Vida

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"BOM DIA"

BOM DIA

O galo canta...
O sol se levanta...
E o mar se agita!!!

A chaleira aquece...
O dia amanhece...
E o despertador grita!!!

A vida começa...
Todos têm pressa...
E as horas avançam!!!

O rio segue seu curso...
O homem acerta seu rumo...
E o tempo vira cúmplice!!!

O trabalho se desenvolve...
A morosidade não resolve...
Tudo que tem para fazer!!!

O dia passa depressa...
O ontem e o amanha não interessa...
O hoje é puro viver!!!

Foto de Deoleones

Como me sinto

Não sei!!!
sinto-me triste.
como passaro preso
sem poder cantar
com asas cortadas
sem poder voar!
Todos me falam
não oiço ninguém.
Quero estar só
não ver,nem ouvir,nem falar.
quero parar meu pensamento.
olhar o Sol
não !
sentir a chuva.
não!
Também não!!!
não sei!
estou confusa,
sinto-me triste...
as palavras saem sem sentido,
sobre tudo,
sobre nada,
amontoam-se sem rumo.
Completamente perdidas,
no caminho a que se
dá o nome de
Vida!!!

Foto de Cecília Santos

MINHAS LEMBRANÇAS

MINHAS LEMBRANÇAS
#
#
#
Os anos passaram.
Do ontem tenho saudades.
Sigo só com meus pensamentos.
Buscando no passado,
Os sonhos da vida que um dia vivi.
Ah! sinto tantas saudades.
Ah! sinto vontade de chorar.
Tenho saudades dos meus pais,
Dos meus irmãos,
Dos banhos de cachoeira,
Das brincadeiras à luz do luar.
Caminho só pela vida.
Vou seguindo o caminho do vento.
Vou pra onde ele me levar,
Encontrando em cada curva .
Uma realidade pra ser vivida.
Com o tempo pincelando
meus cabelos.
Com o relógio marcando os segundos
da minha vida.
Com o espelho refletindo meu destino.
E seu reflexo me mostrando as marcas
que o tempo em meu rosto deixou.
Vou caminhando só ao encontro
do meu destino.
Sonhando sim!!!
Mas não esquecendo da realidade!!!

Direitos reservados*
Cecília-SP/01/2008*

Foto de Adriana Mallet

Acabou!

Nosso Amor, Acabou!
O que era pra ser uma linda história de Amor,
acabou!
É como uma linda fábula com final infeliz!
O que poderia ser um Amor infinito,
virou poeira cósmica, perdida no infinito!
À mercê das desculpas da vida,
nosso amor pereceu!
Acreditei em você,
no que vivemos, mais acabou!
Você foi covarde!
Desistiu de mim!
Mais mesmo assim me olha, com ternura;
Não me olha!
Sinto que vou desmaiar!
Seu amor acabou, mais não o meu!
Preciso de você!
Com urgência,
preciso respirar, tô sufocada!
Meu coração partiu-se em mil pedaços...
Sinto dor na alma, me sinto sem ar!
Acreditei em você!
No que tinhamos, no que sentiamos, no que vivemos...
Acabou!
Simplesmente acabou!
Não posso simplesmente arrancar você da minha vida...
Como se tira um coração?
Como se transpassa a alma do corpo,
e a transporta pra longe?
Vou morrer se ficar sem você!
Não me deixa!
Fica comigo!
Ainda Te Amo!
Preciso do teu cheiro,
do teu gosto na minha boca...
Como acabou?
Se não sei, ficar sem olhar você!
Ainda Te Amo!

Foto de helo Paulinha

Quebra-Cabeça

No palco da vida tem vezes que me sinto como uma telespectadora , em outras como atriz principal.
Porem eu penso como telespectarora eu nao posso mudar nada,
e acabo apenas assistindo a vida passar, vejo alegrias mas nao as vivo, vejo o amor, mas nao o sinto, vejo a tristeza mas nao o vivo .
Como atriz principal eu vivo cada momento , cada lagrima , cada sorriso, cada beijo, cada amor, cada odio, eu sinto, porem eu nao consigo mudar a lagrima em sorriso, eu apenas vivo ,o que já foi escrito.
Porem tem momentos em que eu só tenho vontade de ser a escritora desta peça, vontade de mudar o que nao concordo, vontade de assumir a direçao na minha vida, alem de viver o amor, saber descomplica-lo, alem de viver a tristeza, descobrir o segredo para transforma-lo. Tomar atitues que somente o escritor pode tomar, porem sinto que esta fora do meu alcance escrever a minha historia sinto que alguem já escreveu que basta apenas como atriz vive-la cada momento com a mais possivel intensidade. Pois cada instante sei que é uma peça no meu quebra-cabeça da minha historia.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"PORTO"

PORTO

E neste pedaço de terra onde o mar insiste em parar
Sonhos e riquezas embarcam e desembarcam
Fazendo a vida passar
E milhares de corações esperançosos em suas margens sonham

Revolução de capitalistas
Soluços de amores distantes
Augúrios de trabalhadores e artistas
Passagem de pessoas importantes.

