Solidão

Foto de fernandags

DOR

Não há nada que possa conter
Essa dor que estou a sentir
A dor de não ter você
Perto de mim
A dor da solidão
Que você deixou plantado
Em meu coração
Foi embora
Me abandonou
Em seu lugar
Só a dor deixou
Deixou saudade
Deixou solidão
Deixou uma tristeza
Insanciavél
Em meu coração
Um coração
Que senti mais que dor
Um extremo sofrimento
Causado
Por este amor...

Foto de raziasantos

Teu Perfume:

No silêncio tento salvar minhas memórias.
Tento renascer das cinzas, e cumprir minha missão.
A dor da solidão amarga os meus sonhos…
Tão crua e fria a vida que resta!
Nesta metamorfose sou apenas uma gota d/água junto ao oceano.
Perdura em meu peito a dor que me consome…
A sobra de um passado obscuro que me negas a verdade.
É tempo de lágrimas, tempo de dor…
Neste silêncio ouço apenas o grito da minha alma.
O triste gemido estremece minhas entranhas.
Mordo os lábios em sinal de protesto.
Este mal que me devora como uma praga de famintos gafanhotos.
Não sei mais para onde ir, nem pra onde devo ir.
Só sei que preciso te reencontrar mesmo que por um instante.
Não sei a cor dos teus olhos, nem a cor de tua pele…
Os anos passaram e a mim foi negado o direito de te conhecer…
Nunca pode ouvir teu choro nem ver teu sorriso,
Mas posso sentir teu perfume de filho querido!
Filho! Meu filho!

Foto de raziasantos

Além do Rio Azul.

Quem sabe um dia além do rio azul:
Poderei reencontrá-lo.
Entre as ruas de cristais
Curva-me ei diante de tua face e direi o quanto sinto
Sua falta:
Correremos entre os lírios,
Entre os campos verdes molhados pelo orvalho.

Ali tu me falaras de amor.
Em teus braços esquecerei toda angustia.
Sendo o fim desta triste espera.
Além do Rio Azul onde o sol jamais deixa de brilhar.
Tu me tomaras em teus braços,
Olharas dentro dos meus olhos…
Teus lábios se unirão aos meus
Para que sintas o doce sabor de teus beijos!
Tu ES tão puro sua boca é como favo de mel.
Tens a forças de um guerreiro…
E a beleza do mais nobre cristal.
Ensinou-me á amá-lo.
Mostrou-me o caminho para a felicidade…
Entras-te em minha vida como um raio de luz.
Me fez viajar no firmamento, e sob as
Asa do vento me fez mulher.

Tu meu amado, é inesquecível!
Tua passagem por minha vida foi tão forte…
Mas forte que as águas corrente!
Nosso amor era puro e sincero,
Mesmo assim não resistiu a triste separação.
Há como quero reencontrá-lo Além do Rio Azul!
Para preencher o vazio que sua ausência deixou!

Mas forte que as águas corrente!
Nosso amor era puro e sincero,
Mesmo assim não resistiu a triste separação.
Há como quero reencontrá-lo Além do Rio Azul!
Para preencher o vazio que sua ausência deixou!

Perdoar-nos-emos pela dupla solidão…
Banhar-nos-emos nas puras límpidas águas cristalinas.
Refaremos nossos votos de amor, que consolidado
Livra-nos a da solidão, matara para sempre esta
Saudade que me definha a cada dia sem compaixão.
Nosso amor tão forte!
Mas forte que as águas corrente!
Nosso amor puro e sincero,
Mesmo assim não resistiu a triste separação.
Há como quero reencontrá-lo Além do Rio Azul!
Para preencher o vazio que sua ausência deixou!
Além do Rio Azul, além do rio azul!

Foto de Belinha Sweet Girl

...

Solidão bateu na porta,
Eu, solícita, atendi gentilmente.
Eis que, de visita, ela passou a ser
Uma moradora permanente.

Mais do que isso... companheira,
Mais presente até que meus melhores amigos.
E em cada novo olhar que ouso fitar,
Ela vem, e cobre meus olhos com as mãos.

Pode não ser de carne e osso,
Mas é mais egoísta que qualquer mortal.
Me quer só pra ela,
E ai de mim que tente abandoná-la.

