Amor

Foto de Carlos Henrique Costa

Perfeita harmonia

Linda e preciosa és tu, oh doce menina!
Que com seu riso álacre me conquistou,
Sondou todo o meu interior em amor;
Sorriso que brilha, contagia, que fascina...

Só em ti descobrir que o amor germina,
E nasce: nova alma, nova vida e vigor!
Profundo e mais fundo oceano, esplendor!
Face do altíssimo céu, que o véu descortina.

Perfeita e bela harmonia no fiel servidor,
Que conhece o segredo do próprio ser!
E busca a certa alegria em passos sofredor.

Vou acertar, a tua caminhada até vencer!
Pois o amor me faz crer, que existe valor,
E nessas qualidades é que sinto o viver.

Foto de Carlos Henrique Costa

Estímulos

O que é isto, que sinto assim dentro do peito?
Sem jeito, fico a me indagar, com tal temor,
Deste sufocante calor, gaguez, medo, tremor...
Dizem que é o amor! Será o amor perfeito?

Ainda imperfeito estar o meu coração, sujeito...
A se entregar, sem blá, blá, blá, a esse amor,
Feito tão somente, a envolver, com fulgor!
Clareza com certeza, meu coração será refeito:

Das loucas paixões, das doídas ilusões, da vida!
E cicatrizes das feridas, que o marcaram de dor.
Nesse desamor, o coração partido, nela sofrida.

Ele quer pulsar novamente, na sensação vivida,
Dos estímulos mentais, nesse nosso favor,
Num amor, que nasça pela existência adquirida.

Foto de Kathelen Cristina

Te espero!

Oh meu bem!
Procuro-te e nunca acho.
Onde estará você?
Estarás ao longe?
Será que o mundo me cega?
Será que o momento me espera?
Vivo a vida a procurar-te.
Espero ainda achar-te
Para poder dizer-lhe sobre meu Amor
E o quanto esperei por ti.
Para poder lhe dar
Tudo o que guardei
Enquanto estava a te procurar!
Não importa quanto tempo
Ainda vai se passar...
O importante é que poderei
O meu Amor contigo compartilhar!

Foto de Joaninhavoa

Fala-me de amor.

*
Fala-me de amor.
*

«Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Proclama o que te vai na alma
Confessa o gosto e o sentido apurado
do alívio libertado

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Racionaliza o que te vai na mente
Ao fim de uma eternidade o tornado
sereno procriado

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
Convence-me que não há subversões banais
Sem anestesias! Diz que sou tua anatomia
Tua iridologia em perfeita ritmia

Fala-me de amor
sem rodeios ou fantasias
E vem dançar com o sexo da minha espécie
frágil e delicada! Feminina e sedutora
de belos seios e redondos traseiros

Há que manter a tradição
das artes de sedução e corte
nas vãs encruzilhadas! Magia no tempo
de momentos ou segundos
Sabor de brisas prolongadas.»

Joaninhavoa
(helenafarias)
22/01/2010

Foto de Carmen Lúcia

A menina e o tempo

Ah, menina sonhadora...
Canta o amor que transcende a vida,
vibra sentimentos em comunhão com a paz,
compõe versos espelhados na beleza
precursora da arte,
invasora de sonhos,
que se faz perceber...
mesmo sem querer.

Ah, menina sonhadora...
Dança rimando seus passos,
gira, contagiando o mundo
que no fundo também quer sonhar.
E dançar...
Faz da vida um grande show
expondo sua arte
que o palco da emoção invade
e a ilusão fomenta.

Ah, menina sonhadora...
Segue sonhando e driblando o tempo
que veloz caminha e deixa a menina.
Talvez não queira surpreender a artista,
descompassar a frágil bailarina...
Desvia seu destino
eternizando o dom da compositora,
aplaudindo a menina sonhadora.

Ah, menina sonhadora...
O branco dos cabelos não a faz desistir,
as rugas em seu rosto, motivo pra seguir
reverenciando a vida
a lhe cobrir de fantasia
concedendo espaço para alçar seus voos,
espalhando sonhos
onde a inspiração atua
e o tempo complacente perpetua...

