Sempre

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

" VENHA "

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Venha com suas mãos me acariciar.
Com seu corpo me enroscar.
Em meus braços se atirar.
Aperta-me até não ter ar.
Façamos malabarismo
Para nos amar.

Venha me desnudar,
Fazer meus pelos se arrepiar.
Fazer minha pele suar.
Sentir a sensação de te amar.

Venha experimentar meu mel.
Sentir o doce dos meus desejos.
O molhado dos meus beijos.
E a audácia da minha boca.
Que me deixa louca.

Venha me querer, venha se atrever.
Venha me conceder.
Começaremos no anoitecer
E recomeçaremos quando amanhecer.

Venha, venha pra mim!
Nem que seja por um dia,
Venha ser meu,
Sei que em eu seu corpo
Sempre terá o cheiro meu!
E não se arrependerá de ter
Deitado em leito meu!

*-* A FLOR DE LIS .

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de EDU O ESPIÃO.

MINHA MUSA

É LINDA COMO UMA FLOR
É MEIGA COMO UMA MENINA
TEM SEUS ENCANTOS DE MULHER.
TEM CHARME DE SOBRA
TEM SENSUALIDADE ENVOLVENTE
SORRI A TODO INSTANTE
NÃO TEM TEMPO FEIO SEMPRE ESTA
COM SORRISO LARGO NO ROSTO.
ONDE PASSA CHAMA ATENÇÃO.
NÃO SÓ POR SUA BELEZA
MAS PELO SEU JEITO DE AGRADAR.
SABE A TODOS BEM TRATAR.
É DE UMA BELEZA NATURAL
NÃO PRECISA SE CARREGAR
DE MAQUIAGEM PARA DESTACAR
UMA FALSA BELEZA.
A NATUREZA JÁ FEZ ISSO COM CERTEZA.
E O MAIS GOSTOSO,
QUEM A CONHECE LOGO VE UMA
BELEZA DE DENTRO PRA FORA
QUE A TORNA, MAS ENCANTADORA SEDUTORA.
AH! ESSA É MINHA MUSA.
MUSA QUE ME INSPIRA EM TODAS AS SITUAÇÕES.
ARREBADA MEU CORAÇÃO.
SACODE MINHA CABEÇA.
TEM UMA ESTRELA QUE ILUMINA.
SEU JEITINHO DE MENINA.
NÃO SEI COMO ISSO ACONTECEU.
MAS MEU CORAÇÃO A MUSA CONCEDEU.
É A MUSA QUE MEU CORAÇÃO ESCOLHEU.
É A MUSA QUE MINHA ALMA DE HOMEM FORTACEU.
TE AMO MINHA MUSA!

====E.espião Eduardo Vinicius.

Foto de caetano trindade

A Fernando Pessoa

A Fernando Pessoa2,

Hoje sou a saudade da estrela D’alva
Do que já na existência que em mim vivi
Eu próprio sou aquilo que senti

E nesta linha vertical para curva
Floresce Brumen imperatriz turva
As ervas no planeta que comi

Eu que nao sei onde ou como vivi,
Uma coisa me parece ser,
O ser entre o que sou e que vi
No sono do encoberto aparecer…

Fui assomo doirado nas artes gnômicas,
Com assoma fui Gandhi em terras temporândicas
Daquilo que aqui na vida näo me houvesse pertencido
No meu intuito com alas do meu único pomo ido

Fosse eu um símbolo de linguagem em algum livro subserviente
Dum amigo „caritatoso“ na penungem sedenta de ferrugem
Ele ergue as espadas no crepúsculo do deus doente
Na frutrica bandeiras levanta a semente no império pool demente

Prefiro ficar ignomado no meu destino preso entre eleos e palios sempre a vista
Num painel dourado de chispas de douros contornados num hino incivitas,
No meu hiperponteado de frases com soletrasapos onde o desatino póstumo atino levanta,
Cuja arremecada é um fagulho vitalino que alcanca…

E pelos meus campos ricos de ócios entrevio em mim antilhas musas orfeônicas
Através de, com palavras findando os apartados, a frênesi arte idiônica
Ela me pega de pousada fazendo acrobacias com pórticos velados
Ao sentido velo o mar que veio na noite arraiar sentidos constelados
Em constelacöes triunfosas esguiam partidas mercuriosas
em ritos estrelados
Do alto infinito!

