Sempre

Foto de cathy correia

O meu amor

O meu amor...
Deixem-me gritá-lo por todas as montanhas
Espalhá-lo por todos os rios
Deixá-lo correr por todas as estradas.
O meu amor
Existe em cada criança que nasce,
Em cada velho que ri,
Em cada pessoa que se apaixona.
O meu amor
É algo especial
Não vai existir outro igual
Porque é meu...
O meu amor
É dar aos outros Felicidade
Poder retribuir Amizade
E, encontrar-te sempre que te procuro
Meu amor...

Foto de Ednaschneider

O ENCONTRO

Olhei teus olhos com emoção e me vi
Vi o reflexo do nosso amor.
Vi a tua expressão e senti
Que a eternidade nos enlaçou.

Vi duas almas que se completam
Almas que vem desde outrora
Os corpos vêm e vão e mudam
Mas o sentimento permanece como agora.

Sempre ficamos lado a lado
O destino sempre nos uniu.
Nossos corpos apaixonados
Um ao outro sempre atraiu.

Já fui tua escrava e tua serva
Em algum tempo e lugar, você me dominava.
Também já fui tua dona e tua rainha
Mas em ambos os casos a gente se amava.

Fui tua companheira de prisão,
Fui nos tempos de guerra um soldado.
Você morreu em minhas mãos
Deixando-me com o coração cortado.
Na última encarnação.

Morri com cabelos brancos
Nunca mais me apaixonei.
Pensava em reencontrar-te
Como agora reencontrei.

E agora ao me reconhecer
Seus olhos de lágrimas marejados
Em emoção por me ver
O encontro tão desejado.

9 de maio de 07 Joana Darc Brasil

(Este poema é registrado.Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos,não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de Neryde

Amor verdadeiro...

Bronzeados do sol, soprados pelo vento
Unidos, felizes e a sós...
Curtimos nosso momento,
Quão privilegiados somos nós!

Enquanto ofereço a ti e de ti recebo,
As emoções se misturam...amor por inteiro,
Indefinidamente assim ele sempre o será,
Amor intenso...Amor verdadeiro...

Para nós foi dado um anjo da guarda,
Lá nas alturas...ele nos abraça
E, nos conduz pela vida
Neste amor cheio de "Graça"...

Amor eterno...Amor verdadeiro!

