Sol

Foto de Martorano Bathke

SER

SER

É ilusão
A que escolheres
A que tua mente projetar
Magro
Gordo
Feio
Bonito
Pobre
Rico

Da mente projetada
É matéria
Ilusória
Etérea
Efêmera

Doente
Soberba
Humilde

É casulo
Guardando a larva
És recipiente
Segurando a essência
É templo
Cheio de Divindade
É oráculo
Por ser Verbo
És Divino
Por seres filho de Deus

Luz do Sol
Penetra em Pântanos
Porões pútridos
Ilumina
Desinfeta
E nem um só
Lúmen teu
Se contamina

E tu, Ser.
És maior,
Pois guarda e és
Luz Divina.

Ronald Martorano Bathke

*Publicação permitida: desde que conste o nome e e-mail do autor.

Foto de fina

eu quero agradecer a deus

Eu quero agradecer a Deus,
Por ter colocado você na minha vida .
Como o sol ,você me trouxe luz ,vida me deu prazer e me fez renascer.
Tua pegada , teu tato,tua energia me revigoram.
Desperta a mulher carente de desejo que se realiza .
Desperta o sentimento que eu jamais imaginava existir .
Eu tenho que agradecer a Deus
Por ter colocado você na minha vida.
Uma pessoa sensata ,justa honesta, que a sua maneira me ensina .
Com sua didática,sabedoria e tranqüilidade.
Eu tenho tanto a agradecer Deus
E peço a ele que nunca o abandone e ilumine seus caminhos
Que lhe dê tudo o que é de seu merecimento, porque você é uma pessoa única
Eu tenho tanto a agradecer a Deus
Por você ter me escolhido e conseguido realizar os meus desejos
Ajudando-me a amadurecer e aprender mais a respeito da vida
Eu tenho tanto que agradecer a Deus,
Por me dar essa oportunidade
De poder te amar

Foto de Carmen Lúcia

Pare o tempo...

Pare o tempo...
Vamos voltar...
Resgatar a pureza
Que deixamos ficar...
Toda a simplicidade
Que ficou para trás,
Num passado distante,
Onde o sol acordava
A cidade inteira
Para ver o seu show,
Beleza deslumbrante
A resplandecer no céu...
Onde manhãs saltitantes
Convidavam a dançar,
Espalhando aromas
De todos os pomares
Chamando a criançada
De todos os lugares
Pra sorrir e brincar...

Pare o tempo,
Que só quer avançar...
Viajar nas galáxias,
Poluir o universo,
E nunca mais parar...
Destruir lindos versos
Que compõem a poesia,
Calar todo o encanto
Da paz, da harmonia,
Semeando a discórdia
Da tecnologia...
Substituindo o homem
Por máquinas e robôs
Trocando sentimentos
De amor e emoção
Pelo vazio do vácuo,
Apertando botões...
Explosão nuclear...
O desejo de matar
Nossos sonhos e ilusões.

Pare o tempo
Ainda há tempo
De recomeçar...
Para os sonhos
Não há contratempo,
Se insistir em sonhar...
Resgatar os momentos
Que ficaram pra trás
Emoções, sentimentos,
Simplicidade, encantamento,
Legados de nossos ancestrais.

(Carmen Lúcia)

Foto de Teresa Cordioli

EU SÓ SEI TE AMAR...

EU SÓ SEI TE AMAR...

(Teresa Cordioli)

Abro a janela e vejo que o sol nasce,
É de manhã.
Os pássaros cantam um novo dia,
E voam o vôo da liberdade.
O sol brilha...e o tempo passa.
As flores desabrocham
Enfeitando todo o lugar.
Anoitece, a lua dsponta no horizonte,
E as estrelas brilham.
E aqui meu coração ainda te espera...AMOR...
Nada, nem a natureza tão bela,
O ar,
O sol,
Os pássaros,
A lua,
As flores,
O vento,
As estrelas
Preenchem espaço que é teu em mim...
Anjo meu,
este espaço é só teu
Sei que estás em algum lugar
Me esperando.
Então "te aguardo em mim". Volta...
Vem me buscar...
A solidão dói em meu peito
Não tem outro jeito:
Eu só sei te amar...

