Dois

Foto de vera cristina

Alguêm Especial

" Alguêm especial "

Entras-te na minha vida sem pedir
Instalaste-te no meu coração como um intruso
Aquele olhar que me cercava quando passava
Aquelas palavras lindas que me citavas
Aos poucos e poucos me conquistavas
Teu sorriso era contagiante
Sentia-me única...
Os teus braços confortavam-me, sentia-me protegida
Como se ao teu lado o perigo não existisse
Eras como um anjo,alguêm sem defeitos nem criticas
O sonho de qualquer mulher
Cai nos teus braços e entreguei-me de corpo e alma
Completamente apaixonada
Não via mais nada para além de ti
Como se só nós dois existissemos
Tudo em ti era magia
Até a luz do dia brilhava menos que o teu olhar
E as maiores grandezas que o mundo tem
Se sentiam inferiores ao pé do nosso amor!

Poema escrito por mim Vera Cruz

Foto de Sonia Delsin

OS DOIS PRATOS DA BALANÇA

OS DOIS PRATOS DA BALANÇA

Adoro o silêncio. Minha alma com ele se delicia.
Adoro ficar quietinha observando o vôo de um colibri.
Adoro adentrar nas matas silenciosas.
Quando uma ave interrompe o silêncio de forma prazerosa sinto grande alegria. Como se eu fosse parte integrante do ecossistema.
Gosto das minhas horas quietas, quando medito, quando fico simplesmente a olhar uma estrela que desponta.
Amo observar o sol nascendo, se pondo.
Como gosto de ficar à beira de um lago olhando a água. E as cachoeiras então! E o mar!
Já contei tantas vezes que sou apaixonada pela lua. Que adoro andar pelas ruas. Tudo olhando, tudo observando.
Procuro lugares quietos quando minha alma pede silêncio. Mas também há horas que precisamos do barulho. Gosto de rock, mas tudo a seu tempo, sua hora. Gosto muito de dançar e estar numa danceteria ouvindo belas músicas.
Penso que quando ficamos em silêncio temos um encontro conosco e quando estamos em meio ao burburinho temos um encontro com o mundo.
Precisamos de ambos para estarmos equilibrados.

Foto de von buchman

O QUE FAZER PARA CHAMAR SUA ATENÇÃO ! ! ! ( Von ) resposta (JoaninhaVoa )

Tenho passado por momentos na minha vida,
que as vezes nem consigo acreditar.
Muitas vezes não sei se são verdade
ou um verdadeiro sonhar.
As vezes, as lágrimas correm em minha face.
Aí, meu coração aperta e eu fico a imaginar,
se um dia vou poder,
ver você a mim chegar .
Adoro te ver, todos os dias a passar,
mas nunca tive coragem
de junto a ti chegar.
Poder contigo conversar,
poder olhar nos teus olhos,
falar do amor que tenho no meu peito,
que um dia hei de te dar...
Já fiz de tudo pra chamar tua atenção !
Já te mandei flores,
enviei recados ,
fiz até poemas,
mas mesmo assim você não me viu .
Que posso fazer para atrair teu coração ?
Difícil . . .
Mas sei que não é impossível.
Um dia tu vais me olhar
e vais me dar tua atenção!
Quando isto acontecer
vou poder te dizer,
do meu amor,
da minha paixão,
dos meus sonhos e desejos
que estão trancados neste pobre coração.
Infelizmente a rotina continua .
Você passa nem me olha,
Talvez até finja que não me vê
e fico eu a pensar...
Que posso fazer ?
Para chamar sua atenção...

Von Buchman...

.
Eu vejo tu fazeres
O que não devias fazer!

