Sangue

Foto de Joaninhavoa

SONHOS D`CARACOL...

*
em forma de...
*

Sonh`meu sonh`teu
Vai dizer àquela estrela
Quem sou eu

Uma nova sonoridade
Soa em mim o som da terra
Amada! Única amarra
Filtrada pl`o sangue diletante

Em minhas veias roxas
D`rouxinol e azuis
Como quando me possuis
Num levantar de cochas

Airosas...
Em forma d`caracol!...

Joaninhavoa
(helenafarias)
18 de Setembro de 2008

Foto de Teresa Cordioli

ENCONTRO FATAL...

Vida
Vida, são os dias
que correm
em direção à morte!

-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.

ENCONTRO FATAL
Deley
Baseado no poetrix VIDA de Teresa Cordioli
- . - . - . - . - . - . -
Vida, são os dias
que correm
em direção à morte!
- . - . - . - . - . - . -
Morte

Naquele inevitável encontro,
A vida com toda humildade,
Pediu uma oportunidade à morte;
A morte? Obvio, ignorou,
Não disse absolutamente nada,
Com uma impassibilidade desmedida,
Simplesmente abraçou a vida,
A vida? Coitada!!!
O que fez foi entregar-se calada,
A esse enlace consorte;
Como o sangue entrega-se ao corte,
Como a agulha entrega-se ao ponto,
Como o frágil entrega-se ao forte.

....terminaria ali esse encontro?

VIDA (réplica)
Teresa Cordioli

No abraço mais forte,
A vida tão frágil
Entrega-se à morte...e Sorri!
Mostrando aos vivos
Que a vida é passageira
Que a morte é a ponte certeira
Entre o físico e o metafísico (universo)
A vida quase sem forças
Pergunta à morte
- qual o seu nome?
Ela responde e nada esconde:
- Separação é o meu nome...
A vida ainda indignada...
Pergunta à morte o que ela veio fazer...
A morte responde:
- Vim te trazer uma coisa nova...
Chamada recomeço...
Paradoxo? __ Não?
A vida sem medo,
Continua a caminhada a cantar...
A morte indignada
De não vê-la chorar, pergunta por quê?
A vida sorrindo reponde baixinho:
- Estou acompanhada...agora vou viver!
Tudo o que fiz, foi só sofrer!
A morte insiste:
- Quem está com você?
A vida lhe diz: - A Esperança...
Essa você não a vê...
Só a vida é que a tem como companheira...
Aqui ou no além...
Sei que, só a vida tem...
Esperança de nova vida viver...

esse econtro termina aqui?

visitem: http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=14853
esse menino escreve muito.

Foto de sidcleyjr

Danielle

Suspeita falar da musa
Da rosa que tanto me embriaguei ao senti seu aroma
Tornou-me rotina levar eu nome a marte
A blindar todas as contradições e duvidas
Pular para contra o abismo
Sabendo que me davas o poder de voar
E sonhar obstinadamente.
Dei brilho à estrela em pro constelação
Esqueci da existência calorosa do sol
Do qual sempre no seu berço acolheu-me
E nunca roguei seu nome.
Musicas que declarei até hoje são tuas,
Danielle a garota do Brinquedinho.
Acompanhei sua doutrina
Apresentei-te ao Amor
Meu sangue como um tapete
Desintegrou as substâncias acidas à tua recepção.
A montanha de preconceitos desmoronou
Porém obtive o escudo que o Amor ofereceu como vantagem de principio.
Marcou teu nome no meu peito
Beijando lentamente meus lábios
E enfeitiçando com seu doce mel magistério.
Hoje estou conduzindo o quarto escuro
Ciente que sempre defendi uma abelha neutra
Aventurando minha colméia.
Tal que as semeações sempre se plantaram em frases brancas
Justificando que a evolução aconteceria ao elo do amor.

“Dizem que perder uma simples batalha, não consiste em toda a guerra”.

Nem disso precisou saber
Pois fui à ponte na dor mais constante,
Seu puro príncipe
Tem de sofrer simplesmente
Para contornar mais um de seus capítulos.

