Amizade

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" PARA UMA PESSOA ESPECIAL"

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Para uma pessoa especial.

Tenho acumulado na alma,
Um sentimento que me acalma.
Um sentimento de liberdade,
Que foi mudando nossa amizade.

Um sentimento sem restrição,
Só veio tocar forte o meu e seu coração.
Em nossa amizade cabem imensas afinidades,
Cumplicidades, lealdade.

Esse sentimento veio forte, invadir
O coração, sem pedir permissão.
E quando dei por mim,
Já estávamos dentro um do outro
Invadindo-nos, nos consumindo.

Essa amizade que virou amor,
Lembranças de grandes momentos.
Tristezas que se foi com vento.
Você veio me trazer contentamento.

Você é o caminho que eu procurava,
Hoje é o sentido de minha alma,
A fonte que me fortalece,
A alma que me aquece.

É a amizade que eu não esperava
Transformou-se
Em alguém que ama a minha alma.
Um ser especial, que me conquistou
De amigo posso te chamar de amor...

*-* Anna A FLOR DE LIS.

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Foto de Lady FeTish

Meu amigo !

Eu sei que foi verdade
Tudo aquilo que um dia você me disse
Palavras de consolo
E de pura amizade
Na mais linda liberdade
Mais parece que tudo aquilo va
Ficou na nossa lembrança
e na esperança
de tudo voltar acontecer .
Mas será que vamos nos ver ?
Você se foi e me deixou aqui
Morrendo de saudades de ti !
Como vou esquecer aqueles momentos ?
Como vou tirar você do pensamento ?!
Com palavras na garganta
Querendo te dizer alguma coisa ...
O coração palpitando forte
e a boca com sede ...
sede das suas palavras !!
Palavras de consolo e de pura amizade
na mais linda liberdade .
Meu amigo você és tudo pra mim
Jamais te esquecerei
mesmo que esteja longe daqui.
Mas tenho um segredo para lhe dizer
Acho que estou amando você !!

Foto de Sonia Delsin

ELEONORA

ELEONORA

Conheci Eleonora numa festa há alguns anos. Ela era uma mulher pequenina e muito bonita. Meu filho caçula se a tivesse conhecido decerto diria que ela era uma "baixinha gostosa". O mais velho diria que era uma pequena sereia.
O fato era que Eleonora era uma bela mulher e tinha o corpo muito bem feito. O rosto era sensacional, a boca carnuda; olhos oblíquos, intensamente azuis. O bumbum era redondinho e arrebitado e levava qualquer homem a olhar mais de uma vez.
Quando ela soube que eu gostava de escrever quis me contar sua história e eu tento transcrevê-la aqui neste conto:

