Vida

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

QUANDO O AMOR ACABA...

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Quando o amor acaba, fazem-se tudo nublado escuro sem vida,
É como se as árvores não tivessem vida, as folhas caem,
É como as flores, perdem seu perfume,
É como o coração não bate mais forte.
O brilho das estrelas se torna fosco.

A trajetória sozinha é mais áspera....mas obstáculos.
Não olhamos as coisas com os mesmos olhos de antes,
Tornamos-nos mas observador ,perdemos sentimentos,
Quando o amor acaba, os caminhos se tornam mas longos,
e nos tornamos em seres frios...

Quando o amor acaba, já não importa esperar ou correr
Tudo se torna insignificante, passa ser...”tanto faz”...
Quando o amor acaba e difícil dialogar,
Já não se fala a mesma língua, o negócio é falar.

Quando o amor acaba,as melodias se tornam um tormento
Visto que para o momento não é bom ouvi-las,
Quando antes era uma sinfonia ,virou-se agonia.
Hoje perto das melodias temos que fugir,
Para não nos agredir,tudo porque já não há amor.

Quando o amor acaba se perde a razão;
Tudo se torna em vão, nessa grande imensidão
Que é viver sem amor então:
Quando o amor acaba,
Tudo fica diferente ,
Até o jeito da gente.

Anna 21/04/08......00:51

( A FLOR DE LIS *-*)

Foto de Joaninhavoa

Sabiá e Dirceu

Minha vida minha sina
Esta que Deus me deu! Meu fado
Meu destino alado
Abro alas meu amado
Descortino graças! Caminha...

Tuas carícias têm o dom da melodia
Elas são do mais doce que há em ti
Tua voz! Eu aqui nunca a ouvi...
Mas sinto o bater de um coração tic-tac...
A chamar urgente por mim

E vem fogosa deliciosa! Como fogo
Ardente maliciosa! Enrosca estrela
Teus tendões! Embrulhas com o manto...
Reluzente nosso amor! É ela, Sabiá
A raínha e ele, Dirceu, o rei dos Zeus

Corações palpitantes estremecem
De prazeres!
Frenesins constantes deliciosos
Amantes!
Descortino graças! Caminha…
Supremas volúpias…
Sabiá e Dirceu!
Tal rei, tal rainha!

Joaninhavoa, In “Carícias”
(21/04/2008)

Foto de Civana

Vazios (Coletânea de poemetos)

**Vazio**

Saudade de tudo
que não conheço.
Vontade de nada
que já tive.
Gosto docemente lindo,
que amarga cruelmente.
Sons puros e melodiosos,
que embalam a desarmonia.
Lembranças sufocantes
do...nada.

**Vazio II**

V ento frio
A migos perdidos
Z elo esquecido
I nsatisfação...
O mal que fere o coração.

**Vazio III**

Desprezo, raiva
decepção
mentira, falsidade,
traição
desconfiança, abuso
desilusão
mesquinharia, futilidade
omissão
cobiça, inveja
pretensão
trapaça, deslealdade
dor,
foi o que restou.

**Vazio IV**

Calada
inerte
fico
GRITO!

Após tantos vazios...

A lua se despe
e deita na rua,
encontro de corpos
vazios,
vorazes,
vida crua.
Choro de almas
sonhadoras,
sofridas,
morte nua.

(Civana)

*
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OBS: Fiz essa coletânea de poemetos, formando um único poema, mas retirei do "5º Concurso Literário" os mesmos que havia postado separadamente.
Bjos

Foto de Joaninhavoa

Meu Guerreiro

Como eu adoro teu jeito d`andar
Nestes caminhos da vida espectacular
Mesmo quando na floresta densa ousas
Entrar! Com passos cuidados tu ganhas
E as almas pões no lugar

És um vencedor! Com eira e beira
Destemido com todo o vigor
Nascido já virado pr`a lua
Guerreiro! Sem tempo!
Virás me buscar!

E já ao longe te avisto
Por ti! Meu querido! Anseio
Chega-te! Pronta já estou

E na partida eu aceno "Adeus"
A todos! E também àqueles
Que acreditam nos sonhos meus

JoaninhaVoa, In "Sonhos"
(20/04/2008)

Foto de HELDER-DUARTE

Cantar

Canta o que te vai na alma!
Com essa voz tão calma...
Oh homem anjo e arcanjo!
Canta! Canta! sim meu anjo!

Vai dar vida aos mortos!
Às pedras frias...
Aos caminhos tortos,
Dá-lhes, as dessa alma, alegrias!

Continua Com Deus!
Então! irás lá... Lá!
Aos, eternos lugares seus!

E eu que não canto! Contigo cantarei...
Uma canção, eterna, que já está, cá!
Pois, contigo ao lugar eterno irei e ali louvarei!

