Verdade

Foto de NuzzyII

Não sei...

Já não sei o que é real,
imaginário,verdade e mentira.
Já não sinto a dor que nunca desatina...
Meu corpo ainda não morreu
mas já não sinto a vida.
Sou como uma parasita
que se alimenta da seiva
de outro vegetal...
Não sei amar ..
Preciso aprender
Ensina-me.

Foto de Izaura N. Soares

Poesia Sentida

Poesia Sentida
Izaura N. Soares

Poesia que chora com sentimentos,
Chora com a verdade no peito,
Chora suas mágoas com seu despeito,
Chora a saudade e seus desalentos.

Quando uma poesia chora calada,
Derrama lágrimas sem coerência,
Chorando vive em abstinência,
P' ra mostrar seu amor a pessoa amada.

Num campo de flores no amanhecer,
Mostra as rosas, os cravos em flor,
onde a poesia vive apenas de amor.

E quando ele não consegue ver,
A grandeza, a pureza desse amor,
Ela esconde p' ra ninguém adjazer

Foto de Ednaschneider

Atrás da tela

Atrás desta tela somos todas iguais
Não há distinção de raça ou cor;
Nem tampouco de níveis sociais.
O que somos é palavra e o seu teor.

Caso sejamos apaixonadas
Demonstramos na forma de teclar.
Caso sejamos amarguradas
Não adianta disfarçar
Os dedos acabam por nos entregar
Quando no teclado as letras vão procurar.

“É da abundância do coração que a boca fala” *-Reflita
Essa é uma verdade...No nosso mundo real
E do coração saem as palavras que são ditas
Na forma digitada: diálogo do mundo virtual.

Essa máquina chamada computador
Pode até ter menos “Gigas” ou menos “memória”
Não importa...Mas eu passo a minha história
No modo de teclar também mostro meu amor.

Pois a máquina pode não ser a mais potente
Mas por trás dela tem uma mulher...
Um SER de memória e história constante;
Que mesmo distante, tenta passar nas palavras o que quer.

Por isso digo que atrás desta tela somos todos iguais.
Buscamos amizades, lazer, estudo, uma palavra de carinho.
Tentamos ser amigos mesmo sendo virtuais.
E dessa forma não nos sentimos seres sozinhos

Pois o mundo real é mesquinho
Nos afastam uns dos outros
Cada qual no seu “ninho”
Cada um por si e Deus por todos!

Joana Darc

*(Palavras de Jesus livro Bíblico Lucas 6: 45)

(Este poema é registrado.Copyright: Todos os direitos reservados à autora dos mesmos,não devendo ser reproduzido total ou parcialmente sem a prévia permissão da respectiva autora, estando protegido pela lei, ao abrigo do Código dos Direitos Autorais)

Foto de Camillinha

Olhando para as páginas da minha vida

Olá amigos poetas!
Talvez muitos de vocês encontrem letras de músicas ou até mesmo alguns trechos de traduções delas.
Peguei algumas das músicas que mais gosto e com alguns trechos fiz esse poema espero que gostem!
Um beijo a todos!

Olhando para as páginas da minha vida
Vejo que vivo por ele sem saber
Se eu o encontrei ou se fui encontrada
Já não recordo como foi
Mas ao final me conquistou
Vivo por ele que me dá
Toda a minha força de verdade
Para apagar um pouco da minha solidão e me sentir viva de verdade.
Vivo por ele e ninguém mais pode viver dentro de mim.
Isto não é nada do que alguns sentimentos que de quem eu não consigo esquecer...
Sim, eu cometi alguns erros, mais eu sou apenas um aprendiz nesse jogo da vida.
Toda vez que eu penso em você,vejo algo novo.Que me deixa mais animado do que antes e me faz te querer mais.
Sonhar, já se tornou uma perda de tempo já que todos meus sonhos são com você.
E quando olho o que a vida vem se tornando tudo que faço é amar você mais e mais.
Somente leia as linhas no meu rosto e talvez quem sabe você encontre a resposta em meus olhos.
E se você me der somente uma tentativa, nós podemos arrumar a mala dos nossos velhos sonhos e da nossa vida.
Juntos, encontraremos um lugar onde o Sol ainda brilha pra gente.
E eu te prometo, te amarei mais ainda.
Pois eu nunca soube que tinha um sonho, até ter você.