Cresci numa fazenda do interior do Brasil em meio a bois e cavalos. Meus pais eram moralistas e criaram a mim e a meu irmão na mais rígida educação. Minha mãe não me deixava jamais vestir calças compridas e montar.
Eu via Jorginho montando lindos cavalos e aquilo me deixava enfezada. Por quê não eu? O que havia demais em ter nascido sem aquilo no meio das pernas?
Claro que eu sabia a diferença que existia entre nós dois. Eu nascera com aquela fenda e ele com um apêndice. Escondidos de mamãe nós tomávamos banho de cachoeira completamente nus. Foi o idiota do Chicão que nos surpreendeu um dia e contou ao papai.
Jorginho era um ano mais novo que eu e me adorava. Eu também amava aquele menino sardento e irrequieto.
Havia também na fazenda os filhos dos colonos: Mariana e Marcelo. Eles eram mulatinhos e muitas vezes também conseguimos driblar a vigilância de mamãe e brincamos juntos. Marcelo era uns dois anos mais velho que eu e tinha o pênis bem maior que o de meu irmão. Quando nadávamos nus ele encostava aquele enormidade em mim e eu achava tão bom.
Papai me dizia que eu precisava tomar cuidado com a minha fenda porque ela poderia ser o motivo de minha perdição. Na época eu não conseguia entender o porquê de uma coisa daquelas ser prejudicial a alguém.
Eu era uma menina esperta e aos doze anos parecia ter pelo menos quinze. Foi nessa época que Marcelo mudou-se da fazenda.
Antes de mudar-se ele me pediu uma prova de amor e eu me entreguei a ele. Foi em meio ao feno e ao fedor de estrume que nós nos pertencemos. Ele estava trêmulo quando arrancou meu vestido. Foi uma penetração difícil porque ele era muito bem dotado e éramos completamente inexperientes. Sangrei muito e chorei de dor. Nós dois queríamos que o pênis dele me penetrasse inteira; mas não conseguimos de forma alguma. Nós nos movimentávamos para baixo e para cima como estávamos acostumados a ver os cavalos fazendo com as éguas --escondidos espiávamos, é claro). Depois de várias tentativas Marcelo acabou gozando nas minhas coxas. Eu não conseguia crer que fosse assim.
Tempos depois nós também nos mudamos para a cidade e conheci Alfredo. Este era um vizinho e possuía os olhos mais azuis deste mundo. Esqueci-me completamente de meu amiguinho de infância e me apaixonei por ele. Alfredo era um rapagão esnobe e não me dava a menor bola. Tinha treze para quatorze anos e ardia por ele.
Nas noites intermináveis eu precisava masturbar-me para conseguir conciliar o sono. Era pensando naqueles olhos intensamente azuis que eu me masturbava. Nunca parei para pensar como seria transar com ele. Era pelos olhos dele que eu havia me apaixonado.
Fomos apresentados um ao outro numa festinha que meus pais deram para comemorar os treze anos de Jorginho.
-- Prazer. Você é bonita. -- Pensei que você nunca houvesse me notado.
-- Não dá para não notar você, apesar de ser tão baixinha.
Os olhos eram ainda mais lindos de perto. Mas a voz tão arrogante!
Ainda nos falamos umas banalidades e só no final da festa ele me arrastou para um canto escuro e esfregou-se em mim.
-- Quero você.
-- Agora?
-- Encontre-se comigo amanhã atrás da varanda, embaixo daquela grande figueira.
Não consegui dormir a noite toda. Como seria transar com aquele gato?
