Sempre

Foto de buU

ao teu lado **

Ao teu lado quero ficar
pois tenho o meu coraçao a arder
Lembrate que para sempre vou te Amar
És a razao do meu Viver

É de ti que eu sempre vou Gostar
E amar ate´ morrer
TU para sempre no meu coraçao vais estar
ACONTECE O QUE ACONTECER !!

Foto de buU

ao teu lado **

Ao teu lado quero ficar
pois tenho o meu coraçao a arder
Lembrate que para sempre vou te Amar
És a razao do meu Viver

É de ti que eu sempre vou Gostar
E amar ate´ morrer
TU para sempre no meu coraçao vais estar
ACONTECE O QUE ACONTECER !!

Foto de pttuii

Trazida para casa

Trazida para casa. Sentiu-se recortada do ambiente natural de soluços descontrolados em que foi pescada. Podiam censurá-la, e dizer que sempre se sentiu peixe a saltar na lota, com o sol fraquinho do amanhecer a percorrer-lhe o corpo. Mas foi trazida para casa. As redes invisíveis de lavanda barata tolheram-lhe os movimentos. Serviram para o desfeito soar de ilusões que a pareceu enfeitiçar. Aqueceram aquele frio desengonçado que sempre nos toma, quando as decisões tomadas são indefinidas pelo medo das consequências. E até ampararam a queda na ascensão ao inseguro do inesperado. Foi trazida para casa. Sempre previu seda, como ornamento de sedução. Mas por momentos a pele queimava, com o suave beijo da tentação que a envolvia.
Ele escolheu o que ela sempre gostou. O desejo era só um, se alguém a quisesse tomar por deusa de emoções. Que a conquistassem pelos ouvidos. Queria ser deixada em tranquilo desvario, com uma recriação do que o Universo ouviu no dia em que rebentou pelas costuras, e com os grãozinhos de pó que sobraram, começámos nós, os que vamos morrer, a ser criados. A mão dele era suave. Capaz de conter desesperos bacantes, com um saber tocar onde devia. Ela silenciava o que não queria que acontecesse. Com o corpo que ainda controlava, fez-se corpo do desejo que embalava dois corpos que se desejavam.
Mas não tinha de acontecer, se o que se pretendia era só sentir a carícia das corpulentas gotas de chuva que descreviam trovas de amor aos vidros do apartamento. Trazida para casa, pediu meças de contentamento à solidão que a voltou a cumprimentar. Seriam já irmãs de eternidade, se não se quisessem matar uma à outra.

Foto de pttuii

:-)

Quando fecho os olhos e penso em rosas, sabes que consigo falar contigo? Lembrei-me de escrever rosas, como sinal de compromisso. Declaro que não é a fantasia que me move ao escrever estas linhas. Simplesmente sinto necessidade de o fazer. Devo-o ao lote de emoções que tu me despertas.
Escrever uma carta para demonstrar admiração, não é daquelas coisas que se fazem de propósito. Simplesmente acontecem, e trazem sempre consigo o inevitável sorriso. Daqueles de orelha a orelha, que nos deixam confiantes na saúde mental do mundo que diariamente nos martiriza.
Leio-te, na mesma medida em que ouviria a tua voz se ela fosse uma constante na minha vida. Entre os espaços das palavras que usas como artilharia pesada na invasão que, diariamente, fazes ao meu mundo, encontro(...), provavelmente deverias ser a última a saber disto.
Mas acredita. O único seguro contra todos os riscos a quem eu me confiaria, és tu. Não tens apólices escritas a letras pequenas. Em caso de acidente, estás sempre lá e pronta a devolver o montante perdido, em duplicado. E, acima de tudo, sinto que és um repositório riquíssimo de cheiros. Incensos a vida, frugais essências de paixão, e uma completa gama de perfumes raros. À distância, invades os meus cinco sentidos com odores de tranquilidade. Deixas-me tranquilo, seguro de mim, e capaz de criar.
No meio de tempestades, de inseguranças, de periclitantes mostras de estabilidade mental, encontro em ti a âncora que preciso. À luz do medo que sinto em perder-te, aqui declaro que te admiro. Não, a tal palavra não cabe nesta declaração. Nem quero que ela aterre aqui vinda do nada, e depois sirva para implodir tudo o resto que eu já tive coragem de escrever. Além do mais, confio pouco nessa palavra. Vejo-a mais como uma demonstração de vontades ficcionais, e não de desejos reais.
Concluo, desejando que estas palavras te tomem na plenitude do teu ser. Vê-me como um invasor pacífico. Quero assumir o controlo dos teus impulsos, e aperfeiçoá-los. Para mim, seria uma alegria ver-te como um ser total e completamente seguro de si, que me vê como um porto de abrigo.

Foto de Angela Fersi

Quando tudo terminou.