Foto de caetano trindade

Cantigas sobre a saudade da poetisa de cipotanea que escreveu esta cantiga sobre a saudade como domínio público

SAUDADE (Brazilina Francisca Reis nascida em Chopotó, município Cipotânea MG que escreveu esta cantiga sobre a saudade como dominio público cantadas nas cantigas Brejaúba, Jaboticaba, Vai-e-Vem etcs.)

Saudade

Saudades que väo e que vem
Pelas estradas da vida.
Levando lembrancas querida.
Aos coracoes sofredores,
Que estäo perto e täo distantes
Ou distantes täo perto
E você saudade sofrida,
O elo dos grandes amores.

Misteriosa, indefinida
Que nada vale e vale tudo.
Para muitos tu és a morte
Para outros tu és a vida
Vai quebrando, emendando,
vai crescendo, definhando
vem, vai, ficam saudades
no regresso e na partida.

Saudades do que se foi
Saudades do que virá
Bobagem, para quê saudades?
Daquilo que se foi sempre irá voltar!?

Foto de Joaninhavoa

COMO É QUE TU ESTÁS? - No livro que não te dei...

*
COMO É QUE TU ESTÁS?
*
*
No livro que não te dei...
*

Ouço um som de fundo vindo lá do longe
Um machado a cortar lenha a um ritmo compassado
Respiro o ar da montanha e abro o chapéu plissado
O livro que não te dei em páginas de um monge

Corro uma vida com os olhos e o pensamento
Nas palavras escritas em prosa e em verso
Embrenho-me nas profundezas e lamento
Sempre o mesmo som de fundo e penso

Um machado pode cortar
Lenha para o lume queimar
O suficiente para aquecer

Mas não há machado* que corte
A raíz de um pensamento
Por que é livre como o vento

Por que é livre!

Joaninhavoa
(helenafarias)
08 de Novembro de 2008
*
Ao fazer este meu poema
lembrei no final a célebre
canção:

(Não há machado que corte
a raíz ao pensamento) [bis]
(não há morte para o vento
não há morte) [bis]

Música: Manuel Freire
Letra: Carlos Oliveira
Intérprete: Manuel Freire

(Não há machado que corte
a raíz ao pensamento) [bis]
(não há morte para o vento
não há morte) [bis]

Se ao morrer o coração
morresse a luz que lhe é querida
sem razão seria a vida
sem razão

Nada apaga a luz que vive
num amor num pensamento
porque é livre como o vento
porque é livre

Foto de Felipe Ricardo

Desabafos

DESABAFO
Dane-se amor, felicidade e paixão.
Viva o ódio, raiva e dor.
Dane-se o que sinto por você
Pois agora não tenho razão de amar

Dane-se teu sorriso, olhos e você.
Viva a tua chatice de sempre e
Pergunto-me porque te acho bela
Chata e ignorante em tudo

Dane-se este teu amor por alguém
Que não te ame e sofra como sofro
Em te ver sofrendo por ele sua tola

Dane-se você e este meu coração
Fraco e inútil que resolveu amar
E gosta de alguém ruim, cruel, mas te amo

Foto de Felipe Ricardo

Escolhas

ESCOLHAS
Se cada escolha que façamos nos levassem
Para algo bom muitos escreveriam poemas
Pois de três vidas escolhi esta que hoje morro,
Mas não contarei estas historias e sim o inicio.
A forma mais sincera de escolha da qual meu
Cansado coração fez assim preferio apenas
Um segundo a teu lado do que um minuto
Ou uma hora vivendo em outros pensamentos.