Ele estava lá na hora combinada e nos deitamos no gramado. Alfredo me garantiu que todos da casa haviam saído. Ele arrancou rapidamente minha saia e minha calcinha e abaixou a calça. Foi tudo muito rápido e só depois de tudo terminado é que pude notar que ele era muito magricela e que tinha um pinto pequenino que não poderia nem ser chamado de pênis comparando-se com o do primeiro homem de minha vida.
Não me satisfez em absoluto e depois desta transa eu nem quis mais encontrá-lo.
Nos anos subsequentes dediquei-me de corpo e alma aos estudos.
Os rapazes começaram a dar em cima de mim e não achava graça em nenhum deles. Jorginho vivia rodeado por garotas e reclamava com mamãe que eu acabaria ficando solteirona.
Nessa época eu já completara dezoito anos e nunca tivera sequer um namorado. Minha experiência amorosa era nenhuma e sexual só acontecera de ter tido aqueles dois encontros que marcaram a minha vida.
Sentia um medo danado de não sentir prazer da próxima vez e vivia adiando um novo encontro com alguém.
Conheci Sérgio quando passei no vestibular para Odontologia. Eu vivia dizendo a papai que não era o que eu sonhava para meu futuro, mas ele praticamente me obrigava a estudar o que achava que seria bom para mim.
-- Você gosta de Odonto? Perguntou-me ele.
-- Não é bem o que eu queria.
-- Então por que optou por isso?
-- Não foi bem assim. Optaram por mim.
Sérgio olhou-me com seus enigmáticos olhos pretos.
-- Você parece ter personalidade. Não consigo entender.
-- Quero evitar discussões inúteis.
-- Mas trata-se de sua vida.
Pegando minha mão na sua ele puxou-me para um banco.
-- Quer namorar comigo?
Eu precisava tentar pelo menos. Vivia tão só nos últimos anos.
-- Topo.
Ele beijou-me e a sensação foi boa. Senti ferver novamente um vulcão que eu imaginava extinto. Sua língua começou a explorar a minha boca, suas mãos acariciaram meus mamilos e eu senti que poderia sentir prazer ao lado de um homem.
Nos primeiros dias ficávamos nos abraçando e nos beijando até que ele me levou para seu apartamento, e lá eu pude descobrir que mesmo um homem de pênis tamanho normal poderia me proporcionar muito prazer.
Ele me beijou inteira e deixou meu corpo todo desejando-o. Sua língua me explorava toda enquanto suas mãos também procuravam pontos em mim que me deixavam completamente excitada.
Foram as duas horas mais loucas de minha vida e jamais pensei que um dia pudesse ser daquela forma. Eu nem imaginava que um dia faria sexo oral e anal. Aconteceu com ele e foi muito bom.
Sérgio deitou-se relaxado ao meu lado e perguntou-me baixinho se havia gostado. Ele sabia que sim e só perguntara por perguntar.
Namoramos por dois anos. Eu continuava a estudar Odontologia.
Papai faleceu quando eu começava o terceiro ano. Desisti do curso e comuniquei a todos que voltaria a morar na fazenda. Era o que eu queria para mim.
Neste meio tempo acabamos terminando o namoro.
Mamãe também disse que ficaria morando na cidade com Jorginho, que também já estava na faculdade.
Não me importei de voltar só para lá; pois era o que eu sonhava. Viver entre bois, cavalos, estrume. Eu adorava cavalgar pelas nossas terras e mamãe não tinha pulso com os empregados. Eu sim saberia lidar com eles.
No início senti falta de Sérgio, das vezes em que ficávamos em seu apartamento; mas sexo não era tudo na vida. Era muito bom, mas não era tudo.
