Sol

Foto de Tancredo A. P. Filho

TEUS OLHOS

Teus olhos já amanhecem
E trazes neles e em cada gesto,
Um brilho como do sol,
Nascendo para tua glória,
No universo lindo
Da luz e da poesia...
Dos teus dedos
Caem gotas de harmonia,
Formando o hino da tua vida,
Composto de notas triunfantes
Que o futuro acolherá,
Para compor a sinfonia
Dos teu sonhos...

Teus olhos já amanhecem,
Sem poderem ainda compreender,
Ou sequer conceber,
Aquele instante supremo,
Irreparável,
Daqueles que se despedem
Sem jamais voltar...
Ou nunca se vão.

Cavalgas feliz,
No teu cavalo de vidro,
Enquanto mil pássaros voam
E cantam...
Pássaros de muitas cores
Que passam a tingir de azul
A tua mocidade.

Foto de Jorgejb

Leio-te

Leio-te
como teus olhos
fossem o poema
mais belo de
sempre…
Leio-te,
nas tuas mãos
alimentando os meus sonhos,
nos teus gestos
afagando minh’alma,
nas tuas carícias
que me desvelam
e me torturam.
Leio-te
nas tardes de Outono,
quando a noite se atrasa
repousando na sacada
perdido num pôr-de-sol.
Leio-te
em cada palavra
discorrida,
em cada livro,
imaginando-te…
leio-te
sem te aprender…

Foto de Tancredo A. P. Filho

ASCENSÃO DA ALMA

Lembra-te por favor,
Que as coisas transitórias se desfazem
Como a neve aos beijos do sol.
És agora uma alma,
Que foi por mim amada
E, que nesse momento
está em ascensão,
Para a morada divina
Por Deus preparada.

A tua luz e o teu amor
Foi e será sempre o teu belo sentimento,
São fulcros do teu modo de viver imperecível,
Constituindo-se em motivos maravilhosos
Da tua imortalidade...

Por que abater-se e desanimar-se dos aguilhões
Da carne perecível?
Vais para o alto, para o infinito
E, de lá contemples o Criador.
Se a fraqueza te envolves
E, te emaranhas em teus tentáculos.
Sentirás uma branda carícia.
Doce, misteriosa e suave,
Que promana
Do constelado céu...
Para as almas que crêem, que oram,
Que choram e sonham,
Buscando o nosso grande Pai de Amor.

Enquanto vivias e sofrias,
Lembrou de buscar e aspirar o aroma divino,
E tua alma sofredora, sentiu-se envolta
Na beleza, no (*)eflúvio peregrino,
Que mana em grande escala dos espaços imensos,
Da amargura e da dor...
Lembre-se desse dia de espera
Na indefinível primavera
Maravilhosa do nosso amor.

NOTA: (*) "Eflúvio" - Emanação invisível que se desprende de um fluido; efluência, exalação.

Foto de varinho

quero.......(te)

desejo te mais que tudo mais que todos
quero te sentir, quero-te abraçar ,
quero o teu afecto ,carinho ,amor e paixão louca que abunda em ti
quero ser teu amigo teu companheiro quero ser a tua alma gemea
quero ser para ti como o sol é para a terra ,
quero sentir o teu doce perfume, passar as mãos no teu cabelo dourado
como o sol... quero gritar para que o mundo inteiro me ouça como
eu estou apaixonado por ti como eu te amo como tu me deixas louco
de desejo , apenas por estar breves momentos ao teu lado já me sinto
feliz.
quero.............(te)

Foto de Tancredo A. P. Filho

DOCE BEIJO

O vento soprou no seu rosto,

Mostrando uma intensa ternura,

Que vinha de você,

Então eu pude sentir,

O seu amor profundo advinha do seu interior...

As nuvens se dispersaram,

E eu sentia que meu coração emergia,

Como o mais alto cume de montanha...

Dourado de sol e ao som de música suave

Dos pássaros e das águas.



Eu via o brilho de seus cabelos,

Seus olhos, suas mãos, enfim seu corpo inteiro,

E, via a sua sinuosidade elegante...

De repente, me apossei de você com um abraço,

Afaguei sua cintura,

Seu coração pulsava inquieto,

Esperando meu primeiro beijo do momento...

Faminto por um beijo,

Apertei-a contra meu peito,

Colhi sedento o beijo tão esperado,

E minha boca recebia o seu tão doce mel.

Foto de varinho

para ti

todos os dias,
todos os dias penso em ti.
A todas as horas quero estar contigo
a todos os momentos posso te sentir ,amar ,cheirar
sim tu! o meu unico e verdadeiro amor de perdição por o qual
matava e morria sim tu............ mais quente que o sol, mais bela que as delicadas flores que revestem os mais belos campos
todos os dias penso em ti
..sim tu es o meu amor .....

Foto de pedacinhos de mim poemas

Em Meu Jardim

Rouxinol pássaro lindo,
com a elegância de um príncipe
em um galho aqui pousou;
- Bem diante de mim.
O que deveras me encantou.
Galho verde que balança,
que de cacho se faz ramas,
acenando para mim.
O teu cantar é um poema...
No seu canto encontro notas,
que me inspira a fazer prosas
de amor, aqui no meu jardim.
- A natureza é tão perfeita.
Vejo réstias de sol entre as figueiras,
que de dourado se faz cinza,
parece até uma nevoa fina,
entre os galhos que cintilam,
me revelando um ninho de andorinha
onde já procriou.
Como não admirar tanto esplendor!
E diante de tanta beleza;
O rouxinol deu um gorjeio,
bateu asas e voou.
Mas, como que por magia,
uma pétala de rosa ele me deixou.

Autora: Célia Torres

Foto de Jorgejb

Lisboa

porque vale a pena amar esta cidade, a todos os meus irmãos poetas brasileiros, lhes entrego com muito amor este poema.
Um beijo luso

Lisboa

Neste chão de mar e de partidas
Onde abri meus olhos p’ra te ver,
Nesta terra de mulheres e de cantigas
Onde o Sol se deita com prazer

È que respiro e me dou continuamente
À vida e às muralhas onde avistas
Vidas, vielas e toda a gente
Talhada no coração de artistas

E nos teus bairros vestidos de memórias
Onde um mouro já contou suas histórias
É que respiro o cheiro que de ti guardo

Em ti onde amando e me perdendo
Traço em folhas de Outono o teu fado
Onde te chamo Lisboa, sempre nascendo

Foto de lady manu

Ao final

As ondas do mar
me lembram
de esperanças
que já foram esquecidas no tempo

O raiar do sol
me lembra
do riso infantil
de alguem que descobrira o amor

Os pássaros a cantar
me lembram
de um sonho
impossível de se realizar

E quando tuda está perdido
esperanças esquecidas,
descobertas inacabáveis,
e sonhos impossíveis,
é que veremos o quanto vale o teu sorriso.

Foto de Soluço

A aflita hora

Tristeza sem final, horripilante ausência
Que, minha alegria, transforma em cadáver.
A medonha hora vai chegando
E as prósperas horas se afastando...

Num momento tudo se encontra em harmonia:
O sol aquece, a beleza apresenta-se como um todo,
A maldade não prevalece, me aventuro sem temor,
A vida infinitamente agradável e instantes eternos...

Agora, passado o momento oportuno,
Eis que chega o intempestivo; acúmulo de aflição.
A hora do adeus, a Deus é dada e agonizada,

Oh...! Lágrimas e derradeiro riso marcam
A breve e prolixa hora indesejada:
- Adeus! Vejo-te em meus sonhos!

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