Vida

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

LIBERTE-ME



♠ LIBERTE-ME!

Liberte-me
Para que eu possa seguir....
Partir encontrar-me outra vez...
Achar meu caminho e direção.

Preciso encontrar novos horizontes
Novos amores, novas conquistas.
Me de uma pista, como sair desta
Sedução que se fez prisão.

Liberte-me
Das tuas garras, siga seus passos
Desamarre-me dos laços,
Minha alma já esta em pedaços.

Preciso ter novos sonhos,e você se pois
Até meus sonhos aprisionar,me feitiças.
Se não me queres como tua, me liberte
Desta clausura, já esta virando loucura.

Liberte-me
De seu poder, de você... E do que pode acontecer.
Devolva-me a vida, ainda não perdida.
Apenas com ferida de um amor doente.
Que acha que a tudo pode tomar a frente.

Liberte-me
De teu egoísmo, fascismo cinismo.
Foice tudo ao abismo.
Não aproveite de minha fraqueza.
Mantendo-me presa ,a esse cárcere

Que você criou, e ainda diz, que isso amor.
Liberte-me ,antes d'eu morrer,
Depois que eu morrer, nada mais
Poderá fazer....
Liberte-me.....

Anna A Flor-de-Lis *-*
27/05/08
*Se copiar favor manter a autoria.Agradecida.

Foto de Sal

Perdoa-me amor

Coração amaldiçoado
Alma e Amor destruído
Duas vidas amarguradas
Foram estas minhas trapalhadas
Que me permitiram perder
E agora estarem duas almas a sofrer
Mereço a dor, não o nego
Mas não ela, por isso o confesso
Já o devia calcular
Tarde ou cedo se vai queimar
Que com quem fogo brinca
Tudo por seguir uma dica
Nada a não ser motivos fúteis
E ainda muito mais inúteis
Perdi a mulher que mais amo
Rogo a deus e o chamo
Para a minha amada voltar
Não sei que volta dar
Para a reconquistar
Acredito ainda que me vai perdoar
Fui o único responsável
Por ter sido tão irresponsável
Devia ter escutado o meu amor
Quando me pedia para parar por favor
Devia ter escutado o coração
Para jamais seguir uma emoção
Mesmo que volte e perdoe
Nada irá suprimir a dor
Que lhe causei
Estranha forma como amei
Agora Para minha alma apaziguar
Era o meu amor voltar
Mesmo que não perdoe
Não mais lhe quero dar a dor
Karmen foste sempre um raio de luz
Á minha vida á qual não fiz jus
Destes-me sempre amor, esperança e carinho
Sem ti sempre me senti sozinho
Deste-me Tudo do que fui sempre carente
Agora sem ti minha alma está dormente
Sem eira nem beira, vivia e errava
Errava e vivia, mas minha alma
Sempre amargurada, até que te encontrei
E por ti me apaixonei
Amor não me deixes não
Prometo emendar-me pois então
Só quero estar junto de ti
Para ser e fazer-te feliz em fim

Meu amor perdoa-me se puderes
E peço-te que me deixes sonhar mais uma vez

Foto de Sonia Delsin

FUGITIVA

FUGITIVA

Ela foge do encontro.
Do olho no olho.
Foge.
Dele, dela mesma.
Foge.
É um jardim.
Ela caminha.
Caminha só.
Vem um pó.
Obscurece sua visão.
É um sonho.
Tudo uma ilusão.
Fugitiva.
Do passado.
Do futuro.
Do presente.
Vive de forma diferente.
Fugindo.
Do óbvio.
Desmente o que sente.
Foge...
E a vida se escoa, voa...
Vai.
Ela levanta, cai.
Não diz nenhum ai.

Foto de DeusaII

Obrigado

Obrigado amor,
pelas noites mal dormidas,
Pelas frases disfarçadas,
Pelas angústias incontidas.
Obrigado amor,
Pelos teus silêncios,
Pela tua forma de me amar,
que me deixa atordoada.
Obrigado amor,
Por esta felicidade inconstante
Que atordoa-me a alma,
Que despedaça-me o coração.
Obrigado amor,
Por tudo o que não tivemos
Por tudo o que não passamos.
Por este sentimento, que já não sei descrever.
Obrigado amor,
Por tudo o que sou quando estou contigo.
E ao anoitecer,
Murmuro-te palavras de amor,
Desculpa-me o nervosismo,
E a tremura nas palavras.
Tua alma colou-se à minha,
E agora é tarde demais.
Obrigado amor,
Por este sentimento que me faz sentir viva
novamente.
Devo-te minha vida,
Meu amor, minha devoção.
És o meu vício descontrolado,
A luz que me dá energia.
Deixaste-me enfeitiçada,
Quebraste todos os meus encantos,
Destruiste todas as minhas esperanças.
E aqui estou eu,
Presa a ti.
E no silencio da noite que se aproxima,
Apenas digo,
Obrigado amor,
Por existires e
fazeres parte de mim!

Foto de Wilson Madrid

VINHO

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*
Você foi um delicioso vinho que adocicou o meu caminho;
as suas uvas rubras tão doces fermentaram no meu coração,
com você vivi um sonho encantado desde a primeira degustação...