Pois não és tu que desvias
Teu olhar quando te olho?
Pois não és tu que falas
Com todos menos comigo?
Ainda ontem aquela ostra
Dizia «... dói-me tanto a cabeça
ainda nem almocei...»
Tu pronto lhe respondeste
«Então porquê?....bla...bla...»
Só pr`a meter conversa...
Essa ostra é capaz de se abrir
Toda! E até colocar ventoinha
Por debaixo das saias
Prà dar asas a convidar
Entre! Entre
Aninhe-se e esteja à vontade...
A resposta era só uma
«Então vá comer comida
um bitoque ou coisa parecida»
Mas a ostra queria era uma outra comida lambida!
Mas ostras há muitas...
Ainda outro dia a gémea
Ao passar ali bem perto
A um passo de ti
E a dois de mim...
Dá-te um sorriso daqueles
a convidar líbidos...
E tu que fizeste?
Respondente igual ou mais...
Fizeste questão de acentuar
mais e mais com satisfação...
És igual a todos no fundo
Masculino de ostra
És também Ostra
E quem és tu pra criticar
Em tempos e amuar...
Tu que tens o vício no corpo
E na mente quando calha
És pior do que aqueles
Que censuras
Seu Ostra!
Sim eu bem vi e vejo...
És vício e devaneio!
Depois não venhas criticar
Com teu olhar prá parar
Seu Ostra!
Pensas que eu não vejo?!?
....
Muitos Mimos são meus desejos
JoaninhaVoa

Agradeço de todo meu coração ao anjo JoaninhaVoa
pela resposta que me deu no meu poema,
que juntei e fiz este lindo due...
Tenhas meu eterno carinho...
você é uma pessoa mui especial para mim...

ICH LIEBE DICH ...
AS SEMENTES DO MEU PURO AMOR,
SÃO COMO FLOCOS DE NEVE...
ELAS SÃO REGADAS COM AS LÁGRIMAS DO MEU CORAÇÃO,
POR VOCÊ MINHA ETERNA PAIXÃO . . .

VON

Foto de Sonia Delsin

VINTE ANOS... VINTE

VINTE ANOS... VINTE

Ele a beijava e Laura pensava. Vinte anos...
Como pesam vinte anos!
O convite para dançar viera inesperadamente naquela tarde.
Os dois a conversar no ponto de ônibus.
A chuva que caía sem piedade.
-- Não me importo com a chuva. Até gosto.
-- Eu também. Notou que não está uma chuva fria?
-- É mesmo. O calor é tanto.
-- Vamos dançar hoje à noite, Laura?
-- Dançar com você?
-- Por que não? Não quer? Não gosta?
-- Adoro.
-- Então...
-- Mas dançar com um jovem?
-- Não vejo problema algum. Você vê?
Por que não aceitar um convite tão tentador?
Os olhos de Fábio a deslizar em seu corpo. Uma diferença grande de idade. Vinte anos. Mas ele vivia afirmando não ver problema algum nisso.
-- Aceito.
-- Nos encontramos lá às vinte horas.
Despedindo-se rapidamente ela falou olhando-o nos olhos:
-- Estarei sem falta. Meu ônibus.
Deram-se um beijo rápido no rosto e Laura entrou no ônibus com a face afogueada. Não era mais uma menina. Cinqüenta anos nas costas. Mas a alma... A esta era de uma menina. E o coração então! Um menino travesso que jamais cresceria em seu peito.
Ia pensando. Colocaria um vestido bem bonito pra encontrar-se com Fábio.
Belo jovem.
Fazia um ano que se conheciam e nunca tiveram uma proximidade tão grande como naquela tarde embaixo da chuva. Os olhos dele correndo em seu corpo.
Os dela buscando aqueles olhos escuros.
Sentia-se tão só ultimamente.
Sim, colocaria um vestido bonito. Capricharia na maquiagem. Se bem que era bonita aos cinqüenta. Muito bonita. O corpo bem cuidado. O rosto bonito.
Quando ele a viu chegando com aquela saia leve e a blusinha rosa elogiou de imediato.
-- Está tão bonita, Laura.
Os dois entraram de mãos dadas na danceteria e subiram a escadinha.
-- Muito melhor lá em cima, não?
-- Sim, é melhor.
Os olhos escuros não despregando dela. Laura gostava daquele olhar quente, mas ao mesmo tempo ficava um pouco apreensiva. Há meses não saia com um homem.
Sentaram-se na última mesa do lado direito.
-- O que vamos pedir?
-- Uma água sem gás.
Quando Fábio buscou sua mão ela estremeceu. A mão tocou seu pulso e subiu de leve pelo antebraço. Subiu mais um pouco e ele a puxou para um abraço.
-- Você é tão bonita.
-- E você tão jovem.
-- Já vem você de novo com esta estória.
-- Está bem, vou tentar esquecer.
Estreitou-a nos braços e buscou seus lábios, depositando um beijo leve.
No peito dela o coração pulava como doido quando ele buscou sua mão delicada e levou-a até seu peito. Precisava entregar-se ao momento. Precisava...
A sensação de estar encostada a ele era boa demais. Um homem a desejá-la. Bonito e jovem.
Quando ele buscou sua boca ela não apresentou resistência alguma. Também estava querendo beijá-lo. Como estava.
Ele quis mais beijos e levou-a até uma das vidraças.
Viam dali a cidade que dormia.
Ele a puxava pra seus braços e Laura podia sentir como estava desejoso dela. Os corpos tão próximos. Aquele contato provocava uma ereção no rapaz. O que não passava desapercebido dela, que também ardia por ele.
Achava errado esta atração que sentia pelo jovem. Já estava de novo a pensar na diferença de idade. Isto era prejudicial e ela sabia. Mas que fazer se tinha filhos da idade dele e não aceitava uma relação com uma diferença tão grande de idade?
Desejava-o.