Em poucos meses na fazenda eu soubera me impor e todos os empregados me respeitavam muito.
Vivia vestindo roupas de montaria e foi cavalgando que conheci Luciano.
Era um homem feio. A pele marcada por acne, olhos verdes e frios. Ele vestia um jeans imundo e as botas estavam sujas de estrume. Era verdade que eu também vivia no meio de bois e minhas roupas eram grosseiras, mas procurava me manter limpa.
A princípio aquele homem rude me causou asco.
-- Pode me dizer que horas são?
-- Por que quer saber as horas neste fim de mundo?
-- Talvez pelo mesmo motivo que a senhorita esteja usando este relógio no braço.
Não gostei dos modos daquele estranho que encontrei enquanto cavalgava. Apertei o pé no estribo e Samara disparou num galope. No início ele pôs-se a me seguir, mas o cavalo em que estava montado não era um puro sangue como a minha Samara.
Chegando em casa desmontei a bela égua e deixei-a aos cuidados do Namberto. Tomei um banho e desci para almoçar.
A Albertina me avisou que tínhamos visita.
-- Quem está aí?
-- O novo vizinho.
-- Como é ele?
-- Um homem estranho. Fede que só ele.
Imediatamente lembrei-me do homem que havia encontrado. Seria o mesmo?
Chegando à varanda eu o vi parado, me esperando.
-- Peço que me desculpe pelo ocorrido, vim só para oferecer meus préstimos.
-- Fico agradecida -- disse sem saber se devia estender a mão.
Ele notando meu constrangimento foi dizendo:
-- Não se preocupe em me estender a mão senhorita. Desculpe-me pelo estado em que me encontro. Foi um problema que tivemos esta manhã. O touro rompeu a cerca e tivemos um trabalho danado para juntar a boiada. Fui grosso lá na estrada e vim pedir desculpas.
Ele se apresentou e eu pude observar que era realmente um homem feio, mas havia alguma coisa diferente nele. A verdade é que ele me atraia.
Dias depois ele apareceu na fazenda montando um lindo cavalo árabe.
-- Acabei de comprar. Gostou?
Eu era uma admiradora de cavalos de raça e lhe disse que era lindo demais.
Conversamos algum tempo sentados nas grandes cadeiras de vime da varanda e Albertina nos trouxe um suco de frutas bem geladinho.
Pouco tempo depois já nos falávamos como dois conhecidos de longa data. Ele me contou que havia se separado da mulher e que comprara aquelas terras para se instalar de vez ali.
Eu também lhe falei que pretendia passar o restante de minha vida naquelas terras que eu tanto amava.
-- E sua mãe? Seu irmão?
-- Mamãe gosta demais da cidade e meu irmão está estudando medicina.
-- Não se sente só aqui?
-- Às vezes.
Ele me disse que poderia voltar mais vezes para conversarmos.
Na despedida segurou algum tempo minhas mãos nas suas e uma corrente elétrica passou por todo meu corpo.
Luciano voltou outras vezes e acabamos nos tornando amantes. Descobri que ele conseguia me envolver emocionalmente mais do que sexualmente, mas era bom. Ele tinha um charme especial e sabia agradar uma mulher.
Um dia lhe perguntei porque não dera certo o primeiro casamento e ele me disse que a ex-mulher se apaixonara pela amiga.
Eu não me casaria com ele mesmo que me pedisse. Queria deixar as coisas como estavam. Quando ele queria vinha me ver e quando eu o queria ia ao seu encontro. Para que modificar o que estava sendo tão bom?

