* de amor... * *
E já no ar bebemos um do outro O filtro do amor existencial Na perfeição que não carece potencial Apaixonados um pl`outro percorro
Sobrenatural o momento de redenção Não existe amor perfeito a não ser na morte Dizem os sons do amor tal sorte Na forma líquida somente a poção
O líquido seminal eterno será derradeiro A essência do amor não se dá de bandeja A verdade ao ser dita perde o sentido
Quebra! No próprio momento o único som Autêntico provocará um arrebatamento imediato Canditato à música exigente não surgem senão
Em seus ecos ...
Joaninhavoa, (helenafarias) 18 de Setembro de 2008
. . . . Quando te revelei meu amor, mostrei-te minh'alma, ao mostrar minh'alma, revelei também meu ponto fraco. . . .
. . . . "O amor só é válido, quando estando na mesma intensidade com que se ama." . . .
Se às vezes as palavras ficam presas em minha garganta, se o brilho em meu olhar se modifica e desaparece. É porque dentro de meu coração ainda resta lembranças, reminiscências de um amor que minha alma não esquece.
No entanto eu sempre procuro colocar em folhas soltas palavras que traduzam a tristeza que vai em meu coração, pois somente desta forma eu consigo seguir adiante extravasando em lagrimas e poesias a minha emoção.
Talvez por isso, quando você lê os meus versos se identifique, pois reconhece neles sentimentos que você mesma já viveu. E assim acredita que escrevo palavras lindas e tristes mas é apenas reflexo do sentimento que um dia foi seu.
E minhas palavras jogadas com ternura na folha em branco vão marcando o compasso das horas que hoje eu vivo. Vou soletrando sonhos e quimeras mesmo que chorando empunhando a bandeira dos românticos e dos esquecidos.
Mas comigo vai em pensamento aquela que eu amo e seu rosto nas estrelas eu vejo sempre a me sorrir. E foi com ela que aprendi que amar vale à pena embora com ela eu não possa meu caminho seguir.
Assim vou escrevendo cartas e bilhetes de amor deixando que minha alma siga para junto daquela que amo. Eu sei que mesmo tão longe muitas vezes ela me ouve e sorri quando o vento lhe diz que seu nome eu ainda chamo.
É assim que nasce outra poesia, quase em forma de desabafo, assim minha alma se cala e não deixa a lágrima dos olhos verter. E vai tatuando no papel as dores do meu coração carente, deixando nas entrelinhas escrito que sem ela não sei viver.
DESEJOS
Amor. Sonhei tanto com o seu beijo. Queimava de desejo. Esperava. Em alguns momentos tinha certeza que você viria para meus braços. Imaginava que sonhava com meus abraços. Noutras horas imaginava que não me queria. Eu sofria. E sempre por você eu ardia. Tudo muda um dia. Eu lhe convidei. Vem. Você veio. Também carregado de desejos. Nos perdemos em nossos beijos.
Sentada num banco da praça Vejo a natureza sem mordaça Na mudança de estação, Flores e flores em profusão!
Rainha da primavera, A rosa perfuma a atmosfera Incita o romance, Abrindo-se em várias nuances!
Aos seus pés a violeta, Recebe o beijo da borboleta Singela e pura evidência Da sua doce inocência!
O cravo todo vaidoso, No seu grená presunçoso Presença certa em casamento Testemunha aos noivos, o juramento!
Ágil e delicado beija-flor, Suga o néctar de cada flor, Faz malabarismos no ar, Na volúpia de beijar!
As abelhas fazem festa Zumbem fazendo seresta Polinizam as flores Enquanto sorvem mil sabores!
O imaculado jasmim Branca flor neste jardim Símbolo da virgem em pureza Hímen preservado por delicadeza!
Encanta meus olhos um canteiro De flores silvestres multicoloridas Tela viva do jardineiro... Beleza e arte desmedida!
Ao meu lado, linda jovenzinha Desfolhando o bem-me-quer Quem sabe ela adivinha O amor que tanto quer!
E eu em admiração profunda No centro dessa rotunda Onde desembocam tantas avenidas, Caminhos floridos da minha vida!
Roubarei das flores o perfume Assimilarei seu doce sabor Serei cume, lume, vaga-lume, Só não ocultarei a beleza da flor!
Carmen Vervloet Todos os direitos reservados à autora
Hoje só pensei em você, é sabes por que? por que eu te amo, e acho que ja dei provas disso, pensei em tudo que vivemos, e em tudo que iremos viver, pois que o amor existe eu sei, des do primeiro dia em que pude ti abraçar ja poderia imaginar que o nosso amor é para durar, entao meu amor, vamos sorrir juntos meu amor, por que o nossa amor é infinito como o céu e o mar, nosso amor é romance e nao lenda, é uma historia que só acontece quando o amor é eterno e o nosso é amor eterno
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Quando eu estiver com você, Não irei me conter. Irei me aproximar de você Vários beijos e abraços quero dar e ter.
