Solidão

Foto de Felipe Ricardo

O Ultimo da Noite

Perdão lhe peço, pois se esvair
Minha inspiração e não sei o
Que escrever, mas assim o faço
Assim o dou a vida que com voce

Sempre vai tudo vez que tu de
Meus olhares se distancia e a
Sua morada parti e partindo meu
Coração em dois a ti entrego
Uma parte para que de pretexto
Sirva para novamente lhe ver
Pois em solidão me faço ao te
Ver indo e indo para lugares

Onde não sei ir e mesmo em
Pensamentos me perco tentando
Achar-te menina que tanto gosta de
Ser chamanda assim. Boa noite menina

Foto de simone floriano

Alguma Coisa.

Não sei !
se é saudade ou solidão
se é a razão gritando forte...
ou obsessão.

Um retrato prateado
eu ao seu lado...
um amor embalsamado
um adeus de união.

Um prato servido á mesa...
e acada troca de lençóis.
basta um aconchego no travesseiro,
onde ainda sinto seu cheiro...

Fico na janela,
Só lembrando,
o que restou de nós.

Eram brigas, confusão.
Muito amor e paixão.
E foi vida,
foi morte...
A sua traição.

Foto de Ana Botelho

DIVAGANDO

Onde estarão os que sorriram e estiveram comigo...
Será que pousaram as suas vidas em meras fantasias,
ou ficaram voejando pelos vales em repetidos círculos,
como libélulas douradas, mas que também se apagaram
ao primeiro contato ao reluzir a primeira luz intensa,
lá, onde os corações famintos de calor sonham chegar,
porque foi naquele lugar que sempre desejaram estar
na ânsia incontida das buscas e dos seus próprios projetos,
mesmo sabendo dos riscos que certamente correriam,
de bombardeios, de tolas emoções vividas em vão,
será que apesar de tantas tentações andaram monte acima,
ou ainda estão distantes sem que os seus ouvidos
pudessem se sensibilizar e alcançar esses apelos .
Talvez eles ainda arrastem por aí a sorte de se saberem
intimamente dominados pela força eterna do amor,
ou carregam a sua enorme dor, a da pesada solidão.
Emanciparam, ou nem ousaram sair dos seus rústicos casulos,
permanecendo em estados latentes... apenas estáticos...

Tem dias que me dá uma enorme vontade de ficar assim,
ausente da realidade tão tosca e cruel e não resistir
ao desejo incontido de morar em um mundo abstrato
e lá, criar um universo de todos os que sonham em partir.

Foto de Ayslan

As lembranças do passado são lançadas no presente.

Hoje quero escrever versos, frases que não seja de alegria, quero me emocionar lendo versos de lembranças que mim fez sorrir, talvez tenha sido por isso que inventaram a poesia... Quero falar tão bem assim de felicidades, mas é a saudade que muitas vezes invade minhas palavras... Palavras que gostaria de não sentir vontade de escrever, uma historia que não queria ter vivido, apenas quero esquecer... Não quero ver a conclusão destas palavras... Sobre dor, solidão, saudade quero sobre isso parar e nada mais dizer... Que situação essa as palavras não são tristes, o que realmente penso em escrever me faz chorar por dentro, lamento não passar tal tormento em rimas em uma bela poesia... Os versos são formados na mente e se negam a aparecer nestas linhas, se coubesse a tristeza em minhas mãos passaria em rimas na mais triste poesia de amor... As lembranças do passado são lançadas no presente.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

Foto de slotter

Aquela Melodia

Minha alma está vazia,
Caminho sozinho,
Envolto num sentimento
De tristeza, em direcção ao precipício.
Caio. Mas, não alcanço o fundo.
Fico suspenso no ar.
À minha volta vejo
Notas musicais a pairar,
Ouço a sua melodia,
Sinto os sons reconfortantes
De uma orquestra a tocar
Tons mágicos. Olho para baixo.
Não cai ainda, continuo amparado
Por esta melodia que me encanta.
Reparo que, do meu peito
Brilha uma luz forte. Dispo a camisa.
Á o meu coração, e, então,
Tudo fica mais claro,
Claro como a água do rio
Que passa violentamente
Abaixo de mim. É o amor.
É o amor que sinto por ti,
Que não me deixa parar de viver,
Não me deixa cair, e que,
De uma maneira magica,
Toca estes sentimentos
Que ouço, que me tranquilizam
E continuam a pairar, sem
Serem deixadas de ser tocadas
Pela orquestra, ou melhor,
Pelo teu coração que me
Impede de cair sobre os
Rochedos bicudos que a cada dia
Ficam mais afiados pela forte
Corrente que esculpiu
Este precipício, o tal
A que a minha pobre alma
Me guiou para vir a descobrir
Que não estou mais perdido.
Porque, agora tenho um rumo,
Uma estrela que me guia,
Ela brilha dentro de ti,
Do teu coração. Acordo.
Estou todo suado,
O despertador toca
Na cabeceira. Ligo o chuveiro.
A agua escorre pelo meu corpo,
Penso no que vivi naquele
Pesadelo, ou, sonho,
Não sei, não consigo definir.
Já estou vestido. Saiu para a rua.
Nada mudou, vejo as mesmas
Pessoas a passar, assim como
Os mesmos carros…
Na mesma cidade monótona
E movimentada, com o mesmo
Ar pesado difícil de respirar.
Só sinto duas coisas:
A tristeza que me acompanha
Assim como a solidão e…
E aquela melodia que ouço
Lá longe e distante, que
Tal como a tristeza e a solidão
Nunca me abandonou
E que espero nunca deixar de ouvir.

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