Foto de Sonia Delsin

A FORÇA DA NATUREZA

A FORÇA DA NATUREZA

Os mais velhos sempre me disseram uma frase que hoje me voltou nítida à memória. Que ninguém pode com a força da natureza. Minha avozinha me mostrava o fogo e falava: Quem o domina? Os elementos têm poder. Não brinque com fogo.
Meu pai me ensinou a amar e a respeitar a natureza. Quantas vezes assistimos juntos temporais acompanhados de raios, de trovões. Quantos estragos vimos juntos e quanto falamos a respeito.
Quem consegue segurar com as mãos a água? Um bem tão caro, mas que pode nos tirar a vida; tão benéfico e tão traiçoeiro tantas vezes.
Eu que quase morri afogada aos doze anos sei bem como é. Eu queria me segurar, me dependurar em alguma coisa e esta coisa simplesmente não existia dentro daquele rio. Não era a hora de minha morte, porque meu irmão que sabia nadar me retirou de lá quase sem vida. Depois aprendi a nadar, mas junto com a natação aprendi algo muito importante, a respeitar a água.
Ontem tivemos aqui em minha cidade uma chuva repentina e acompanhada de forte vento. Um vendaval.
Eu e meu filho ficamos olhando as antenas que balançavam e nosso pé de acerola que tombava todo.
Por sorte os galhos são bem flexíveis e tombam, mas não quebram facilmente.
Está tão bonito este nosso arbusto e eu não queria vê-lo por nada deste mundo ao chão caído.
Pois bem, vou adentrar agora no que me levou a escrever esta crônica. Quando cheguei hoje no local aonde estudo a primeira coisa que vi pelo portão entreaberto foi que uma de nossas belíssimas árvores, uma cuja sombra tantas vezes praticamos tai-chi ao ar livre, estava tombada. Os galhos retorcidos...
Pareceu-me que um gigante andou por lá ontem. Torcendo galhos como educadores maus torcem braços de aprendizes.
Foi esta a minha sensação, mas não acredito que a natureza venha se vingar em cima de belas criações como aquela árvore tão linda. A idéia me passou e o motivo nem sei. Também nem sabia se devia citar aqui isto, mas citei e está citado.
No chão estava o filhote de João-de-barro e os pais aflitos revoavam por lá.
É duro descrever a cena. Nos ponteiros da bela árvore algumas flores azuladas permaneciam lindas como ela se ainda estivesse de pé.
Senti vontade de chorar. A dor daqueles pobres passarinhos que tantas vezes vimos carregando material pra fabricar o ninho chegava a doer no meu peito.
Ficávamos admirando, conversando sob a árvore e os dois tão empenhados em construir a casa.
Olhando-os revoando conseguia trazer de volta os dias que os via trabalhando na construção do ninho, a alegria deles.
Uma cerca de segurança foi colocada, pois uma das outras árvores estava com o caule totalmente trincado e perigava cair.
Fui triste para a sala de aula, porque deixamos no pátio aquela árvore tombada. Fiquei imaginando se vão cortar as que ficaram de pé, porque me parece que apesar de imensas, elas são frágeis. Ou o vento foi tão forte?
Acredito que exista sim uma fragilidade naquelas árvores, mas são idéias minhas. Não conversei a respeito com nenhum entendido. E também não sei como encontrarei tudo lá amanhã.
Não teremos mais aquelas sombras tão aconchegantes? Será muito desolador encontrar aquele local vazio.
Mas se elas podem colocar as vidas das pessoas em risco...
Algo a pensar, realmente.
Bem, quem pode com a força da natureza? Algumas vezes vemos um céu tão azul, tão quieto. E de repente algumas nuvens se formam, chega um vento e o que parecia que ia durar eternamente se acaba.
Eu tinha que contar. Eram simples e lindas árvores, mas fazem parte do meu dia-a-dia. Ajudam a enfeitar o tempo que passo lá; pela beleza; pela sombra; pelos pássaros que nela se abrigam; pelas parasitas grudadas nos caules.
Senti vontade de chorar...senti vontade de contar e contei.