Foto de Mentiroso Compulsivo

O TOURO

DECIDI PUBLICAR ESTA HISTÓRIA A PROPÓSITO
DE UMA POLÉMICA QUE EU PRÓPRIO LEVANTEI
(como todas as histórias, esta também tem uma moral)

Numa linda manhã primaveril em que os raios de sol brilhavam pelos verdejantes campos do Ribatejo, parecendo reflectir a essência da vida de um botão de flor que acabava por desabrochar, estava um menino de três anos a brincar com dois dos seus primos, uma vizinha e dois irmãos: uma irmã de nove e um irmão de cinco anos.

Naquele lugar, podíamos avistar ao longe o cinzento da serra a contrastar com o verde da planície e dos olivais.

Por entre as oliveiras e um ribeiro que passava por perto, as crianças corriam, pulavam e brincavam às escondidas, como se o mundo girasse à volta daquele instante.

O pai das três crianças, por trabalhar em turnos nocturnos, estava a dormir com a sua irmãzinha mais nova de um ano e meio, enquanto a sua mãe trabalhava, por aquela altura, no turno de dia.

Na euforia da brincadeira, ignoravam um perigo eminente que estava por perto, até que o seu irmão de cinco anos apercebeu-se da surpreendente e bizarra fatalidade que a qualquer altura poderia acabar em desgraça.

Apressando-se de imediato a avisar a irmã mais velha, que se certificou do touro selvagem que andava à solta por aquelas bandas. Ficando em completa histeria, começou aos gritos e apelou à fuga das restantes crianças que ali brincavam para se refugiarem em local seguro.

Pânico instaurou-se entre todos que intuitivamente começaram a correr em direcção à casa mais próxima, tentando evitar, a todo o custo, serem apanhadas por aquele touro.

O seu primeiro instinto foi o da sua própria protecção. Depois, já em local seguro, numa das casas das redondezas, a irmã lembrou-se do mais pequeno de três anos. Este talvez ficasse admirado com toda aquele reboliço e deveria ter pensado que aquilo era uma grande festa e brincadeira. Será fácil imaginar ver a sua cara feliz daquela enorme satisfação, para ele um touro era um simples animal, tal como uma vaca, um pouco estranha, por ser diferente, o que até lhe dava até um ar de mais engraçado. Habituado aos porcos, galinhas, vacas e ovelhas que os pais e os vizinhos criavam por ali, para ele aquela criatura não representavam qualquer ameaça.

O inevitável aconteceu, segundo o relato de algumas testemunhas que presenciaram à tragédia, ao terem acorrido ao local levados pelo alvoroço e o grito das crianças, o rapazito foi arrastado por três marradas do touro, sendo que uma o fez levantar para o ar a uns dois ou mais metros do chão e nas outras duas foi arremessado pelo campo vários metros para a frente.

Os habitantes locais depressa afugentaram o touro e socorreram a criança já toda molestada. Um vizinho pegou-a nos seus braços, cheia de sangue por todo o lado, nas roupas e na cara onde o verde dos seus olhos contrastava com sangrento vermelho que neles ficou. Rapidamente, levando a criança no colo, acorreu para a casa do seu pai para contar o sucedido e pedir auxílio médico. Bateu à porta, bateu e tornou a bater, mas ninguém apareceu para a abrir. Dizia-se por ali que deviria estar muito cansado e talvez com um copito a mais que teria bebido ao sair do trabalho, parece que já se tinha tornado num hábito.

Profundamente a dormir num sono descansado, pai e filha ali estavam, ela sã e salva, pois não estivera a brincar com os seus irmãos naquela hora e local, dado que era a mais pequenita, se lá estivesse, quem sabe não teria sido ela a vitima.