O nosso capataz sofreu um acidente fatal e eu precisava urgentemente de outro. Foi Luciano que sugeriu um homem que ele conhecia bem.
-- É um mulherengo, já aprontou das suas. Tenho um amigo que já perdeu a mulher por causa dele, mas acho que não tem nada a ver.
-- Então o que está esperando? Preciso deste homem para ontem.
-- Se tudo correr bem amanhã mesmo ele estará aqui.
No dia seguinte à tardinha Albertina veio me informar que o rapaz havia chegado.
Fui rapidamente atendê-lo. Precisava logo resolver aquela situação.
Um mulato alto estava de costas para mim e ele olhava tudo à sua volta.
Quando ele voltou-se para mim um sorriso enorme se estampava em seu rosto.
. Então era ele o tal homem? Agora eu podia entender o porquê de um homem perder a esposa para tal sujeito.
Fiquei sem ação. Marcelo estava diante de mim.Devia correr para seus braços, estender a mão?
Sorri gostosamente e gaguejei:
-- Que saudades! Que surpresa boa!
Foi ele que correu para me abraçar e sussurrou em meu ouvido:
-- Desculpe-me se faço isso. Fui louco em vir até aqui. Não conseguirei jamais ser um empregado seu.
Afastei-o delicadamente e pus-me a examiná-lo de cima a baixo. Vi que se tornara um homem alto e bonito demais. O corpo atlético e atraente. Lembrei-me de quando nadávamos nus em nossa infância. Lembrei-me daquela vez em que me entreguei a ele no meio do feno.
Só então me dei conta de que nunca quis um homem em minha vida mais do que quis aquele.
Foi a minha vez de abraçá-lo.
Albertina que se empregara na casa há pouco tempo estranhou aquela cena.
Era verdade que o tempo tinha passado, mas ele havia voltado e só isto me importava naquele instante.
-- Nunca consegui esquecê-lo.
-- Nem eu consegui esquecê-la.
Olhei-o diretamente nos olhos procurando a verdade e convidei-o para conversarmos sentados na varanda.
Albertina entendeu que eu queria estar a sós com ele e afastou-se.
Perguntei por onde andara, o que fizera da vida e se ainda estava solteiro. Ele respondeu que ainda estava "solteirinho da silva". Tivera um caso ou outro.
Sorrindo ele não se cansava de repetir:
-- Nunca me amarrei a ninguém. Acho mesmo que nunca a esqueci. Lembra-se daquela vez? Eu fiquei tão preocupado achando que a tinha machucado. Parti daqui me sentindo um verme. Tinha medo de me aproximar de uma moça e machucá-la. Fiquei mesmo traumatizado e foi só depois de muitos anos que consegui estar com uma mulher. Aos poucos fui apreendendo a lidar com ele -- dizendo isso ele abaixou os olhos em direção ao seu pênis. Você me perdoou por ter agido daquela forma?
Não pude deixar de rir e dizer que éramos completamente inexperientes. Fora só por isso.
Ele foi taxativo em afirmar que jamais conseguiria ser meu empregado e quando já ia se despedir sugeri que ficasse mesmo assim. Teríamos uma relação de amizade e ele me ajudaria enquanto eu não conseguisse outra pessoa.
Marcelo concordou em ficar, por uns tempos.
Luciano ficou me olhando com aqueles olhos gelados enquanto eu lhe contava que o Marcelo crescera na fazenda ao meu lado.
-- Você fala dele de um jeito.
-- Não diga que está com ciúmes!?
-- E não é para estar? Seus olhos brilham enquanto você fala dele. E pensar que eu é que tive a idéia de trazê-lo para trabalhar aqui!
Luciano socou a mesa violentamente.
Eu nunca soubera lidar com um homem violento. Procurei agradá-lo, mas só consegui piorar a situação.
-- Ele a atrai, dá até para um cego ver. E você também o atrai.
Luciano saiu resmungando, montou o belo cavalo árabe e saiu galopando feito louco. Suspirei fundo.
Marcelo se aproximou de mim e pegando a minha mão foi dizendo:
-- É melhor que eu me vá logo daqui. Estou atrapalhando a sua vida. O seu namorado está com ciúmes de mim. Não significo mais nada para você, não é mesmo?
-- Não é assim.
A sombra de um sorriso passou pelo seu rosto.
-- Você ainda sente alguma coisa por mim?
Hesitei em dizer que sim. Ele estava um homem feito, já não tinha mais nada do menino que crescera conosco na fazenda.
Disfarcei dizendo que as recordações eram tantas.
-- Você não está sendo sincera, sente alguma coisa ou não?
-- Não sei.
Sei que fui evasiva, mas estava tão confusa. Os homens que cruzaram meu caminho deixaram marcas e aquele que estava à minha frente fora o que mais me marcara.
Eu poderia assumir o que estava sentindo. Poderia brigar até com o mundo por ele. Teria forças para isso. Mas ele corresponderia?
Ainda segurando minha mão ele me cobrava uma resposta mais direta. De repente perdeu a compostura e beijou-me ardentemente.
Segurou-me apertadamente de encontro ao corpo másculo e senti que iria mergulhar de cabeça nessa nova situação.
Foi a minha vez de colocá-lo contra a parede.
-- Você me ama de verdade? Se disser que sim eu enfrentarei qualquer coisa neste mundo.
Ele respondeu-me com um beijo e perguntou-me se poderia ser como da primeira vez naquele paiol que soçobrara ao tempo.
Meu Deus! Naquela altura de minha vida! Eu já não era uma menina de doze anos!
Fui caminhando abraçada a ele de encontro ao paiol. Não precisava dar satisfações de minha vida a ninguém. Era dona de tudo ali, dona de minha vida.
Como da primeira vez foi em meio ao feno e ao cheiro forte de estrume. Ele delicadamente tirou minha roupa e fez coisas que eu nunca sequer pude imaginar que aquele menino de antigamente iria aprender. Beijou minha boca suavemente e depois passou a beijar meu corpo inteirinho.
Quando finalmente ele me penetrou eu compreendi que com homem algum seria igual. Ele era fabuloso. O pênis se tornara ainda melhor com os anos. A minha obsessão na vida fora pênis avantajado e descobri que ele conseguia me penetrar inteira. Havia espaço suficiente sim!
Depois de completamente saciada de amor eu repousava em seu peito forte quando ele me perguntou se desta vez também eu iria começar a chorar.
Sorri e contei-lhe que andara pela vida procurando um homem com os requisitos dele. Não encontrara, era evidente.
Casamo-nos em dois meses e continuamos fazendo amor nos lugares mais estranhos e diversos. Nem preciso dizer que continuamos apaixonados um pelo outro e que o que mais desejamos é estar juntos.

