Homenagem

Foto de Dirceu Marcelino

CREIO EM TI. - PARABÉNS PELO SEU ANIVERSÁRIO

Amigo! Foste tu que recordaste!
Que em quanto é dia aqui é noite ali
Tua emoção foi tão grande que cantaste
Música vibrante em breve frenesi.

Mas Deus! Sim, também, fez que lembraste
De teu irmão. Meu instrutor. Eu contribuí.
E com a melodia. Como tu emocionaste.
Nestes versos, singelos o retribui.

Receba como uma pós - homenagem.
Sempre a quis fazer e agora chega o dia.
Não escolho. Preciso que me encorajem.

A pouco, o fizeste, ao soltar o canto que extasia
Tua vida, teus sonhos e a imagem
Dele ressurge agora que aniversarias.

Foto de Dirceu Marcelino

ALGUNS ASPECTOS DO PRECONCEITO VELADO NO BRASIL

No movimento literário de 1922 levantou-se a questão proposta por Mário de Andrade, autor da obra “Macunaíma, o herói sem caráter”, sobre duas facetas características da personalidade de muitos brasileiros.
Uma relacionada à questão da mania de procurar “levar vantagem em tudo” e outra do “paternalismo”, dando-se uma idéia de comiseração, desrespeitando-se todos os valores morais, éticos e sociais.
Com base na primeira idéia verificou-se inúmeras infrações de pequena importância, que não são criminalizadas, por serem de pequeno poder ofensivo, que mereceriam a reprovação social, mas que acabam sendo aceitas como normais, tais como, por exemplo, as seguintes: a pessoa que passa à frente na fila do cinema, do teatro, em estádios esportivos (vejam hoje no jogo Brasil x Uruguai), muitas vezes dando pequenas gorjetas ao porteiro; o cobrador do ônibus, da lotação que fica com o troco do passageiro etc.
Mais graves aquelas infrações em períodos eleitorais, quando vimos muitos candidatos a vereador, por exemplo, comprando alguns materiais de construção (areia, tijolos, cimento etc ); fazem perfurações de poços; retirada de terra; soterramentos de terrenos rebaixados; pedidos de empregos. Outros pedidos são coletivos, tais como, por exemplos: compra de camisas para times de futebol; abertura de campos de futebol em terrenos desocupados, muitas vezes feitos sem autorização do verdadeiro dono. Infelizmente, os que atendem tais pedidos em maior número muitas vezes são eleitos. Em várias cidades é possível apontar vereadores eleitos mediante esse sistema, até prefeitos, deputados e senadores, conforme noticiais atuais de revista de grande projeção.
Enfim, formou-se a política “do é dando que se recebe”.
Alguns políticos como se confirma pelas mesmas publicações e recentes investigações das CPIs das casas legislativas, se esquematizam sim, com objetivo de ressarcir-se daquelas despesas feitas com os pequenos atendimentos paternalistas que fizeram. Os exemplos citados são pequenos, pois dizem que é apenas a ponta do “iceberg” e que casos mais graves, permanecem na surdina.
Tais atos aumentam de gravidade á medida que servem de modelos de comportamento e se difunde às grandes massas da população por um mecanismo social denominado “contágio hierárquico”.
O mecanismo de transmissão do PRECONCEITO, também, se difunde a grande massa da população, de forma semelhante e nosso amigo e professor JOSÉ CARLOS GOMES, nos ensinava a respeito há mais de vinte anos.
Destacava o professor, alguns aspectos desse preconceito que existem de fato, embora alguns autores renomados insistam em dizer que o “preconceito no Brasil é velado”.
No aspecto que nos propomos a expor, como se fosse um complemento a homenagem que fizemos a ele com a poesia “PARADOXO DA VIDA”, lembro-me a destacar que ele definia Preconceito como sendo “uma idéia pré-concebida e de forma errônea que fazemos de alguma coisa”.
Salientava que podia ser observada sob três aspectos:
Racial – contra determinada raça ou grupo étnico.
Social – contra uma classe social ou grupo de pessoas.
Religioso – contra uma denominação religiosa.
Mas salientava que no Brasil, o preconceito racial, não se delineava da mesma forma que ocorria em outros países ou regiões do mundo e que visando evitar esse tipo de comportamento anti-social a nossa Constituição Federal criminalizou o preconceito racial, inserindo-o no Artigo 5º, inciso XLII, no capítulo dos “Direitos e Garantias Fundamentais”.
Houve época que tais ranços de racismo se vislumbraram em nossa sociedade, de forma mais grave, citando como exemplo a época da 2ª Guerra Mundial , quando alguns times de futebol tiveram que mudar suas denominações para evitar que suas torcidas se identificassem com os países do eixo – principalmente, os italianos e alemães.
Citava ainda que o preconceito racial às vezes se explicite pelo próprio vocabulário, tal como ocorre quando alguém diz:
“Pelé é um negro de alma branca”.
Com referência ao “preconceito social”, demonstrava que se observam de três formas:
Contra uma classe social, quando de forma preconceituosa é com a finalidade de denegrir pessoas oriundas de determinadas regiões do Brasil, tal como o do Nordeste e alguns se referem a ele como “O nordestino”; outros se referiam a “Erondinos”, fazendo menção à ex-prefeita de São Paulo, de origem nordestina, mas que sabemos e consideramos uma mulher respeitabilíssima; do paulista em relação ao catarinense, com a expressão “barriga verde”;
O preconceito religioso observa-se em manifestações tais como quando o Católico chama o protestante ou componente de denominações evangélicas de “crente”. Ou então, quando estes, Protestantes ou evangélicos chamam os católicos de “beatos” e de ambos (católico e protestante) contra o espírita, chamando-o de “macumbeiro”.
Mencionava ainda que a religião muitas vezes, na história da humanidade foi utilizada de forma preconceituosa, como na época da inquisição, várias pessoas foram mortas em fogueira como hereges.
Embora reconheçamos não apresentar o preconceito existente no Brasil, aspectos tão graves como outras manifestações que ocorrem em outros países, na verdade em honra de pessoas como ele JOSÉ CARLOS GOMES e de outros amigos e amigas, companheiros de trabalho, de alguns de nossos próprios parentes, e, principalmente, de nós cidadãos que nos propomos a serem poetas e poetisas, temos de ter consciência de nossas convicções e estamos incluídos no rol das pessoas responsáveis pela transmissão de conhecimento, mesmo que seja por obras simples e singelas, pois essa arte deve atingir em primeiro lugar os pequeninos, os excluídos, os mais necessitados.