Foto de Sonia Delsin

“O QUE SE DIZ, O QUE SE CONTA”

“O QUE SE DIZ, O QUE SE CONTA”

Dizem os antigos da cidade que em noite de lua cheia ela saía a cantar.
Toda de branco vestida sempre saía em noite de luar.
Se a alguns chegava a encantar, a outros chegava a assustar.
Os longos cabelos soltos pelas costas escorrendo. A longa saia ia o chão varrendo.
Em certas horas caminhava pelas ruas sem calçamento.
E por vezes ia correndo.
De repente parava, erguia os braços.
Parecia que rogava.
Será que Deus a escutava?
Ou era à lua que ela implorava?
Era uma mulher alucinada. Uma pobre coitada.
Diziam que foi enjeitada.
Tudo que conto escutei de um velho contador de estórias.
Ele arregalava os olhos à medida que me contava e me assustava.
Eu pedia que falasse mais e ele falava, falava.
Hoje em dia eu acho que ele inventava.
Eu perguntava se ela era uma bruxa. Ele me garantia que não. Me falava que era uma mulher movida pela paixão.
Acho que exagerava em tudo, pois dizia que ela era linda com seus cabelos desgrenhados. Que eram uns cabelos muito dourados.
E que o luar tingia de prata. Ficava igual uma fada. Uma mulher encantada.
Dizia que tinha os olhos grandes. Me garantia que eram os maiores que vira na vida.
Me falava até que pareciam dois faróis azuis.
Eu ficava imaginando.
Que beleza poderia haver numa mulher com faróis em vez de olhos e ele falava que era bela como a mais bela sereia. E que cantava em noites de lua cheia.
Falava que as melodias por ela cantadas eram lindas. Tão choradas.
Perguntei certa vez o nome dessa mulher e ele jurou não saber. Mas que talvez alguém soubesse e que quando descobrisse ia me dizer.
Passou o tempo e eu acreditando na mulher que passava as noites cantando.
Um dia o contador de estórias partiu e que ele criava tudo aquilo eu ficava pensando.
Mas em certa noite fui eu a ver.
Ela estava a correr.
Não nas ruas, que já eram todas asfaltadas.
Mas numa estrada dentro de mim. Na verdade naquela hora eu fitava um jardim.
Pensei que estava ficando igual ao contador. Também já podia ver, contar, escrever.
Éramos nós dois, eu e o Sebastião, dois criadores de estórias fantásticas. Desse dia em diante comecei a escrever meus contos. Tinha quinze anos então.
Ai que saudade de ti, meu velho Sebastião!

Foto de Sonia Delsin

BEIJO

BEIJO

Estou olhando a lua.
Lembrando...
Pensando.
Minha boca na tua.
Nós dois naquela rua.
Estou a lua admirando.
Vou voando.
Ao encontro de outra noite.
Uma onde tua mão me afagava.
Tua boca a minha buscava.
Me perco no nosso beijo.
Me perco.
Me encontro.
Aguardo ansiosa nosso reencontro.

