Alma

Foto de andre Juris

!Canto docemente o quato é grandioso o saber adquirido pelo amor"!

Canto docemente quão grande tornou-se o amor
Quão grande o amor sinto pela pequena de coração imenso que me emocionou. Tão bela com seu jeito doce, fez-me descorrer no meu ponto de visto o que é o amor! Difícil seria descorrer de forma siginificante o que é o amor. Tão doce faz com que nos sintamos ao amar tão docemente o amor, difícil será perceber o tamanho amor que sentes ao expressar-se. Tão lindo saber que o amor transforma a pura alma ausente de maldade e líquida quam a naturesa. Tão manso o amor que sinto pensando na doce primitiva moça que fez com que eu conhecesse voraz o amor!

Foto de DeusaII

Fala-me de amor...

Fala-me de amor....
Da brisa que corre na primavera,
Dos pássaros que constroem seus ninhos,
Das alegrias partilhadas pelos amantes.
Fala-me de amor,
Daquela tremura que dá em nosso corpo,
Das lágrimas de felicidade,
Dos corpos que se perdem em desejos.
Fala-me, dos beijos traiçoeiros
Que fazem a alma sorrir,
Da esperança que renasce a cada dia,
Do fogo que nos queima por dentro..
Fala-me da paixão
Que faz nossa mente flutuar,
Dos sonhos sonhados em conjunto
Como se fossem um só.
Fala-me do espelho dos olhos,
Que transmitem ao coração sentimentos profundos
Que nos deixa num estado de puro torpor, de puro êxtase.
Fala-me de amor,
Não daquele amor fugidio,
Mas daquele que a distância não separa,
Que o fogo não destrói.
Fala-me daquele amor,
Que não morre nunca,
Como se vivesse colado a nós.
Fala-me desse amor,
Que se mantém numa eterna saudade,
Num eterno anseio
Sempre esperando que as horas nunca passem.
Fala-me de amor,
E pode ser que conquistes minha alma,
Meu coração, e todo o meu ser!

Foto de DeusaII

Conta-me uma história...

Conta-me uma história,
Não daquelas histórias de embalar
Que nos fazem quase adormecer.
Não quero histórias de guerras, ou de paz.
Conta-me a história da tua alma,
Como ela conseguiu comunicar com a minha
Deixando-me assim, neste estado de paixão.
Fala-me sobre os beijos,
Dados na escuridão da noite
Ou, na claridade do dia
Não daqueles beijos efémeros,
Que morrem antes de chegar aos lábios
Fala-me daqueles beijos de amor,
Que são quase eternos.
Conta-me a história do teu sorriso,
Como ele se abre de um modo quase prefeito,
Que faz com que os teus olhos sorriam também.
Conta-me uma história, meu amor...
Não para eu adormecer,
Mas para que a magia que me domina
Nunca mais termine, quando estou do teu lado.

Foto de DeusaII

Por instantes...

Quando meu pensamento
Tocou tua alma,
Uma onda de harmonia
Penetrou em meu coração.
Desfiz-me de minhas incertezas
Desvaneci-me no teu corpo
Perscrutei tuas fantasias
Em busca de respostas perfeitas.
Entrei em teu olhar
Procurando ver teu interior
Teus sentimentos belos e puros...
Virei-me do avesso,
Numa busca quase desesperante
De chamar a tua atenção.
Corri atrás de desejos incertos
De memorias gloriosas...
Enfrentei as tempestades
Do meu íntimo
Lutei contra os meus sentidos.
Para que apenas por instantes....
Tu olhasses para dentro de mim...

Foto de DeusaII

Já falei com o meu amor

Já falei com o meu amor
Já lhe contei os segredos do meu coração,
Como minha alma se alegra
Ao som da sua voz.
Já lhe expus meus argumentos
Já transcrevi meus medos, meus anseios.
Já lhe descobri, a imensidão dos meus sentimentos
E a troca de todos os meus sentidos.
Já falei com o meu amor,
Já lhe propus viver em seu coração
Alimentar a sua sede de paixão
Entregar-me em seus braços
E aninhar-me em seu regaço.
Já lhe disse, o quanto meu mundo
Morre sem a sua presença,
O quanto minha pobre vida
Perde todo o sentido.
Já falei com o meu amor...
E agora pairando sobre as nuvens
E olhando o Céu...
Meus olhos brilham,
A um amor que nunca terá fim!