Foto de jairokour

Beijo Para Flor

Ela não me saía da cabeça. Se entranhara tanto em mim que por mais que eu tentasse, não conseguia tirá-la de meus pensamentos.
Sonhava com ela, imaginava milhares de situações, sentia uma vontade louca de ouvir sua voz, ver seu sorriso, estar junto dela, tocá-la, sentir sua pele.
Eu me controlava, mas era evidente que eu a queria demais, que morria de tesão por ela. Apesar de tudo que vivêramos, tinha dúvidas se ainda era correspondido, mantinha-me então discreto e evitava avançar o sinal.
Certo dia por um motivo qualquer, estive em sua casa. Na hora de ir embora, ficamos conversando no portão. Estávamos sozinhos. Ao despedir-me, beijei-lhe o rosto como de costume. Segurava sua mão e senti que ela apertou a minha retendo-a na sua, como se não quisesse que eu fosse. Isso me deu coragem. Puxei-a para dentro e fechando o portão, venci a timidez inicial e toquei seus lábios com os meus. Um lampejo de resistência e espanto apareceu em seu olhar, que logo foi substituído por um brilho intenso e senti sua boca macia pressionando a minha, correspondendo e provocando em mim imediata reação, excitando-me, deixando meus sentidos à flor da pele.
Perdi o medo e com minha boca colada à dela, envolvemo-nos num beijo intenso, quente, úmido, cheio de lascívia e paixão. Adorava a pressão de seus lábios contra os meus, enquanto nossas línguas se encontravam e se enroscavam, lutando frenéticas, procurando cada uma absorver da outra toda carga de luxúria reprimida em nós até aquele momento, buscando desvendar nossos segredos, revelando os mistérios de nossos corações, fazendo aflorar todo desejo contido, enclausurado.
Ah, o beijo. Mais que o sexo, o beijo é a demonstração e a procura dos anseios mais recônditos. É a entrega perfeita, sincera. O sexo é instinto animal, o beijo é o desnudar da alma. O sexo é o prato que nos sacia a fome, o beijo é o alimento que nos revigora a alma. Mostramos no beijo todos os nossos sentimentos. O sexo é gozo efêmero, rápido, o beijo, gozo eterno. O beijo faz o sexo e é o sexo. Sexo é físico, beijo é alma. Revelamos nele toda a nossa fragilidade frente aos sentimentos que nos assolam e toda nossa força criada pela paixão. O beijo agasalha nosso frio, livra-nos de nossas amarras, liberta-nos de nossas vergonhas, estimula nossas emoções e provoca o toque. E o toque, num círculo vicioso, excita o beijo. Mais uma vez eu tomava consciência do porque as cortesãs oferecem o sexo e recusam o beijo. Sexo pode existir entre corpos desconhecidos, beijo verdadeiro e sincero, só entre corações que se querem.
Ao beijá-la sentia meu sangue fervilhar, minha pulsação disparar e todas as minhas sensações concentrarem-se em nossas bocas. Meu coração almejava querer e ser querido. O contato de seus lábios com os meus variavam de intensidade conforme o fluir das emoções, ora suave feito brisa de outono, provocando leves arrepios, ora intempestivo como furacão, provocando tremor, nos deixando ofegantes. Nossas línguas viajavam de encontro ao céu de nossas bocas, acariciavam-se, descobriam-se e completavam-se. Ao comando do beijo nossas mãos nos procuravam, respondendo com afagos de amor. Nossos corpos se entregavam ao contato da paixão e à chama do desejo que se avolumava e se intensificava.
Afastei-me, tomei fôlego e segurando suas mãos a conduzi para dentro de casa, procurando um lugar mais confortável.
Sentados no sofá, Flor, procurando a minha, ofereceu-me novamente sua boca sôfrega. Aceitei-a, ávido de mais carinhos e beijei-a arrebatadamente como sempre desejei, como sempre sonhei. Guiado pelo desejo fiz com que minha boca percorresse seu pescoço, seu colo, sua orelha. Pousasse em sua nuca beijando-a suavemente, provocando suspiros e arrepios de excitação. Minhas mãos descobriam seu corpo em suaves, mas decididos toques. Ela retribuía beijando meus olhos, mordiscando meu queixo, meu pescoço, acariciando meu rosto. Voltava, procurando o agasalho de minha boca, o abraço da minha língua. Prendia meu lábio inferior entre os seus, mordia levemente e deixava sua língua tatear pelos cantos de minha boca provocando-me e levando-me ao paraíso. Por cima do tecido de sua blusa, meus dedos atrevidos encontraram seu mamilo rígido e minha mão apertou suavemente seu seio, arrancando dela um gemido de prazer. Procurei os botões e a soltei. Deixando minha boca deslizar ao encontro daqueles mamilos maravilhosos, rodeei-os com minha língua, sugando-os delicadamente, depositando neles beijos úmidos e calorosos. Flor contorcia-se de excitação. Encorajado por suas reações tirei completamente sua roupa. Contemplei extasiado aquele corpo celeste. Ah, como descrever aquela visão de beleza exuberante? Ela nua, recostada no sofá, olhos semicerrados esperando ansiosa pelo meu próximo toque, adivinhando meu próximo beijo, se oferecendo, se entregando inteiramente a mim.
Decidi naquele instante que meu prazer, meu gozo, seria o dela. Resoluto distribui delicada e demoradamente centenas de beijos em seu colo, em seu ventre maravilhoso e, ousado, explorador, percorri seu corpo com minha boca, beijando, lambendo, sentindo a suavidade e o sabor de sua pele. Voltei aos seios, refiz o caminho de sua boca, mordisquei a pele de seu ombro, beijei seus pés. Partindo da parte de trás dos joelhos deslizei a ponta da língua alternadamente pelo interior de suas pernas, e subindo, guiado pelos seus murmúrios de aprovação, aproximei-me atrevido e pousei meus lábios nas pétalas macias daquela flor maravilhosa, sentindo sua suavidade, seu sabor divino, néctar propagado dos deuses. Deliciado, entre seus tremores e gemidos ouvia os murmurantes sinais inequívocos de seu delírio, que me orientavam e conduziam: “assim..., mais..., continue...”.
Beijava-a agora com a delicadeza do amor mesclada com a fúria da paixão. Flor respondia com movimentos ondulantes de seus quadris, suas pernas pressionando minha cabeça, fundindo-nos no mais íntimo contato. Minha boca e minha língua, como se estivessem em um parque de diversões, beijavam e brincavam loucamente, saltitando de um ponto a outro, alimentando seu prazer, amplificando seus sons, tonificando suas sensações. Estendi os braços e toquei novamente seus seios, brincando com seus mamilos, navegando por suas curvas, escalando suas colinas. Busquei sua boca e senti meus dedos, qual sorvete sabor prazer, sendo lambidos e sugados, umedecidos e envolvidos por sua língua. Continuei, distribuindo por onde minhas mãos alcançassem, as carícias que fluíam das pontas de meus dedos, descobrindo seus pontos de loucura, ligando chaves do seu prazer, desvendando as trilhas da sua paixão.
Sentindo o aumentar do ritmo dos seus movimentos, a frequência de seus ais, o balanço do seu ventre coordenado com a intensidade de meus beijos e o pulsar de minha língua, pressionei suas nádegas de encontro a mim, mantendo aquele cálice preso à minha boca, evitando sua fuga. Com as mãos crispadas no tecido do sofá, Flor aumentou a pressão de seu corpo sobre meu rosto, permitindo que eu sorvesse a intensidade de suas sensações, o mel dos amantes, querendo que seu prazer também fosse meu, e desmanchou-se com um tremor vigoroso na melodia fluida do gozo profundo, num êxtase sem fim, trêmulo, intenso, sonoro.
Segurando minha cabeça, manteve-me ali, preso por instantes em seu pulsar, compartilhando e transmitindo-me seus impulsos, suas delícias, agraciando-me com uma parcela de seu céu, me fazendo morrer de paixão e de felicidade. Acalmada, levou meu rosto junto ao seu e beijou minha boca suave e demoradamente. Acomodou minha face em seu colo, para que eu ouvisse, nas batidas de seu coração, os acordes de seu amor.
Sorridente, saciada, satisfeita, sem proferir uma palavra sequer, me fez feliz por tê-la feito feliz.