Foto de Manu Hawk

Dias de Moto (Conto)

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"Dias de Moto"

Mais um dia chegou ao fim, e mais uma vez você reclamou meu atraso da mesma forma, parado no meio do corredor da empresa, apontando para o relógio! Engraçado que essa cena se repetiu inúmeras vezes, mas você fazia das mais variadas formas, dependendo do seu humor, rs.

Dois anos se passaram, trabalhávamos no mesmo horário, morávamos no mesmo bairro, tirávamos folga juntos, saíamos com os mesmos amigos e éramos amigos, somente isso. Todos juravam que havia algo além da amizade, mas nunca houve nada, e até ríamos muito com isso! Só que comecei a imaginar, "e se fosse verdade?". Minhas amigas diziam não acreditar que eu pegava carona todo dia, na maioria das vezes de moto, colada naquele homem lindo, forte, super divertido e não rolava nada. A partir desse dia tudo começou a ficar diferente... Descemos com você reclamando, mas de forma divertida como sempre. Antes de subir na moto me senti estranha, encostar meu corpo no seu não seria mais a mesma coisa. Você me deu a mão para ajudar, comentou que estava gelada e me olhou perguntando se estava bem, "tudo bem", respondi. Sentei e não sabia mais nem como te segurar, você falou que ia andar e eu cairia se não segurasse, "acorda mulher!". Para não te abraçar, pela primeira vez apoiei uma das mãos na sua cintura e outra na sua perna, senti pela sua reação se ajeitando no banco, que você gostou.

Foram dias e dias assim, e cada vez mais me excitava ao subir na moto. Você também sentia o mesmo, não falávamos, mas nossos olhares antes de te dar a mão pra subir na moto dizia tudo. Não resisti e naquele dia quando sentei, abri bem as pernas grudando em você, segurei com as duas mãos bem firmes no seu peito e senti você respirar fundo. Ao começar a andar, segurou na minha perna e perguntou se queria beber algo na praia, respondi logo que sim. Estava uma noite linda...
Minhas mãos começaram a alisar seu peito, o cheiro do seu corpo me deixava cheia de tesão, o vento batendo no rosto, a velocidade, tudo excitava... Percorri seu corpo com as mãos e apoiei segurando nas suas pernas, que tentaram fechar como se puxassem minhas mãos para dentro, o que atendi no mesmo instante. Senti como você estava duro, excitado, tentando se concentrar na direção, e cada vez correndo mais e mais! Não havia lugar para bebida quando chegamos na praia, aliás, você nem parou perto de algum lugar que a tivesse, rs. Virou pra trás e começamos a nos beijar como loucos, quase caímos da moto. Descemos e nossos corpos se atracaram com uma fúria, roçando gostoso, você me beijava com tanto tesão, sugando minha língua, que chegava a doer. Arrancou minha blusa, me beijava e chupava meus seios tão gostoso, que esqueci onde estávamos, deixei que fizesse tudo que queria, era o que eu mais queria também! Era só eu e você, nus, nessa imensidão de areia, céu, estrelas e muito tesão...

O mar nos acordou, como se beijasse nossos pés... Despertamos de um sonho e corremos, corremos muito, era mais um dia de trabalho, rs.
No corredor cruzamos nossos olhares e minha amiga comentou:

- Duvido que você continue afirmando que não tem nada com ele!

(por Manu Hawk - 13/05/2004)

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Respeitem os Direitos Autorais. Incentivemos a divulgação com autoria. É um direito do criador que se dedicou a compor, e um dever do leitor que apreciou a obra. [MH]
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Foto de Teresa Cordioli

MÁ COMPANHIA

*
MÁ COMPANHIA...
*

É no poder da Fé que tenho, que publico esse poema aqui... kkkkkkk
Um dia o publiquei em outro site com outros nomes, de imediato quase fui expulsa, depois foi o meu poema mais comentado... espero que entendam, que venham brincar... amo vocês, perdão se não inclui o nome de alguém ...rsrsrsrs....