Foto de Chácara Sales

O Reencontro (Crônica)

Um dia a perambular pelas ruas da cidade, resolvi ir até a praça, ao centro, onde havia muito tempo que já não ia; ao chegar avistei um menino tocando flauta, com certeza na esperança de ganhar uns trocados.
No momento em que me aproximei ele me olhou firmemente, num ato solene, então entendi que era gratidão pela minha atenção.
Sentei no banco da praça e continuei a perceber-lhe; o vento soprava fortemente no rosto, as árvores balançavam adornadas de flores, cheias de vaidades; até que num olhar o menino parecia questionar-me, continuava tocando, levantei-me, prossegui meus passos a seu encontro, ele tocava e me reparava; devia ter mais ou menos uns 14 anos. O povo a passar colocava trocados em seu chapéu, ele contente a se deliciar com sua flauta, dava pra ver a alegria brilhando em seus olhos, era a sua luta diária...
Aquilo tocou profundamente minha alma, via uma grande virtude naquele menino, tinha algo de especial, tocava com alma, fazia o instrumento chorar como dizem... até uma senhora que o escutava saiu emocionada, a chorar, as lágrimas eram como diamantes em seu rosto. O povo ali ia saindo aos poucos, devagar, quando me vi só com o menino, então aproveitei para conversar; ele inocente e meigo pediu-me educadamente um trocado e riu-se, eu meio desconcertado nem mesmo percebi que me havia esquecido de dar-lhe umas moedas, que coisa!
__ Por favor, Senhor que reparas tanto! Não o conheço nem tu me conheces, com meu sorriso no rosto que é minha dádiva, superando as dificuldades para não chorar, peço-lhe gentilmente um trocado se não for precisar.
Contive nas pálpebras gotas que não eram de orvalho, que naquele momento de emoção poderiam se derramar. Parado em frente sorri, estendi-lhe a mão, dei-lhe, realmente não iria precisar. E me perguntou.
__ Desde que chegaste me olhas tanto! Algum problema?
__ Não! Na verdade eu pensei lhe conhecer, mas acho que me enganei.
__ Achas que me conheces?
__ Tive um pressentimento, mas deixamos!
Há muito tempo algo aconteceu comigo, eu havia perdido um filho que me roubaram, e já sofria há tanto tempo com a morte de minha esposa, minha linda esposa a qual nunca consegui esquecer; como ela era linda! Tão humilde e realmente mulher!
Naquele momento tinha as mãos trêmulas, entrelaçavam-se, as palavras pareciam fugir dos meus lábios, quase não conseguia falar, eu senti algo naquele menino, um pressentimento estranho, parecia que já o conhecia, e por alguns instantes imaginei ser ele do meu sangue. As lembranças do passado vieram a me perturbar, não queria tirar conclusões antes do tempo.
__ Menino, acho que se eu lhe dissesse algo a respeito, talvez não entenderia a razão.
__ Talvez entenda, Senhor! Tenho o dom de entender as pessoas __ Disse tirando o dinheiro do chapéu para guardar no bolso.
__ Seria estranho pra você, creio que não entenderia.
Mas, serenamente a me olhar disse:
__ Não custa tentar!
Como aquele olhar me trouxe segurança. Eu pude me abrir com aquele menino; nem mesmo o conhecia, mas vi sinceridade nele e parecia querer me ouvir. Não mais receoso o chamei para caminhar, ele apanhou seu instrumento e o guardou, então prosseguimos...
__ Senhor, o brilho do teu semblante parece apagar lentamente.
__ Sabe, menino, a vida deixa marcas e na velhice elas doem. Se não são boas, trazem alegria, se são ruins, trazem mágoas. De certo não deixam de doer.
__ É tão ruim assim?
__ Não, basta saber viver para que as lembranças más não venham a lhe atordoar mais tarde. E se por capricho da vida alguma coisa ruim acontecer a você, como ter que perder alguém, passe por cima; a vida tem dessas coisas...
__ Eu quando era criança perdi minha mãe e meu pai.
Quando o Menino me disse aquilo, meu coração começou a bater forte. Então expliquei a ele o motivo de minha emoção ao conversar com ele, e por quais motivos meu semblante ia-se apagado.
__ Hoje tenho 40 anos, se estivesse com meu filho, talvez ele estaria com a sua idade.
O menino escutava atento, suspirava.
__Eu estaria mais feliz junto a ele e minha esposa que perdi há alguns anos atrás.
__ O que aconteceu com ela? O senhor deve sofrer muito não é?
__ É, dá pra suportar. Minha esposa morreu no parto, 4 horas depois do nascimento de Emmanuel, meu filho. A escrava que eu tinha, cuidou de tudo pra mim, inclusive dele. Eu não tinha forças para nada, não conseguia comer nem dormir; tremenda era a dor que sentia. Depois de alguns meses tive que me conformar com a morte dela. Esabelle, uma linda mulher!
__ E Teu filho, onde está?
__ Juro que não sei, o perdi também.
__ Ele fugiu?
__ Não, a escrava o roubou de mim logo após lhe dar sua alforria. Tentei de tudo para encontrá-la, mas se escondeu muito bem de mim. Outra perda que tive de aceitar. Oh, Deus, tu sabes o quanto sofri! Aquela escrava... Confiava tanto nela! Mas imagino o motivo por qual partiu, apesar de achar que mesmo livre continuaria comigo.
__ E qual seria o motivo, Senhor? A propósito, qual é mesmo teu nome?
__ Eu não tinha coragem de olhar pro meu filho, não que eu não gostasse dele, é que não imaginava como iria criá-lo sem uma mãe, pensava se seria um bom pai, se ele se acostumaria... Uma série de pensamentos me invadia, acabei por entrar em depressão. Talvez a escrava Alice por gostar tanto de mim o levou para que eu não sofresse; não foi uma boa idéia, e durante anos a procurei e nada. Ah, Desculpe, havia perguntado meu nome, sim, é Antônio.

