Sol

Foto de vanessa_sbm2

Se eu pudesse

Se eu pudesse
te daria o nascer do sol
entretanto
se eu te desse o nascer do sol
a vida seria escura e sombria

Se eu pudesse
te daria o mar
mas se eu o fizesse
acabaria com toda uma vida marinha

Se eu pudesse
te daria algo
tão grande e extenso
quanto o mundo...
mas jamais o mundo
pois...
se eu te desse o mundo
junto a ele
viria toda a guerra
todo o sofrimento
toda a or e
te faria sofrer

Portanto
te dou apenas o meu amor...
que é tão lindo
quanto o nascer do sol...
É tão extenso
quanto o mar...
É tão sincero
quanto um espelho

Te dou o meu amor
que é tão grande
quanto o mundo...
que é tão eterno
quanto a vida...
que é tão real
quanto...
a morte

Te dou o meu amor
que é tão infinito
quanto o espaço...
É tão verdadeiro
quanto o mais lindo
o mais extenso,o mais sincero
o maior,o mais eterno
o mais intenso dos sentimentos:
O amor!

Foto de Karine K.

FIM PARA O COMEÇO

O trem mais assassino de traumas passados
trará visões de além mundos,
escondidos e encobertos pela massa cinza do cérebro
Corte-se ao ver sangue,
grite ao cair
escorregue e sinta.
A mão que puxa seus pés dormentes
também guarda em suas veias
menções ao pequeno medo passado.
Então sonhe
e percorra o sombrio desprezo da floresta,
porque esta, não te acolherás ao gritar.
Sonhe!
Quando acordar,
continuará a correr,
só que agora o sol cegará seus passos.

Foto de Sirlei Passolongo

O menino so semáforo

Hei!
Olhe o menino que passa
Olhe...
Nem que seja através da vidraça

Nas mãos um pacote de bala
Nos pés um chinelo gasto
Na boca...uma voz que cala
Segue todos os dias o mesmo rastro

Caminha na multidão
Procura um semáforo movimentado
Espera vender suas balas
Ganhar um mísero trocado
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Ele nunca é notado
E ele segue...

Segue seu destino ingrato
Sem culpas
Segue sem trato
É mais um entre tantas crianças
Sem comida em seu prato
Essa é a nossa criança esperança!
Ninguém o vê
Ninguém percebe
Parece rotina de fato

Segue no sol, segue na chuva.
No verão ou no inverno
É esse o menino que passa
Olhar triste, sorriso terno.
E nós ficamos aqui
Escondidos atrás da vidraça
(Sirlei L. Passolongo)

Foto de Zedio Alvarez

A Solidão nunca morou comigo

Seria como uma apunhalada da minha emoção
Se um algum dia não tiver direito ao amanhecer
Se o por do sol resolver se esconder
Mesmo assim não falarei mal da solidão

Minha alma está em processo de corrosão
Mesmo que fique eternamente louco
Farei da casa da minha vida um hospício,
Mas jamais terei mágoas da solidão

Nunca hastearei a bandeira da ingratidão
Hoje ainda me sinto uma criança
Levo tristeza, saudade e esperança
Mas nunca brincarei com a solidão

Nasci numa manhã de setembro
Quando lembro me causa emoção
Com meu berço coberto de rosas
Por isso nunca gostei de solidão

Quando você não mais aparecer
A verdade falará pelo teu coração
Não vou acompanhar a tua saudade
Nem tampouco acreditar na solidão

A esperança consola o coração
O homem sem virtude é um fraco
A virtude transcende a adversidade
Mas jamais brindarei a solidão

Foto de Zedio Alvarez

Setembro chegou

Nasci numa manhã de Setembro
O sol me deu um bom dia
E fui conhecer o mundo de Deus
Hoje tudo que é vida, eu contemplo

No meio de dálias, lírios
Crisâtemos, jasmim, ainda me lembro
A rosa era a mais bela
Anunciando a chegada da primavera

Que me faz lembrar de histórias
Quando conheci você,
Perdida no jardim das ilusões
Guardo isso na minha memória

O crepúsculo daquela manhã
Amanheceu mais cedo
Pressentindo o nascimento de um poeta
Que deixou de ser segredo

Setembro é o mês de fortes emoções
É o tempo de sempre se amar
É o aniversário da mais bela, das estações
É o tempo de eu comemorar

Meu primeiro sonho foi em setembro
No jardim do meu quintal a conheci
Atraído pelo teu cheiro, me lembro
Debruçado no teu corpo eu nasci

A estação mais festejada é a Primavera
Ela é irreverente, sorridente...
Quando chega setembro
Ela sempre me espera

Foto de vanlor

Decifra-me

Decifra-me

Não venha me falar de razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência,
Eu sou pura emoção.
Tenho razões e motivações próprias,
Sou movido por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.

