desejo uma evolução nesta humanidade, desejo ver as pessoas repletas de felicidade. E o novo dia nasce, e eu observo atentamente cada pessoa que me aparece, ouço as histórias com os ouvidos bem abertos, primeiro porque quero aconselhar de forma correcta as almas que me aparecem e segundo, porque a Lua nunca me perdoaria uma noite sem história. E por mim vão passando vidas simples, complexas, felizes, infelizes, desgraçadas, perfeitas, ou pelo menos quase perfeitas que cobrem os pedaços de terra, que alguém habitou para preencher os dias.
Esta é a minha vida, eterna vida, e assim é e assim será a eternidade, preenchida de defeitos, e com poucas qualidades, mas cada qualidade sobrepõe-se a muitos defeitos, fazendo com que esses sejam quase nulos.
A.C.

Foto de Mathefius

Frio

Frio

O dia surge lindo e quente. O sol brilha com uma intensidade invejável.
O cheiro da terra ainda úmida pelo orvalho da madrugada, torna-me ébrio de saudade.
Não sei ao certo o que faço aqui. Por que está tão escuro? Por que as paredes parecem vir de encontro a mim tomando-me o fôlego?
Lembro-me do teu sorriso, puxa! era avassalador!
Sempre que me sorria parecia que o céu vinha ao meu encontro.Teu beijo doce me fazia pensar em pêssegos. Tua pele suave, tal qual a mais pura lã, me aquecia e confortava. Toda vez que eu respirava tinha a certeza da vida!
Frio!!!
Por que parece que não posso enxergar? Bom, ao menos me conforto em saber que estou aquecido envolto nessa lã tão macia, mesmo assim ainda sinto frio, meu corpo estático, rígido, o que há?
Percebo o dia tão belo, o sol brilha, as flores daquele jardim parecem compôr um balé. Vejo a terra! Ainda está úmida do orvalho da manhã. me parece agora que estou vendo através dela.
Mais porque estou deitado? Pareço tão pálido! Porque estou me vendo como se...
As flores murcham rapidamente, o sol está incoberto por um grupo de nuvens negras, o vento sopra ferrozmente.
Não sinto meu corpo! Não consigo respirar! E esse gosto de fél em minha boca.
Frio, frio, frio!
Onde está você? por que não a vejo? Porque não estás do meu lado para confortar-me e me guiar para longe desse pesadelo?
A insanidade já toma conta de meus pensamentos. Já não me pertenço!
Vermes malditos!!!
Vejo a alegria e o sorriso sarcástico em suas bocas.
Comam! Saciem-se!
Podem devorar meu corpo mais jamais terão a minha alma ou o meu coração. Estes eu já não tenho mais, presente-ei em vida ao meu grande amor e nela sei que sobreviverei.
Gélido, me despeço.

Adeus!

Foto de Concursos Literários

Resultados dos Concursos e postagem.

Amigos Poetas.

Em virtude ao meu escasso tempo e a nova versão implantada em Poemas de Amor, será divulgado aqui neste blog, gradativamente todos os resultados pendente de todos os concursos efetuados, até mesmo o 3º e último.

Os poetas que só publicaram no fórum e dos Concursos, teus poemas, podem fazer um novo post na forma correta como esta descrita na matéria que editei!”Postando em Poemas de Amor passo a passo”

Todos os poetas poderão votar nas novas postagens, levando os mesmos a resultados apurados de melhor pontuado no dia, na semana, no mês e no ano, classificando democraticamente o conteúdo do Site.

Sempre que puder, estarei, lendo, comentando e escrevendo, nesta troca infinita de carinho que recebi de todos poetas do Site.

Meu contato está liberado em minha página, qualquer dúvida podem escrever, sempre terei imensa alegria em estar aprendendo cada dia um pouco mais com esesta convivência respeitosa, que se formou ao longo dos anos.

Obrigada pela compreensão de todos
Fernanda Queiroz

Foto de Fernanda Queiroz

Postando em Poemas de Amor - Passo a Passo.

Ao conectar o site www.poemas-de-amor.net, logo a esquerda acima aparecerá onde o poeta deverá escrever teu nome de utilizador, ou seja, o nome que escolheu ao cadastrar, e a senha, assim você estará iniciando sessão.

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Este serão os temas até o momento abordados no fórum, porém ainda não se encontra liberado.
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Os artigos são os tipos de conteúdo base do site: têm um título, um resumo e um corpo e são classificados por categoria (sendo a mais habitual o poema) e por emoção (a ser utilizado apenas em poemas, prosas e cartas).

