Coração

Foto de yale pereira martins

minhas lagrimas de dor

Lagrimas de sangue
Pra que irei sorrir?
A dor da solidão continua a me ferir...
Em meu olhar esta a imagem
Da dor e da saudade
E minha alma esta a gritar,
Oh! Solidão pare de me machucar...
Me de o seu perdão para tirar esse peso,
Essa dor no coração, que desatina no meu peito..
Me de o seu perdão, para que eu volte a amar.
Essa dor no coração só você pode tirar!!

( yale pereira martins)

Foto de annytha

DEVANEIO!!!

DEVANEIO!!!

Ah... Essa grande paixão que me aperta o peito, esse tormento,
Esse fogo ardente e avassalador que me consome por dentro e vai até as entranhas...
Esse desejo enorme de te ter-te em meus braços, sufocando-me com os teus beijos, me espremendo com o teu abraço, me sentindo esmagada com o peso do teu corpo...
Que loucura!
Como te quero, como te desejo!!!
Mas logo caio em mim e percebo que tudo não passa de devaneio... Não! Não posso ter-te!
És fruto proibido...
És a maçã do pecado...
És de mim o contrário...
Em nada somos iguais!
Eu sou livre como um pássaro,
Tu, uma fera feroz,
Que não podes viver livre e vives preso em uma jaula do coração de alguém que chegou antes de mim e te trancou, nada fazendo tu pra escapar...!
Que pena querido, que pena! Eu te queria tanto!
Mas tudo não passa de ilusão, de sonho, de fantasia...
Agora é tarde!!!

Foto de annytha

ADEUS AMOR!!!

ADEUS AMOR!!!

Ontem, uma tempestade de lágrimas provocou dentro de mim uma inundação, destruindo todos os meus sonhos e arrastando todas as minhas fantasias, deixando-me apenas a dor de um amor que terminou, sem nenhuma explicação deixando um grande vazio acompanhado de uma enorme saudade!
Esse amor se foi sem ao menos ter-me dado sequer a oportunidade para que eu mostrasse todo o meu mais puro sentimento, não me deixou ao menos eu me mostrar por inteira, Me deixando com a alma chorando tristemente.
E agora como poderei viver sem esse sem ti?
Agora já não és mais meu amor;
Agora não vou mais poder ver-te sorrindo para mim;
Agora não vou mais poder ter-te a todo momento;
Agora não vou mais poder sentir o teu corpo colado ao meu;
Agora não vou mais poder sentir o calor dos teus beijos alucinantes ...
Agora não vou mais sentir teu abraço onde sentia teu coração bater forte junto ao meu;
Agora não vou mais contigo ficar
Agora não vou mais ficar nos amando loucamente até o dia amanhecer;
Adeus amor, adeus!!!

Foto de yale pereira martins

o que é o amor???

O que é o amor?
O amor é a fonte da vida inabalável
É a mais bela jóia que existe nesse mundo..
O amor, nunca envelhece e nem nos envelhece!!
Muito pelo contrario ele nos deixa mais jovens e cheios de vida
Como nunca..

E onde podemos encontrar esse tal de amor?
Isso eu não sei responder!
Pergunte para aquele que é o mestre da sabedoria
Aquele que nos faz trilhar pelos caminhos certos...
aquele que nos faz sentir felizes como nunca nos sentimos antes!!
O CORAÇAO...

Olhe para sua alma...
Sinta o pulsar do seu coração ao ver aquela pessoa mais que especial
Entrar no livro da sua vida e começar a fazer parte da sua historia!!!

Se nos entregarmos de corpo e alma,
Seremos finalmente felizes para sempre...
E nossas historias mudarão o trajeto do destino..
POR TODA A ETERNIDADE.....

Foto de Kiss_Kiss

Lagrimas...Resoosta Por seres assim nunca vou te trocar por outra..Von.