Você foi o meu vinho preferido: doce, suave, fino e generoso;
gole a gole, todas as gotas da sua deliciosa safra madura sorvi,
momentos emocionantes de dois amantes espumantes eu vivi...

Você foi a inspiração inebriante e a musa das poesias nascidas dessa paixão
e eu lhe embriaguei com tantos carinhos, flores, versos e rimas da nossa emoção...

A vida e o tempo tornaram tudo muito abafado, surdo, carrasco e botado;
as embriagadoras mudanças repentinas de humor garrafas derrubou,
a garrafa do vinho azul e amarelo virou verde, azedou e quebrou...

O mar das atitudes incoerentes este Baco ressacou;
o vinho virou vinagre, o sonho evaporou
e o tempo da nossa festa acabou...

No céu, o azul entristeceu,
uma estrela se apagou,
o arco-iris enegreceu,
o sol um raio perdeu,
e a lua até eclipsou...

Na terra, um bem-te-vi se calou
e um beija-flor desabou...

No mar, uma nave iluminada afundou
e uma sereia se afogou...

No ar, mais uma poesia decolou
e mais um poeta dançou...

A vida continua,
o tempo não para,
primaveras ressurgem
e as parreiras florescem...

Foto de Sonia Delsin

JORNADA

JORNADA

Longa estrada.
Em busca de tudo.
De nada.
Longa jornada.
Pó... vento.
Areia do tempo.
Longa jornada... e ela se pergunta.
Onde foi que eu errei?
Onde falhei?
Vem um vento e diz.
Não sabes?
Nem eu sei.
Mas houve alguma coisa em ti que falhou.
Talvez um amor que passou...
O que a vida te mostrou?
A estrada ainda não acabou.
A esperança a mantém viva e a vida clama.
Por outros dias... outros.
Outros...
O sol se ergue.
Ela se levanta.
E caminha.

Foto de Wilson Madrid

PAZ UNIVERSAL

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Que o espírito da paz paire sobre os cinco continentes,
que em nenhuma esquina do mundo se encontre um só indigente
e que o homem descubra o prazer de viver simplesmente,
ao constatar que o que importa não é ter, mas ser gente...

Que a guerra seja contra a injustiça, a miséria e a fome
e as armas sejam apenas a faca, o garfo e a colher,
que as balas sejam de açúcar e as bombas de chocolate
e levem vida à criança, ao velho, ao jovem, ao homem e à mulher...

Que os aviões disparem rajadas de trigo, arroz e feijão,
que os navios disparem mísseis de amor e de fraternidade...
e que nos fronts todos os soldados sorrindo se abracem
comemorando a vitória da paz e a morte da fome do irmão...

Que o homem alimente a pomba branca do pacifismo mundial
a partir das atitudes que semeia no seu próprio quintal
e que impere, afinal, a fundamental e vital paz universal...

Foto de Wilson Madrid

A RIMA DA PAZ

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Amor rima com fraternidade,
exclusão não rima com irmão,
inclusão rima com igualdade
e discriminação não rima com união...

Egoísmo e orgulho rimam com ilusão,
humanismo não rima com mediocridade,
submissão rima com escravidão,
e decência não rima com falsidade...

Individualismo não rima com altruísmo,
companheirismo rima com reciprocidade,
autoritarismo não rima com pacifismo
e socialismo só rima com liberdade...

Vida rima com respeito e solidariedade,
direito humano rima com dignidade
e paz só rima com justiça!

Foto de Wilson Madrid

O RESGATE DA PAZ

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Até quando contemplaremos nossa paz ser seqüestrada?
milhares de jovens encontrando nas drogas a escravidão,
pobres meninas seduzidas e aprisionadas na prostituição,
autoridades hipócritas mentindo e vivendo da corrupção
e a guerra urbana manchando de sangue o nosso chão?

Até quando assistiremos nossa fraternidade ser dizimada?
filhos assassinando os pais, irmãos assaltando os irmãos,
amigos traindo os amigos em troca de dinheiro ou promoção,
humanos descartados como lixo pelas ruas e praças da cidade,
crianças cheirando cola na fuga desesperada da cruel realidade ?

Até quando suportaremos ter nossa dignidade desrespeitada?
favelas; saúde, educação, transporte e segurança públicas falidas,
desemprego crescente e empregos contaminados pelo assédio moral,
distribuição de renda injusta e imoral privilegiando minorias favorecidas
às custas dos miseráveis rendimentos da maioria condenada à vida vegetal?

Até quando conviveremos e pagaremos o preço dos frutos de tanta injustiça?
shoppings centers luxuosos cultuando o consumo de alguns privilegiados,
violência imperando nas periferias miseráveis com tantos abandonados,
miséria traumatizando lares; jogatinas e prostíbulos em constante expansão,
pessoas honestas e decentes incluídas na lista dos animais em extinção?

Até quando inverteremos os valores do ter e do ser?
Até quando buscaremos pelos nossos reféns:
a nossa liberdade de ir e vir,
a nossa igualdade de condições
e a nossa fraternidade para repartir os pães?

