Perda

Foto de Minha_Historia

Ferias inesqueciveis

Grandes momentos
Dos quais só de lembrar aceleram o coração
As melhores férias de todos os tempos
Começo explosivo e nossos corpos em ebulição

Como de costume numa sexta feira sai com destino certo
Você me esperava mais uma vez, tão linda.
De coração aberto
Pronta para amar e ser amada

Não conseguindo segurar o desejo
Veio logo aquele maravilhoso beijo
Sem perceber nos entregávamos novamente
A mente já não controlava nossos corpos ardentes.

Há que loucura
Mais aquela altura não tínhamos mais medo
Mesmo em segredo
O sentimento falava mais alto

Sem perda de tempo
Chegamos e nos entregamos
De corpo e alma
Nos amamos.

E como se fosse à primeira vez
Inevitavelmente me entreguei e você me amava
Meu corpo no seu se encaixava
Enlouquecida abusou de mim, se apoderou e fez.

Insano subi para outro plano
Flutuava enquanto você
Explorava meu corpo
Me deixando louco

Com o coração acelerado
Desesperado me entreguei , caindo em seus braços
Que abraço gostoso
Que beijo delicioso.

Há menina, mulher
Que encanta e fascina
Astuta essa leonina
Consegue tudo que quer

E numa overdose de prazer
Se satisfez e como só você faz
Transformou-me em uma fera
Que urra e depois senti uma paz.

Foto de Siby

Nossa história

Faz tempo que nos conhecemos,
Sei que faço parte de sua história,
Onde tem alegria, perda e vitória,
É um livro que juntos escrevemos.

O final do livro nós desconhecemos,
Em contos de fada, sempre se viveria,
Felizes para sempre, que bom seria,
Doce ilusão de um livro que já lemos.

Com lindas flores o livro enfeitamos,
Que contém páginas com nossa história,
E os principais personagens nós somos.

Para recordar, o nosso livro abriremos,
E iremos ler nossas páginas da memória,
Com aventuras mil, que juntos vivemos.
(Siby)

Foto de Jardim

algo se quebrou no universo

algo se quebrou no universo e sombras emergem da carcaça do mundo com a incessante enunciação de um espaço vazio. eterna e triste é a noite, esse território onde me vejo apátrida, refugiado, imigrante, deslocado. sob o signo do improvável minhas fronteiras são traços arbitrários criados por tua partida, limitados pela imprecisão daquilo que me resta por viver. compulsoriamente recebi de ti outro itinerário, outra viagem, outra existência, que perpassam a simetria da ambiência que foi tua. estranhamente tu permaneces, acima do tempo-espaço, tuas antigas mensagens suturadas ao mutismo da minha boca. como se tivesses abolido os calendários e os relógios, como se o que vivemos não possuísse mais existência concreta, ambos metamorfoseados em seres abstratos. na fuga ininterrupta deste pesado cenário em dissolução, a contínua convulsão enquanto percorro distâncias intermináveis sem outro objetivo definido a não ser a sobrevivência. sem mapas ou direção, sem me comover, acompanho surdamente a paisagem. procura e perda, presença e ausência: estranheza ao lembrar a textura de tua pele, os teus argumentos e os meus enganos. resta esquecer teus contornos, esquecer ferida e cicatriz. esquecer os lugares que compartilhamos. esquecer teu instinto, o espaço que ocupavas, teu toque. esquecer cada vértice de sentido em nossas histórias e me atirar à desordem das procuras e dos encontros possíveis.

Poema do livro Crônicas do Amor Impossível
a venda em http://sergioprof.wordpress.com
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Foto de Valeria Sampaio

Não aguento mais

Não há dor que seja suportável, mesmo que necessite tirar um pedaço de pele ou pouco sangue.
Que doa mais que a perda do amor, uma pessoa que refletia em você a essência do sentimento de forma natural e intensa,
viver só não será o melhor meio de sentir feliz quando com você fazia todas as estripulias e nos divertiam muitos.
Viver sem estar com você
é quase um suicídio
é horrível, mas saberei me conter.
Que seja rápido essa dor,
Que não me cause danos,
Que eu saiba conviver sem a sua presença
E que Deus me dê paz num momento tão conturbado e sofrido.
Como dói te perder.

Foto de William Contraponto

Duais

Alguns já foram embora
Sem terem encontrado direção
Nem mesmo a tempestade professora
Abriu suas mentes e visão
Sobre a dualidade construtora
De seres, perfeição
De deuses, criação.

Depois da tempestade o sol apareceu
E até pareceu tão lógico
Como desvendar truque mágico
Após encerrar a apresentação
Nem infernal, nem tanto ao céu
Para o universo é vital
Todo processo dual.

O que seria
A direita sem a esquerda?
A escuridão sem a luz?
O que seria
O ganho sem a perda?
O santo sem a cruz?

Alguns já foram embora
Sem terem encontrado direção
Nem mesmo a tempestade professora
Abriu suas mentes e visão
Sobre a dualidade construtora
De seres, perfeição
De deuses, criação.

