Noite

Foto de vino silva

Enrosco-me

Enrosco me, em teu corpo,
Provocando o frenesim de desejos,
É como, se entrasse no paraíso,
em teu corpo de deusa,
que tem sabor de puro néctar,
Sugo teus lábios e a pele,
e não sei onde vai parar o meu querer,
A ti me entrego, dia e noite, noite e dia,
Desfalecendo, perdidamente num clímax,
as portas do desejo.

Direitos, reservados...

Foto de odias pereira

" QUATRO PAREDES "

Quando estamos juntos e sózinhos,
Fechados em quatro paredes.
Apago tudo e no escurinho,
Vamos nos amar na rede.
Balançando suavemente,
Na velha rede de algodão.
Jurando amor ardente,
E com beijos de lingua,provovamos nossa tesão.
E assim começa nossa noite,
Da rede vou pro sofá.
Inicia-se mais um pernoite,
Que teremos para amar.
Do sofá rolo pro chão,
Abraçado ao corpo dela.
Aumenta mais a minha tesão,
Pra fazer amor com ela.
Ela aguarra firmimente,
Com seus braços e mãos macias.
E um abraço gostoso e envolvente,
O nosso amor é só alegrias.
Cansados de tanto amar,
No frigobar, duas taças de champanhe.
Uma pausa pra descansar,
Vem amor !... Vamos brindar , me acompanhe.
A nossa lua de mel , não tem hora pra terminar,
Ama-mos na rede,no sofá,no chão na cama.
E quando a noite acabar,
Ai é que a nossa tesão inflama...

são josé dos campos SP

odias pereira

03/02/2011

Foto de Leo_20

Os meus gostos

Os meus gostos
De repente
Se confundiram com os seus

Os seus sonhos
Da noite para o dia
Eram os meus tb

E o que formou nosso quebra-cabeça
Os jogos q nós mesmos criamos
Viramos as próprias peças
Vc e eu

Vc não pode se perder assim
Sair do meu jogo sem avisar
Muito escuro aqui
Traga de volta as emoções q vc plantou
Num coração tão
Vazio
Perdido
Tão seu

A minha vida
Num piscar de olhos
Se transformou na sua vida
E os caminhos que comecei a escolher
Era tudo e só o que eu tinha em mãos e mente
No momento em vc surgiu.

Foto de Paulo Gondim

O melhor de nós

O melhor de nós
Paulo Gondim
03/02/2011

O melhor de ti eu tive
E mantenho guardado só para mim
Tenho todos os teus segredos
Tuas esperanças, tuas dúvidas
O enxugar de tuas lágrimas
A paciência de te ouvir

O melhor de ti anda comigo
Como companhia eterna
Segura, confortável

O melhor de nós dois permanece
Como sentinela na lembrança
Como luz que guia o navegante
Nas noites escuras de ventania
O melhor de nós agora é fantasia
Aflora na noite e dorme com o dia

O melhor de ti, agora, é ausência
O tempo, aos poucos, nos afasta
Mas a lembrança insiste em ser presente
Cada gesto teu que carrego comigo
Ainda me faz crer no sonho
E mesmo que me ignores
Ainda guardo o melhor de ti

Foto de Wilson Numa

Meu pecado

Quero me confessar mas apenas para ti
Porque meu pecado foi não te amar de verdade
Hoje choro e te peço que fiques comigo
Eu estarei contigo para qualquer coisa
Apenas quero ter-te e mais ninguém
Quero ser seu escudo, tua sombra
Quero ser o que tu quiseres que eu seja
Estarei onde queres que eu esteja
Por ti eu dava a minha vida, nunca te poderei esquecer
Então vou ver se te consigo reconquistar
Para acalmar a minha vida, é tudo tão aborrecido
Sem você aqui, sem você não vejo razões para viver
Tornava-me na Fera se não estivesses aqui para ser
Bella, perdia-me completamente até você aparecer
Encontrar-me-iam perdido nos meus pensamentos
Deitado durante a noite na rua, só tu podes me salvar
Podes ser minha Heroína, para me impedir que estrague
Minha vida e tudo isso farias com um único BEIJO....

Foto de raziasantos

A LUA E EU...

