Fim

Foto de Fernanda Queiroz

Saudades...

Saudades!
Palavra composta de quatro vogais e quatro consoantes, que quer dizer tudo e não diz nada.
Na saudade está o silêncio... será que se escreve saudades com S de silêncio?
Quem inventou está palavra?
Será que sabia quantos sentimentos existia neste conjunto de letras?
Por que não vontade louca de saber de ter de ver?
Por que não medo, insegurança, incerteza?
Por que não desejo de voltar?
Será que o A de saudades é o A de Até breve?
Será que saudade é para rimar com felicidade?
Não! Saudade rima com dor..., se rimar com felicidade seria a de reencontrar, mas aí já não é saudade, aí vira realidade...
E o U da saudade?
Será de ultimamente?
Será de unicamente?
Ou será um U de um urro de dor?
Saudades!
Palavra pequena para transmitir tantos sentimentos.
Não descreve nosso amanhecer sem você.
Não descreve as horas das refeições, nem daquele gostoso papos de fim de noite.
Não descreve tua cama vazia, nem meus sonhos em conflitos.
E o D da saudade?
Será de quanto em quanto tempo?
Será que por isto ele se repete?
Ou será o D do Dedo de Deus?
Mas que palavra é essa, que não descreve nada!
Não fala em afago, em carinho, em você
Não reflete teu rosto, nem teu sorriso bonito, com tua covinha na face, que o fazia mais doce, mais perfeita.
E o E da saudade?
Será de estar junto?
Será de esperança?
Ou será de eu te amo?
Saudades, palavra tão pequena... mas poderia ter um acróstico, que cada vogal ou consoante teriam infinitas explicações, descreveria infinitos sentimentos, que molhariam lenços e fronhas....
Saudades!
Será de novo o S do silêncio?
Ou o S de sofrer?
Ou o S de Será?
Será que a palavra saudades, esta relacionada com sonhar?
Será que significa voltar?
Ou saudades é um eterno esperar...
Fernanda Queiroz
(Direitos Autorais Reservados)

Foto de Marta Peres

Vila Rica

Vila Rica

No ventre das montanhas, cenário alpino,
Torres são erguidas e apontam para o céu...
Vila Rica, burgo pequenino, subindo a encosta,
É um luminoso véu, a entrar no ventre seco...

Da janela tudo vejo e vejo tudo, vejo brasões
De ouro e festas e apogeu, ouço o bimbalhar do sino
E a velha Vila Rica no esplendor do sol a pino,
E arcos de pedras erguidos, as pedras de cal...

Da janela que tudo vê e vê tudo, vê tirania entre
Grandezas, botas batem nas pedras, pedras caiadas
De cal, coches reais rolando com altezas, pendões ao vento,
Em corsos triunfais, e os arcos de pedra afiada,
Somente pó e matéria nas mãos operárias...

Nada restou além das montanhas e das pedras...
Fim a tanta gala! Liberdade! Fulge e se perde...
Feriu ferida funda e o sangue correu...
Conspira a solidão da montanha e sangue sugando
A serra, velando a alma exilada nos caminhos da
Montanha...

Marta Peres

Foto de Marta Peres

Amor Maduro

Amor Maduro

O meu amor não tem fim
E eu vivo este amor intensamente,
Quando você não está as saudades aumentam
E nem posso avaliar o quanto...
Você está em meu pensamento o dia todo
E o tempo todo, faz-me bem...
Nada mudou, tudo é como foi antigamente
E nosso amor amadureceu... acalmou...
Continua forte...intenso...porém a cumplicidade
Fortificou...
Emudeço quando meus olhos encontram os seus
E uma felicidade cresce dentro de mim...
Nosso pacto de amor eterno e as juras de amor
Trocadas na mocidade são cada vez mais fortes,
Me emociono pela certeza do nosso amor
Se estender até a morte...

Marta Peres

Foto de elcio josé de moraes

SE TU ME AMAS

Se tu me amas,
Como eu te amo.
Porque não me chamas?
Como eu te chamo!

Se tu me amas,
Como eu te amo.
Porque não reclamas?
Como eu te reclamo!

Se tu me amas,
Como a amo enfim!
Porque me fazes assim?

Se tu me amas
Com um amor sem fim,
Porque não vem pra mim?..

Escrito por elciomoraes

Foto de NiKKo

Você ausente, mas presente em mim.

Eu estou tão longe de você agora
Mas pelo pensamento, eu sei que posso ter você para mim.
Assim cavalgo o vento da noite na surda esperança
para através dele, te dar esse amor que não tem fim.

Meus braços querem sentir teu corpo aconchegado
Para dele extrair o calor que necessita para viver
Pois você tem sido o sol que aquece minhas manhãs
O anjo bom que fez a minha alma renascer.

Eu sei que se meu corpo você agora abracasse
Iria sentir minha respiração ofegante a denunciar
O desejo guardado em mim desde que lhe vi
E a paixão que meus lábios está a ocultar.