Até quando celebraremos o culto do novo bezerro de ouro, o “deus mercado”?
natais de papais noeis e amigos secretos, páscoas de coelhos e ovos de chocolate,
pessoas objetos transformadas em produtos para as capas das revistas eróticas,
mídia programando as mentes dos fanáticos fiéis e consumidores idólatras,
“teologia do prazer imediato” convertendo os crentes do apocalipse do disparate?

Até quando aguardaremos omissos pelo surgimento de melhores dias?
adiando o início do mutirão da indispensável mas crucificada justiça social:
onde todos deveremos contribuir evitando o egoísmo e a prática da injustiça pessoal,
adotando a solução contida na sabedoria divina anunciada pelo profeta Isaias:
“que o fruto da justiça será a paz e a obra da justiça será a tranqüilidade”?

Para finalmente resgatarmos a maior herança que a Luz do Mundo nos doou e deixou...
há mais de dois milênios atrás...
a paz?

Foto de Wilson Madrid

GENTE SIMPLES DO BRASIL

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Eu dispenso o teu tão escravizante ouro de tolo,
eu prefiro a utilidade do broto doce do rebolo...
Eu dispenso a tua linda bmw preta e blindada,
eu prefiro a minha charrete azul e ensolarada...

Eu dispenso todo o teu vil tesouro ouro e prata,
eu prefiro a orquídea que eu pego ali na mata...
Eu dispenso o teu discurso tolo que me cansa,
eu prefiro a verdade da ternura de uma criança...

Eu dispenso todas as tuas ricas jóias puras,
eu prefiro as flamboyants caídas pelas ruas...
Eu dispenso as tuas flores mortas e artificiais,
eu prefiro as maravilhas vivas dos meus quintais...

Eu dispenso o luxo dos teus condomínios fechados,
Eu prefiro a periferia dos meus manos abandonados...
Eu dispenso a tua neurótica academia de ginástica,
Eu prefiro o palhaço engraçado na cama elástica...

Eu dispenso a tua enorme piscina até aquecida,
eu prefiro a energia das águas puras do mar...
Eu dispenso o teu banquete fino com caviar,
eu prefiro só uma doce manga rosa do pomar...

Eu dispenso o teu chique e frio ar condicionado,
eu prefiro o vento natural do meu telhado furado...
Eu dispenso a tua voz desgovernada e prepotente,
eu prefiro só ouvir ao menos um bem-te-vi contente...

Eu dispenso o teu cartão de crédito escravizante,
Eu prefiro que a minha palavra seja cintilante...
Eu dispenso o teu corpo de plástico e silicone,
Eu prefiro a mulher que pensa e não é clone...

Eu dispenso o teu fútil cruzeiro internacional,
eu prefiro a caminhada na mata verde nacional...
Eu dispenso o teu tão importante círculo social,
eu prefiro a companhia voadora de um pardal...

Eu dispenso a tua novela das oito da televisão,
Eu prefiro o espetáculo divino de um beija-flor...
Eu dispenso toda a tua definição de vencedor...
Eu prefiro quem faz história usando a sua mão...

Eu dispenso a tua fútil vã filosofia hedonista,
eu prefiro a polidez de uma só exclusivista...
Eu dispenso a tua vida fútil de “patricinha”,
eu prefiro ser uma águia e só voar na minha...

Eu dispenso a tua alegria eufórica e barulhenta,
Eu prefiro o silêncio das borboletas do manacá...
Eu dispenso a tua libido desgovernada e sedenta,
Eu prefiro o prazer de rimar a poesia com a faca...

Eu dispenso a tua igreja estelionatária e capitalista,
Eu prefiro o sermão da montanha puro e verdadeiro...
Eu dispenso o teu cheque especial agiota e vigarista...
Eu prefiro voar a pé observando as flores do canteiro...

Eu dispenso a tua imprensa sensacionalista e egoísta,
Eu prefiro citar as que morrem de fome e ninguém diz...
Eu dispenso a tua omissão no avanço da prostituição,
Eu prefiro me indignar ao ver uma menina meretriz...

Eu dispenso a tua vida materialista, medíocre e infeliz,
Eu prefiro a alegria do girassol sábio e energizado...
Eu dispenso esse teu diploma que foi comprado,
Eu prefiro o aprendizado da formiga que é feliz...

Eu dispenso o teu vício na sociedade de consumo,
Eu prefiro a satisfação da observação do vagalume...
Eu dispenso o teu deus mercado e o teu cego rumo,
Eu prefiro louvar a divina natureza e o seu lume...

Eu dispenso a tua tão disfarçada e simulada lucidez,
Eu prefiro a minha aparente e descarada maluquez...
Eu dispenso a tua ilusão de um prepotente burguês,
Eu prefiro a minha consciência de eterno aprendiz...

Eu dispenso o teu orgulho de submisso globalizado,
eu prefiro a humildade de quem luta e soa no arado...
Eu dispenso o teu discurso de intelectual tão pueril,
eu prefiro a sabedoria da gente simples do Brasil...

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