Tudo parecia perfeito.
A noite estava linda.
No firmamento as estrelas reluziam.
A lua refletia sob o lago azul que ficava no meio do jardim.
O vento fresco trazia o doce e suave cheiro das flores, que cercavam o campo ao redor de nossa casa.
Tudo era perfeito.
O céu em silencio me permitia esperá-lo.
Em meio a doce melodia entoada pelas águas do riacho que corriam em festa.
As horas pareciam não passar, mas eu sabia que você ia chegar.
E neste cenário de amor e paz, eu te esperava sem me cansar.
Na janela onde eu estava à brisa tocava meu rosto.
Eu fechava os olhos e sentia tua mão suave e quente me tocar.
Inesperadamente lá fora o ar começou a ficar pesado.
Mas o desejo de te amar, não me permitiu ver a tempestade.
Como num sonho o vento muda tudo escurece as estrelas desaparecem.
A lua deixou o lago sem brilho o doce ruídos do riacho agora
Correm com bravura, e águas escuras.
Tentei lutar contra á tempestade, e ir ao seu encontro.
Você sempre foi, mas nunca deixou de voltar, sempre esteve ao meu lado fazendo meus olhos brilhar.
Enfrentando a tempestade corri em tua procura.
Corri entre os campos agora frios e escuros:
Ironicamente o vento forte passa a tempestade cessa...
E você meu amor onde está?
Corro! Ate o riacho entre os lírios de sua margem.
Esse riacho que tantas melodias me expirou a tocar, agora levas
O meu amor para sempre nunca mais voltará.
Ajoelho-me em suas margens, tento desesperadamente sua mão segura é inútil, pois as doces águas acabam de te levar.
As mesmas águas que nos banhávamos, e muitas vezes em suas margens nos amávamos agora leva o meu amor sem nem uma piedade.
Agora só restam á lua e eu.

Foto de LillyAraujo

Dorme Peito

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Dorme.
Dorme peito.
Dorme um pouco para descansar
os olhos meus.

Dorme.
Porque a noite já vai alta
e estás ainda revolto e bravio como as ondas
que rebentam nas encostas.
Acalma-te!

Dorme.
Ficas tranqüilo e esperançoso do amanhã.
Que amanhã será melhor,
menos frio, menos vazio,
menos lágrimas, menos despedidas.

Dorme.
Dorme e sonha meu peito.
E deixa que os sonhos se descortinem
e revelem o dourado das relvas
os azuis do céu e mar,
e a paz de gaivotas a voar.

Dorme.
Dorme peito, que logo passa a tempestade.
Breve cessam os estrondos dos trovões,
e o medo da solidão.

Dorme.
Dorme em paz peito
Amanhã será um novo dia.
Amanhã...

© Por Lilly Araújo-Direitos Autorais Reservados.

Foto de LillyAraujo

Sem Pressa

Ah, eu estou me sentindo meio descrente da vida, sabe? Com meu corpo sedentário sobre a cama por horas a fio, e já quase atrofiando a alma.

Estou com vontade de fugir de tudo que é urbano. Esquecer os fios conectores, o Bluetooth, Ipods, ou qualquer coisa que tenha teclas, ou telas, ou façam qualquer som frenético. Vontade de deixar esse mundo que se tornou tão aflito, e que tem sempre muita pressa. Onde tudo é manejado por um apertar de botões. Meus ouvidos estão feridos!

Estou com sede de terra molhada, de sentir o aroma de grama amassada, de formiga esmagada, enquanto o único som que se possa ouvir seja dos pássaros lutando no ar, numa dança de acasalamento, paz e alegria; que seja o som das cortadeiras picotando suas folhas e marchando por entre os trieiros, como se fossem soldadinhos; que seja o som dos estalidos dos gravetos que se desprendem das árvores ou do bico das passarinhas que ajeitam maternalmente o ninho dos seus filhotinhos. Quero ouvir o som das águas batendo contra as pedras e fazendo esculturas infinitas.

Quero adentrar-me no rio e me deixar levar pelo seu leito tortuoso, e sentir a água me abraçar, e a brisa me acariciar. E ir percorrendo o seu caminho sem pressa. E ter tempo de observar o céu azul claro, e uma diversidade de aves cortando o seu espaço, todas leves e belas, alheias ao meu observar. E sentir o sol bater intermitente no meu rosto, entrecortando os ramos das matas ciliares que circundam o rio onde meu corpo bóia, como uma pluma, feliz!