Depois da tempestade o sol apareceu
E até pareceu tão lógico
Como desvendar truque mágico
Após encerrar a apresentação
Nem infernal, nem tanto ao céu
Para o universo é vital
Todo processo dual.

O que seria
O ponto sem o contraponto?
Positividade sem negatividade?
O que seria
A verdade sem o confronto?
E a unidade sem dualidade?

Foto de Paulo Gondim

Saudade fria

Saudade fria
Paulo Gondim
17/11/2014

A inquietude de meu pensamento
O pulsar acelerado de meu peito
Um sonho desfeito
Um descontentamento

São assim meus dias sem ti
A lembrança boa de teu beijo
O despertar de meu desejo
De tudo que contigo vivi.

As noites são longas e o frio doído
Me fazem perder o sentido
E o sono não vem
E meu pensamento foge
Viaja por estanho caminho
À tua procura, sem fim
E me vejo mais uma vez assim
Desoladamente sozinho

Aí, me vem a lembrança de teu sorriso
Que me levava ao céu, ao paraíso
Quando me envolvia em teu abraço
Me fazia esquecer o cansaço
Era tudo o que tinha e agora preciso

Mas tudo acabou e você partiu
Um adeus frio e curto se ouviu
E seu vulto apagou-se na curva do rio
E me restou a mágoa, a dura realidade
A perda sem qualquer possibilidade
De reaver seu amor, sua companhia
Me restou apenas a saudade dolorida e fria

Foto de Miguel Duarte

Encerramento do Site em Outubro 2014

Olá a todos,

Escrevo este texto com alguma tristeza, pois foram muitos os anos em que estive envolvido neste projeto. Acompanhei o seu crescimento, mas também nos últimos tempos, com a nova realidade das redes sociais, a sua perda de utilizadores regulares.

Tinha planeado há algum tempo fazer um upgrade ao site, pois a versão anterior tinha já grandes problemas de manutenção, e estava desatualizada face às novas realidades. Contudo, após análise das circunstâncias, cheguei à conclusão que os investimentos de tempo e dinheiro necessários para colocar o site novamente num patamar competitivo, dificilmente compensariam, dado que o site, com o descréscimo de visitantes e alterações ao nível do investimento publicitário, é já desde há algum tempo, deficitário (as receitas não compensam o servidor que é necessário para manter o site).

É por isso que com muita tristeza, a decisão não foi fácil, anuncio que irei encerrar o site após o término de Outubro de 2014. Até lá, solicito a todos os poetas que guardem todos os textos que desejem manter e para os quais não tenham eventualmente cópia nos seus computadores.

Publicamente, agradeço a todos os poetas que contribuíram para este site ao longo dos anos, com a sua mestria e dedicação. Espero que guardem lembrança de todas as amizades e laços que se criaram no site. Deixo também um especial obrigado à Fernanda Queiroz, que quase desde o início me apoiou como formalmente coordenadora, mas que foi na realidade uma das almas do site!

Dado o anunciado encerramento do site, não irão até Outubro de 2014 ser aceites mais registos no mesmo.

Miguel Duarte
Webmaster do poemas-de-amor.net

Foto de Gil Camargos

LIBERDADE

“Hoje decidi abrir as correntes do passado que me aprisionavam. Decidi escrever uma nova história, quero desfrutar da leveza que a vida oferece a cada amanhecer. Reconheci que viver do passado é perda de tempo, tira nossa visão de infinitas e maravilhosas possibilidades que se despontam a cada dia... Hoje decidi mudar... não mais viverei de recordações tristes, vou viver de fortes emoções. Deixar o coração vibrar, sorrir e amar. Ah! como é bom livrar-nos das escamas que limitam nossa visão!” Gil Camargos

Foto de LordRocha®

Sussurrar da solidão.

Como explicar as coisas inexplicáveis do ato de viver;
Como idealizar os momentos inesperados do sofrer;
Como afirmar aquilo que se mostra mas não aparece;
Estar só e com vários monstros a incomodar;
Estar em meio a multidão e simplesmente se sentir só;
Buscar o que gostaria de encontrar sem poder se achar;
Achar o que não procura e não encontrar o que precisa;
Estar cheio do que dar e vazio do que se necessita;
Chamar a atenção por não ter atenção almejada;
Lembrança do esquecido, ausência do que se viveu;
Esquecimento do bem viver, pela presença do sofrer;
Sofrer que saí do âmago, transpira pelos póros;
Solidão que não abandona, mas que causa abandono;
Ver o lindo sem enxergar que é lindo pelo simples existir.
Alegria presa pelo cárcere da ausência perdida;
Perda imensurável do que não se pode mensurar;
Como explicar as coisas inexplicáveis do não viver;

§corp¥on®
06 Maio 2014

Foto de Anderson Maciel

SEM CORAÇÃO

Olhe para mim,
Veja minha dor...
Sofrendo vou vivendo
Sem amor, sem amor.

Caído em amargura,
Eu vivo lamentando
Pela vida que vou levando
De perda e ilusão.

Inundado em tristeza
Já decaído e sem beleza
Vou seguindo essa dureza
De viver sem coração. Anderson Poeta

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