Vida

Foto de Carmen Lúcia

Sem palco!

Desce desse palco!
O teatro acabou...
A realidade convida...
Se a vida imita a arte
Que a arte viva a vida.

Sem máscaras na face,
Autenticidade e verdade,
Rouba-nos a alma o disfarce...
É hora de viver !
O tempo passa a correr...

Resgata tua identidade,
Vem viver de verdade...
A vida aqui fora
Esquece-se da hora,
Longe da alienação.

As flores têm perfume,
Aromas florais, naturais,
Os matizes pintam cores
Sem tinta nem pincel...
As manhãs não têm cenários,
Nem um sol imaginário...
Lindo ver o azul do céu!

Os enredos rolam livres...
Não se prendem a uma história,
Onde atores marionetes
Rendem-se às mãos de autores
Ambiciosos por glória!

Vem...Dá-me tua mão!
Vamos viver agora...

(Carmen Lúcia)

Foto de Lu Lena

NÓS

Entrei de mansinho em tua vida
faço parte de tua história...
Te busquei...
Terra e infinito...
meu corpo te desejando
aflito...
ouvi tua voz lascívia
me desejando de outrora...
Por meus beijos ardentes
resíduos de tua memória...
desejos incontidos que queima
nosso corpo por inteiro...
teu perfume tatuado em minha pele
o teu gosto e teu cheiro...
erotismo segredos e devaneios
latentes nossos aflora
o momento é esse e agora...
êxtase que consome em fogo
em labaredas de nós dois
venha...
e não tenha pressa pra depois...

Foto de Rose Felliciano

O Melhor da Idade que Vivemos

.
.
.
.
"Acredito que não exista
A Melhor Idade.
Mas podemos enumerar
O Melhor da Idade que vivemos.

No meu caso, por exemplo,
Fiquei mais amiga do tempo
Ouço as vozes do silêncio
Espero o dia clarear...

Consigo chorar
Sem me sentir infeliz
E o meu sorriso é feliz
Sem que precise gargalhar.

Mas gosto de saborear longas risadas...
Namorar nas madrugadas,
Sob o efeito do Luar...
Já não corro... mas adoro caminhar!!!!

Aguçaram mais meus sentidos
Tato, paladar, visão e olfato
E de fato, a sensibilidade me move
Guia o meu instinto.

O espelho ainda é meu amigo.
Me sinto jovem, de corpo e espírito
Mas sem competir com a mocidade.
Curto meu momento; vivo minha idade.

No entanto, confesso... me vejo ainda menina
E me permito, fechar os olhos e arriscar.
Mas sei muito bem onde piso
Embora não desista de sonhar.

De tudo extraio o melhor
E mesmo que sobre só dissabor...
Junto então toda a cena
E faço um poema de amor....

Reconheço muito bem meu valor
Conheço o gosto da dor
E apesar do amargor
Não me deixo intimidar

Não que eu seja
Ou me veja, assim tão forte...
Mas tenho em Deus meu suporte
Nele posso confiar.

Já reconheço miragem
E sei muito bem que a imagem
Sem conteúdo é banal.
Engano tolo e fatal.

Não mais me ganham os alaridos
Acho até que bonitos
Mas prefiro ao meu ouvido
Baixinho... sem se findar....

É muito pouco o que eu preciso
Pois conheci Jesus Cristo
E entreguei meu viver.

Salvador e Mestre prá mim,
Hoje sei ser feliz
E em tudo agradecer

Sei que sou imperfeita...
Serei eterna aprendiz!
Tenho tanto a aprender...
Mas sei bem quem é o Juiz (não sou eu, nem é você)

Deixei dos velhos dilemas
Procuro encarar os problemas
E o tema da minha vida
É viver...

Viver com verdade e de verdade
Com amor, caráter e dignidade
Humildade, humanidade,
e Fé.

Esquecer a antipatia nata
Saber que a mágoa mata
Que a carne é insaciável
Inflama a chama e nada mais...