'Macro

coment.

Depois minha vida mudou completamente
Hoje estou escrevendo em pro disso
Ela vaga em casa de almas capitalistas
Vejo a musa todos os dias no colégio
Aparece tão longe como nunca...

a vida continua...

:~~

Foto de sidcleyjr

O dia macro

Especial
O amor
O abraço
A ternura
A criação e até mesmo a maquina.
Jesus Cristo
Oh vinte e quatro horas sagradas abaixo dele.
O comprimento do Paulo
O grande Jonas e as Eths de minha vida,
Rafaela não esqueço aquela
E o sangue vez ou outra aqui.
Amo tudo que me sorrir
E compreendo os que por mim,
Ninguém é de ferro.
Talvez admire todas as estrelas
O brilho e suas condições
E o presente Murilo Mendes
Nos roteiros de minha adolescência.
Minha pura consciência de amar
E ser rejeitado pelas musas
Sou feliz por não esquecer minhas raízes
O quarto escuro
Aquela foto ainda está...
E a noite de hoje agradeço Deus
Farto e saudável.

'Macro 22-08-08

Foto de sidcleyjr

Cansei de falar das musas

Viajei para outros mundos
Viajei a procura de avanços,
Encontrei um jardim de flores coloridas
Devotei meus olhos e alma às rosas
Que assediava-me com seu perfume
E o contraste do amor.
As rosas grandes egoístas
Belas alquimistas
Dementadores de consciência
Que orvalha o sangue do poeta.
O poeta foi assassinado
E reconhecido no terceiro dia
Trás as marcas no peito e nas mãos
Quase não escreve mais
Perdeu a pura inocência de amar
Ressuscita ao perdão de suas lágrimas
Tornando-se uma lembrança
Papeis antigos,
Cravados no baú esquecido no porão.

'Macro

Foto de caiosantos

Só Quero Amar

Eu vivo em um mundo de sonhos
onde meu Maior pesadelo é a realidade

Realidade essa de que eu não nasci pra ser feliz
muito menos ser amado, amado de verdade

É verdade que não sou amado como amo
mesmo assim nunca deixarei de amar como devo

Devo amar da melhor maneira possível
amar com toda sinceridade

Sinceridade é o que eu mais quero
Sinceridade é o que lhe peço

Peço que não me diga um "Eu te amo"
sem realmente me amar

Amar é o que eu mais faço
Amar é o que eu mas quero

Quero você aqui comigo
Quero você aqui me amando

Amando meu mundo fica completo
Amando tudo fica perfeito

O Perfeito não existe
É o que todos dizem

Dizem que o que passa em minhas veias
e faz meu corpo viver , é Sangue
no meu caso é diferente

O que passa em minha veias é amor
O Amor é vital para mim

Sem amor eu não vivo
Sem amor eu não existo.

(Caio Santos)

Foto de caiosantos

Como eu Poderia?

Como eu poderia deixar de lutar pela paz todos os dias
Se todos os dias pessoas lutam pela guerra?

Como eu poderia deixar de Sorrir
Se sorrindo eu consigo fazer outras pessoas felizes

Como eu poderia não Amar
Se metade de mim é amor e a outra metade tambem

Como eu poderia não Amar
Se o que eu respiro não é Oxigenio e sim Paixão

Como eu poderia não Amar
Se o que corre em minhas veias não é Sangue e sim Amor

(Caio Santos)

Foto de Joaninhavoa

PONTO VERMELHO...

*
PONTO VERMELHO...
*
Vermelhinho!
*
*

Hoje vou te flechar
e dizer
Que essa boina verde
d`esperança
E esse ponto vermelho
é uma força
Tamanha em que está seu
Ser

Nosso Ser e a nossa vontade
como marionetas
Colocamos nas mãos d`amor
o destino
Força superior à razão superior
ao desejo
Ponto vermelhinho sobre o verde
veredas

Únicas! Somos
Vermelho sobre o branco
Realidades no imaginário

Fecho os olhos para apagar
A máscara! E vejo uma lágrima
De sangue.

