Oculto

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

* O OPOSTO DO MEU SER...*

*
*
*
*
Quanto mais opostos,
Mais dispostos a amar,
Dispostos a se entregar,
Dispostos quebrar regras.

Por sermos opostos,
Ficamos mais curiosos,
Mais sedentos a esse amor
Que querem nos proibir.

Não me culpo por gostar
Desse alguém que se põe
A mim se entregar.
Só porque vivemos
Em mundos opostos?

Quanto mais ele vive,
Em mundo oposto o meu.
Quero trazê-lo para viver no meu.
Quanto mais, nos impedem
De nos amar, mais quero
Contigo ficar, e te amar.

Quanto mais longe,
Mas bate o coração
De dentro dele ninguém tira,não!
Ele é cigano, forasteiro.
Eu sou a dama vivo em castelo.

Mais o quero, a todo custo
Quanto mais proibições
Mais aumenta a tentação
Quero-o com ele estar.

Ele é meu outro lado oculto.
O oposto do meu ser...
O qual amo e quero viver...
Passarei com ele oposto ser...

*-* Anna A FLOR DE LIS.

Foto de Joaninhavoa

ASSIM COMO É O TOQUE... (ASSIM É A DANÇA...)

*
*
Palavras são palavras e às vezes
nem sabemos porque as estamos
a escrever!
*

É uma força tamanha uma energia
vital
Que acompanha esta escrita um desabafo sem igual
Oh que pena, do rio oculto e do frio amanhecer
Oferto singelos versos que te irão aquecer

Meus poemas falam sòmente do Homem e da Mulher
Mas falam também do violino e da viola
Fundidos na magia que a vida requer
No andamento concorde ao ritmo que vigora

A viola de sons rugosos e avinagrados
O violino de frequências agudas e cortantes
Composição em perfeita melodia harmoniosa

E nós temos a perícia que faz parte da arte do amor
E não carece de movimento no arco instrumental
Irregular! Abraçaremos o zénite

Juntos...

JoaninhaVoa, In " O Meu Amor"
(05 de Junho de 2008)

Inspirada no poema,
"POESIAS SUAVES COMO
MELODIAS", de Dirceu Marccelino

Foto de Cecília Santos

MEU DIÁRIO

MEU DIÁRIO
:
:
:
Meu confidente e amigo.
Somente diante de ti, consigo
desnudar a minha alma.
Retiro o véu, de ti nada oculto.
Sutilmente desvenda os
meus mistérios.
Vasculha todos os meus recantos.
Toca-me docemente, encorajando-me,
a confessar-te meus desejos e anseios.
Diante de ti, foge-me o raciocínio lógico.
Devaneio, e um emaranhado de
sentimentos vem à tona.
E te confesso coisas, que nem a mim
mesma ouso confessar.
Diário, amigo sincero.
Companheiro de todas as horas.
A ti confio minhas alegrias, meu riso.
A ti falo de minhas dores e tristezas.
Só a ti conto meus contos,
Minhas mazelas,
Meus percalços.
Meus mistérios,
Meus segredos.
Minhas queixas.
Diário meu querido diário.
Quando me fores, tu ficarás.
E minha história tu terás.
Escrito com as mais sinceras palavras.
Que um dia do meu coração saíram.

Direitos reservados*
Cecília-SP/06/2008*

Foto de syssy

Um sonho de Saudade

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.
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É assim que sinto sua falta,
Procurando essa imensa e vazia
Causa, nas alvoradas da manhã e
Sussurrando nos sustos da noite vou
Contando as estrelas, procurando na
Fronde calma da bruma, tua relva
E branqueada face de anjo dos sonhos
Meus.
Dizer teu nome, afrontar os deuses.
Sonhar profundo, viajar no mundo
Dos teus olhos azuis, avaliar o tanto
De amor no meu suspirar oculto.
E nos brilhos,
Nos ruídos,
No acalento profundo.
Adormeço e volto a sonhar.

.
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Foto de Joaninhavoa

Vendada

Eu só canto
Em tua honra
Eu só escrevo
Por minha vida
Pois mais nada
Eu sei fazer
Na hegemonia
Do dever ser!...
Oculto linhas
Em profundezas
Geram frutos
Lindos maduros
Esperai pr`a ver
Obra esmerada
Com paciência
Estrela vendada
Olhos enxergados
De prazer…
E dever ser!...

JoaninhaVoa, “In Vidas”
(2008/03/10)

Foto de JGMOREIRA

CARTAS DE AMOR II - O escrevedor

Homens tristes, olhos encovados
Faces macilentas, noites de segredo
Andando pelas ruas atrás de cigarro
Que o acompanhe em seu desterro

Ritual de amor oculto nas trevas
Coração, chaga que não fecha
Passo a passo pelas alamedas
Que nada dizem à alma cega

Cavoucando guardados enterrados
Sob toneladas de papéis envelhecidos
Antiguidades que nada têm de raro
Querendo reviver o há muito esquecido

Depois de cumpridos todos os ritos
Senta-se no quarto em brasa
Convoca deuses esquecidos
Inicia com floreios uma carta

Carta de amor se escreve à noite
No silencio das rodas da lembrança
Erguendo as costas do açoite
Permitindo-se ares de bonança