Apenas o amor sustenta e satisfaz
E dá o prazer da paz...
Prazer que excede a orgasmos e químicas
E que excita, sem precisar provocar...

E aprendi,
Que a receita da felicidade
E o melhor de todas as idades
É buscar a Deus...enquanto se pode achar." (Rose Felliiciano)

.

*Mantenha a autoria do Poema*

Foi usado nesse Poema, uma citação bíblica, que encontra-se no livro do Profeta Isaías, capítulo 55 - verso 06.
Boa leitura a todos e meu abraço sincero.

Foto de Joaninhavoa

O MEU AMOR É LINDO

Foi quando te vi
A segunda vez, amor
A primeira eu só pensava
Nas resmas de papel
A fazer...
Nas capas e contra capas
Do Livro da Vida!

Dizia eu, amor
Foi a segunda vez
Quando te vi
E não te reconheci... ali
Meu Amor

A primeira vez
Ficaste só no meu
Subconsciente

A segunda vez
Foi aí que te achei
O Homem mais lindo
Que meus olhos
Haveram visto!

Mas...
A segunda vez, amor
Era a primeira vez
Pr`a mim

Eu não sabia
Nada de ti
Nem associei
À primeira vez, amor
Eu só pensava
Nas resmas de papel
A fazer...
Nas capas e contra capas
Do Livro da Vida!...

E, como o Livro da Vida
Tem muitas estórias
Contaram
Mais uma estória
E eu parti, amor
Mas...
Mais tarde
Voltei sem saber
Que tinha voltado
Pr`a ti, amor!

JoaninhaVoa, In "O Meu Amor"
(26/05/2008)

Poema inspirado e constituíu
resposta, ao poema "TU ÉS LINDO", de Diny.

Foto de Graciele Gessner

Estou Indo ao Seu Encontro. (Graciele_Gessner)

Como uma "legítima" menina serelepe,
Cheguei saltitante e muito feliz!
Momento de estar ao lado de quem te quer bem,
Num lindo e ensolarado domingo de inverno.

Registrando a minha chegada triunfal,
Uma "menina" cheia de vida, sorridente e olhos brilhantes.
Estou indo ao seu encontro, aos seus braços,
Sendo protegida e aquecida por você.

É claro que chego atrasada, mas contagiante.
“Serelepando”, pulando, rindo...
Um domingo radiante com céu azul, sol e frio.
Minutos, segundos, passaram rapidamente.

04.09.2006

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de diny

TEU NOME

TEU NOME

AMOR
O teu nome tem a eufonia
como o teu suspirar
causando a euforia
do meu delírio de amar.

Teu nome Anjo meu amor
é o marulho do mar
quebrando na praia do meu silêncio
deixando aturdido meu coração.

Teu nome Anjo,
é como a evocação
de um múrmurio de amor
que até mesmo o céu
faz questão de sussurrar.

Teu nome vida
tradúz palavras não ditas
infinitas de amor
soltas ao sabor da brisa
à acariciar meu rosto
com tanto langor.

Amor
teu nome na calada da noite
é carícia em meus lábios
quando a solidão me consome
e com o peito sufocado
de olhos fechados
murmuro...teu nome...

Diny Souto

Foto de diny

NÓS DOIS

NÓS DOIS

Nós dois claro prazer
Tudo vivido?
Nada vivido?
Um sonêto no escuro?

A poesia mais rica?
Nós dois...o amor verde em chamas
À viver sempre e nunca juntos
Queimando...rolando...
Caindo nessa paixão enlouquecida
inusitada, açorada, perdida.

Nós dois a vida
O instante de existir
No desejo bem maior;
Morrer de amor
Dois à dois, juntos!

Se enlaçando, se tocando
Entre carícias, lábios nos lábios
Olhos nos olhos, corpo a corpo
Um mina do outro!
Se expandindo, explodindo
Num êxtase profundo...

Ah nós dois
Num feliz...entregar-se!