E a arte predomina
imorredoura
no coração da menina
sonhadora...

_Carmen Lúcia_

Foto de DENISE SEVERGNINI

São coisas que eu sei do cotidiano:

São coisas que eu sei do cotidiano:

São coisas que eu sei:
É bonito o amanhecer
Com os raios de sol
A desenhar formas em nossas manhãs
Mas nem sempre há beleza no cotidiano
A vida real é bela, mas dura
A felicidade não perdura
Saber aproveita-la é lição

São coisas que eu sei:
Há sempre uma dor a sentir
Uma fome a matar
Um problema a resolver
Um pedinte na esquina
Um errante a cumprir sua sina

São coisas que eu sei:
Há poesia, brilho nos olhos, afeição
Há transtornos, filas, amolação
Há flores, há espinhos
Há dores, há carinhos
Há sempre amor a sentir

São coisas que eu sei:
Ante a dureza do cotidiano
Temos que prestar a atenção
Devemos vivê-lo...senti-lo
Mas deixar de sonhar jamais
Pois o sonho é feito de viva emoção

Denise de Souza Severgnini

Foto de Carlos Henrique Costa

Serenatas

Noite estrelada, lua cheia enamorada,
Divina melodia neste orfeônico cantar,
Perspícuo, mavioso coro, a ti sussurrar,
Ao canteiro, nesta noite entusiasmada;

Nos odores das flores, que são delicadas,
Deleite, ademais, ao riso insigne a falar,
As tristes serenatas que componho no lar,
Para em noite enluarada, serem entoadas.

O mau tempo elimina, minha cantoria,
Na noite ou no dia, estarei em ti o amor,
Ao teu sabor, que me deixou em alegria.

Pouco também será as palavras dessa dor
A levar teu doce nome, em melancolia,
Pois na nostalgia, já sinto sem o teu calor.

Foto de BRUCE ALEX

Desamor

Será que sabes do desamor
Em amar e não sentir-se amado
Será que sabes da dor
De inesperadamente ser abandonado

Você sofre mais é bem mais fácil
Quando carente se acalenta em outros braços
Sabe o motivo por estarmos separados
Confia na fidelidade de meu amor imortal

Medo eu também tenho
Mas não de você, de mim mesmo
De um dia não a querer
Desejar outra ao invés de você

Reconquistar, eu não consegui
Se estiver com outra verás como isso e difícil
Aprendi que amor não conquistamos
Que nasce e acaba quando menos esperamos

Foto de DENISE SEVERGNINI

AMOR NÃO É SÓ AO AMIGO

AMOR NÃO É SÓ AO AMIGO

Quando sobrar amor no coração, divida
Dádiva divina a ser repartida é o afeto
Sentimentos nobres são passagens de ida
E na volta deles, nosso ser fica completo

Dou amor ao amigo e assim me acometo
De sublime emoção em minha doce vida
Quando sobrar amor no coração, divida
Dádiva divina a ser repartida é o afeto

Existência sem sentimento não há saída
É túnel sem luz,sensação de tudo preto
Dou amor ao amigo e inimigo,na medida
Percebo que à maldade não me submeto
Quando sobrar amor no coração, divida

Denise de Souza Severgnini

RONDEL

Foto de Carlos Henrique Costa

Sem segredo

Sinto e não minto, sobre todo o oculto,
Discuto os sonhos e os medos ancestrais,
Temporais aqui não se passa nunca mais,
A paz é agora o que outrora era insulto.

Num gesto mudo, o mundo em tumulto,
No vulto que passeia pela noite audaz,
E refaz no dia, uma mera alegria incapaz,
Onde nunca mais o homem será adulto.

A transparência trás indiferença a mente,
E novamente no caminho, o doce azedo,
Desfruta o segredo, escondido totalmente.

Revela aquilo adormecido pelo medo,
Que um novo enredo, o fará diferente,
Se somente ter a aliança do amor no dedo.

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