Foto de Nana ´De Má

Enquanto você dorme.

Minha inspiração está a dormitar.
Meu bem querer já foi se deitar.
Nego-me em sono pra ti homenagear,
Nesse meio tempo fabrico mais mel.

Quero te adoçar, com tudo que há de bom em mim.
Quero te amar, com toda a destreza de um ser.
Quero te suprir, em todas as vontades e manhas.
Quero ser tudo que sempre quis.

Meu amor já foi dormir,
Mas as estrelas continuam no céu,
O galo ainda não veio me incomodar,
E o meu sono se escorreu pelo seu, boa noite, com frase em fim.

Um dia, te acordarei com o perfume dos pães preparados por mim,
E um laudo café lhe oferecerei,
Com um sorriso e um beijo de bom dia,
assim vou te acordar.

O meu amor já esta a sonhar,
E eu aqui a digitar, em sonhos, em devaneios,
Há, um dia vou te acordar.
E antes que o dia chegue, só pra brincar.

Foto de Nana ´De Má

Meu nome é espelho.

Invisível?!?

Como ninguém nunca te viu antes?
Como podem nunca terem te visto?!
Se há tanto em uma só pessoa a se ver,
Como isso é possível?

Invisível foram aqueles que passaram por ti,
E não deixaram,
E não levaram,
Nada.
Nem mesmo pararam,
Há se soubessem o que deixaram de ver.
O que deixaram de colher,
E como deixaram de contribuir.