(...)

__ Senhor, queira me perdoar, não consigo conter as lágrimas.
Olhei para aquele menino, percebi o quanto chorava, fiquei espantado.
__ O que foi? Não chores assim, não se comova tanto, é uma dor que não quero que sintas, esqueça.
__ Não diga isso, Senhor! Choro, pois tenho uma história parecida com a sua. A minha mãe Alice, a preta que me cria, disse que mamãe Esabelle morreu no parto, que meu pai um grande fazendeiro se chamava Antônio, e por motivo que nunca quis falar me criou longe, na cidade grande; só agora é que retornamos aqui para o vilarejo Filadélfia. Ela muito doente já sem condições de trabalhar veio descansar aqui onde me disse que tudo começou. Eu com poucas expectativas nunca imaginei que pudesse te encontrar, achei que tinha me abandonado, por fim é muito divino ver a história circundando assim, oh, meu pai! Diga que és? Agora entendo porque preta Alice me trouxe de volta, para te encontrar de novo. Oh, Deus, que alegria! Como eu quis tanto te ver! Te conhecer!
Não acreditava no que via nem no que ouvia. Meu filho estava diante de mim. Parecia um sonho, era um sonho. Comecei a dizer alto: É um sonho!
Ele me dizia: __ Não pai é realidade, não é sonho, sou eu, Emmanuel!
E me Abraçava fortemente; choramos juntos. Contemplando-lhe beijei-lhe a face, dizia: __ Finalmente, oh, Deus! Finalmente.
Ajoelhado agradeci a Deus pelo inesperado reencontro. E ele todo eufórico me pegou pelo braço e me puxava.
___ Vamos, vamos que Preta Alice tem que te ver. Vamos, vamos, ela vai querer te ver, eu sinto isso.
___ Vamos sim, meu filho, vamosssss...

E ali meu semblante se acendeu, a vida devolvia-me a vida mais uma vez. Eu vi a felicidade e a razão de viver me abrangendo o ser. Sentia-me no paraíso. Saímos correndo pelas ruas e meus pés junto aos passos dele pareciam flutuar. Correndo olhei para o céu em ato de reverência, e vi nas nuvens a imagem de Esabelle sorrindo para mim. Senti que naquele momento nossas almas atormentadas se acalmaram para sempre.

Foto de DeusaII

O amor tudo vence!

