Sol

Foto de CarmenCecilia

PEDAÇO DE MIM

PEDAÇO DE MIM

Pedaço de mim...
A hora primeira
E a derradeira!

Pedaço de mim...
Amor para vida inteira
Você é assim...
Um conto de fadas sim!

Nos sonhos te procurava
E ansiava. Desejava!
Esse sentimento
A todo o momento!

Estava adormecida
Você veio sem rodeios
Com teu beijo apaixonado
Soprou-me vida!

Abraçou-me com candura
Suavidade e ternura!
Disse-me ao pé do ouvido..
Sempre estarei contigo!

Serei seu abrigo... Seu amigo!
Seu dia de sol e de chuva! Sua Luva!
O inverno e o verão!
Qualquer estação! Qualquer situação!

Seremos aliança...
Nada mais nos distancia
E numa eterna cadência
Vamos juntos caminhar...

Para qualquer lugar
Basta comigo você estar
E assim somaremos dias
Um a um como magia...

Enfim vamos nos completar...
Nossos pedaços encaixar...
E hei de te amar
Todos os dias de minha vida!

Carmen Cecilia

Foto de Sirlei Passolongo

Faça Acontecer!

Olhe-se!
Agradeça por existir
Abra os olhos
E deixei seu coração
Sorrir...

Veja o milagre da vida
Que ao seu lado
Se renova
Olhe a lua!
Olhe as estrelas
A beleza das flores
E o mágico balé das abelhas

Ah! Veja a alegria do girassol
Quando a Lua dorme
Os pássaros ensaiam
nova trilha sonora
E no horizonte o sol surge
Acompanhado da aurora

Renove-se!
Um novo ano nasce
Prometa apenas
Amar-se
E faça sua vida
Acontecer...
Apaixone-se
Por você!

(Sirlei L. Passolongo)

FELIZ 2008!

Foto de Sirlei Passolongo

Agradecimento! FELIZ ANO NOVO!

Como é maravilhoso poder agradecer o ano que passou...
Se não foi como desejávamos... Mas, foi o que tivemos
E chegamos inteiros ao final dele é motivo para agradecer e muito
... Se caímos no percurso, também nos levantamos
Se choramos, também sorrimos...
Se perdermos, muito mais ganhamos,
pois, ganhamos a oportunidade abençoada de recomeçar...
Ah! quantas pessoas desejaram recomeçar e não
conseguiram... Partiram.
E como é maravilhoso ter a graça de recomeçar,
Ter a oportunidade de buscar nossos sonhos outra vez
Poder abraçar nossos amigos novamente.
Olhar nos olhos dos nossos filhos,
Dos nossos pais, do amor da nossa vida.
e dizer que o amamos... Mais uma vez e mais uma, e mais uma...
Como é maravilhoso poder olhar os ponteiros do relógio
e fazer a contagem regressiva com o coração acelerado,
sonhos mil na cabeça, com fé, muita fé que irão se realizar...
E essa fé que nos permiti caminhar...e acordar, acordar todos os dias...
Novos dias... Luzzzzzzzz do sol, novas noites.......lindas luaaaaas
E é a esperança que nos leva à diante... nos leva a lutar...
sorrir...chorar..gritar... a esperança e a fé no novo ano
que vai começar.

FELIZ 2008
A TODOS OS POETAS E AMIGOS
DE POEMAS DE AMOR.

ABRAÇOS!!!!
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Dennel

Crepúsculo

Sangra a tarde
Vai o sol se despedindo
Chora a saudade

Juraci Rocha da Silva - Copyright (c) 2006 All Rights Reserved

Foto de Deoleones

Recordar

O meu pensamento vagueia…
Lembras quando víamos as gaivotas,
O mar, o Sol...
E me dizias:
Olha é lindo!!!
Belém!...
A torre,
o rio
e...
Nós.
beijos
palavras
vida.
O tempo passa!
Dia após dia,
hora após hora,
noite após noite.
Entre risos, lágrimas
Alegrias e dor.
Muito fica por dizer...
O sabor do beijo,
o cheiro da pele …
meu pensamento!
A torre, o rio e as gaivotas,
sim esses estão
continuam lá!
A vida também
essa,
continua sim.
E...
acompanha o meu
pensamento...