E assim continuar percorrendo juntos às águas, caminhos que eu nunca conheci, até que o dia seja noite. E sentir agora os dedos enrugados, e o bater das minhas mandíbulas pelo frio do rio, e isso também me deixar feliz.

E me refugiar depois em uma das margens. Jogar meu corpo na areia e ficar inerte. Observar cuidadosamente que o céu trocou sua roupa anil por saias alaranjadas, que pouco a pouco vão se tornando azul turquesa, e salpicos como lantejoulas vão lhe sendo cosidas, em forma de estrelas.

E no frio acolhedor da areia me deixar ficar um pouco mais, e notar que os sons também se transformaram. Agora, o bater das asas dos pequenos passarinhos silenciou. Dormem aconchegantes em seus galhos e ninhos. E as cortadeiras também foram descansar. Ainda estalam os pequenos gravetos que se desprendem, e o som das águas escultoras também continua o mesmo. Lentamente os anuros começam a reger a orquestra do anoitecer: sapos; pererecas e rãs, “gritam” e saltam desenfreadamente, como se quisessem alcançar os pirilampos piscantes pregados à grande teia que é o céu, e assim, comer uma a uma, cada estrela.

Estou com sede dessa paz que há muito não sinto. Estou com medo de jamais torná-la a sentir. Presa na cadeia Cidade-Grande, onde os sons são sempre de botões, buzinas, palavrões e, acima de tudo, de pressa. Muita pressa.

© Por Lilly Araújo-Direitos Autorais Reservados.

Foto de airamasor

Um anjo em mim....

Se os teus olhos não fossem tão belos
e a noite não se tornasse tão clara,
andaria confusa, sem sentido algum
pelas ruas desertas dos sem rumo.

Noutra altura, que não esta, pássaros voavam
graciosamente sobre o teu céu de pétalas
e os Zéfiros, incansáveis, belas melodias tocavam
nas clareiras esquecidas por entre as frestas,
de onde sorrateiramente fugiste.

Todo o império do Paraíso ruiu na escuridão,
pois de lá te esgueiraste para o meu coração
e desde então, toda a poética de viver Só
deixou de existir, porque a companhia de um Anjo
em mim se fez sentir…

(Aira, 02 de fevereiro de 2011)

Foto de betimartins

Quem és tu! Amor?

Quem és tu! Amor?

Quem és tu! Que chegas sem avisar
Sem pedir licença e identidade...

Quem és tu! Que raiaste o dia em mim
Partindo minha alma ao meio...

Quem és tu! Que me despes sem preconceito
Desnudando minha intimidade ao limite...

Quem és tu! Que deixas baralhada, desatinada
Quando em mim, vens com todo o teu desejo...

Quem és tu! Que fazes disparar meu coração
No auge da paixão, do desejo, onde tu me acalmas...

Quem és tu! Que vens da outra dimensão
Para baralhar meu caminho, minhas decisões...

Quem és tu! Que me deixas a escrever sem limite
Poesias, hinos, reflexões, contos e canções...

Quem és tu! Que inspiraste o pobre Luís Camões
Deixando-o vivo na sua escrita, na sua grande paixão...

Quem és tu! Que fazes ficar com as pernas bambas
Rendendo-me ao teu mais alto poder, as asas da paixão...

Quem és tu! Que me acordas com luz do dia, beijando
Falando palavras incompreensíveis ao desamor...

Quem és tu! Que transmutes a alegria da vida, vivida
Que dentro do ventre materno, cresce e avança a tua vida...

Quem és tu! Que trazes o manto de luz, o manto do aconchego
Que fazes a noite descer e travar as trevas da solidão e podridão...

Quem és tu! Tu quem és afinal? Serás! O Céu, as estrelas ou o Sol?
Serás! O silencio da alma incompreendida, alma sedenta ou até faminta...

Há! Afinal eu descobri quem tu és, é o Amor, o Amor tão falado
E foste tu que me derrotaste, foste tu! Tu Amor e agora? Que eu faço?

Que eu faço Amor? Que eu faço para que nunca vás embora de mim?
Há! Descobri, vou também te colocar amarras a ti e nunca mais vais embora....

betimartins

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