Sei que escolhas são formas sutis de destinos
Então viver em teus olhos foi meu destino bom
Mas que destino incerto nem te conheço como
Conheço o sublime brilho de teus olhos que ao
Ver-te me deixou confuso, em duvida sobre o
Que verdadeiramente amava, mas como pode
Alguém amar sem conhecer e nem entender
Outro ser, então decido esquecer e continuar.

Passo bom tempo caminhado ou sofrendo
Amores de um passado sombrio e eterno
Que cortam o meu coração como espinhos
Afiados de rosas dadas por quem não merecia
O meu singelo amor. Volto à morada de meu
Silencio e de olhos fechados vejo este louco
Caos passar por min. Apresentando-me novos
Amores do qual não compartilham e esqueço.

Logo me apaixono, exatamente e meu momento
De gloria, em minha noite mais alegre volto
A amar e finalmente esqueço-me de meu passado
Que me fez ser o que hoje sou, mas esta minha

Cina, esta mesma cina destrutiva e repulsiva
Que me faz me afasta pouco a pouco do que amo
E gosto e me sentindo cada vez mais cativo
A um amo platônico e atônico sem forças e

Paz, mas a amei e sofri em silencio e longe.
Ah destino insólito e cruel me traz de volta
Quem eu tanto amava e desprezava e odiava
Logo me via e um impasse e em escolhas.

Novamente deixei passa as escolhas sem as
Decisões, logo a duvida me consumia com o
Olhar de quem devora fotografias e me via

Singelamente morto e sem o mais perfeito e sublime
Sentimento que um ser, um reris mortal como eu
Pode sentir, deseja, quere, gosta, precisa e amar

Atrasos são gostosos e de forma atrasada e tardia
Começo a contar à parte que me deu o prazer e o
Gosto e inspiração de escrever isto agora que da
Forma mais singela começo a conta a tua parte

Que começa assim... Numa manha acordo e vou
De encontro com minhas antigas e caóticas, mas
Sempre triste. Encontro-te com outro amigo tão
Comum que te apresentas, e te conta algumas
Historias e conquista que levam meu nome da
Forma mais mentirosa que preferi saber de você
Que compartilha uma paixão tão comum entre-nos
Toco “timbal” você conhece? Timbal, o que e isso?

Pensei sozinho sobre conselho que tive te teu irmão
Mesmo irmão que hoje me ajuda em minha paixão
Mas naquele momento meu peito por outras já batia
Mas foi dito por ele: Esqueça e ame novamente [...]

Logo o tempo passa e me esqueço de tudo e vejo
O atraso de minha paixão e vou à procura de outro
Lugar e ritimo que tanto gosto e novamente estou lá

A mercê da ajuda silenciosa de teus belos olhos que
Leva-me para este mundo de ritimo novos e me sinto
Completo, pois me sentia em casa mesmo estando só

Vou embora, digo a todos boa noite, uso minha educação
Dou doze passos, tu me chamas e pergunta-me não vai se
Despedi de min? E logo esqueço minha tão preciosa educação
E lhe dou o jamais dado segunda beijo e volto para minha

Casa envolta em sombras da tão terrível duvida já não
Mas sobre minhas paixões e sim o presente, o futuro e
Você meu futuro tão doce que envenenava mi’alma de
Forma que não sabia mais o que fazer, falar e viver [...]

Deparo-me com a tão sonhada ocasião oportuna e junto
Minhas três duvida, com todas falo por horas, minutos
Ou simplesmente escassos segundos e durmo com minha
Decisão feita e perfeita e já começava a sonhar com você

Finalmente te falo, tu ficas sem graça e eu com medo de
Sofre mesmo antes de começa, te encontro e te pergunto
O que tu sabes de min? E o que conheço sei de tu e tua vida?
Conversamos e conversamos e a cada palavra tua mi’alma
Ia mesclando-se cada vez mais com este meu sentimento.
Logo alguém chega um amigo que me contas sobre a suas
Felicidades com alguém uma pessoa tão importante como
Uma irmã que sempre ajudei com minha felicidade e carinho