Foto de brynne

QUERIA SER...

Queria ser um pássaro, para voar até você;
Queria ser o sol, para iluminar seus dias;
Queria ser a lua, para clarear suas noites;
Queria ser uma estrela, para brilhar em seu coração;
Queria ser seus passos, para seguir seus caminhos;
Queria ser seu companheiro, para lhe fazer feliz.

Foto de Maria Goreti

A HISTÓRIA DE ANA E JOAQUIM – UM CONTO DE NATAL.

Chamavam-no “Lobo Mau”. Era sisudo, magro, alto, olhos negros e grandes, nariz adunco, cabelos e barba desgrenhados, unhas grandes e sujas. Gostava da solidão e tinha como único companheiro um cão imundo a quem chamavam “o Pulguento”. Ninguém sabia, ao certo, onde morava. Sabia-se apenas que ele gostava de andar à noitinha, sob o clarão da lua.

Ana, uma pobre viúva, e sua filha Maria não o conheciam, mas tinham muito medo das estórias que contavam a respeito daquele homem.

Num belo dia de sol, estava Ana a lavar roupas à beira do riacho. Maria brincava com sua boneca. Eis que, de repente, ouviu-se um estrondo. O céu encobriu-se de nuvens escuras. O dia, antes claro, tornou-se negro como a noite. Raios cortavam o céu. Ana tomou Maria pela mão e correu em direção à sua casa. Maria, no entanto, fazia força para o lado oposto. Queria resgatar a boneca que ficara no chão. Tanto forçou que se soltou da mão de Ana e foi arrastada pela enxurrada para dentro do riacho. Desesperada, Ana lança-se nas águas na vã esperança de salvar a filha. Seu vestido ficara preso a um galho de árvore e ela escapara, milagrosamente, da fúria das águas. Desolada, decidiu voltar para casa, mas antes parou na igreja. Ajoelhou-se e implorou a Deus que lhe tirasse a vida, já que não teria coragem de fazê-lo, por si. Vencida pelo cansaço adormeceu e só acordou ao amanhecer. Ana olhou em derredor e viu a imagem do Cristo pregado na cruz. Logo abaixo, ao pé do altar, estava montado um presépio. Observou a representação da Sagrada Família: Maria, José e o Menino Jesus. Pensou na família que um dia tivera e que não mais existia. Olhou para o Menino no presépio e depois tornou a olhar para o Cristo crucificado. Pensou no sofrimento de Maria, Mãe de Jesus, ao ver seu filho na cruz. Ana pediu perdão a Deus e prometeu não mais chorar. Ela não estava triste, sentia-se morta. Sim, morta em vida.

Voltou à beira do riacho. Não encontrou a filha, mas a boneca estava lá, coberta de lama. Ana desenterrou-a, tomou-a em suas mãos e ali mesmo, no riacho, lavou-a. Depois seguiu para casa com a boneca na mão. Haveria de guardá-la para sempre como lembrança de sua pequena Maria.

Ao chegar em casa Ana encontrou a porta entreaberta. Na sala, deitado sobre o tapete, havia um cão. Sentado no sofá um homem magro, alto, olhos negros e grandes, nariz adunco, cabelos e barba longos e lisos, unhas grandes. Ana assustou-se, afinal, quem era aquele homem sentado no sofá de sua sala? Como ele conseguira entrar ali?

Era um homem sério, porém simpático e falante. Foi logo se apresentando.

- Bom dia, dona Ana! Chamo-me Joaquim, mas as pessoas chamam-me “Lobo Mau”. Mas não tema. Sou apenas um homem solitário. Sou viúvo. Minha mulher, com quem tive dois filhos, Clara e Francisco, morreu há dez anos e os meninos... Seus olhos encheram-se de lágrimas. Este cão é o meu único amigo.