Quando eu estiver com você. Vamos permitir nossos Desejos incontidos. Seu desejo de me tocar. E sua vontade de amar.
Não escondo a grande vontade De te abraçar, de me entregar. Nós somos dois amantes. Loucos, estamos amando Como nunca antes.
Quando eu estiver com você. Quero viver nossos desejos Mas insanos. Esquecermos a burguesia E realizaremos nossas fantasias.
Quero sentir seu toque seu retoque. Com seu afago, seu amasso. Quero que esse momento seja Único, desprovido e atrevido. Quero você de qualquer jeito. Sentir seu coração em meu peito.
Quando eu estiver com você, Tudo será permitido acontecer. O amor veio para nos fazer viver. Como eu amo amar você!!! Não vejo a hora de estar com você.
*-* Anna A Flor de lis.
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As luzes da cidade lá embaixo contrastavam com a noite sem estrelas. Pousei suavemente na sacada, em frente à janela do apartamento dela, que veio me receber vestida apenas com uma camisola branca transparente, sem mais nada por baixo do lingerie. Ela abriu a janela de grandes vidraças, com seus longos braços, e me disse sorrindo: - Entra, amor. Aceitei o generoso convite, e nos abraçamos. Beijei seu pescoço macio. Ela me empurrou suavemente, sorrindo, e fechou a janela. Veio até mim, pegou-me pela mão e me sentou em uma poltrona. Sentou-se ao meu colo. Acariciei seus quadris. - Obrigado pelo convite. eu disse, enquanto ela passava seus cabelos por meu rosto. – Não é sempre que isto me acontece. Ela beijou meus lábios, mordiscando-os. Segurou minha cabeça entre suas mãos. Disse-me, baixinho: - Eu quis você desde que te vi ontem à noite, na biblioteca. Sorri, feliz. Peguei-a no colo e a levei para o quarto. Ela não resistiu quando a coloquei em sua cama. Seu rosto tinha um ar tímido. Despiu-se da camisola, enquanto eu também ficava nu. Depositei a capa sobre uma cadeira e o resto das roupas deixei no chão. Deitei-me ao seu lado e a abracei. Ela me retribuiu o abraço e nos beijamos. Minhas mãos percorreram todo seu corpo, e ela me acariciava o dorso, a barriga e o pênis. Chupei fortemente seus lábios, beijei seu pescoço. Estendi-me sobre seu corpo, beijei e chupei seus mamilos, sua barriga e lambi sua vagina. Puxei seu grelo com a língua, ele se adaptou aos meus lábios e foi chupado com sofreguidão. Ela gemia baixinho, segurando-me pelos cabelos. Um jorro molhou meus lábios. Beijei e mordisquei suas pernas, seus pés. Subi por todo seu corpo, lambendo-o em todas suas partes. Segurei-a pelo queixo. Introduzi lentamente o pênis em sua vagina, que o recebeu lubrificada. Entre suas pernas, cavalguei-a devagar até que o pênis entrasse totalmente. Aumentei o ritmo, empurrando meu pênis até o fundo de sua vagina. Ela me abraçava fortemente, acariciava minhas nádegas e minhas coxas com seus pés. Retirei o pênis, virei-a de bruços e tornei a penetrar sua vagina, enquanto com meus quadris massageava seus glúteos. Meus braços e mãos percorriam o dorso daquela mulher, eu pegava seus seios e os apertava por baixo de seu corpo esguio. Levantei-a com uma certa violência, mantendo meu pênis dentro de sua vagina, e sentei-a sobre mim. Puxei-a para mim, com toda a força que pude, penetrando-a completamente. Seu corpo transpirava. Esfreguei suas axilas com minhas mãos, tornei a apertar seus seios, enquanto a puxava freneticamente contra mim, tocando o fundo de sua vagina. Ela se curvou para a cama e me disse: - Não goza tudo, não! Deixa eu beber um pouco! Livrou-se de minha penetração, virou sua cabeça para o meu lado, seus cabelos tocaram minha barriga, e colocou meu pênis em sua boca. Deitei-me de costas na cama, enquanto ela subia e descia sua cabeça com meu pênis dentro da boca. Chupou-o em todas suas partes. Lambeu meus testículos pela frente e por trás. Voltou a colocar o pênis inteiro na boca. Meu pênis encontrava o céu de sua boca e sua garganta, sua saliva o molhava. Eu acariciava seus cabelos, agarrava-os com força, massageava sua cabeça. Assim, gozei dentro de sua boca. Parte do esperma jorrou para fora, e ela o lambeu com volúpia. Ela se deitou de lado, eu me deitei abraçando-a por trás. Puxei seu corpo contra o meu. Meu pênis logo voltou a ficar ereto, e eu o esfreguei em seu rego, tentando atingir seu ânus. Os glúteos daquela mulher foram cedendo, a ponta de meu pênis encontrou seu ânus, tentando forçá-lo. Mas ela me empurrou pelos quadris, dizendo: - Não! Isso dói! Repliquei: - Você