Foto de Boemio

Carta para Bela Dama

Boa noite! Escrevo-te para pedir-te perdão, por que mando poemas a você e não me revelo por mais que saibas quem eu sou. Eu sei que esta minha atitude não convém a sua pessoa por isso venho através desta carta te pedir que me perdoe por esta grande falha mas quando te vejo parece que tudo o que me importa é ficar contemplando o seu rosto, então paro desafiando o tempo que quer me comprimir e passo horas afinco, tentando traduzir em meus poemas o que vejo em você. Quando tento fazer isso, acabo por concluir que a tarefa a qual me propus a cumprir é inglória pois tua beleza não tem fim, teu sorriso tem não tem limites o que a mente humana não pode entender.
Mas, hoje, quero dizer também mais que isso, por que tudo o que escrevo é para você, por isso que vos mando as cartas simplórias e os poemas frutos desta admiração, perdoe-me se isso a incomoda. Não te escrevo a mão por que Deus sabe que minha letra não iria agradar-te muito a visão.
A tua ausência durante a ultima semana fez-me refletir sobre a minha existência, fez-me sentir que o seu sorriso realmente me faz muita falta, que a saudade que estava em ver-te atrofiou meu espírito criativo.
Então tomei uma decisão, que não coloquei em pratica nestes últimos dois dias por que no primeiro fiquei inebriado em vê-la novamente, perdi-me perante tua beleza que de novo se encontrava presente, no segundo tive medo da luz que emana dos seus olhos. É este medo que me faz permanecer distante, medo que sempre me acompanhou, que esteve comigo em momentos bons e ruins, medo que me serviu de coberta nas noites de frio e de companheiro perante a solidão, medo que presenciou minha ascensão e meu declínio imediato, que sorriu quando fiz meu primeiro verso, medo que modelou a arte em minha alma a ferro e fogo, medo que disse não haver volta ao caminho de poeta errante que havia escolhido pois uma vez sentida esta nova visão eu nunca mais voltaria a ser o que era antes, fui empurrado vendado ao mundo das sensações.
Mas até agora somente rodei-te minha verdadeira intenção ao escrever essa carta numa tentativa ilógica e inútil de disfarçar algo que não pode ser disfarçado, colocar de outra forma meu pensamento que é objetivação da vontade, tal como aparece sob as condições da percepção externa. Ou seja, o que quero e o que se faço são uma e a mesma coisa, vistos, porém, de perspectivas diferentes.
A mudança levou um tempo por ser tão veloz, para que não me arrependesse o resto da vida por não ter feito o que devia, precisei da sua ausência para que minha mente assimilasse tudo. Talvez não entenda mas luto contra mim mesmo, contra o que em mim me impede de me aproximar a apresentar-me de modo adequado.
Mas em carta em consigo essa liberdade do mundo de visões que é esta nossa sociedade, pois tudo se trata de como você vê o que se passa ao redor, por isso existem muitas verdades errôneas, e o erro acaba se transformando em procurar alguma verdade, por que sem enxergar como verdadeiramente as coisas são nunca teremos as condições plenas de descobrir essa verdade, sem a liberdade destes preceitos que nos rondam como valores e éticas impostas desde o primeiro suspiro da nossa existência não podemos enxergar aquilo que representa a verdadeira verdade, o que conseqüentemente traz a liberdade.
Por isso que te escrevo, pois na palavra, no canto, no poema, na carta, no texto, as coisas do mundo podem ser o que realmente são, independentes de representação física, somente a expressão que sua essência é, por isso que artistas de todos os tipos são apreciados e pelo mesmo motivo te admiro, por que a clareza do seu ser resplandece fora da representação física a qual todos estamos impostos, que é a sua pureza, livre de visões e preceitos errados e supérfluos.
Se te escrevo antes de conhecer-te é por isso, já que pra mim a arte é a maior expressão do ser humano, para que você através dos meus poemas pudesse conhecer de algum modo, aquele que está por traz dos pensamentos: eu. Como cansei deste demasiado idealismo que me impede de progredir escrevo-te somente para dizer-te:

_ OI! MUITO PRAZER, MEU NOME É DIEGO DUARTE.