O coração se acalma da arritmia
As mãos tornam-se rochas milenares
O rosto se abre em repentina alegria
Tendo a sombra amada por companhia

A carta de amor faz bem ao remetente
Mas mais bem faz a quem a remete
Que amor que é amor é amado sempre
Retirando os amados do mundo dos ausentes

Não importa quem a receba, ou quando
O importante é que se a escreva com amor
Mesmo que voltem, voltarão amando
Mesmo que entristeça o escrevedor

Carta de amor, quando o amor é amado
Com muito cuidado, escreve-se à mão
Para que chegue cheia de bordados
Para ser guardada dentro do coração

E um dia, quando for hora de abandono
Será a carta de amor que trará algum sentido
Fará com que uma lembrança seja sonho
Para viver mais um dia pelo amor um dia vivido

Escrevo cartas de amor todos os dias
Mesmo que seja para não serem lidas
Mesmo assim as escrevo todos os dias
Que declarar amor é o que salva a minha vida.

Foto de VenOon

Arrependimento Passional

Trago na alma o sorriso desolado
Forçado, por consequeências cometidas.
Por tanto lutar já me sinto fraco
Podedo produzir esperanças sofridas.
Desprezei por tanto tempo,
Aquilo que me foi oferecido.
A mácula promovendo o desalento
De todos os presentes, esse foi o mais querido.
Como um néscio, assim eu agir.
Representei erros passionais
Por não enxergar o seu amor puro,
Devorei de forma estulta a nossa paz.
Hoje meu coração respira ares soturnos,
Lembrando dos atos perversos, aumenta a mancha.
Caminho com meu espírito noturno,
Tentando recuparar de volta a chama.
Era uma chama, forte, viva e acesa.
Que graças a minha morbidez conseguir apagar.
Como fui tolo, a ponto de ocultar
O amor que agora peço que transpareça.
Me preocupai com o que estava longe e oculto,
Não notei o que estava mais próximo e visível
Formulei a chaga que devastou o meu mundo,
E essa doença a dor é inexaurível.
Com vilipêndio tratei o que me dera;
Tentar resgatar, talvez seja tarde.
Trago no peito o ego ferido que arde,
E me consome como calor a primavera.

Foto de andres rodrigues

Uma visão do passado

Uma folha branca,
Um pensamento perdido,
Uma palavra solta,
Um olhar esquecido,

Uma frase escrita,
Numa alma perfeita.
Um deseijo oculto.
Uma paixão desfeita.

Uma vida de criança,
Uma sombra solitária,
Um coração vagabundo,
Uma históría de fadas.

Um pássaro livre,
Um destino traçado,
Uma vitória sofrida,
Um fim indesejado.

Uma voz divina.
Um grito no céu!
Um ser sublime,
que neste mundo nasceu...

Foto de madim_shakur

a vida.......

a vida é ingrata
desde a partida
a vida é ingrata
até na despedida

vivemos cada dia
como se fosse o ultimo para que?
para sabermos que a perda é total??
que nao deixamos marca????
para sofrermos ainda mais na despedida???

nao vale a pena viver a vida
para no fim nos arrependermos
de ter dito que sim em vez de nao
para que??
nao podemos voltar atras para redimir os erros.
a chance é so uma e porque a perdemos???

sou infeliz é verdade. e como oculto essa infelicidade???
é facil, fingindo o contrario.

Foto de Carmen Lúcia

Jesus Cristo dos Shoppings

As ruas das cidades engarrafadas,
Criaturas com embrulhos, de sacolas carregadas,
Num corre-corre pra lá e pra cá, agitadas,
Surpreendem-me, exasperam-me, atropelam-me...
Será esse o espírito de natal?
Levando as pessoas, ou por bem ou por mal,
A competirem...satisfação pessoal,
Por uma vaga de estacionamento
Num Shopping Center Magistral?
Numa explosão de fúteis sentimentos,
Extirpando valores, preciosos bens sociais!
Contemplo abismada o óbvio discrepante,
Imagino formigas gigantes em escadas-rolantes,
Em zigue-zague, buscando futilidades...
Cidades modernas, viadutos arqueados,
Amplas avenidas, reluzindo nos megawatts,
Tudo reluz, tudo conduz ao desejo assoberbado
Do poder de aquisição, de exposição, de ter e nada ser.
Soam as doze badaladas!
É Natal! Jesus nasceu !(E morreu!)
O trânsito congestionado é testemunho cínico
De um povo congelado, sentimentos flagelados,
Com a comprovação de meu olhar profundo e clínico.
As lojas estão cheias e os templos vazios
(Mesmo os que habitam em nós)
De orações, de devoções, de boas intenções...
Hoje o Natal foi destituído,
Por um termo genérico substituído...
A essência que outrora comemoramos
Trocada por "Festas de Fim de Ano..."
Nada mais é como era antes,
Das vendas, Cristo é um estimulante.
E às crianças famintas(mas esperançosas),
Assustadas pela violência...O que dizer?
(Recomendo a consciência, para esclarecer)
Após a ceia farta e amigo-oculto...
Feliz Natal ou Boas Festas?
Que belo indulto!

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