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Escolha a categoria que mais se adequa ao conteúdo que está a submeter. Exemplo se escreveu um poema, seleccione "poema".Até o momento.

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Logo abaixo.
Seleccione o sentimento ou sentimentos que melhor descrevem o que exprime o conteúdo que está a submeter. Este campo não é obrigatório, mas é aconselhado para os poemas e prosas e cartas. Até o momento.

Sentimento:

Alegria
Amizade
Amor
Desilusão
Dor
Erotismo
Loucura
Medo
Melancolia
Ódio
Paixão
Pesar
Saudade
Solidão
Ternura
Traição
Tristeza

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Agora sobe uma moderação democrática o poeta além de participar com teus comentários incentivadores, ele poderá votar no poema que mais gostou.
Cada participante só poderá votar uma vez em um mesmo poema.
Como resultado Poemas de Amor terá os melhores poemas do dia, da semana, do mês e até do ano.
É importante tua participação, vote sempre que gostar de um poema, isto irá acrescentar ao site uma seleção dinâmica e popular.

Esperando ter colaborado, com as dúvidas existentes, nesta transição em renovação que esta abrangendo o site Poemas de Amor, abraço á todos carinhosamente.

Fernanda Queiroz

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Foto de Nice Silva

Doce Amanhecer

Marcel meu Filho voce é a luz da minha vida, a alegria de meus dias.
Pedacinho de ceu tao carinhoso com seu sorriso bondoso de bom filho.
Eu como mae queria que a vida fosse perfeita para voce, que nada te faltasse, a Vida é dura meu filho mas vale a pena lutar por ela, seja sempre amigo de seus amigos e acredite sempre em deus.
Quando voce sofreu aquele acidente eu pensei que ia perder meu bem mais precioso, mas deus te salvou meu amado filho, entre lagrimas eu fiquei esperando voce sair do centro cirugico, e quando a médica saiu para falar comigo dizendo que voce estava bem, entao fiquei mais tranquila porem inconformada, e até hoje nao me conformo, mas aceito, por isso meu filho nunca duvide do amor de sua mae.
Aqui eu escrevo e em meus olhos lacrimejam tao emocionada que fiquei de relembrar esse dia que para mim ficou marcado, Porque a vida é assim nos da momentos felizes e nos da momentos tristes.

Para meu filho Marcel

Foto de Cecília Santos

DEFINIÇÃO DE AMOR...

DEFINIÇÃO DE AMOR
#
#
#
Queria poder definir o amor...!
Quando tenho você do meu lado,
Tenho o amor, sinto o amor, sou o amor.
Mas quando estas distante de mim,
sinto-me sem forças pra lutar, pra viver.
Quando não tenho você do meu lado,
sinto também a dor,
Dor da ausência, dor de saudade.
Sinto falta de você, do seu perfume.
Seu riso cristalino, quero ouvir.
Dor que me fere a alma.
Que me tira a calma.
Será que o amor é isso...?
Como definir um sentimento tão belo.
Mas que se torna triste e amargo,
assim que você vai embora?
Posso definir o amor,
pela falta que me faz?
Pela saudade que você deixa em mim?
Acho que sim...!
Você é o próprio amor.
Você é a vida compartilhada,
os momentos felizes.
A chegada da alegria, o inicio da vida.
Indiscutivelmente você é, e vai ser,
sempre minha definição, de amor

Direitos reservados*
Cecília-SP/08/2007*

Foto de angela lugo

Como se fossem flores

Durante a vida fui colhendo sementes
Como pétalas de flores
As guardei cuidadosamente
Aquelas que podem trazer alegria
Ao coração da gente
Sementes da paz
Que todos nós almejamos
Sementes do equilíbrio
Equilibrando o bem e o mal
Sementes dos bons pensamentos
Levando-nos as boas ações
Sementes da amizade
Procurada incansavelmente
Sementes do amor
Que entrelaça homens e mulheres
Sementes da felicidade
Que podem ser encontradas através
De um sentimento completamente
Adquirido pelo amor
Alguém precisa estas sementes semear
Jogá-las ao vento aos punhados
Até que encontre a terra arada
Que as irá fazer germinar
Pode ser eu, você ou quem a quiser
Somente precisam ser distribuídas com amor
Regadas com sorrisos
Com simpatia do coração
Como se fossem flores

 

Foto de Miguel Duarte

Sentimentos Precisam-se! :)

