Amor

Foto de Graciele Gessner

Minerin e Sua Catarina Indo a Festa Junina. (Graciele_Gessner)

Minerin comenta:
“Vamu fazê festa junina!
Guria, vamu ir à cidade.
Javoindo, Catarina.
Linda, ti ixpero lá”.

Catarina responde:
“Sim, miu minerin!
Tarei indu bein bunita.
Vamu vaza com nossa zica,
Num vamu abobear”.

Amigo do Minerin comenta:
“Espia comu tá bunita sua Catarina!”

Minerin fica ciumento e vai ao encontro da Catarina.
“Num dá acim não,
Num quero não.
Sai contigu bunita
Sô intorná...”.

Catarina não se conforma:
“Arreda pra lá!
Assim num dá!
Viemo pro festere
Nuémermo?”.

Minerin se arrepende.
“Vixi émezzz!!!
Vamu entaum!
Ma qui beleeezzz!”.

06.06.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

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Nota: Poema inspirado no IV Evento Literário de 2008 - "É com nóis mesmo, cumpade", do site Poemas-de-Amor.

Foto de Vadevino

AMOR & ÓDIO

Amor

De poemas, sempre é tópico.
Dos sentimentos, o mais nobre!
Assoberbantemente ciclópico
Até no coração do pobre!

Ódio

De poemas, sempre é tópico.
Dos sentimentos, o mais pobre!
Assoberbantemente ciclópico
Até no coração do nobre!

Foto de Sonia Delsin

QUANDO SE PERDE UM GRANDE AMOR

Quando se perde um grande amor fica um vazio.
Um frio.
Nada no mundo parece nos aquecer.
A vontade que temos é de desaparecer.
Mas os dias passam.
Passa o vento...
E a vida vai aliviando nosso sofrimento.
Um dia nos pegamos a rir com uma lembrança.
Somos capazes de rir mesmo sem esperança.
Quando se perde um grande amor o que não podemos é percorrer uma estrada de dor.
Precisamos renovar nossas emoções.
Viver outras sensações.
Quando se perde um grande amor não se pode fechar o coração.
Porque vai dia e vem dia.
Podemos encontrar outro amor e sentir muita alegria.

Foto de Dirceu Marcelino

MUSAS DO JARDIM ENCANTADO I -

*
*
*

É bom saber que fazes parte deste jardim!
E mui bela mulher como uma flor-de-liz,
Esta agora como toda outra na hora
De entre outras flores exalar como o jasmim

O aroma delicado que nos faz tão feliz,
Sorrir do mesmo modo que sorris p’ra mim,
Sob as cores de diferente e lindo matiz.
É bom saber que guardas um amor sem fim

No teu peito de mulher, de musa ou de atriz
E agora tu estás alegre e tão contente assim
Embora lágrimas de seus olhos de chafariz

Molhem sabemos todos os canteiros enfim
Tu não consegues seres o fio da mediatriz
E unir elos como Fada ou Anjo Serafim!

Foto de Rose Felliciano

CONFISSÃO

.
.
.
.

“Se uma palavra pudesse

Encurtar o oceano

E viesse o vento

Não levando os sonhos...

Acenderia a chama

Que aquece e invade a alma...

Ouviria teus versos,

Desafiando a eternidade.

Amar-te-ia...

Com a mais pura e louca vontade

Desenhar-te-ia em traços

Suaves toques de amor e arte...

Ah! Se apenas uma palavra

Fosse suficiente

Para tê-lo em minha frente

E meu amor confessar...

Confessaria...” (Rose Felliciano)

.

*Mantenha a autoria do Poema*

http://www.rosefelliciano.com/visualizar.php?idt=1187233

Foto de Lu Lena

E MAIS UMA VEZ...

Rastejo-me em ti
como serpente...
minha língua
desliza veloz em
tua carne quente
esfrego-me em tua
pele...
num desejo que fere
submisso fica a mim
em lampejos frementes
que não tem fim...
queimando nossa libido
fogo devasto e proibido
sugo-te com sofreguidão
delirando de paixão
deito-me arfante
arqueando as pernas
úmida escaldante
e macia...
nesse prazer que
nos alucina
nessa volúpia
que nos extasia...
gemo baixinho
suores e tremores
beijando teu rosto e
tua boca
deixando-me arfante
e louca...
com ardor e carinho...
em lençóis em desalinho...
sussurrando ao teu ouvido
digo-te:
-Faça amor comigo...
abafas meu pedido
com um beijo
cheio de desejo...
pressiono levemente
meus lábios...
para mais um orgasmo
sussurrado e abafado
de um grito incontido...
e mais uma vez...
adormeço no teu peito
sorrindo...

