Solidão

Foto de Graciele Gessner

A Junção de Nós Dois. (Graciele_Gessner)

Você, que faz todos os sentidos do meu viver.
Nós dois, que distante estamos para nos ver.
Você possuidor dos olhos da esperança, da minha inspiração.
Nós dois precisamos aprender a suportarmos a solidão.

Por algum tempo a sua ausência me consumirá,
Mas você é meu chão, meu alicerce, meu fundamento;
Sem você jamais existiria embasamento.

Você, que entrou na minha vida inexplicavelmente.
Tentamos sobreviver desta imensa saudade, desta solidão.
Você é meu conto de amor que envolveu passado e presente.
Muito além do passado, criamos um conto de amor eternamente.

Nossa história que implica distância e muito sentimento,
Resistindo os nossos anseios, nosso passado.
Apenas nós dois, uma junção de nosso momento.

24.04.2007

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Graciele Gessner

Infinita Solidão (Graciele_Gessner)

Nesta noite silenciosa de brilhante constelação,
A solidão inquieta o meu singelo coração.
Até quando suportarei a sua falta de comunicação?
Será que terei fôlego para tanta solidão?

Esta solidão que gera esta distância entre nós;
A solidão da sua fala, dos seus gestos, dos seus carinhos...
É uma insuportável dor da sua ausência,
O intrigante silêncio que surge nesta noite solitária.

Uma dor intensamente dolorida,
A saudade misturada com solidão destrói meu coração.
Estou aqui sozinha nesta imensa e solitária solidão.

Um sentimento de infinitos sintomas,
A solidão nos consome sem pedir permissão.
E, vamos vivendo com esta inquietação.

23.04.2007

Escrito por Graciele Gessner.

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Foto de Bira Melo

CORAÇÃO NAVEGANTE

Meu pobre coração
Hoje amanheceu revolto...
Entrou no barco da esperança,
Navegou o mar gélido da solidão
Levou consigo apenas a cadência
Do seu próprio pulsar absorto de fé
Pois sabia que longe,
Muito longe da realidade
Encontraria para morrer,
Sempre vivo e pulsante
O utópico sonho
De viver somente o amar...
No mar de verdadeiros amores!

Bira Melo ( S. CaraMelo )*

* Direitos reservados.

Foto de Graciele Gessner

Vento da Saudade. (Graciele_Gessner)

Sua falta que me inspira e me consome.
Saudade misturada com solidão,
Olho ao redor e não te vejo aqui.
Meu coração em descontrole pulsação.

Ontem, hoje e amanhã...
Nosso amor resistirá ao tempo.
Ah, quem me dera ter você aqui comigo.
Eu não suporto a sua ausência muito tempo.

O meu coração não compreende,
É um amor moderno que tenta resistir à saudade.
A cada afastamento, leva de mim a essência.
Porque cada dia tento resistir a distância.

Saudade, choros, a brisa da liberdade.
O vento que bate em meu rosto,
Leva-me a pensar em você, sem limite ao vento.
Pensamento voando além do infinito.

22.04.2007

Escrito por Graciele Gessner.

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Foto de syssy

DESEJO FINDO

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Findou há tempos um desejo muito antigo
Que trazia no peito jaz machucado, as
Indiferenças desse amor contido. Era a
Doce e tão querida felicidade. A mesma
Que trazia no teu sorriso a esperança, que
Inspirou nos meus braços cansados de
Esperar o teu. O tempo perdoou e findou
Junto à imagem adorada e casta do amor.
A proeza realizada na esvoaçante leveza
Do amor, mais no quarto escuro do meu
Peito, na solidão desse amor calado, foi
Posto a o esquecimento contínuo da tua
Amarga indiferença.
A felicidade já tão longe dos meus abraços
Em laçados na paixão, quista por mim,
Encravada na tua inércia, foi levada junto
Ao vento como púrpura nos ares. Para
Abrilhantar quem sabe um ser mais
Afortunado No amor.

.
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Foto de Soninha Porto

O QUE ESCONDEM?

Essas janelas
que se fecham
em plena luz do dia,
o que escondem
em suas frestas?

Talvez segredos,
que só ali cabiam...

Banhadas
pela meia-luz do sol,
ocultam amores
que se desejam,
ou a solidão
que chora em agonia.

Silenciosas,
ornadas de florões,
ignoram a brisa,
permitem pequeno frescor
aos amantes em folia.

Ou quem sabe
testemunhem caladas
o grito do peito
que deu amor
mais do que devia.

Soninha Porto

Foto de Graciele Gessner

Olha Eu Aí, a Te Observar. (Graciele_Gessner)

Olha eu aí,
Olhando para você a me fotografar.
Pensativa, que logo teremos que nos despedir.
Por tristeza não quis sorrir para este registro.

Olha eu aí,
Observando-te, você vindo ao meu encontro.
Um jeito de que eu gosto, um jeito que você sabe.
Desta vez há de ser diferente, um abraço do jeito que desejo.

Olha eu aí,
Tão quieta comigo mesma e ninguém mais.
Pensativa, um olhar sem brilho, uma solidão.
Meus reais sentimentos que martelam o meu coração.