Foi então que um dos vizinhos decidiu pegar no seu carro e levar o miúdo para o Hospital da cidade mais próxima. Naquela altura os carros eram raros e na povoação só haviam duas famílias que possuíam carro.

Mais tarde, os seus pais, como é óbvio, depressa ficaram a saber do sucedido. Enquanto a criança lutava pela vida ligada a máquinas, ninguém tinha esperança. Esteve assim por três dias em coma e quando já as esperanças eram poucas a criança conseguiu vencer a vida.

Veio-se depois a saber que o touro teria fugido já ferido de um matador das redondezas.

Pensado que estava marcado o destino desse menino por aquela tragédia, vaie-se lá saber porquê, a sua mãe um dia saíra de casa para ir fazer alguns afazeres e deixara um candeeiro a petróleo aceso no quarto da irmãzinha, nessa altura não havia electricidade por aqueles lugares.

Ao contrário do dia da tragédia do touro, ela não conseguia adormecer, estava muito agitada e com curiosidade, própria daquela idade, mexia em tudo o que apanhava pela frente, até que conseguiu alcançar o napron onde estava o candeeiro, fazendo-o tombar para o chã. Depressa as chamas se espalharam, primeiro pelo quarto, depois por toda a casa. Por mero acaso ou destino, um soldado estava passando por perto, e ouvindo gritos vindo dentro da casa, não perdeu tempo, entrando por uma das janelas salvou primeiro o irmão, depois foi a vez dele e por último a irmã também foi retirada.

Saíram todos com vida e logo foram levados para o Hospital, o seu irmão não tinha sofrido nada, ele apenas teve algumas queimaduras que vieram a sarar, contudo, a sua irmã tinha sofrido graves queimaduras e acabara por sucumbir antes de chegar ao hospital.

Esta é uma história que nunca contei a ninguém, esta é uma história real. Quando a lembro, lembro-a em jeito de tourada e conto-a muito vagamente, apenas pequenos trechos, como o pequeno toureiro que enfrentou o touro pelos chifres, em jeito de brincadeira. Por coincidência ou não o meu signo é Touro.

Foi acaso, foi destino, não sei. Essa criança de três anos, é hoje um homem e pessoa. Essa criança cresceu normal, talvez só diferente na sensibilidade para a vida (será que afectou o cérebro?).
Esta história foi dedicada à minha irmãzinha, ANA MARIA, que nunca conseguiu viver a vida. Eu não dou mérito ao facto de ter sobrevivido, apenas à vida. É A VIDA QUE INTERESSA. Vale a pena pensar ou levar tão a sério aquilo que eu chamo de «mesquinhices» da vida? Fica para pensar.

Esta foi a primeira vez que tornei esta história pública, tentei um dia fazê-lo, mas por respeito a uma pessoa que esteve numa situação muito mais grave e delicada que a minha, retirei a publicação da história. Hoje essa pessoa, penso ter conseguido ultrapassar já os obstáculos mais difíceis. Eu teria mais dia, menos dia, que quebrar o gelo.

Foto de Civana

Despertar

Tem dias que acordamos,
E sentimos um aroma diferente no ar,
O sol nos convida a abrir nossas janelas,
A luz penetra por nossos poros,
Os sons se transformam em melodia,
As cores brincam com o vento,
E a vontade de viver, viver...
Sim, viver muito,
Viver intensamente cada segundo!
Buscar,
Completar,
Dedicar,
Emocionar, ar...ar...
Encher os pulmões de amar!

(Civana)

Foto de DAVI CARTES ALVES

A VIDA É BELA ! ANIME-SE!!!