Sua energia é reabastecida
Sempre que me afogo em tristeza,
Mas rápido enfraquece,
Quando tento seguir a vida.

Para me tomar de volta,
Faz-me lembrar de amores do passado.
Assim, me sinto insegura
E incapaz de ter um novo alguém ao meu lado.

Solidão, minha cara,
Peço encarecidamente que se retire.
Sua estadia em mim me destrói,
E já não posso mais suportar o que faz comigo.

E quando sair, por favor,
Avise lá fora que há um lugar vago em mim
Pronto para ser ocupado
Por alguém que me queira bem.

Foto de KAUE DUARTE

É impossível te esquecer

Sei que vou insistir
Mesmo que minha alma pereça na solidão
Amor, nunca é demais
O tempo passará, enfim persisto
Por mais que eu queira não consigo ir embora
Desvio meu olhar do seu
Não adianta
Sua imagem está gravada em meu coração
Tento não te ouvir, em vão
Sua vóz é musica que me agrada
É verso que me afaga
Tento te esqueçer, méra ilusão
Seria mais facil me esqueçer
Tento ser apenas eu, inútil decisão
Não existe eu sem você

Kaue Jessé 24/07/2011 //*

Foto de Paulo Gondim

Cá, comigo...

CÁ, COMIGO...
Paulo Gondim
23/07/2011

Quis ser apenas razão
Fugindo do sonho
Ter tudo na mão
Sob controle
Quase obsessão

Arrisquei quase nada
Andei sempre certo
Na minha jornada
Não peguei atalho
Não cortei estrada

Não me revoltei
Sempre disse sim
Nunca me entreguei
Sempre fui fiel
E só me frustrei

Hoje, cá, comigo
Nos meus dias, só
Sou meu inimigo
Que me faz ferido
Nesse vil castigo

O que fui e que sou
Nem eu mesmo sei
Se algo mudou
De que valerá
Se pouco restou?

Onde anda a razão?
E o sonho, a jornada
A entrega, a frustração?
E no fim da caminhada
A dura e fria solidão

Foto de Allan Sobral

A Supremacia da Sobrevivência

Já é o mais alto ponto da noite, e a Lua já saúda a madrugada vindoura, o frio paulista é cortante, Homens se ocultam em jaquetas, blusas e tocas que transparecem suas personalidades, ou o mero desejo de ser algo ou alguém. Caminho lentamente entre cães fardados , e jovens vazios e sem amor, sem pressa, pois a esperança para o amanhã está no amanhecer, aprendi que para nossa noite só resta a sobrevivência.
Pois fomos jogados numa terra de ninguém, em corpos frágeis, no meio de feras, com um único instinto que nos manteve vivos, o medo, pois com por medo de sermos aniquilados, nos unimos , e dominamos os monstros, bestas e feras... vencemos! Ao fim leões rugiam em nosso respeito, elefantes nos carregavam em suas costas, e dos tigres fizemos mascotes, mas a fome de superioridade e o medo, fizeram com que nos voltássemos contra nós mesmos, a luta começou, e nos dividimos, por cor, tamanho, localidade, força ou inteligência, nos dividindo em reinos, países, estados, cidades, tribos, famílias. Nos matamos e nos dividimos a tal ponto, que hoje nosso reinado abrange a um único súdito, nossa vida já se baseia na felicidade singular. "Onde cada homem é sozinho, na casa da humanidade, onde cada homem é sozinho, na uni-multiplicidade."
Nos abstemos do amor, e denominamos todas as coisas que não conhecemos por codinomes, chamando-as sentimentos. Justificando erros, ou camuflando nossas frustrações , culpando os sentimentos e chamando as desilusões de acasos. Desculpa, é duro ter que aceitar, mas uma das coisas que São Paulo me ensinou, foi que se as coisas deram errados foi porque você perdeu o controle da situação, ou correu antes que a luta tenha acabado. Não há problema que não tenha solução, mesmo que esta seja árdua, cabe a nós decidir se vale o sacrifício, carregar o peso de um sonho, preservar segundo sua fé os seus princípios.
Mas a pressa e egoísmo nos tentam a escolher o caminho mais curto, que é cobrado com corrupção, e paga com a solidão. Nossa sede de glória é fraca e fútil, pois buscamos saciar a sede daqueles que nos assistem , buscando olhares e aplausos, nos viciando e usando de nossa carência, para transformar a atenção e a fama nas drogas mais viciantes.
A necessidade de destaque nos manipulou, a criar sistemas e articulações, como por exemplo o mercado de trabalho, o estado e o status social, camuflando arenas e coliseus, onde homens se matam em proporções, iguais ou maiores as cruzadas, as guerras e as epidemias. Com algumas poucas diferenças, antes os mais fracos morriam, hoje estes são escravizados com a desigualdade ( com se o igual, fosse algo bom), antes era derramado sangue, hoje derramamos lágrimas.
Sorrisos debochados e forçados são comuns em nossas vidas, camuflando o desespero que já nos domina. Procuramos algum motivo que nos dê forças para continuas tentando sobreviver, lotando as igrejas, os presídios, os manicômios, casas de recuperação , fabricando assassinos com nossa maquina de frustração.
Na subsistência de uma vida, as duvidas enlouqueceram poetas, profetas, sábios e cientistas, em busca da razão da vida, mas hoje vos deixo o recado: Da muita sabedoria, só nos resta o enfado. Do muito trabalhar, aprendemos a resistir e ser explorados. E da vida, cultivamos a sobrevivência.