Ana, muito abatida, limitou-se a ouvir o que aquele homem dizia. Ele prosseguiu:

- Há muito tempo venho observando a senhora e o zelo com que cuida de sua menina.

Ao ouvir falar na filha, os olhos de Ana encheram-se de lágrimas. Lembrou-se da promessa que fizera antes de sair da igreja e não chorou; apenas abraçou a boneca com força. Joaquim continuou seu discurso:

- Ontem eu estava escondido observando-as perto do riacho, quando começou o temporal. Presenciei o ocorrido. Vi quando a senhora atirou-se na água, mas eu estava do outro lado, distante demais para detê-la. Também não sei se conseguiria. Pude sentir a presença divina naquele galho de árvore na beira do riacho. Quis segui-la, mas seria mais um a nadar contra a correnteza. Assim que cessou a tempestade vim para cá, porém não a encontrei. Queria lhe dizer o quanto estou orgulhoso da senhora e trazer-lhe o meu presente de Natal!

Ana ergueu os olhos e comentou:

- Prometi ao Senhor, meu Deus, não mais chorar. Mas o Natal... Não sei... Não gosto do Natal. Por duas vezes passei pela mesma situação. Por duas vezes perdi pessoas amadas, nesta mesma data.

Joaquim retrucou:

- Senhora, a menina está viva! Ela está lá dentro, no quarto. Estava muito assustada. Só há pouco consegui fazê-la dormir. Ela é o presente que lhe trago no dia de hoje.

Ana correu para o quarto, ajoelhou-se aos pés da cama de Maria, pôs-se em oração. Agradeceu a Deus aquele milagre de Natal. Colocou a boneca ao lado de sua filhinha e voltou para a sala. O homem não estava mais lá.

Um carro parou na porta da casa de Ana. Marta, sua irmã, chegou acompanhada de um jovem casal – Clara e Francisco, de quinze e treze anos, respectivamente. Alheios ao acontecido na véspera, traziam presentes e alguns pratos prontos para a ceia.

Ana saiu para recebê-los e viu o homem se afastando. Chamou-o pelo nome.

- Joaquim, espera. Venha cear conosco esta noite. Dá-nos mais esta alegria.

Joaquim não respondeu e se foi.

Quando veio a noite o céu estava estrelado, a lua brilhava como nunca!
Ana, Marta, Clara e Francisco foram à igreja. Ao retornarem a porta estava entreaberta. No sofá da sala um homem alto, magro, olhos negros e grandes, nariz adunco, sorridente, cabelos curtos e barba bem feita, unhas aparadas e limpas. Não gostava da solidão e trazia consigo um companheiro - um cão branquinho, limpo, chamado Noel.
Antes que Ana pudesse dizer alguma coisa ele disse:

- Aceitei o convite e vim participar da ceia e comemorar o Natal em família. Há muitos anos não sei o que é ter família.

Com os olhos marejados, Joaquim começou a contar a sua história.

- Eram 23 de dezembro. Minha mulher e eu saímos para comprar brinquedos para colocarmos aos pés da árvore de Natal. As crianças ficaram em casa. Ao voltarmos não as encontramos. Buscamos por todos os lugares. Passados dois dias meu cachorro encontrou suas roupinhas à beira do riacho. Minha mulher ficou doente. Morreu de paixão. A partir do acontecido, volto ao riacho diariamente para rezar por minhas crianças. Ontem, mais um 23 de dezembro, vi sua menina cair no riacho e, logo depois, a senhora. Fiquei desesperado. Mais uma vez meu “Pulguento” estava lá. E foi com sua ajuda que consegui tirar sua filhinha da água e trazê-la para cá.

Clara e Francisco se olharam, olharam para Marta e para Ana. Deram-se as mãos enquanto observavam o desconhecido.