Hoje o sol não deixou de brilhar soberano
Derramando sua luz ,
Que enche nossa alma de vida e alegria
Só por que você teima
Em ficar aí choramingando

Aquele travesso colibri, com seu prisma multicolorido
Hoje chegou atrasado
Mas não deixou de tomar, da sua água com mel
Só porque você esta vestida
Com essa máscara de melancolia

As azaléias neste mes de agosto
Não deixaram de matizar o jardim
Num agradável rosa pink
E de compor na cidade o dueto harmonioso
belissímo com o ipê amarelo
Só porque você não quer comer, gordinha

Lembra daquela fila de crianças, aquela que você gosta tanto!
Todas de mãozinhas dadas indo com a tia, brincar na cancha de areia
Não deixaram de mostrar a língua, me mandar beijos, me chamar de bobo
Fazer aquele sinalzinho com o dedo, e “explodirem em gargalhadas“
Só porque, você resolveu ficar o dia inteiro na cama, meu bem!

Sabe aquela chuva, que cai no final da tarde
Aquela fresquinha, fresquinha! Hoje foi mais forte!
E eu saí sem guarda chuva de novo
Mas ela não deixou de causar aquele corre-corre na Praça Tiradentes
Só porque você não quer atender nenhum telefonema, flofy!

Você percebeu como o sabiá estava animado nesta manhã?
Não! mas numa cantoria menina!
Ele não deixou de “ir ao trabalho“
Só porque a juriti, não lhe quer, doçura!

Oh meu amor, a vida não deixou de te chamar pra vivê-la!
Hoje, lhe sopraria uma brisa meliflua,
Um afago em seu cabelo, uma caricia em seu rosto
Pra gentilmente convencê-la
E pra si também tê-la.

A vida é bela!!! Gritou pra mim,
Depois de uma longa conversa animada,
aquele meu amigo
Aquele, que não tem as duas pernas,
e fica tocando sua doce flauta na Rua XV
Ele não se esquece, e não se esqueceu disso

Só porque aquele sapo
Não quer o teu beijo, minha princesa!!

poesiasegirassois.blogspot.com

Foto de Poeta Desastrado

poema sem nexo

Um coração de sangue
Uma alma rasgada
Um olhar que não vê nada
Um norte sem rumo
Uma alma sem prumo
Um corpo que jaz sem ti
Uma voz que enfraquece
Um pássaro que voa
Um lobo que uiva
Uma gota no oceano
Um Sol que não aquece
Uma manha que não amanhece
Uma Lua nua
Uma estrela perdida
Um amor por ti
Uma parte de mim
Um barco à deriva
Um poema inacabado
Uma música por tocar
Uma criança perdida
Uma saudade que dói
Um sono que se foi...

Foto de Laura Marcelino

O NOSSO PAÍS FELIZ - (Minha primeira poesia )

Penso que meu sonho de criança
Nunca vai acabar,
É um sonho cheio de esperança
Um dia vai se realizar.

Meu sonho é um grande presente,
Num mundo a girar sem parar
Como o sol que ilumina a gente.

Não é sonho de adolescente,
Sonho sim, com um mundo mais feliz.
Um sonho de amor sem fim.

O sonho de um país feliz
Existe em mim
E me faz gostar deste país

Pois, ele é enfim
O meu país
Meu amor sem fim.

Então, aceite esta lição, gente!
Não abandone o nosso país,
Feliz.

Foto de Teresa Cordioli

Soneto de um amor que não quer partir

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Soneto de um amor que não quer partir

Ah chuva, porque queres em ti o meu olhar?
Porque chamas a atenção prendendo-me a ti?
Com gotas que molham meu rosto, a lacrimar
E o teu cheiro traz a lembrança do que perdi...

Ah chuva, tua suavidade e beleza faz aflorar
A saudade de um grande amor que conheci
E no meu olhar molhado, sou toda recordar
Um amor tão grande que não quer partir...

Vejo a enxurrada que se vai calma e lenta
Lavando as calçadas, e as suas tormentas.
Resta no meu recanto o cinza tempestade.

Ah chuva, cadê o arco-íris que estava logo ali,
Se foi com o sol? Ou a Lua o expulsou daqui?
Volte SOL, e traga consigo a minha felicidade...

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