Razão

Foto de Delusa

Cega Evolução

Descontentamento, tristeza e dor
Sinto-a por esta simples razão
Se cada ser humano é um irmão
Porque não há entre nós verdadeiro amor?

A ganância cega-nos o temor
A ninguém estendemos a nossa mão
Maus filhos tiveste tu, pobre Adão
Vê esta irmandade que é um horror

O filho hoje o pai não conhece
A virtude de outrora vai morrendo
A palavra "honra" já não existe

Nesta civilização a moral desaparece
Velozmente a maldade se vai desenvolvendo
E por esta cega evolução me sinto triste

Delusa

Foto de imaginação

Mar de rosas.

Não há perfeição
um relacionamento pra que sejas no mínimo duradouro e necessário manter o equilíbrio entre a emoção e a razão.A maneira mais racional de acreditar no futuro a dois é que não existe mar de rosas.Contorne os amores ditos platônicos, não exceda no romantismo e dose as amarguras.

Foto de Maria silvania dos santos

Hum momento de reflexão

Hum momento de reflexão
_ Sabe, eu quando estou trite ou me confundindo com a tristeza, as vezes me conecto com a solidão e a pergunto, porque tanto machuca nosso coração?...
E ela com sua voz de silêncio, comunica a sua razão; Solidão não és tristeza, é apenas um momento de reflexão, é tempo de dispor do nosso coração, aquilo que não tem valor, é um tempo para nós mesmo, é tempo de renovação!..
Autora; Maria silvania dos santos.

Foto de CarmenCecilia

POEMAS

MÃE...

MÃE TEU AMOR TERNO...
E QUE PARA SEMPRE É ETERNO...
MÃE, TUA VIDA...
FOI DOADA... FOI NOSSA VIDA...
MÃE ABENÇOADA...
MÃE...
ENSINANDO A CAMINHADA...
MÃE...
VOCÊ SEMPRE FAZ...
E DE TI SE DESFAZ...
POIS TI É DOAÇÃO...
O CORAÇÃO É TUA RAZÃO...
MÃE...
APAZIGUADORA
GUERREIRA...
DE TODAS AS LUTAS
E LABUTAS...
MÃE...
EM QUE TUDO NÃO É DEMAIS...
SEU AMOR É INSTANTÂNEO...
É CONSTANTE... É NINHO...
É FASCÍNIO...
MÃE...
CONSTANTE ENSINAMENTO...
MÃE...
SURGIMENTO...
MÃE...
ENCANTAMENTO...
PARA SEMPRE...

CARMEN CECILIA
23/07/2013

Foto de Mitchell Pinheiro

Tão distante por um milímetro

A mente robotizada de uma rotina fria
Alimenta o medo do que é bom
Chama de loucura bela fantasia
Silencia o desejo e abafa o som.

O pensamento perdido de uma noite vazia
Condena o perjúrio da insossa formalidade
Sendo desnecessário momento de agonia
Se a razão é mentira e a emoção é verdade.

Quando o silencio solitário me conduz ao exílio
A mente condena minha sensatez
E se me toma como louco por evitar martírio
Então renuncio minha Lucidez.

Foto de Carmen Lúcia

Como uma águia

Dou-me a uma pausa.
A canção já não consegue encantar.
A música destoa na pauta.
É preciso parar e refletir,
repensar para seguir.
As palavras já não fluem certas.
Quebram-se, desconexas.
A razão se mostra emocional,
a beleza se funde com o trivial.

Os passos se confundem na trilha incerta
que já não comporta meus sonhos parcos,
despojos guardados num barco prestes a naufragar...
O saber me neutraliza. A ignorância é concisa.
Permite-me repousar.
Pequenas mortes fazem-me recuar
e poetizar tristezas
choradas em meu acervo sentimental.

Meu voo é rasante, aquém do normal.
A vida não pode parar.
Feito águia, recolho-me ao ninho.
Entro em processo de renovação.
Desfaço-me das penas, dilaceração,
fardo pesado de lamentação,
das garras que se me fixam
detendo-me no mesmo lugar.
Esqueço o tempo, persevero e espero
o momento certo de continuar
e pra bem alto, voar.