Foto de marvinvaz

Terra Prometida

Bendita sois vós
Maldita Terra Santa,
Qual, a maldição de "sem-mil" homens
Sangra em teu ventre, solo patrio, oh mãe!
Solo nativo, cativo, exausto.

Te carrego nas costas, mãe
Te seguro nos braços
Canto, choro, rezo
Corro, e nunca alcanso
Durmo, e nunca sonho
Sonho, e nunca acordo

Mãe, oh Terra Santa
Que o homem roubou-lhe a virgindade
Presente ocaso, sombra luz do dia
Sombra penumbra no silencio...
Onde estas, o amor?
O que vejo, é so paixão,
E ela queima, arde...

Ah...
Me banho em desespero,
Descontentamento.
Saudade embebida
D'uma época qual, embevecido, não vivi.

Fosse ontem, cem anos atrás
N'uma andante caminhada desolada
Sem rumo, sem beira,
Dessa humanidade desumana
Ainda seria o mesmo, ainda seria nada.

Oh mãe,
Terra minha,
Terra Nossa...
Nem mais (ao menos),
nos creem as estrelas
E a noite, acolá afora,
Consequencias
Aqui, sem brilho
Sem consolo

Onde estas, mãe
Teu coração incorrupto
Que perdoas incompreensivelmente
Os homens que estupram vossa honra?

Que dignidade é essa
E indescritivel capacidade de perdoar
A quem nem mesmo vos ama?

Não te incomodas,
Não te importas,
Todas estas lagrimas verdes?
O grito dos ventos,
Os prantos das matilhas,
Dos rebanhos, dos cardumes,
Os mares sem abrigo..?

Desapareces com o tempo,
Tempo impiedoso,
E mesmo assim traz consigo
Teu infinito sorriso;
-- Ofegante bater de asas --
E o calor do Sol, todas manhãs...

Terra Santa, Sagrada
Que vida é esta,
Vida sem prazeres,
Prazeres sem vida...
Que inocencia malicia buscamos?
-- Coragem e medo --

Oh, Mãe!,
Por que, te calas?
Por que, nos calamos?
Ah...ainda vou,
Nascer sem compreender
Tamanhas divinidades.
-- Utopia --

Oh, mãe!
Que confortante abraço o teu
Desconforto espaço e abismo
Encosto a cabeça em teu colo materno
Me esparramo nesse amour d'vossa tristeza
E fecho os olhos, sorrateiros,
Em anciosa melancolia...

A espera, da morte,
Acalento e nostalgia
E do chamado aos mortos
Sem fervor nenhum

O ressucitar das cores,
Sem rancor nenhum
Sem dor nenhuma
Sem movimentos...

A espera, do Paraiso,
Terra Sagrada.
A espera, da Terra Prometida...

Foto de Sirlei Passolongo

Lenda

.

Essa canção
que ouço ao longe
quando fecho os olhos,
uma voz ecoando
no silêncio das horas...
Essa canção
que ora nina meu riso
num êxtase de saudade
e loucura, ora
voz que tonteia
minha’lma...
Epifania?
Não sei!
Talvez lenda
dum amor
que cruzou meu céu
feito uma centelha.

(Sirlei L. Passolongo)

Direitos Reservados a Autora

Foto de Izaura N. Soares

A música do meu silêncio

A música do meu silêncio...
Izaura N. Soares

Hoje, o céu está cinzento...
As nuvens estão escuras...
Parece que vai chover...
Mas não é a chuva que preocupa e sim a alma que está triste ansiando por viver.
Procuro por você, por todo caminho que eu passo.
Por todo o lugar que eu chego o seu nome eu quero gritar.
Minha voz se transforma num eco repetidamente, dando vazão a minha imaginação
que por vez, nunca me levou a ver o quanto preciso de você.
E nessa solidão, milhões de pensamentos se chocam no ar.
Fico envolto diante de tudo, mas ao mesmo tempo, distante de tudo que me cerca.
Enquanto eu apenas ouço a música do meu silêncio, olho ao redor em busca de um sinal, de um olhar seu, que me dê à esperança, e que acredite que meu amor é mais
forte do que qualquer obstáculo, do que qualquer barreira que me possa enfraquecer.
Olhando para o céu, olhando para as nuvens, percebi que o meu amor é tão sincero,
tão límpido e tão cristalino, que nem as impurezas do ar conseguem abafar a música
do meu silêncio, que é... A de te amar.

Foto de salandriska

o meu coração

No meu corpo está a alma
No meu coração está o amor
Eis o coração que te ama
Eis o coração que por ti sente a dor

Por não te conquistar
Fica preso na solidão
Por não te resgatar
Ai que sofre o meu coração....

Ele por ti sofre
Ele por ti luta
Mas ao fim desta estrofe
Sente uma enorme derrota!

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