Almas ao céu no céu … já voando!
Joaninhavoa,
(helenafarias)

Foto de Stacarca

Eternidade...

Eternidade...

De sua perfeição incólume e parturejada beleza sidéria que meus olhos inunda uma sensação formidanda, que concede a meu coração cintilar idéias e versos que fluem da mais funda e estonteante diafaneidades d'alma, os teus olhos que me fazem enxergar o finito e infinito das retinas estelares de toda a Via láctea e além, a sua pele serena que faz-me sentir os arrepios e as estritas formas de cristais alados na qual toco em pensamento e pensamento na torre do alto fulgente. Teu calor que queima os cosmos de meu indefinido e evangélico cadáver onde no ceeo pinta de esmaltes da cor da sedução e esplendor os desenhos proibidos de nosso amor, o calor divinal de seu corpo que treme as balbúrdias de minha inspiração nas ardências de um desejo unicamente inocente, suas maãos que penetro a aura límpida e verdejante dos elísios que nem os Deuses são capazes de produzir na vida mortal e imortal, seus braços abertos na nirvana de meus anseios mais secretos de todas as perspectivas pérolas de seu olhar... Teus cabelos de um vermelhidão cor de sangue, o mesmo sangue que gradativamente entre translúcidos vestígios da grinalda de minha vida das veias de meu corpo, correm, passam... O mesmo vermelho do inferno e do azul do ceeo que ignoro na mais funda cortina do passado, presente e futuro. De sua voz prodigiosa que tem como çertos tons taaes florentes inimagináveis, como a da harpa de um homrroso anjo, como gramdes impulsos de uma arte que ainda não foi criada, o seu caminho de molher nobre, dama de meus sonhos, comsselhos d'minha arenosa vida, amante da mais vibração sonorizada, frêmitos soluços d'alma entre nervos que impressionam pela Ressurreição de sentimentos reais. Teu dia, tua hora, teu momento de arte, tua formosura magnólia das magnólias da eternidade excelsa, colorida de côres luxuosas e largas onde o rubente se sobrepõe além e além dos rubis valentes e de suavidade, nas brumas dos mistérios em caravana com a verdade e mentira, tua vida e minha vida no enternecimento do amor, este que fosforeia sensualmente como as danças religiosas da religião inexistente, do tamanho do incalculável, do restante da vida de Deus e Satanás. Tu que compõe a vida e glória a ser conquistada por mim, tu que nos sonhos reçebe o carinho deslumbrado e oscilante, do alto na noute e dia observo a frescura das saliências a serem tocadas, na elegância do tal amor em pelúcia suprema onde busco o eflúvio de seu ser, a hora cabalística da morte. Pois amar assim é o côncavo da vida, onde componho meus versos a ti hoje, amanhã e até o fim. Te amo.

Stacarca

Foto de Carmen Lúcia

Eu, o Poder!

Cala-te, poeta!
Teus sonhos altruístas e liberais,
Ameaçam os meus, consumistas e colossais;
Tuas atitudes certas imbuem-se de gritos de alerta
Às minhas, duvidosas e incorretas...
Teus vôos inusitados e abrangentes
Podem estimular muita gente
A quebrar correntes...Liberdade aparente!
Vôos incoerentes a uma inverdade existente.
A luz que irradias, ameaça clarear caminhos,
Que quero manter em vão...na escuridão.
Tua essência põe em risco toda a abordagem da embalagem,
Roubando-me a prepotência, a persistência...
O teu lirismo contagiante carrega multidão adiante,
Mudando seu pensar...
E eu não quero vê-la dissipar.
Tua poesia é como um escudo salvador,
Livrando-te a alma do poder avassalador...
Tua sensibilidade me acovarda, me amedronta
Ao quebrar o gelo da sociedade que me afronta...
Teus anseios pelo fim das desigualdades
Ferem meu egocentrismo, minha vaidade...

Enfim, cala-te, poeta!
Não destruas meus castelos construídos
Pelo suor, sangue e dor
De um povo pacato e sonhador!

(Carmen Lúcia)

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