Olha eu aí, a te observar.
Levanta, menina! Corra de braços abertos ao seu amor.
Voltando ao começo da minha profunda sensibilidade,
Novamente tudo obscuro, marcas da futura saudade.

Olha eu aí,
Logo você estará no outro lado do continente.
E eu? Onde estarei? Onde entro nesta história?
Estou-me refugiando num intenso poço do meu consciente.

Olha eu aí,
Não posso mais viver deste amor.
Não posso mais controlar meu coração.
Começando toda aquela loucura da solidão.

Olha eu aí... Solitária.

10.04.2007

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

A CARTA, TUA VOLTA.

*
*
A CARTA.

O dia hoje amanheceu claro.
O sol esta mais brilhante e quente.
Sinto teu coração presente.
Ao sentar a mesa para tomar o café,
Que surpresa! Sua carta ali estava.

Minhas mãos suadas, deslizava,ao abrir a carta.
Meu nervosismo era tamanho quando vi,
Que a carta era sua endereçada a mim,logo sorri!
Dentro ao envelope além de sua carta.

Uma foto veio junto belo conjunto.
Sua foto recente, meu presente.
Fiquei contente,
Já que esta ausente.

Lendo sua carta, meu sorriso se pós aflorar,
Sobre ela me coloquei a festejar.
Minhas lagrimas não se conteve.
Derramaram sobre a carta.

Assim você dizia, na CARTA.
Minha amada, meu maior sonho e voltar a te abraçar.
Voltar perder noites de sono ,só pra te amar.
Peço que me perdoe, achei que poderia viver sem teu amor.
Mas me enganei, mulher como você nunca me apaixonei.
Como nunca terei! Sei que errei! Que falhei!
Peço que me desculpe, e me aceite de volta em teu coração.
Precisei te perder, para corrigir minha razão,
E vi que o meu amor é maior que tudo, que me desviou
De você. Passei a entender a tristeza que passou quando
Eu deixei você. Agora sou eu, quem preciso de você,
Quero sentir teu corpo junto ao meu, e nunca mais te perder.
“posso voltar pra você”?

Guardei, a carta e me arrumei,
Nem ao menos pensei,já tinha a resposta
Sai e me deparei com você na porta.
Esperando minha aceitação,
Aceitar você de volta, em meu coração.
E acabar de uma vez com nossa solidão.

*-* Anna Flor de Lis.

Foto de von buchman

Saudades de você...


A saudade de você afoga meu coração.
Esta saudade aperta-me o peito e meus olhos enchem-se de lágrimas.
Sinto saudades, até de momentos, que nem vivi com você...
Sinto muita saudade da minha vida a seu lado.
Sinto saudades de seus carinhos e caprichos...
Sinto saudades de seu lindo e puro amor...
Sinto saudades de suas fantasias
Do seu jeito gostoso de me ter...
Sinto saudades de suas seduções
Sinto saudades de ver você passar a língua lentamente nos lábios...
Sinto saudades e muitas
Da sua carinha safada e da sua boca molhada.
Sinto saudades de seu corpo provocante e sedutor.
Sinto até saudades do que nunca fizemos juntos.
Sinto tanta saudade de você que nem imaginas.
Sinto saudades de ver você despindo-se e eu a lhe desejar...
Sinto saudades de tudo aquilo que me lembra você.
Sinto saudades de ver-lhe fazendo strip, para me provocar.
Sinto saudades do que iremos passar e viver juntos.

Por favor,
volta...

Meu coração não suporta tanta saudade e solidão ...

AS SEMENTES DO MEU PURO AMOR,
SÃO COMO FLOCOS DE NEVE...
ELAS SÃO REGADAS COM AS LÁGRIMAS DO MEU CORAÇÃO
POR VOCÊ MINHA ETERNA PAIXÃO...
ICH LIEBE DICH . . .

Foto de Carmen Lúcia

Alegria profana

Oh!Alegria tanta,
a fazer alarido
dentro de mim...
a me pôr a bailar
a mais despudorada
e sacrossanta dança,
a provocar mudanças,
a realçar nuanças...
Diante de tal exuberância
deuses se ajoelham
e santos deixam o altar!

Oh...Alegria tamanha,
isenta de artimanhas,
entra-me pelas entranhas
excita meu palpitar...
afaga o meu dorso,
tateia meu pescoço,
sussurra em meus ouvidos
e me faz arrepiar.
Então me pego dançando
o ritmo que imaginar.

Oh...Alegria bizarra,
a me tirar o fôlego
fincando-me sua garra,
ganhando-me com um sopro,
fragilizando meu corpo
na dança que não é das águas
tampouco dança do fogo,
e sim o meio termo,
solidão e sofreguidão,
que apaga a amargura
e dores escorrem pro chão.

Oh...Alegria insana,
que rouba-me a lucidez...
me pinta um quê de profana,
banha-me em sua liquidez
e mesmo estando só
perco-me na multidão,
que sua euforia sugere
com toda magia que insere...
Alegria que grita mais forte
colore a lida, pincela a sorte,
onde o sonho maior se aninha,
nessa dança que realça a vida
contida na alma que é minha.

(Carmen Lúcia)

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