Hoje se fazem 14 dias da minha separação e sinto-me ainda aprisionada à lembranças dos momentos que vivi ao seu lado. Foram momentos de alegria, momentos de tristeza, momentos de angustia por nao me ser permitido a chegar até ela quando encontrava-se quieta num canto, sempre procurando se manter distante de mim. Foi quando percebi que já não a tinha por inteiro, algo mudou, tudo mudou e ela hoje era uma nova pessoa, já nao havia espaço pra mim em seus sonhos, seus projetos de vida, já nao haviam esperanças de uma vida em comum de harmonia. Não sei se pra ela a relação que viveu ao meu lado possa ter valido à pena, mas sei que pra mim sim, eu pude perceber que jamais devemos abrir mãos dos nossos sonhos e ela foi um sonho que acabou, mas que permanece em minha mente, em meu coração, a sensação de um dever cumprido, eu tinha que passar em sua vida para lhe acrescentar algo de importante para sua tragetoria e ela tambem acrescentou na minha. Só peço a Deus que seja feliz, que encontre sua paz interior e que acima de tudo, se dê oportunidade de alguem poder lhe fazer feliz. Hoje é só, ainda estou me adaptando a colocar pra fora o que sinto e que não me faz bem.

Boa tarde a todos.

Foto de Graciele Gessner

Sempre Quis Você. (Graciele_Gessner)

Sempre estive aqui... E você?
Será que é um novo começo?
Ou será a "destruição" de tudo?
Você nunca esteve ao meu lado.

06.12.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de pttuii

Bela coisa de nada

por vezes o que somos,
pessoas suezes,
de remendos e portentos,
para que no fim de todas as vezes,
nos deixemos sem talentos,...

nunca se espere pelo jamais,
porque de pessoas temos o sempre,
fazendo de conta que o nada,
está no meio do entre,....

do sentido nunca se aguarde,
o abstracto que nos ofende,
se a vida quiser melhores
fadigas até que rebente.....

Foto de Rosinéri

VOO DA ESPERANÇA

Na quietude monótona da alma a procura de explicações
Para as coisas inexplicáveis, nos braços cruzados para a vida
Que teima continuar de sua maneira, a enorme vontade de mudá-la.
No vôo livre da gaivota num final de tarde, a esperança de um dia
Criarmos asas e viajar para lugares longínquos, para mundos novos
Sem corrupção, com liberdade de pensamentos, com muita coisa
A aprender e viver.
No sol que se põe em cada fim de um dia para surgir em sua
Nascente no dia posterior, a expectativa de que um dia surja
novamente em nossa vida os momentos que passaram
despercebidos por nós, e talvez até como castigo persistem
em morar em nossa mente em forma e arrependimento.
No sorriso inocente de uma criança a necessidade de pureza
Que fica sempre em déficit em nosso coração e que muitas vezes a sentimos necessária para enfrentar esta batalha, a nossa frente.
Batalha, cujo único troféu é a sobrevivência, onde encontramos inimigos de todas as formas e nomes e onde muitas vezes nós mesmos nos damos por derrotados.

Foto de Rosinéri

INVERNO IMPETUOSO

Quando o sol ameaça terminar sua trajetória de um dia,
E as nuvens cinzentas começam a cobrir toda a beleza
Do crepúsculo, anunciando de forma triste o inicio do
Inverno, sentimos em nossa alma um inverno muito maior.
Um iverno impetuoso, que nos envolve, cobrindo nossos
Corações como a névoa branca sobre a relva molhada
Do orvalho da noite que passou.
São nestes momentos sombrios que libertamos de
nosso subconsciente toda a revolta que sentimos.
Ponto de vista acumulados e abafados pela covardia
De nosso consciente que teme a opinião dos outros.
Situações sutis que aceitamos por medo e que depois
Nos transportam para um clima de insatisfação e revolta.
Quantas vezes na vida omitimos pensamentos reais e
Emitimos frases feitas para a satisfação de outra parte.
Revolta pelas frases não ditas.
Pelas emoções não sentidas...
Pelo gesto que morreu na intenção.
Pela lágrima que contive num momento difícil.
Pelo sorriso singelo, que muitas vezes não aconteceu.
Pelo meu ombro que nem sempre conseguiu confortar um amigo.
Pelas vezes em que me fechei no meu egoísmo e não
Quis enxergar a minha volta.
Pelos momentos, que muitas vezes deixei de passar
Pela minha vida sem viver como deveria te-los vivido.

Foto de alentejana

««Um feliz 2009««

2008 ao fim chegou
2009 está a espreitar
Que conquiste tudo o que sonhou
Tudo aquilo que em 2008 não alcançou
É o que neste dia tenho para lhe ofertar

Desejo a todos os poetas deste espaço um feliz ano novo, cheio de saúde e esperança no futuro
um bem-haja e que Deus ou outra forma espiritual em que acreditem esteja sempre presente em vossas vidas , beijinhos e umas boas entradas.
Antónia Ruivo

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