MÁ COMPANHIA

Quando queria conselhos
recorria a minha mãe
que sempre me dizia:
- Cuidado com JOÃO!
JOÃO mentia...
Eu respondia, - não!
Não é JOÃO mamãe é PAULO
ela respondia: - cuidado com Paulo.
Paulo é primo de João
e João mentia...
Mamãe se for DIRCEU?
Ela respondia: - cuidado com DIRCEU
DIRCEU é primo de JOÃO
E JOÃO mentia...
E é amigo de Paulo que é má companhia.
Mas mamãe e for o Hilde?
- Cuidado com Hilde,
Ele é primo de JOÃO
E JOÃO mentia...
e é amigo de Paulo, de Dirceu
que são más companhia
Mas se for o Von?
- Cuidado com Von,
É primo de JOÃO,
E JOÃO mentia...
e é amigo do Paulo, do Dirceu e do Hilde,
que são más companhias...
E se for Wilson mamãe?
- Cuidado com Wilson
é primo de JOÃO
e JOÃO mentia...
e é amigo do Paulo, do Dirceu, do Hilde,
do Von que são más companhias...
Mas eu falo de Edu o Espião...
- Cuidado com Edu
é primo de JOÃO
e JOÃO mentia...
e é amigo do Paulo, do Dirceu, do Hilde,
do Von, do Wilson e todos
eu já disse: são má companhias...
E se for Davi mamãe?...
- Cuidado com Davi filha!
Davi pode estar mentindo
Ele é primo de JOÃO
Amigo do Paulo, do Dirceu, do Hilde,
do Von , do Wilson do Edu,
E todos são má companhias...
E se for meu amigo Moreno?
- Cuidado com Moreno,
Ele é primo de JOÃO
E JOÃO mentia...
E ele é amigo de Paulo, do Dirceu, do Hilde,
do Von , do Wilson, do Edu, do Davi,
e todos são más companhias...
Mamãe, hoje falei com Paulo Eduardo
- O Potiguar minha filha?
- Sim mamãe...
Cuidado com o Dudu filha.
Ele é primo de JOÃO
E JOÃO mentia...ele escreve bem, mas...
é amigo Paulo, do Dirceu, do Hilde,
do Von , do Wilson, do Edu, do Davi, do Moreno
e todos minha filha, são más companhias...
Mamãe, então vou perguntar e se for elas:
A Anna, a Drica, a Lu Lena, a Ceci, a Rosa,
A Graciele, a Syssy, as Carmens, a Izaura,
a Yap, a Deusaii, a Civana, a Maria Goreti, a Sirlei,
a Enise, a Rose, e a Fernanda mamãe ?
Todas são minhas amigas...
o que você diz?
- Cuidado com elas minha filha...
São primas de JOÃO e amigas de todos...
Então filha; lhe são más companhias,
Eu revoltada disse;
- O que você diria para todos mamãe?
Qual conselho daria?
Diria: - Cuidado com TERESA!!!
TERESA, é namorada de JOÃO
E é amiga de todos,
e “TODOS” quando se juntam,
são más companhias...
Sabem porquê?
Porque TODOS Mentem
QUANDO FAZEM POESIA...

Teresa Cordioli.

Escrevi esse poema há mais de dois anos atrás, depois de ver pessoas confundindo versos com realdidade ... o que tornou a vida de uma poetisa daquele site um inferno, pela tamanha confusão... Hoje fussando em meus versos, o encontrei, troquei os nomes e postei aqui... uma brincadeira gostosa..

Foto de carlos alberto soares

EU E VOCÊ

PEDI AO VENTO PARA TRAZER RECADOS SEUS,
MAS O QUE ELE DISSE, SÓ ME ENTRISTECEU.

DISSE QUE VOCÊ FOI EMBORA
E QUE SUA VOLTA NÃO TEM HORA,
PODE SER QUE NUNCA MAIS...

VOCÊ SABE TUDO QUE EU DISSE,
MAS SABE MUITO MAIS O QUE FAZ,
NÃO MACHUQUE O MEU CORAÇÃO,
POR QUÊ SENÃO ELE SE DESFAZ,
EM PEDAÇOS TÃO PEQUENOS,
QUE NÃO CONSIGO JUNTAR MAIS.

NÃO ABOANDONE A CHANCE DE UM DIA,
NOSSOS BRAÇOS E PERNAS ESTAREM JUNTOS,
EM UM POEMA SEM IGUAL.

QUE TAL, SERMOS DOIS, FELIZES
UM COM O OUTRO.
NESTE NOSSO MUNDO ANORMAL.

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