_Carmen Lúcia_

Foto de Rosamares da Maia

Medidas do Amor

Medidas do amor

Quanto eu te amo? Não sei.
Só sei amar sem medidas.
Do que sou capaz por ti?
Não sei. Sei somente que sou.
E somente amo, sem limites.

Sei que teu silêncio é minha dor.
Tua indiferença meu desespero.
Teu olhar dia, claridade, luz.
Não sei de razões ou sentido.
Sei de amar este amor.

Querer-te incondicionalmente.
Quem ama é porque ama.
E essa é toda a razão.
Somente faz sentido sentir.

É tudo simples assim:
O amor preenche a vida
Não amar esgota, esvazia.
Amor abraça e afaga.

Não amar é frio sem esperança
Corpo na busca solitária de calor
Amor é prumo dos sentidos.
Solidão é deserto entre tempos.
Angustia oprimindo o espaço

Quanto eu te amo?
Não sei, nem o quero saber.
Vivo toda a vicissitude do amor.
Vertendo sorrisos e lágrimas.

Bebendo das alegrias e tristezas,
Tolices e artimanhas de amar.
Somente sei amar sem medidas.
Com a pele toda exposta ao sol.

Rosamares da Maia – 12 de julho de 2013.

Foto de Carmen Lúcia

Liberdade tardia

Liberdade tardia

Quantas vezes perdoei...
Mais que setenta vezes sete.
Quem sabe a alma se abastece
e nunca mais venha a sofrer.
Dei minha cara à tapa
sem sequer contradizer
as vontades que preponderaram
e por longo tempo vi prevalecer.

Calei minha boca em consentimento
mesmo com um não na ponta da língua
a explodir a qualquer momento
podendo até reverter minha vida
alterando o argumento.
A covardia e o medo se infiltraram em meu peito
e mais uma vez o não se calou, rejeito.
Mantive o disfarce colado a minha face
e a irrealidade projetando o que não era,
o que não quisera, o que não condissera com a verdade.

Oportunidade perdida não volta atrás.
Mas o tempo é borracha. Apaga e volta a escrever.
Reinventa enredos .As emoções já vividas
deixam o palco e num canto qualquer, vão morrer .
O perdão não tem mais razão de ser.
A história em questão muda o contexto,
os capítulos se compactam, pedem fim,
a mágoa até então guardada, jaz isenta desse texto.
A liberdade concedida passa bem longe de mim.

Feito um pássaro cativo diante da gaiola aberta
sem saber o que fazer, sem ter para onde ir.
Alça um voo rasante, itinerante sem destino.
Retrocede ante a dubiedade dos caminhos...
Tem nas mãos o livre arbítrio,
mas não no cerne o desejo que impele.
A liberdade interior que o libere.

_Carmen Lúcia_.

Foto de Carmen Vervloet

Luz de Deus

Luz do sentir,
do entendimento,
pressentimento,
intuição,
benção de Deus,
razão de viver,
crença na vida,
justa medida!
Acolhimento terno
a envolver o próximo,
amor, abraços,
calor, oferta,
o que de melhor,
sentimento maior
sem espera de retorno...
Luz da sabedoria,
decisão
nas encruzilhadas...
Luz energizada,
magia do universo
que vem de Deus,
me faz sorrir,
me faz feliz,
esperança e crença,
belo porvir,
alegria indelével,
alvor de cada aurora!

Foto de Rosamares da Maia

CONFISSÃO

Confissão

Somente por você confesso em versos,
Os desvarios deste amor sem medidas,
Este amor que dizem já não mais existe.
Como não, se está aqui em meu peito?

É meu. Transpira-me por todos os poros,
Exalando o odor dos amantes ansiosos,
Sobreviventes à deriva da própria história.
Nada temo e nada nego. Quero mais.

Eu quero cada minuto desta nossa história.
Da vida em looping sem poder controlar,
Deste sentimento que não consigo estancar.

Quero as incertezas das tuas ausências,
As alegrias e presentes das tuas chegadas.
Sentir quanto os teus braços são fortes,
E que o meu corpo tem a tua medida,

Que teu abraço me estreita, aperta e sufoca,
Mas que sem ele sou folha solta ao vento,
Ar que respiro sem sentido de viver e razão.

Só por você volto a confessar nestes versos,
A música que canto pela manhã é teu nome,
E em cada nota desta letra eu digo – te amo.

Rosamares da Maia

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