Foto de Civana

Série Meus Ídolos: Abajur Cor de Carne

Não poderia deixar de homenagear alguém que me fez sonhar com um "abajur cor de carne, cortinas de seda e seu corpo nu...” Ai ai ai Ritchie, você pegou pesado na minha imaginação dos 20 e poucos anos. Nessa época trabalhava no Duty Free Shop do Aeroporto Internacional e essa música estava em todos os lugares, lembro que uma vez olhava os aviões pousando, decolando, taxiando e "Menina Veneno" tocando, que confusão entorpecente, dá pra imaginar a cena? Não? Tudo bem, mas eu viajei literalmente! ;)

Até hoje não vi definição melhor, simples, direta e intensa:
"Seu corpo inteiro é um prazer
do princípio ao "sim"

Aliás, acredito que muitas pessoas imaginaram esses passos na escada. E não minto em dizer que também sonharam com o próprio Ritchie cantando ao ouvido, como se fossem as próprias Meninas Veneno, rs.

Como tudo que faz sucesso permanece, muitos regravam antigos sucessos, alguns na verdade assassinam o original, como a regravação de Menina Veneno, feita por Zezé Di Camargo e Luciano. Eles que me perdoem, mas não dá tesão engolir o abajur cor de carne deles!

Engraçado que uma vez ouvi tocando na TV do quarto do meu filho, era a abertura de um programa da MTV, eu nem sabia, mas comecei a cantar no meu quarto, ele veio olhar rindo e perguntou como que eu já sabia a letra dessa música. Tive que explicar de "quando" era essa música, assim como muitas outras maravilhosas que estão sendo regravadas pelas bandas de hoje em dia.

Enfim, voltando ao motivo principal desse texto, criei, com títulos de músicas, uma homenagem a quem entorpeceu meus pensamentos nos anos 80.