Pois sim, se te vejo, logo.
Meu nome é espelho,
Pois vós nunca fora invisível.
Só não tinhas um espelho.

Tome-me como teu.
E se vislumbre todos os dias,
Sou o que é pra mim,
Se linda estou é porque também estais,
Se boa sou é porque também é.

Invisível, nunca mais,
Sou o seu contrario,
Tudo que nunca viu,
Mas que esteve sempre ai.

Foto de cathy correia

Pedido

Gostava que alguém
Me pudesse dizer
Porque é que os olhares
Podem prender.
E não adianta
Dúvidas lançar
Porque nem a marcha do tempo
Consegue este sentimento apagar.
Conto-te tudo
Espanto os meus medos
Faço-te conhecer
Os meus mais íntimos segredos.
Sinto-me solta e liberta
Nesse amor constante
Onde perdura a tua memória
Dentro de cada instante.`
És meu sonho
Meu mundo... inspiração
Quero-te para sempre
Sê meu... doce ilusão!

Foto de Karenn

Ser enamorado

Ser enamorado, é ver á luz trazendo a alma
do amor esperado
para os gozos da vida, a liberdade e o amor
tentar da glória, a etérea e altiva escalada
na eterna inspiração de um sonho superior

Ser enamorado, é desejar outra alma pura e ao seu lado ficar
para poder, com ela, o infinito transpor
sentir na vida triste, insípida, isolada
buscar um namorado e se embriagar de amor

Ser enamorado, é calcular todo o infinito
para alargar a expansão do desejo descrito
no ascenso espiritual aos perfeitos ideais

Ser enamorado, e oh!
ficar na vida qual uma águia
livre e ágil
nas nuvens, voando
sempre a lhe esperar

Ser enamorado
é estar apaixonado
por você
e não se explicar

Ser enamorado é buscar nas estrelas
o poder de lhe amar.

Foto de Ednaschneider

Mãe

Mãe
Eu queria encontrar as palavras mais belas agora.
Para poder falar o quanto és importante
Devo a minha vida a ti, doce senhora.
E sei que se não fosse por ti não estaria aqui neste instante.

Ter um filho esse privilégio a natureza não me deu
Mas o privilégio maior é ser filha da senhora.
Obrigada pela vida e por tudo que a senhora sofreu
Para cuidar desta filha que de emoção agora chora.

Sei de todos teus sofrimentos
De tudo que passaste para me criar
E a todos meus irmãos.
Sei de todos teus bons sentimentos
Pois a senhora soube me ensinar.
E ensinou o amor e a palavra compaixão.

Levo comigo os valores que sempre me ensinaste
Hoje sua uma mulher feita e não sou covarde
Trago comigo o valor da honestidade
E também me ensinaste a ter bom caráter.

Não me deu riquezas materiais, pois vivíamos com muita humildade.
Mas me deu algo de maior valor
Algo que ninguém me rouba, pois repassarei para a eternidade:
Assim como me ensinou: A verdade, a sinceridade e o amor.

Minha doce mãezinha, obrigada!
Desculpe por alguma decepção eu lhe causar
Sei que não sou o que sonhara, reconheço.
Mas sei que pela senhora sou amada.
E isso faz com que eu tenha forças para continuar a caminhar
Pois cada etapa que venço fica sempre o reflexo
Do amor que recebi ainda no berço.

06/05/07 Joana Darc

(Este poema é registrado.Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos,não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de Abissal

Amo-te, Lua

Ó lua doce lua,
Quisera eu poder tocar-te,
Já que não o posso almejo pra sempre adorar-te,
Como a força da vida que se distancia com o tempo,
Assim são minhas juras de amor que se vão escapando com o vento.
Confesso com todo o ardor do meu peito,
Que sempre desejei seus lábios junto aos meus,
Mas nunca me destes espaço de tê-los junto aos teus.
Assim ó doce lua,
Sigo amorosamente os passos seus,
Esperando que humildemente enxergue um passo meu,
Pois se um doce olhar seu fosse destinado a mim,
Uma vida toda teria valido a pena,
Mesmo não tendo toda uma vida junto a ti.

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