E nesta oura conversa me desprendo de você e vou de
Encontro com um sofrimento do qual sinto ate o exato
Momento da leitura por teus olhos sobre estas palavras
Tão verdadeira como isto que por ti sinto e me vejo em
Terras distantes de teus olhos e sons e morro cada vez
Mais e sofro, caio, paro e friamente te vejo passar e a me
Observa esta minha essência tão fria e sem amor, pois
Por erros coloquei coisas acima disto que digo sentir agora

Mas só peço que saibas que escrevo isto não como uma
Sublime declaração de amor e sim um sincero pedido de
Perdão por fechar meus olhos mesmo quando tu deles
Precisava, mas como palavras escritas nas areias de praias
Triste estes pensamentos se esvai de meu peito e que lá
Seja apenas a morrada disto que sinto por você doce menina
Que me fez muda toda uma vida simplesmente porque de você
Gostei e pro você lutarei, pois por min será dito... Te amo [...]

Foto de Felipe Ricardo

Duas Luas

Hoje termina mais um ano e
Tenho lembraças de varias paixões
Nas quais fui alegre e triste
E de um amor cada vez mais impossível

Como duas luas em nosso céu
Belo como seus olhos verdes e
Rios de estrelas cintilantes da
Cor de seus cabelos de um dourado singular

Sempre contarei essa nossa historia
De um começo de olhares ate...
Não sei ao certo o fim

Mas tomara que não haja fim
Pois assim pararia de escrever
Porque minhas palavras e minha vida são suas

Foto de Joaninhavoa

UM TESOURO DE EMOÇÕES

*
UM TESOURO!
*
DE EMOÇÕES
*

Chamava-se simplesmente Maria. Tinha dezasseis anos. Contou-me que nunca conhecera os pais. A mãe ficara grávida sem ser casada.
Para evitar a humilhação e a rejeição social, abandonou Maria à porta de um orfanato assim que nasceu. A menina vingou no mundo dos vivos porque o destino assim quis. Maria, sempre teve consciência da sua desgraçada condição. Quando chegou a hora de partir não teve a opção do convento. Calhou-lhe a quinta do lavrador. Cercada de um bosque frondoso e omnipotente, a orfã passou a escrava. As mãos carregavam chagas devastando a possível beleza, no corpo trazia os cheiros fedurentos dos estábulos e seus gestos ignoravam as educadas reverências nobres mas reflectiam alguma destreza suaves nuances, esvoaçantes e delicados passos, enfim toda uma agilidade sensual... o fôlego em sua voz era embriagante, de alta estirpe.
Maria tinha o dom da inocência em sua voz.
E foi assim que Bethoven*, a reconheceu.

*Poeta, Músico, Maestro
Joaninhavoa
(helenafarias)
08 de Novembro de 2008

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

EU TIVE QUE TE ESQUECER.

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***
Eu tive que te esquecer.
E nem mais uma palavra sua ler.
Tive que deixar de te amar.
Seria minha forma de não
Mais me crucificar.
Tive que deixar de te querer
Para não, mas sofrer.

Tive que te deixar de lado.
Você só me causou descaso.
Fiz de tudo para te chamar atenção.
Mas você nunca entendeu meu pobre coração.
Tive que em outros braços te ver.
E engolir a seco como doía perder você.

Tive que aceitar te ver pondo
Outra em meu lugar.
Não é fácil esse fato ter que aceitar.
Sua falta de atenção magoou meu coração.
Sempre amei você, sempre te desejei.
Mas seu jeito egoísta, ou descuidado.
Transformou meu amor por você.
Um sentimento petrificado.

Onde hoje na minha vida,
Faz parte do passado.
É uma pena, nosso amor ter acabado.
Sem ao menos ter começado.
Apenas sentimentos apertados.
Onde dois seres foram mal interpretados.
Por um amor mal cuidado.
Onde deixou um amargo.

*-* A FLOR DE LIS .

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