Lagrimas que rolam por minha face
embaçam minha visão
é nela que afogo meu coração
Lagrimas que rolam por minha face
que apaga suas pegadas
me deixando sem saber a onde ir
choro desesperadamente
chamando por te
Lagrimas que rolam por minha face
molhando meu travisseiro
abraço o teu travesseiro sinto teu cheiro
me bate uma saudade do
teu beijo...
teu abraço...
teu afago...
teu gemidos,sussurros ao meu ouvido
ouço uma musica e começo
a chorar me lembro dos momentos
que estava a me beijar...
Beijo que fazem meu corpo estremecer
vem meu amor comigo bailar
sob a luz do luar
Meu amado vc sabe muito bem que eu te amo
com todo meu coração,me desculpa por não te
dizer ou demonstrar
vc sabe que eu não sou boa em demonstrar
o que sinto....
sofro sorrindo,dizendo que está tud bem
Mil....Kiss_Kiss
Amargo como fel...

poema resposta...
Por seres assim nunca vou te trocar por outra...

Ao me deliciar dos teus beijos,
na tua boca molhada de língua atrevida,
no teu corpo eletrizado sentado sobre o meu...
Nas contrações e espasmos de tua carne a me desejar...
Nos cânticos de sereia que emanam de tua boca,
junto com teus gemidos que me alucinam quando estás a te saciar ...
Dos movimentos rítmicos e ar ritmados de teu abdome
e da tua sensualidade ao me amar...
Das tuas unhas que encravam em minha carne no ápice de um gozo...
Quando estás nos orgasmos múltiplos, fico em delírio e me apaixono em olhar tua boca mordendo os lábios na secura de desejos e fantasias ...
Os quais me conduzem a noites insaciáveis de prazer...
Por tudo isto,
que posso querer mais de uma linda e tesuda mulher ?
. . . . . . . . . . . . . .

Foto de Anderson Maciel

AMOR

Se não tenho amor
Não conseguirei viver
Sem sentir o teu cheiro
Irei morrer....

Morrer de agonia
Morrer de paixão
Sabendo que um dia não pude ter você em meus braços,
Tendo você em meu coração. Anderson Poeta

Foto de Lígia Laginha

Vendilhões (sem templo)

As acções ditadas pelo coração são poucas
E as explicações para a sua falta imensas,
Pejadas de desculpas extensas
Que esbarram com as almas ocas.

Só alguns apelam arduamente ao sentimento,
Usando o mesmo como algo que se compra e vende,
Apostam na emoção que mais rende
Sobretudo nos chamados programas de entretimento.

Esses traficam amor, paixão e ternura
Nos tempos de paz e alegria,
Mas quando a guerra é a ordem do dia

Também oferecem ódio, raiva e loucura.
Assim, vivem do comércio da sentimental mercadoria,
Independentemente da bonança ou da agrura.

Foto de alentejana

««Mundo dorido««

As dores do mundo eu queria tomar
Queria atá-las num laço apertado
Num rio profundo as ia deitar
E o homem podia dormir descansado

Neste velho mundo cansado
Entre guerras, fome, e dor
É tão difícil passar ao lado
Do mendigo que só quer amor

Do velho que esconde a dor
Num triste sorriso sem graça
Tentando conter o clamor
Do grito que cala com raça

Velhos e meninos sentados na praça
Vão estendendo a mão, pedindo o pão
A quem por eles com pressa passa
E nem os olhos levanta do chão

Será que o passante não tem coração
Ou será que se esqueceu de dar
Será que vive na ilusão
DE QUE NUNCA IRÁ PRECISAR!!!!!!!!!

Antónia Ruivo ... Novembro de 2007

Foto de Sonia Delsin

ÁGUAS PASSADAS

ÁGUAS PASSADAS

Moinho do tempo...
Envolto num nevoeiro.
Tudo tão passageiro!
Sabe o que é balançar-se numa pinguela a sorrir?
Será que alguém consegue resistir...
às sensações que volta a sentir?
Mil sementes no vento a explodir!
O pântano das lembranças...
Uma vitória régia.
O vôo de um paturi.
O estridente som de um tiro certeiro.
Ó não! Que dor!
O passado me volta inteiro.
E meu coração... às lembranças...
quer sucumbir.

Foto de Darsham

Perdão Meu Deus!

*****
****
***
**
*
Mais um dia de terror. Não conseguia aguentar mais. Ela simplesmente bateu a porta e disse não ao seu presente. Deslizou pelas escadas, encontrou caras, ouviu vozes dispersas, de conteúdo vazio. Procurou na sua memória onde estava estacionado o seu carro. Desejava teleportar-se naquele momento para os confins do universo, onde não fosse mais que uma pequena partícula, desejava que as vozes que teimavam em toldar-lhe a mente se dissipassem nos segundos que marcavam o tempo e que se transformavam em passado.