"A vida tem dessas coisas", alguém misteriosamente surge em nossas vidas e nos transforma em "menina veneno". Fantasia, sonho, delírio? Talvez. Mas quem não gostaria de ter um "Casanova" e suas maravilhosas e misteriosas "transas"?
É só pedir aos céus para a solidão parar, já foram "lágrimas demais"! Sonhar sim, sempre e quem sabe, essa nuvem de cristal "sopra o vento" e transforma em realidade "tudo que eu quero"!

(Civana - 07/03/2004)

OBS: Vejam a versão original com música no blog http://civana.spaceblog.com.br/85070/Abajur-Cor-de-Carne/

Foto de Paulo Gondim

Nossa língua portuguesa

NOSSA LÍNGUA PORTUGUESA
Paulo Gondim
18/11/2007

No velho mundo, surgiu
Toda cheia de beleza
Cruzou mares, se expandiu

Trouxe toda realeza
O novo mundo encantou
Nossa língua portuguesa

Chegou, por aqui, ficou
Um orgulho da nação
A todos unificou

Do litoral ao sertão
De sul ao norte e sudeste
É a língua da nação

Na caatinga e no agreste
Do Oiapoque ao Chuí
Fala-se a língua de mestre

Ela deixou por aqui
A palavra coração
E outras que já ouvi

Muito cheia de emoção
Que chamamos de saudade
Que nos trás desilusão

E nos quebra a vaidade
Se sofremos de paixão
Pedimos por caridade

Pedimos por compaixão
Só um pouquinho de afeto
Só um pouco de atenção

Essa língua é mesmo um teto
Que acolhe a todos nós
E todos nos faz mais perto

Língua de nossos avós
Da terra mãe lusitana
Do Além Tejo até a foz

Que duas pátrias irmana
Num só falar tão singelo
Que a todos engalana

****************************************************

Em homenagem ao poeta português, Manuel Neves (mfn), que se refere ao Brasil como terra irmã.

Foto de Dirceu Marcelino

PROFESSOR MODELO - SEGUI SEUS EXEMPLOS

“Ao Mestre: Doutor Haroldo Ferreira”!
Nosso Amigo ex-Diretor da Academia:
Exemplo em nossa pátria brasileira,
Da genuína e verdadeira pedagogia.

Honradamente ocupaste a cadeira,
Destacaste com muita fidalguia,
Como é própria da gente campineira.
E admiraste por meu gosto a poesia,

Mas foi justamente em sua altaneira
Terra, que apreendi com minha tia,
Uma mulher lindíssima herdeira,

Desta arte portuguesa que tardia,
Mas em tempo tomas por inteira,
Nesta homenagem de empatia.

Foto de José Herménio Valério Gomes

HOMENAGEM A UM AVÔ

Recordo por momentos
A imagem daquele velho senhor
Não esqueço em tempos
Aquele nobre lavrador
Lembro as suas mãos marcadas
A ditar-me como um dia ser homem
Como empunhar uma enxada
Para produzir o que todos comem
Removiamos a terra para semear
De que eu muito me orgulhava
Foi com ele que aprendi a trabalhar
Cavando com uma enxada
Olhavamo-nos como pai e filho unidos
Para fazer algo sem exclamação
E a este meu avô amigo
Escrevo estas palavras de admiração
Estou grato para com ele sempre
O que por mim fez um dia
Sei que algures ele tambem sente
O quanto eu lhe queria
Recordo ainda este velho senhor
Com a mesma saudade da minha infância
De sentir na pele o suor do lavrador
Que partilhava os meus sonhos de criança
Para ti meu avô meu grande amigo
Deixo aqui de passagem
Nunca o suficiente para contigo
A minha justa homenagem..............

ZEHERVAGO...........................GENÈVE.................

Foto de Sentimento sublime

A você Dumont... Osvania Souza

A você Dumont!