acha que eu vou te machucar? Jamais faria uma coisa dessas. Ela se levantou rapidamente e foi até o banheiro. Voltou com uma bisnaga contendo um creme. Deitou-se de bruços, após me dar o creme. Não era um creme adequado para penetração anal, mas iria funcionar sob o aspecto psicológico. A mulher queria evitar a dor. Passei um pouco do creme nos dedos, deixei a embalagem sobre o criado-mudo ao lado da cama. Introduzi os dedos indicador e anelar lambuzados de creme em seu ânus, lubrificando-os bastantes. Ela empinou a bunda e eu me deitei sobre ela, segurando-a pela cintura. Seu ânus se contraía e abria. Iniciei uma lenta penetração, e seu ânus engoliu todo meu pênis. Ela soltou um “ai” lamentoso. Novamente a puxei, sempre agarrando sua cintura, colocando-a de quatro, sem retirar o pênis. Meu pênis ia e vinha em movimentos rápidos, o ânus perfeitamente adaptado ao seu diâmetro, enquanto ela gritava “fode, fode”. Meu pênis percorreu toda a parede de seu ânus, que estava mais molhada que úmida. Quando percebi que iria gozar novamente, deitei-me sobre ela, que se estendeu sobre a cama. Agarrei-a com força e joguei meu gozo dentro de seu ânus. O esperma ficou todo em seu reto. Ainda mantive meu pênis lá dentro por algum tempo, e por fim o retirei. Fiquei deitado sobre ela, descansando e alisando seus cabelos, passando a mão por seu corpo. Depois deitei na cama. Ela se virou para mim e pousou sua cabeça sobre meu peito. Brinquei suavemente com seus cabelos, alisei seus quadris e suas costas, dizendo-lhe palavras doces ao ouvido. Aos poucos ela foi adormecendo, e por fim, dormiu suavemente, com sua respiração leve balançando os pelos de meu peito. Beijei sua cabeça e a deitei na cama. Levantei-me e fui até o banheiro, onde tomei um banho. Voltei para o quarto, ela ainda dormia. Observei-a por um momento. Ronronava tranqüila em seu sono. Suas pernas levemente abertas me mostravam seu grelo inchado e úmido. Vesti as roupas, joguei a capa sobre meu corpo. Fui até a cama onde ela dormia virada de lado, e lhe dei um beijo nas pernas, outro nas nádegas, nas costas e no rosto. Beijei delicadamente seus lábios. Saí do quarto, abri a vidraça da mesma janela por onde havia entrado. Passei para a sacada e fechei a janela por fora. Subi no gradil da sacada. Não havia movimento de transeuntes naquele horário noturno. Desci lentamente, com os braços abertos, a capa esvoaçando, e pousei na rua. Caminhei um pouco e fiz o que nunca tinha feito em todos estes séculos. Virei-me para trás, olhando em direção ao apartamento onde eu havia sido amado. Ela acordara e me olhava pela grande janela, com os braços em cruz sobre a vidraça. Vestia a mesma camisola transparente. Levei a mão aos lábios que ela beijara e que se molhara de sua saliva e seu mel. Não tive coragem de jogar o beijo, mas ela entendeu. Sim, ela entendeu quando virei as costas e olhei a noite à minha frente. Eu não poderia voltar. Nem ficar. Sou um ser da noite. Devo ficar com a noite, e não com esta mulher que vai viver sua vida. Ela vai ter amores e rompimentos, talvez filhos, marido. Talvez se separe, volte a casar. Quem conhece os rumos do trágico destino humano? Mas estarei sempre a proteger esta mulher que me amou. Não vou deixar que se machuque. Velarei por ela durante seu sono, quando estiver em perigo, quando a noite chegar. No momento em que ela morrer, deixarei uma flor em seu túmulo. Será mais uma perda nesta eternidade à qual arrasto minha maldição. Suspirei profundamente, sorvi o ar noturno. Segui meu caminho, deixando para trás o apartamento e a mulher que me amou. “Adeus, minha querida!, pensei”. “Mas eu vou te ver sempre”. E, caminhando lentamente, entrei no corpo escuro e sagrado da noite à qual pertenço.
Te espero no paraíso Na verdade dos nossos desejos Te espero com sorriso aberto atrás da porta, espiando seu chegar. Me dei a ti, feito flor ao se abrir Aquela flor mais bela, viçosa O meu amor perfumado de rosa Tocou minha boca E ela, abusada e atrevida Já deu sinais de vida Tudo é perfeito...teu corpo no meu leito O amor atrevido do teu olhar, teu calor, tua presença, teu sabor... Leve-me na tua língua viajar E tuas marcas deixadas na pele Me conduza ao eterno delirar Eu sigo teu cheiro... A vontade alucinada alimenta os devaneios Sem limites, me perdi no êxtase dos teus lábios. Nos beijos adocicados...voei No teu amor, me encontrei!
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