Em meio a penumbra que agora me encontro
meus suspiros se perdem na inquietação.
Pois querem te fazer minha por momentos infinitos
deixar você desvendar as lacunas de meu coração.

Pois sei que tenho cantos escuros e encobertos
Afinal como todas as pessoas, eu muitas vezes já sofri.
Mas para você eu me entrego sem medo ou reservas
Por você, eu me deixo descobrir.

E me entrego dessa forma total e absoluta
Como jamais nenhuma outra já me possuiu.
Você tocou minha alma com tanto carinho sensibilidade
Que toda a minha resistência ou medo, ruiu.

Confesso que estou entregue a esse sentimento
Que não consigo mais poesias tristes escrever
Mas sei que isso só é possível agora
Porque o amor está em mim a viver.

E mesmo sentindo essa saudade toda de você
Não me sinto triste ou amargurada
Sou feliz, amor mesmo distante
Porque sei que amo, e sou amada.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"RETOMADA"

RETOMADA

Acordei estranho...
Acreditei que estaria arrasado...
Mas cantarolei até na hora do banho...
E isto acabou me deixando preocupado!!!

Você foi indo embora...
Apostando no meu completo fim...
E que faço eu agora...
Se a alegria insiste em tomar conta de mim!!!

Como administrar este complexo de culpa...
Ao me sentir mais aliviado...
Será que esta vida que é tão maluca...
Decidiu que não quer mais você do meu lado???

Sábado ainda nem chegou...
Um novo perfume já comprei...
Estou pronto de novo para o amor...
E do passado nem se quer lembrei!!!

Vejo o sol, vejo a lua...
Tudo me parece muito novo...
Minha vida não é mais sua...
Comecei a respirar de novo!!!

No abandono eu encontrei a estrada...
Na solidão eu achei carinho...
A lua agora e minha namorada...
E o horizonte é o meu padrinho!!!

Foto de ivaneti

O Encontro... Referência ao Acidente da TAM

O Encontro...

Naquela noite, tinha um brilho perdido sobre a sombra do luar
Aquecendo a imensidão lá dentro da escuridão...
Senti medo! um medo sem explicação! apenas um rápido clarão...
Vedava meus sonhos... cegava meus olhos nas curvas sem fim.

Parecia um estrondo de uma tempestade! não deu tempo de pensar
Atravessamos um universo de multidões, eu não estava lá!
Luzes inércia mergulhada nas palavras surdas sem sentido...
Sem sons! Sem sinal... sem vida! Não deu tempo pra pensar!

Um apagão! uma distância sem cérebro, sem filhos...sem mãe...
Sem pai... sem irmãos que estavam apenas na beira da razão!
Uma grande e infinita distância nos levaram ao encontro...
Onde havia somente uma porta sem saída, sem janela...

E do alto um trovão silencioso que nos chamava para um vão...
Onde fomos todos recebidos por um homem chamado JESUS!

IVANETI

Foto de Edson Cumbane

Amor de Jesus

Jesus é o nome que pronuncio e reluz
É a verdade, a luz o, o senhor da cruz
É o simbolo da vitoria
O esplendor do dia a dia

Viva, viva com essa luz no coração
Seja fiel, leal e real como ele irmão
Jesus é aquele que é, que foi e ha-de vir
Viva nele, seja como ele, para de se iludir

Meu Jesus que morreu por mim
Meu Senhor que lutou até o fim
Meu redentor, meu Anjo, meu Serafim

Meu amigo, meu melhor companheiro
O seu nome supera qualquer dinheiro
Meu Doutor, meu Senhor, meu Engenheiro

Foto de Soninha Porto

LOUCURAS E SONHOS

Violinos tocam o ar delicados
finos acordes preenchem a solidão
estendida em cada fibra do meu eu
que sofre e desmancha-se em saudades.

Sons estremecem o peito apertado,
pranteio, a dor dilacera meus vãos
és sombra tatuada que adormeceu
revive e dança com suavidade.

Fugaz, inútil, eram delírios vagos
a música parou, despertei no chão
entristeço, há cheiro de morte nas mãos.

É o fim, o nada, que está gravado
num pedaço de minha alma confinado
inerte, sem cor, ao sabor da canção.

soninha porto

Foto de emersonpoemas

Memorias

Memorias

Hoje é o inicio, talvez o fim
Talvez o inicio de meu fim
Mas enfim...
É o começo que mereço
Não esqueço...
Foram muitos momentos
Foram tormentos ao relento
Que um dia talvez vivi
Que senti e sofri, mas vivi
Foram vidas, se foram vidas
Eu estou, mas não sou
Ou quem Sabe vou ser,
Ser o que? Ser pra que!
Mas vou ser
Enfim...
São memorias, historias
Que se passa que se passou
Não Olhou, nem piscou
Como pássaros flutuou
Nesta vida quem me diga
Cheia de intriga
Que pisei, que amassei
Que chorei, rezei
Mas enfim
Tentei...

Emerson O Souza

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