- Joaquim, ouça, disse-lhe Ana. Há dez anos, meu marido e eu estávamos sentados à beira do riacho. Eu estava grávida de Maria. Eu estava com os pés dentro d’água e ele estava deitado com a cabeça em meu colo. De repente ouvimos um barulho, seguido de outro. Meu marido levantou-se e viu duas crianças sendo levadas pela correnteza. Ele conseguiu salvá-las, mas não conseguiu salvar a si. Entrei em estado de choque. Fiquei sabendo, mais tarde, do que havia acontecido por intermédio de minha irmã, que mora na cidade. Foi ela quem cuidou das crianças. Não sabíamos quem eram, nem quem eram os seus pais.

Aproximando-se, apresentou Marta e os dois jovens a Joaquim.

- Joaquim! Esta é Marta, minha irmã. Estes, Clara e Francisco.

Ana e Joaquim olharam-se profundamente. Não havia mais nada a ser dito. Seus olhos brilhavam de surpresa e contentamento.

Maria brincava com sua boneca e com seu novo amiguinho Noel. E todos cantaram a canção “Noite Feliz”, tendo como orquestra o som do riacho e o canto dos grilos e sapos.

Joaquim, Ana e Maria formaram uma nova família. Clara e Francisco voltaram com Marta para cidade por causa dos estudos, mas sempre que podiam vinham visitar o pai.
Joaquim reconquistara sua fama de homem de bem.

O povo da região nunca mais ouviu falar do “Lobo Mau” e do seu cachorro “Pulguento”.

Autor: Maria Goreti Rocha
Vila Velha/ES – 23/12/07

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"BOM DIA"

BOM DIA

O galo canta...
O sol se levanta...
E o mar se agita!!!

A chaleira aquece...
O dia amanhece...
E o despertador grita!!!

A vida começa...
Todos têm pressa...
E as horas avançam!!!

O rio segue seu curso...
O homem acerta seu rumo...
E o tempo vira cúmplice!!!

O trabalho se desenvolve...
A morosidade não resolve...
Tudo que tem para fazer!!!

O dia passa depressa...
O ontem e o amanha não interessa...
O hoje é puro viver!!!

Foto de Carmen Vervloet

Quer Ser Feliz?

Abra a janela
Deixe o sol
Entrar em sua vida...
Ele é bálsamo...
Cura a ferida...
Desperta
Suas melhores
Sensações...
Penetra em seu coração
E acorda o que
Dentro dele cochila...
Num compartimento esquecido...
Num dia cinza... Esmaecido...
Desperta o imprescindível
Para a felicidade...
O simples... O puro... O belo...
As pequenas coisas do dia a dia...
Deliciosas como balas
De caramelo...
E faz florescer a partícula
Do Deus Criador
Que você sufocou!...
Só ela leva ao amor!...
Neste Ano Novo que principia...
Sem alarde... Sem euforia...
Com calma, paz, harmonia!...

Carmen Vervloet

Foto de Izaura N. Soares

A espera do rouxinol

A espera do rouxinol
Izaura N. Soares

Amei..., te amei quando te vi
Desde os primeiros momentos
A saudade que de ti sentir...
Envolveu meus pensamentos!

Sem nem ao menos nos tocar,
Nós dois tão pertos e sozinhos
Sem podermos nos amar...,
A esperança saiu do ninho.

A chuva molhada me faz lembrar,
O orvalho que cai de gota em gota
Lágrimas juntas a acompanhar...
Faz-me lembrar da sua linda boca!

Por tanto querer, estava te amando,
Porque nada foi como um favor,
Louca de paixão e te abraçando
Que me entreguei a este amor.

Deixei-me levar pelas tuas carícias
Sentindo meu corpo tremer ao seu,
Amando-te sem malícias...
Repouso meu amor; que é todo teu!

Minha alma que descansa nua...
Vive a espera do rouxinol...
Que bateu asas e foi pra lua
Deixando-me com o calor do Sol!

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