PARA ROBERTO CARLOS : UM INCENTIVO PARA IRMOS OS DOIS LÁ...

HELDER DUARTE

Foto de CarmenCecilia

AMOR ALÉM DA VIDA VÍDEO POEMA

VÍDEO POEMA
AMOR ALÉM DA VIDA

MÚSICA
UNCHAINED MELODY

CENAS DO FILME
GHOST
DO OUTRO LADO DA VIDA

Amor além da vida!
Faço uma retrospectiva
E contemplativa
Vejo-me
Quando te vejo
Lembro-me
Daquele calor
Que fluía
Do nosso amor
Nos dias
Que somaram dias
E noites
De puro encantamento
E a lua argentina
Registrando
Cada momento
Relembra nossa história
Nos meus olhos
O brilho dos teus
As bocas
Se procurando loucas
Os corpos ajustando-se
Em conchinha ajeitando-se
Eu agora flutuando
Entre mundos levitando
Embalada por recordações
Doces sensações
Nessa viagem... Miragem!
Em que estamos de passagem
E nesse túnel do tempo
Em que te contemplo
Reúno nesse quebra cabeça
Uma a uma nossas lembranças
E sei que estás a me esperar.
Para nada mais nos separar...
E assim comigo ficar...
Agora para sempre!

Carmen Cecilia

Foto de Cecília Santos

TREM DA SAUDADE

TREM DA SAUDADE
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Um trem sumiu ligeiro lá na curva.
Como ele um sonho lindo também se foi.
O vento soprando docemente.
Foi desfazendo a fumaça no ar.
Ao longe ouvia se um triste apito.
Um aís de lamento e de dor.
Ecoando por entre vales e montanhas.
Apossando se do meu coração.
O tempo passando.
Minha esperança acabando.
Meu olhar se perdendo na distância.
As lágrimas nublando os olhos meus.
Nada mas via à minha frente.
Só o vazio restando.
O trem partiu...
Com ele foi meus sonhos, minha
vida, meu amor.
Tal qual o dia que chega e vai embora.
Deixando em seu lugar a longa noite.
O trem chega, e vai embora...
Deixando-me somente a esperança.
De que um dia trará minha metade de volta.
Sonho lindo que se foi.
Deixando comigo somente um
coração amargurado.
Que ainda ferido consegue fazer versos.
Falando de amor e saudade.
Mesmo sangrando de dor.
Em tintas rubras escrevo
Palavras que jogo ao vento.
Que vão se desfazendo, como a
fumaça do trem.

Direitos reservados*
Cecília-SP/04/2008*

Foto de carlosmustang

THE SAINT

Amor, ódio, amor
Morte, mamãe, nascimento
Pai, carro, casa, amor
Carro, jipe, casa, amor

Mamãe, ódio, governo, sociedade
Mamãe, mamãe, ódio, governo
Ódio, mamãe, realidade
Mamãe, papai,, desejo

Sociedade, desejo, ódio
Verdade desespero, realidade
Mamãe ódio, verdade

Amor, ódio desejo, vida
Amor, ódio, querida
Amor, ódio, realidade!

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Foto de Henrique Fernandes

GELO DA SOLIDÃO

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Paira um manto de suspiros
Prolongados por uma angustia
A alegria que me viciou outrora
Neste momento é um palácio em ruínas
Onde pássaros sem asas
Fazem ninhos de espinhos
E o tempo decadente atalha as rugas
Que rubricam a minha tristeza
As minhas horas que já não conto
São de Inverno rigoroso
Aqueço a alma no gelo da solidão
Com um calor mórbido
São múltiplos tesouros por descobrir
E eu tento escapar ao peso da pedra
Que me sepulta nesta cova
Tão escura quão recheada de nada
Envolto por muralhas de batalhas
Embandeiradas de luto e revestidas
De lágrimas que festejam a minha derrota
Sou aposta de um sonho
Que é carta fora do baralho
A vida preza-me veneno puro
Meu choro é um grito sinistro
Atormentando até as serpentes
Que rastejam nos meus desejos
Mas não consigo morrer para a vida

Foto de Rosinéri

COMPREENDA-ME

Minha cabeça arde...
Parece um vulcão pronto a estourar.
Será que agüentara tanta coisa junta?
Tantas coisas acumuladas,
Importantes, sem importância,
Lixos inúteis.
Amores esquecidos, envelhecidos,
E meu coração mudo, apreensivo, esperando sua vez.
Minha cabeça cheia,
Carrega o peso
De tudo que eu não consegui ser.
E, se é certo ou errado, não desisti de ser.
Essa cabeça oca
Vive querendo morrer,
Desistir da vida
Debaixo do peso das verdades
Inúteis,
Que não trouxe felicidade
Nem para quem as criou.

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