Foto de Karine K.

Rogais por ti

Oh, bendito sejas tuas preces
Um dia há de encontrar teu céu
Avanças a linha
desprendais de teu escudo
Volte com a estatueta nas mãos
e prove teu sufrágio
Meu pequeno mártir!
Você sabe o que te espera
quando a madrugada chega

Deixe que as lamúrias do teu travesseiro
comportem tuas lástimas
E não negue o pecador sorrateiro
que solapa os lixos em noites afora
A mão que suja teus cabelos
no atravessar da madrugada
é o pó que se finda num pesadelo compassado

A noite clama!
Seu corpo pede com sede os corpos mundanos
Mesmo que a mão do passado te domine
com aquela compaixão penosa
Tu não negas a verdade de animal sorrateiro
que sonda meu quarto em noite de cinzas.

Foto de Mauro Veras

O poema que nasceu em silêncio

... é aquele que se fez no início das manhãs
quando o mundo estava em suspenso.
E denso, imprimiu sua trajetória na alma insana,
na febre tamanha que ocupa os desejos.

Febre de ti, que aos ritos de amor louco me compelia,
Febre de mim, que aos poucos e sem saída me perdia,
Febre de amor, que era a loucura daquele encanto,
Febre da dor, que era a ternura, ao avesso e tanta.

O poema que nasceu em silêncio
e tem a robustez de uma estória em apenso
tem a altura do grito desesperado,
que o mundo consolida nas memórias e nos lenços,
perde-se num sopro cansado
como a voz que vira acorde sussurrado e lento.

E eu gritava por ti, para dentro de todos os silêncios;
e eu gritava por mim, habitado por teus mistérios;
gritava o amor, num sonho acordado e intenso;
gritava a dor, entre soluços e esperas.

E meu grito é tropeço do coração
no tênue ponto entre a sagração e a insensatez,
entre a paixão e a lucidez de a ela não ceder,
entre a busca das palavras e do encontro
entre uma lua inquieta e a voz do poeta.

O poema que nasceu em silêncio
tem a magia das manhãs e é fonte de luz,
reflexo da alma em agonia. É língua em sintonia
com o fogo da existência
ecoando por mil vozes arrancadas de suspiros
que gritam, em todos os meus medos, por ti.

Nada faço, porém, que não faças antes por mim,
e o silêncio que pensas ouvir
é em verdade o clamor dos instantes em rodopio,
é a claridade de uma salva de assobios
que o peito amante verte, qual clarim.

O silêncio que pensamos ouvir
são parecenças do vazio repleto de nossas presenças,
são vontades que escapam das palavras, arredias...
são olhares arrancados da fotografia
do porvir, e instalados pelo oráculo da cumplicidade
na beleza límpida dos lírios brotados em nosso jardim.

Prelúdio da revelação mais pura,
o silêncio que trocamos tem a simetria do universo,
suas estrelas e luas, que amamos!
Tem a vibração primordial dos sinos
e soltam as amarras e viram este grito mudo
que só nossa amante alma reconhece, enfim.

Obs.: este poema foi feito em parceria com a poetisa Carol Marisco.

Foto de JG_essicas

Amor ou amizade...

Por que me olha assim
amizade é tudo que sente por mim?
É triste saber que seu coração
é de todas e não me dá atenção...

A cada dia anseio um por beijo teu
mas o vejo com outra e concluo que nunca será meu
O que vê nela que nao vê em mim
Se guardo no peito um amor sem fim...

Não vê que a cada dia destrói a minha alma
arrancando minha calma
Te vejo com ela e me sinto morrer
será que algum dia você vai me querer?

É tao sufocante quando tenho que te ouvir
falando dela e ter que sorrir
te dar conselhos e te alegrar
nao vê que vivo contigo a sonhar...