SONIA DELSIN

Foto de cris leal

como?

Eu ja estava saindo da sala era sempre a mesma coisa ,eu conhecia alguem,tc um pouco e era so ,no maximo uma amizade.
Ate que aquele dia eu entrei na sala,tc por um momento com ele,perguntei de onde tc ele me disse :_POA;eu isse:_onde fica isso;Ele disse:RS.passei meu msn pra ele e outro cara.
Quando ele entrou no meu msn eu achei ele meio estranho na foto
ele era muito branco.
Mas,tudo bem eu adoro bater papo na net.
Quando ele derrepente ligou a web cam ,fez um sinal de positivo,e sorriu pra mim , eu me apaixonei,eu acho que isso é o que chamam amor a 1ª vista.
Não sei como isso aconteceu comigo,so sei dizer que desde aquele dia nao teve um so dia em que nao tenha pensado naquele homem ,e que nao veja aquele sorriso em minhas lembranças.

Foto de lua sem mar

lua

Só consigo sonhar,
No dia que voltas a chegar,
Noites frias de sono pouco,
És meu sem ser,
Ou talvez seja eu
Quem não te sabe ter.
Fugiste numa corrida,
Corrida sem tempo,
Com tanto tempo.
Partiste-me em mil,
Mas sempre fico inteira,
Teu amor não é real,
Em meus braços não te desejas.
Dormi sem senhor,
Senhor que não avistei,
És senhor soberano.
Areia que me sustenta,
Chuva que me alimenta,
Vento que me agasalha.
Praia deserta dormi,
O mar ausente,
Meu corpo carente,
É tudo indiferente.
Somos como palha,
Incendeias facilmente,
Numa amizade,
Que não sei se quero presente,
Magoas minha alma,
Sem doce e sem calma...
Não me sufoques,
Apanhei grande tempestade,
Sem mar, sem lua, sem estrelas,
Não sei por onde me guiar…

Foto de vera cristina

" Sentimentos "

" Sentimentos "

As mais lindas palavras são ditas no silêncio de um olhar...
São sentidas no calor de um beijo
Acariciadas ao simples toque de quem se ama
Desfalecem no meio de um desejo
O Amor é magia , é calor que não esfria
É cego para quem não quer ver
A vida é feita de altos e baixos
De flores e de espinhos
Só temos de por ela
Abrir nossos caminhos
A amizade às vezes
Pode ser cruel
Mas também pode ser especial
Se tiver uma amigo fiél
Nós por vezes pensamos quando apenas deviamos agir
E agimos quando somente deviamos pensar
E deixamos a solução sempre em ultimo lugar...

Escrito por mim Vera Cruz

Foto de DeusaII

Amizade

A amizade nasce em qualquer lugar
Em qualquer altura.
Como uma flor, precisa ser cultivada.
E se morrer é porque não era amizade.

Foto de Graciele Gessner

Uma Amizade Feito Rosas. (Graciele_Gessner)

"Aquelas belas rosas, com suas delicadas pétalas, o seu caule que muitas vezes tem seus espinhos. Fiquei pensando. Às vezes a amizade também é assim, tem o seu lado lindo, delicado e perfumado (pétalas), tem a confiança, o alicerce, os conselhos (caule), e também existe a traição, a mentira, a inveja (espinhos)."