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

A PRISÃO DO NOSSO SER!

*
*
*
Prisão...
É quando deixamos; nossos desejos e vontades.
Encarcerados, dentro de nós mesmos.
É quando deixamos de viver nosso momento.
Ocupar nosso espaço,seguir nossos passos.

Prisão...
É quando deixamos de viver nosso próprio eu.
É quando nos interditamos, para sentir,
Para amar , para gozar a vida,mesmo sofrida.
É se fazer ausênte, do ser que somos!!!

Prisão...
São os caminhos que ,não quisemos percorrer....
São as oportunidades perdidas...
Salvo ,que alguém as tenha aproveitado,
Em nosso lugar, por inconsequência nossa.

Prisão...
São as feridas mal curadas, flechas não lançadas.
Amores mal resovidos,desfecho de uma história,
inacabada.
Alma trancada, encarcerada por um masoquismo
sem lógica.

Prisão...
É quando nós mesmos, criamos os muros,...absurdo!
É a morte aos poucos do ser vivo,que não pensa,
que se prende em suas razões.
Achando que pode achar soluções.

Prisão...
É não voar...,não caminhar....não ir e voltar...
não sonhar...,não permitir...não ousar....
Não ver a luz do sol, das estrelas.
Não ver a lua dos amantes.Não opinar
Não insistir...não ter perseverança.
Não ter alma de criança.

Liberte-se do fantásma da Prisão
Prisão é manter-se com vendas nos olhos.
*Viva a liberdade,e ouse com vontade*
Apresionando todo o tunel escuro que cerca,
o nosso ser...Nos impedindo de viver....

Anna Flor-de-Lis *-*

Foto de DeusaII

Carta a um amor

O dia clareou, e eu aqui, penso em ti, como se não tivesse mais nada em que pensar. O meu coração bate forte, chama pelo teu nome, mas tu não estás aqui.
Onde estás tu meu amor? Procuro-te por entre os meus sonhos perdidos e memórias desfeitas. Procuro-te desesperadamente mas não te encontro. Procuro por uma luz, algo que me leve até ti e me faça viver novamente.
o dia clareou, o sol já quer aparecer e aqui no meu quarto penso em ti. Tanto sofrimento, meu amor, tanta dor, tantas mágoas e no entanto parece-me que nada passou de um sonho. Como eu te amo! Meu Deus, como te amo! como sou tão completa contigo. Já não me falta nada para ser feliz. Tenho-te a ti, tenho o meu mundo, sou feliz!
O dia clareou e passei a noite, por entre sonhos e pesadelos. Passei a noite a sonhar acordada. Mas tenho medo meu amor, tenho tanto medo, desta felicidade que me queima a alma e faz-me voar para lugares longínquos e belos. Tenho medo que tudo não passe de um sonho e que um dia acorde e veja que não estás do meu lado. Tenho medo de perder-me na vida e não te encontrar mais.
Mas a vida é feita de medos, e assim vamos sobrevivendo. Porque sem ti eu não vivo, eu sobrevivo. Tu és a minha vida, o meu sonho, a minha ilusão, o meu amor, o meu pesadelo.
Revivo-me em ti, sonho acordada, e vejo por vezes a minha alma colada à tua. Se uma parte morre, tudo morre, tudo desaparece. E a pensar nisso, vejo-me mergulhada num mundo de sofrimento e ilusão. Num mundo negro e sem sentimentos, num mundo triste. Amo-te como nunca amei ninguém.
O dia clareou, e eu aqui mergulhada na escuridão do meu quarto, vejo uma pequena luz entrar e então tenho esperança que um dia essa pequena luz de traga de volta para mim. Um dia acredito que seremos um só. Dois corações batendo num mesmo corpo.
O dia clareou e minha alma enche-se de alegria porque apesar de longe, sei que estás do meu lado.

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