Será que nao percebeu
meus olhos brilham a cada sorriso seu
Pra você é amizade
mas pra mim é amor de verdade...

Foto de Paulo Zamora

O comunicativo

Num dia daqueles de desesperança, em que pensar? Em quem pensar? Talvez ter que olhar ao lado, imaginar muitas ocasiões; mas quem saberá a cura de um momento de solidão? É preciso alguém para conversar, falar do que é profundo, por outro lado saber que o desabafo foi válido por sentir na outra pessoa o interesse genuíno; o que é verdadeiro vai além das palavras e das cobranças.
Perguntar a Deus quando terminará este dia, já que se faz tão extenso; agora resta desistir dos que não se importam, terminar de cumprir todas as tarefas; onde encontrar tantas forças? E de onde vieram até hoje tantas forças? Não poderia ser de outra pessoa senão de Deus...
As barreiras estão vindo a cada dia, se tornaram paredes; vejo pessoas vivendo; vejo outros pensando que estamos brincando de viver; mas a vida é séria demais, quem ainda não se deu conta não sabe de tal veracidade.
Algumas pessoas ganham asas e querem voar por seu novo rumo de vida, mudando com o mundo no qual vive, revê o comportamento, e voa devagarzinho para longe dos que na verdade não se importam e tratam com indiferenças; ter que tomar certas iniciativas é como quebrar partes do amor que sentimos, mas o que fazer se não há outra saída concreta?
A insistência acaba... a força de querer provar algo como amizade verdadeira, acaba... tudo se acaba por falta de alimento sólido, mas tudo se reproduz quando bem cuidado e regado com sentimento; levará um tempo até que os perdedores compreendam os verdadeiros significados.
(Escrito por Paulo Zamora em 16 de março de 2007)

Foto de Paulo Zamora

O que ainda resta

Viver após uma tragédia ou qualquer acontecimento vindo do imprevisto, é preciso uma constância; uma permanência de um fixo pensamento positivo. O que não é fácil.
Diante disso nos observarmos perdendo até algumas das nossas qualidades, o tempo corre diante de nós, vindo bater de frente um temporal de conseqüências.
É preciso CORAGEM!
Dentro de nós há sempre algo que exprime certeza de recomeço, o peso de uma luta contra o pensamento nos invalida sem ao menos que percebamos o grau de cada situação. O real passa a ser realidade quando somos a vitíma.
O quanto se sofre por mais que hajam queixas, jamais será sentido por outrem. Você nunca será compreendido como espera ser por aqueles aos quais sua consideração é considerada verdadeira; mas há quem entenderá...
É difícil prosseguir com os mesmos planos, com o mesmo comportamento, o que resta pode ser sempre uma expressão de desabafo emocional. Talvez ninguém o veja traçando seus objetivos, suas lutas, talvez não conseguem ver o quanto você já superou, tolerou e se arrependeu; talvez não notem seus sonhos, não olham com os olhos da verdade dos acontecimentos.
Mesmo assim você necessita de continuar, o mais importante é você sentir e ver o quanto se está lutando e correndo contra o tempo.
Depois de qualquer fatalidade, ainda por mais triste que seja; resta a você uma atitude de CORAGEM...
(Escrito por Paulo Zamora em 03 de março de 2007)
www.pensamentodeamor.zip.net
paulozamoracontato@bol.com.br

Foto de HELDER-DUARTE

NO PRINCÍPIO

No princípio, criou Deus, os céus e a terra.
E a terra era sem forma e vazia...
E sobre a face do abismo, trevas havia.
Se movia sobre a face das águas, o espírito, daquele que é vem e era.

E ele disse: Luz haja e houve luz...
E Deus se glorificou n'ela...
Porque verdade e vida produz.
Então as trevas, correm, com medo d'ela.

Porque as trevas são noite...
Mas a luz é dia...
E Deus fez assim o primeiro tempo que existia...

Deus fez tudo, com amor, eis que logo amou e amou-te.
Eis que tudo criou e originou...
Porque em mim e em ti, pensou!...

Helder Duarte

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