Não meça meus sentimentos,
Nem tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma.
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes.

Não me fale de nuvens,
Eu sou Sol e Lua,
Não conte as poças,
Eu sou mar,
Profundo, intenso, passional.
Não exija prazos e datas,
Eu sou eterno e atemporal.

Não imponha condições,
Eu sou absolutamente incondicional.
Não espere explicações,
Não as tenho, apenas aconteço,
Sem hora, local ou ordem.
Vivo em cada molécula,
Sou o todo e sou uno,
Você não me vê,
Mas me sente.

Estou tanto na sua solidão,
Quanto no meu sorriso.
Vive-se por mim,
Morre-se por mim,
Sobrevive-se sem mim.
Eu sou começo e fim,
E todo o meio.

Sou seu objetivo,
Sua razão que a razão
Ignora e desconhece.
Tenho milhões de definições,
Todas certas,
Todas imperfeitas,
Todas lógicas apenas
Em motivações pessoais,
Todas corretas,
Todas erradas.

Sou tudo,
Sem mim, tudo é nada.
Sou amanhecer,
Sou Fênix,
Renasço das cinzas,
Sei quando tenho que morrer,
Sei que sempre irei renascer.
Mudo protagonista,
Nunca a história.

Mudo de cenário,
Mas não de roteiro.
Sou música,
Ecôo, reverbero, sacudo.
Sou fogo,
Queimo, destruo, incinero.
Sou água,
Afogo, inundo, invado.
Sou tempo,
Sem medidas, sem marcações.
Sou clima,
Proporcional a minha fase.
Sou vento,
Arrasto, balanço, carrego.
Sou furacão,
Destruo, devasto, arraso.
Mas sou tijolo,
Construo, recomeço...
Sou cada estação,

No seu apogeu e glória.
Sou seu problema
E sua solução.
Sou seu veneno
E seu antídoto
Sou sua memória
E seu esquecimento.
Eu sou seu reino, seu altar
E seu trono.

Sou sua prisão,
Sou seu abandono e
Sou sua liberdade.
Sua luz,
Sua escuridão
E seu desejo de ambas,
Velo seu sono...
Poderia continuar me descrevendo
Mas já te dei uma idéia do que sou.
Muito prazer, tenho vários nomes,
Mas aqui, na sua terra,
Chamam-me de AMOR.

(desconheço o autor)

Foto de Cleber Dantas

PAIXÃO CONTINUA

CONTINUA PAIXÃO
Sol nasce todo dia
Põe-se tarde
Transforma-se num vicio continuo
A minha paixão por ti
Não se acaba, não muda.
Se o vento para de assoprar
Ele volta depois
Se acabasse
O universo mudaria
A terra deixaria de ser grande
Pois é impossível é imenso

Foto de Cleber Dantas

PRAZERES

Ela deitada na nuvem
Sentindo o vento tocar a pele
Desejando que o sol volte
Iluminado teu corpo nu
Namora o doce céu
Contemplando o voar dos pássaros
Corpo respira prazer
Com as mãos deslizando pelo corpo
Tocando as pontas dos dedos
Na pele sedosa dos seios
Inalando paixão fogosa
Querendo que o prazer não acabe

Foto de Cleber Dantas

EM TI

Não paro de pensar em ti
À noite, no dia, na rua...
Teu rosto me acompanha
Tua voz conversar comigo
Lembro do seu perfume
Da sua voz bela e sensual
Mas agora a viagem acabou
Só restaram lembranças
Da chuva, do sol, do sofá.
Pois agora só me resta esperar
O dia torna se claro
A noite continuar mais escura

Foto de Cleber Dantas

MEU TESOURO

O teu beijo doce lhe deseja
Quero por minha mão nos raios de sol dos seus cabelos
Falar-te frases românticas no seu ouvido
Para que a paixão vire amor
Da natureza sabia
Fez um lindo e riquíssimo tesouro
Com diamantes, neve, ouro e rosas.
Que resultou numa sublime e angelical beleza
Que pos na boca diamantes para brilharem
Com rosas compôs uma melodia formando um rosto
Com neve se fez a pele
Já com o ouro...
Que jóia preciosa sem preço
Para mim a mais bela
Estou feliz por te encontrado

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