Olho a noite minha cúmplice,
Que cai sobre mim.
O silêncio, meu companheiro,
Acompanha-me nesta viagem sobre ti.
Uma onda de paz começa a invadir-me,
E sinto-me em sintonia com o universo.
Então, fecho os olhos
E mentalizo teu ser....
Uma luz brilhante invade toda a minha escuridão
E vejo-te...
Sinto então, uma harmonia que me conforta e aquece,
Crescer dentro de mim.
E tu, como um anjo a sobrevoar os céus
Invades todos os meus sentidos,
Tocas ao de leve em meu coração
Que renasce de novo para o amor.
Minha alma espavorida
E completamente encantada
Renova sua energia e esperança em ti... em nós...
E como num sonho, tu dás-me a mão
E levas-me para o teu conto de fadas
Onde a alegria toma definitivamente conta de tudo
O que existe em nós
E eu perfeitamente perdida nesta paixão
Apercebo-me que afinal...
O amor tudo vence.

Foto de Armando Tomaz

A VITORIA É TUA, PODE PEGAR (Autor:Magnilton Silva)

A vitoria é tua pode pegar.

Estás a sentir tua força acabar
Tentaste de tudo e não há progresso
Teu pranto é constante
Tua vida está cheia de insucessos.

Pensas em sumir dessa vida
Estás a desejar um esconderijo
Longe de todos e de tudo
Talvez desejas ficar no escuro.

Sempre falas que não agüenta mais
Estás a sofrer, desejas na alma a paz
Pensas que Deus não te ouve
Que sua orações não chegam ao pai.

Posso dizer com certeza
Jesus te ama e te acompanha
Ele conhece tua tristeza
Tuas lágrimas, Cristo apanha.

Cristo está do teu lado
Sua oração ele ouviu
Teu sofrimento será retirado
Teu respirar será aliviado.

Tu és uma pessoa vencedora
Levanta, enxuga tuas lágrimas e anda
Jesus está a te abençoar
A vitoria é tua pode pegar.

Foto de DAVI CARTES ALVES

UM ANJO DOS PAMPAS

Linda gauchinha
De onde brotam miríades de encantos
Dizem que surgis-te de doce alquimia:
Das princesas Vikings da Península Escandinávia
Com as dançarinas flamencas
dos Confins Andaluzia?
BAH!! Confeccionaram uma magia...

Minha linda gauchinha
Quanta inveja, deste sorrateiro minuano
Que afável, beija todo seu corpo
doce talhe sinuoso
coleante de prazeres
suavemente mavioso,

há minuano altaneiro,
teima em brincar com seu cabelo
preçunsoso, só pra si tê-lo
e a envolve no frescor dos “seus braços”
com carinhos, com cuidados
com desvê-lo

minha linda gauchinha
tens o perfume da flor dos pampas
nos seus lábios estonteantes
personalidade contundente, olhos fagueiros
alma generosa,
de primores exuberantes

minha linda gauchinha
pulverizastes meu coração
e tomastes em cuia amêndoa
com mais um cálido chimarrão

minha linda gauchinha
amazona, top model,
ou a pedestre apressada
da Porto Alegre ensolarada

e como esquecer aquela guria,
sem maquiagens, tri-bela e introspectiva, sob
lenço descorado de camponesa
a colher as madeixas vikings,
deslumbrante torcedora colorada
daquela quitanda em Alvorada

minha linda gauchinha
o que mais hei de dizer-te,
que já não lhe disse Garibaldi
de paixão por ti, insano
de joelhos com essa flor dos pampas,
resta dizer-lhe:

TCHÊ AMO!

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de eliane rocha

Eu presiso.

Eu presiso...

dizer tantas coisas,
falar dos meus sentimentos,
da dor que arde no peito,
da ida sem despedida,

Eu presiso...

abrir de uma vez meu coração,
rasgar minha alma,sem medo,
do meu desispero, da falta q você me faz...
de como é ruim voltrar pra casa, e não ver,
mais, o amor q me abrasa,

Eu presiso...

jogar fora, as coisas que me machucam,
as coisas que me apavoram,
as tristezas as culpas,

Eu presiso...

desisperadamente, senti você novamente,
nem que seja por um minuto,
olhar em seus olhos, beijar sua boca,
sentir seu abraço forte.

Eu presiso...

apenas de rever seu sorriso,
ouvir um adeus uma explicação...
não se vá, como se não estivesse existido
dois corações, uma história,

É o que eu presiso...

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