O frio que se fazia sentir, naquele dia, apesar de o sol se querer mostrar, gelava-lhe a alma e no entanto sabia-lhe bem, atordoava-lhe os pensamentos, sacudia a sua mente e transportava-a para outro plano.

Chegou ao carro, entrou, trancou as portas, ligou o rádio e chorou…baixinho, para que só ela ouvisse. Ficou assim apenas durante o tempo em que a música, tão sua conhecida, ecoou naquele lacrimejado silêncio.

Já na estrada, a sua condução era absorta…se o carro se movimentava, era porque sabia onde tinha que chegar…
Até que, algo lhe rasgou o manto taciturno em que estava envolvida e naquele momento temeu pela sua vida. Uma força desconhecida apoderou-se de si e travou o carro a fundo embatendo fortemente com a cabeça no volante. Naqueles milésimos de segundo, ela penetrou a escuridão e as trevas, para de novo alcançar a luz…

Tomou o comando do carro, agora com extrema atenção e lançou-se dali para fora, querendo apagar aquele momento da sua existência. O seu coração ainda estava acelerado pelo susto, na sua fragilidade recordou porque se encontrava naquele estado e chorou novamente…as lágrimas caíam desgovernadas pela sua face, para depois morrerem no seu pescoço.

Dirigiu-se para a praia. Só o mar lhe poderia dar o aconchego de que precisava naquele momento. Enquanto via a estrada à sua frente e o movimento frenético das ruas, tão próprio da quadra natalícia, apenas conseguia pensar que não pertencia a este mundo. Seriam as pessoas que não a compreendiam ou o inverso? Porque razão olhava para as pessoas próximas e lhe pareciam estranhos, defendendo a sua clausura, deixando que esta a absorvesse? O mundo era um lugar desconhecido para ela…

Sentia-se no término das suas forças e aos poucos ia abandonando o seu corpo. Parou o carro e dirigiu-se à praia. Descalçou-se e começou a caminhar junto à água.

As ondas batiam ferozmente nas pedras, enquanto o dia escurecia e a lua o anunciava…
Na vastidão dos grãos de areia, vislumbrava-se apenas um corpo prostrado, uma alma perdida que gritava na sua muda voz…

Num acto de extremo desespero brada aos céus:
- Deus? Estás aí? Não me ouves? Não me vês? Estou sozinha! Não tenho nada, já não acredito em mais nada, não sou nada! Ajuda-me! – E chorou, desesperadamente, como se a raiva e o desespero das suas lágrimas contivesse algum veneno lancinante, que acabasse com aquela agonia.

Desafiando todas as suas convicções e crenças, levanta-se do chão, ergue as mãos ao alto e berra:
- Acreditei em Ti, depositei em Ti toda a minha fé e hoje vejo que acreditei numa ilusão. Se Existisses não Deixavas que eu morresse em vida, vazia, desabitada…Já não tenho mais fé, já não sou ninguém… – Deixou-se cair sobre a areia e assim ficou, impávida a olhar o mar.
Repentinamente o vento acalmou, dando lugar a uma brisa suave. A água deveio cetim e as estrelas pronunciaram-se sobre o céu, ganhando vida própria.

Ela continuava exactamente no mesmo lugar, mas agora já não estava sozinha. Ao ouvir o seu nome, ao longe, reconheceu aquela voz e virou-se para se certificar. Ao levantar-se sentiu-se inundada por uma sensação de estranha paz e sorriu perante a confirmação do que havia pensado quando ouviu o seu nome ser chamado. Era a sua amiga, aquela a quem tantas vezes havia chamado de anjo por sempre a tentar resgatar da solidão em que vivia.

Abraçaram-se cúmplice e carinhosamente. Após um olhar repleto de palavras, deram as mãos e caminharam até à ausência dos grãos de areia. Ela apertou a mão do seu anjo, em sinal de agradecimento, fechou os olhos e disse baixinho:
- Perdão Meu Deus!

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