21.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" NOSSA AMIZADE " (Dueto- Anna Flor de Lis.& Deusa )

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Há muito que minha vida anda perdida
Meus sonhos deixaram de ser sonhados
E a desilusão perseguía-me
Tu chegas-te e conquistas-te meu mundo
Fizeste com que tudo fosse harmonioso,
Mais leve de ser vivido.

Pensamos estar sozinhos abandonados
Quando alguém maravilhoso a quem
Menos esperamos, aparece para nos dar
Alegria e esperança, sorriso de criança.

Minha vida, tornou-se mais suave
Minha alma, mais nobre
Com tuas palavras sinceras.

Mesmo que seja uma amizade à distância
Esta cheia de exuberância.
Esplêndida, sincera que nos aproxima.

Uma amizade então nasceu
Leve, suave e duradoura
Que abriu caminhos
Para um destino outrora incerto.

E se findou como um baluarte,
Amizade forte conduzente que alegra a gente.
Nem o atlântico nos segura, amizade
Com carinho e ternura.

Nasceu um sentimento de respeito
De alegria e de paz...
Tudo ficou mais fácil de ser vivido...

Crescido sentido amizade como a nossa não tem igual
A principio logo nos ligamos com objetivos de escrever.
Criar harmonia escrevendo fantasia.

E as fantasias outrora inexistentes
Deram lugar a um novo sentimento de puro carinho
Deram lugar a uma esperança que já não morre

Esperança essa não morrerá, mesmo a distância
Não nos separará, temos força da amizade.
Que nos da força de verdade.

A nossa amizade,
Cresceu num conhecimento profundo
Num reconhecimento de nossas almas
E irá perdurar para além de todos os tempos,
E de todas as eras.

Nossa amizade é um presente nos deixa contente.
Somos iguais e não diferentes,
Por isso nossas almas são transparentes.
Nossa amizade longe ou perto é verdadeira.

*-* Anna A Flor de Lis. & Deusa
(Deusa minha amiga, agradeço mais um dueto junto a sua pessoa, que muito me encantou com sua
simplicidade e amizade-Obrigada por ser minha amiga Portuguesa)

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Serafina e Tatiana

Porque não me sais da cabeça?

Porque não me sais da cabeça?

Há um ano e meio conheci-te e desde logo senti qualquer coisa, o quê? Não sei!
Olhei-te, falei-te e desde aí não mais consegui olhar-te e falar-te sem tremer, porquê? Não sei!
Já me tinham falado de ti, elogiado até. Disseram-me que éramos perfeitos um para o outro, será por isso que não mais me saíste da cabeça?
Quando saio tenho sempre esperança de te encontrar e ao mesmo tempo um enorme receio de te ver acompanhado e perceber que realmente tudo não passa de fantasias da minha cabeça. Mas que raio de feitiço é este? O que tens tu que me tens deixado imune a qualquer outro que se atravessa no meu caminho?
Cada vez mais acredito que isto não passa de teimosia minha, coisas da minha cabeça que ainda sonha em encontrar o príncipe encantado que me vai fazer feliz para sempre!
Tenho tentado esquecer-te e ver-te apenas como um conhecido, simpático e divertido além do excelente profissional que admiro mas, de cada vez que acho que finalmente consegui ultrapassar tudo isto algo acontece que me deixa novamente confusa!
Tu também nunca me deste a entender directamente que me vias com outros olhos mas também nunca me trataste como uma mera conhecida e colega de trabalho. Será assim mesmo do teu feito ou, tal como eu, tens receio de não ser correspondido e saíres magoado? Será empatia, amizade ou algo mais?
Será que algum dia conseguirei esclarecer tudo isto ou serás sempre aquele ponto de interrogação na minha vida?

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