Allan Sobral

Foto de Rute Mesquita

Querido, Outono...

Querido Outono,
no teu jardim amarelado
de folhas cobrindo o chão
pinto mais um monótono,
desflorado,
de solidão…
Como ficam as árvores despidas…
como ficam as plantas frágeis, vulneráveis…
assim fico eu nas despedidas
que comigo nada têm sido poupáveis…
Como o vento de sopros fortes,
tudo leva, tudo arrasta,
pequenos e grandes portes,
tudo devasta.
Continua, a chover folhas…
que pintam o céu de amarelo.
E continuo eu a fazer escolhas,
de como criar o belo.
O vento está zangado,
a natureza está morta…
o que faz o meu ‘eu’ aqui desesperado,
imaginando uma porta?
Imagino, na verdade, quero muito encontrá-la
mas, sei que primeiro, uma viagem me aguarda.
A chave! Tenho que encontrá-la,
é ela a esperança que me resguarda.
Tenho a certeza de que em mim a tenho…
tal como todas as respostas,
que a vida me vai ensinando
nas suas entrepostas,
retenho,
‘assim te vou preparando,
não para viver,
mas para sobreviveres,
porque fácil é viver… esperar a hora da ida,
mas, difícil é sobreviver,
lutar para retardar uma última partida’.

E aqui fico,
deitada no chão,
sendo coberta desta pintura amarela,
e assim me dedico,
a que desta tela,
saia a escuridão.

Foto de ραłøмα

Arrependimento

A alegria me mostrará o caminho da luz,quando tu iras senti tudo passei.
quando ti amei,estava apenas acompanhada com o desespero,com a solidão,e simplesmente
com a desilusão,não quero mais nada com tudo isso,será apenas uma compartilhação com a pessoa
que eu tanto amei...

Foto de Carmen Lúcia

Da euforia à solidão (poema antidroga)

As cores se embromam num só raio de luz,
o sol se reparte e brilha por toda parte,
o belo se intensifica ante a euforia que reluz
e ecoa nas mais diversas línguas, a liberdade.

O trágico não participa do momento
nem garante que não virá...
Espera abrandar o tal evento
e em oposição ao tempo toma seu lugar.

Ledo engano...
Sentimentos insanos querendo voar,
entorpecidos por dependências letais,
escravizando cada vez mais.

Liberdade fugaz...
Preço alto de uma suposta libertação
que por uns instantes satisfaz
e depois passa a ser tarde demais.

Vem a solidão...
A ausência de si mesmo...
Da sociedade, a rejeição.
Do mundo, a exclusão.

Valores intrínsecos tornam-se banais
a desintegrar a própria personalidade,
mentiras se fantasiam de verdades,
viver, morrer, opções casuais.

A cura é a vontade própria e segura
de libertar-se por caminhos diferentes,
aprender a remover o que não era mais ele,
renovar-se no belo, em elevação,
na plenitude da visão interior iluminada,
no resgate da verdadeira libertação.

_Carmen Lúcia_

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