Uma das novas funcionalidades, é a classificação de todos os textos enviados por sentimentos. Cada poeta vai poder classificar o seu texto por um ou mais sentimentos. Neste momento estão definidos estes:

alegria
amizade
amor
desilusão
dor
erotismo
melancolia
ódio
paixão
pesar
saudade
solidão
tristeza

Aceito sugestões de mais sentimentos que possam ser dados à escolha aos poetas para classificação dos seus poemas, prosas e cartas. :)

Foto de Cecília Santos

ILUSÓRIA MIRAGEM

ILUSÓRIA MIRAGEM
#
#
#
Na seda fria e macia, da saudade
sozinha me deito.
Contemplo o vazio, não mais te avisto.
Desenho seu rosto no sonho,
que é tão real, pra mim.
Ilusória miragem, que faz o irreal,
se tornar presente.
Tudo retorna, cai o véu do tempo,
nada mais é esquecimento.
Meu pensamento, é só contentamento.
Mas nada disso é real...!
Tudo é miragem, é só imagem.
É fantasia, que tira a magia, e minha alegria.
Que se transforma, em um mar de lágrimas.
Que rastejam, como serpentes sinuosas,
à procura do amor, que é só saudade.
Querendo a existência, mas sabendo,
que é só ausência.
E nessa ausência, procuro uma forma.
pra te dizer, que nada mudou,
Sou a mesma pessoa, com meu amor
feito cristal transparente.
Que me aprisionei no tempo da sua
ausência, e te esperei.
Esperei como quem espera, as voltas
que o mundo dá.
E nessa eternidade de espera.
Quem sabe, um dia nós passaremos.
Pela existência sem ausência...!

Direitos reservados*
Cecília-SP/07/2007*

Foto de fer.car

QUERO SENTIR O AMOR, MAS ELE SE FOI PARA LONGE

Quero sentir o amor, mas ele se foi para longe
Quero ver como seria lhe ver, mas já nem sei se o amo
Quero tanto dizer eu te amo, mas olhando em seus olhos
A palavra escorrega, trava na garganta
Não sei o que houve, será que matamos nosso amor?
Este amor que sobreviveu por tanto tempo
Passo por tempestades, barreiras do orgulho e da dor
Hoje,u e você o que somos? Um casal ou pessoas solitárias?
Quero dizer que volte, mas sinto que não quer voltar
Quero dizer que me ame, mas sinto que não quer mais me amar
Quero que veja nossa história, mas ela lhe traz feridas
O amor, este sentimento tão sublime e que fez de você?
Mtou nosso amor quando não enxergou meu jeito de lhe amar
Você nos matou por dentro quando me disse adeus
Quando em prantos em seus braços estava
Deitada em nosso leito de amor, lágrimas rolando na face
Minha dor nem lhe tocou, nossos sonhos jogados no lixo
E sua impedade, sua falta de sensibilidade dizendo que acabou
Os dias passaram, lembranças vieram, mas seu coração ainda me amou
Quantas vezes pensei que seria fácil, mais uma relação sem um final feliz
E quantas vezes vemos finais tristes e continuamos
Mas seu orgulho, o maldito orgulho nos impediu de tentarmos
De sermos mais, muito mais que palavras,
De sermos não somente meros poemas sem fim real
Por isso, agora aqui, entre estas quatro paredes
Penso que cansei, de querer, de explicar o que não se explica
De buscar entender a vida, o ser humano
Porque amor puro e verdadeiro luta, persiste
E isto não vejo em seus atos
Acho que quem se engana é você
falando de boca cheia que me ama
aquilo que seu coração nem mais sente há séculos
Sim, eis o amor, você não conhece
Não sabe de sua face, nem sabe o significado do perdão
Posso lhe dizer que sou feliz por um dia ter amado você
E sim, seguirei meu caminho
E desejo que seja muito feliz
Afrase final de suas cartas
Sua frase fatal e definitiva, significando um adeus educado
Palavras, tantas propagamos por aí
E na memória ficam as marcas
Não serei eu a pessoa para impedir sua felicidade
Se para você sou um pesar, um dor enrustida no peito
Para mim você continua sendo a alegria de outrora
Pessoas diferentes sim, mas um único sentimento
Que a vida lhe ensine a da próxima vez não perder
Seu grande amor, e que não seja único, o que seria triste
Pois se ao meu lado não estiver que em outros braços possa amar e ser amado
Não estou deixando de lutar por nós
Voce fez sua escolha, e um amor não vive de um, mas de dois
Amor que para seus olhos não foi o suficiente
Amor que não foi maior que a vida, que tudo e que todos
Amor que tanto durou e morreu
Por isso se vá, deixo-o em paz

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