Deus não deu asas reais aos homens.
Mas deu a um único ser.
Humilde nascido no interior de minas.
Cidade que teu nome veio a ter.
Em homenagem a você.
Alberto Santos Dumont.
Recebestes então as asas da imaginação.
Para inventar o avião.
Fazendo o ser humano voar.
Com sua inteligência e coragem.
Persistência e bravura.
Esse homem cheio de louvor.
A quem de louco o povo o chamou.
Com seu invento “maluco”.
Seus aviões em todo o mundo.
Não param nem por um segundo.
Transportando pelos ares.
Cargas, pessoas e atravessando mares.
Para todas as partes e lugares.
Mas o que você Dumont não sabia!
Que seus aviões um dia.
Para sua maior tristeza e agonia.
Os homens com toda certeza.
Nas guerras os fossem usar.
Com maldade e frieza.
Matando seus irmãos e a natureza.
Perdoe querido inventor.
Esses homens maliciosos.
Utilizando-o de modo errado.
O avião por você inventado.
Correndo atrás de riqueza e poder.
Usando o teu avião que poderia ser.
Um instrumento que levasse ao mundo.
A união dos povos, alegria e lazer.
Penalizo-me em ter que te dizer.
Que a cidade que te viu nascer e crescer.
O mundo não a quis reconhecer.
Somente um pouco ela veio a crescer.
Mas tenha certeza Dumont.
De que tua inteligência e mãos.
Enriqueceu nossa nação.
No intercâmbio entre irmãos.
Ao saber do mal uso de seu invento.
Não agüentou você tanto sofrimento.
Que lamento!
Morrendo em sua casa no Guarujá!
Deixo aqui minha homenagem singela.
Sei que não é perfeita e nem a mais bela.
A você querido Dumont...
Osvania

Foto de Sirlei Passolongo

Não tente me decifrar

Não tente me decifrar

Nem adianta tentar
meus segredos decifrar
eles são pura magia
e prontos pra te
encantar
Meus mistérios
são meus encantos
ebulição dos sentidos
sou o lenço que acolhe
o pranto
a paz que afaga o
sorriso.
Mulher que busca
o que deseja
e nada diz
estar perdido.

Talvez seja bruxa
dos sonhos
que lhe rodeiam
ou a mulher que
que o seus desejos
mapeiam...
Mas saiba:
Serei seu feitiço
seu querer
e seu adorado vicio
E quando a lua surgir
Serei bruxa a lhe
seduzir
Mas quando o sol acordar
Serei a mulher a lhe
encantar...
E um anjo a lhe sorrir.

(Sirlei L. Passolongo)

Homenagem às bruxinhas como eu..rs

beijos!

Foto de Maria Goreti

Mágico Cantar

(Uma homenagem à cantora Vânia Bastos)

Uma voz melodiosa,
Emprenha-me os ouvidos.
É soprano...
Plena de beleza!
É filha do Sol,
Irmã da Lua,
É Estrela!
É azul do céu,
Verde do mar,
Pássaro a cantar...
Plenitude,
Encantamento,
Magia...
É mulher,
É total!

V oz divina
A lma musical
N aturalmente bela!
I magem feminina,
A cantar e encantar.

“Canta, canta mais”
Canta sempre
E encanta...
Pois, o teu canto,
Inúmeras vezes
Secou meu pranto.

©Maria Goreti Rocha
Vila Velha/ES - 19/09/07

Foto de Carmen Lúcia

Amanhã...talvez!

Acordei estática, sem vida...
Nem disse bom-dia ao dia,
Nem mesmo agradeci a Deus...
Não quis falar de poesia,
Nem relembrar os sonhos meus...
Senti a alma vazia,
Não quis chorar outra vez...
Com a dor que em meu peito havia
Eu nem relutei e ela se refez...
Sequer abri a janela,
Não deixei o sol entrar...
A luz transpassada por ela
Fez meu olhar se fechar...
Perto dali só ouvia
Um alegre bem-te-vi...
Fazendo homenagem ao dia...
Tapei os ouvidos, fingi
Que não o ouvi ... Mal-te-vi!
Deixei que as horas passassem,
Malditos minutos incontáveis,
Por que existem manhãs?
E todo frescor matinal?
Por que a poesia lá fora
Quer me falar logo agora?
Por que existe tristeza
Em contraste com tanta beleza?
Por que não consigo chorar
Para minh’alma aliviar?
Hoje não estou pra nada,
Sinto-me inanimada...
Dormirei outra vez...
Amanhã, quem sabe?
.....talvez....

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