Esperança de povos inteiros
Com suas riquezas indo alem mar
Os portos são anseios verdadeiros
De todo aquele que quer trabalhar.

Pedaço de terra importante que o homem ousa adaptar
Para enviar e receber modernidade
E onde muita gente vem trabalhar
Com a cabeça cheia de esperança e o coração transbordando de saudade.

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"QUIETUDE"

QUIETUDE

Era inverno e a lua ia alta
As portas do meu lindo rincão
O horizonte me dava calma
E olhar o céu me enchia de emoção.

Parado ali, a vida passou de mansinho.
Mostrando-me tudo sem nenhuma ansiedade
As portas daquele ranchinho
Descobri o que é ser feliz de verdade

Naquela tranqüilidade camponesa
Com trabalhos que me faziam bem
A calmaria me dava firmeza
A quietude me levava ao alem.

E neste canto do mundo
Onde escolhi para viver
Sinto-me um rei ou um simples vagabundo
Isto aqui me da muito prazer.

Foto de Sonia Delsin

VOCÊ TEM AS TINTAS

VOCÊ TEM AS TINTAS

Coloque cor na sua vida.
Pinte.
Você tem as tintas.
Tem tudo que desejar.
Basta acreditar.
Uma obra de arte pode criar.

Foto de Daemon Moanir

A mudança do nada!

Fujo do local onde sempre escrevo,
Porque quero fazer de novo uma vida
Sem piano, sem música, sem fado…
Quero, exaspero para além do que respiro.
Um passado eu beijo de amargo,
Já não o tomo ao meu lado.
Desfaço-me e não me apanho mais
As sobras deixo-as onde irão estar pra sempre
E quem quiser que me refaça bocado a bocado.
Mas esse não mais serei,
Nem me procurarei por tais caminhos
Dentro, fora e sob aquele prado
Aquele céu cintilante,
Aquele som vibrante que d’antes era meu
E agora nem algo me diz.

Para trás ficam só os pequenos versos
Ao tempo persistentes.
Os de tons suaves, tão quentes
Que me davam desejos demais ardentes.
Abraço a mudança que repudiava
Apenas pelo egoísmo de minh’alma,
E para meu bem.

O fogo crepita à minha frente
Quase morto tal como a noite,
Que nem me aquece nem sequer arrefece
Nem o espírito nem a mente,
Alumia somente o que escrevo
De maneira a ouvir tragédia
Em cada palavra que da minha boca sai.
Oh! Quem dera esquecer o passado,
Tal como as árvores esquecem que suas folhas caiem
E as deixam cair outra e outra vez.
Oh! Quem dera cortar o fio
Que me prende com vigor a tempos pra trás de hoje,
Porque tal como este é o último poema da minha vida
É o primeiro de uma outra
Em que pretendo antes de nada rejubilar de prazer.

(Não mais escreverei por louco desabafo,
Nem por eterno amor, escreverei porque é
E não por gosto.
Que não tu! Que não tu! Algo que não tu!
Amarga a raiva que sinto por mim e por ti
Por não me quereres, por nada acontecer…
Algo irá ter de mudar, ao pensar em ti estou de novo
Dominado pelos sentimentos, não mais quero estar assim).

As brasas já pouca luz têm
E finda daqui a pouco
A decisão do meu poema,
Que tem de acabar,
Que carrega em cada sílaba
A dor, prazer e o futuro de uma vida
Que hei-de eu fazer?

Estou no ponto do não retorno
A constante baralhação. Não a suporto!
Não aguento tantos sins, tantos nãos
Tantos talvez e ainda demais porquês.
Deus meu, sinto a minha cabeça explodir
Com aquele som horrendo
Grave, continuo, sombrio
Que destruiu tudo o que alguma vez
Fui de bom
Mas isso é passado
Quero o prazer de uma vida nova!
Não mais quero ser amargo!
Mas sem antes que serei depois?
Sinto o peso do meu Mundo sobre mim!
E a confusão rebenta…

Saio da sala a tremer…
Com o caderno numa mão suja e o lápis noutra pior.
Saio da sala a recordar o último vislumbre
De fogo novo, e enegrecido pelo fumo
Saio da sala com os dedos doridos e cheios de bolhas.
A pensar já na demência e dor…
Saio da sala.

Foto de Sonia Delsin

NÃO SINTO MAIS VOCÊ

NÃO SINTO MAIS VOCÊ

Não sinto mais você na flor que está desabrochando.
Nem no pássaro cantando.
Da minha vida você foi se afastando.
Não sinto você na manhã fresca que vem chegando.
No sol que meu quarto está banhando.
Não sinto você na rua que estou andando.
Não sinto você na canção que estou cantando.
Aos poucos eu fui lhe esquecendo.
Tudo foi morrendo.
Quando tomo meu banho e ensabôo meu corpo não penso nas suas mãos tocando-o.
Engraçado, você foi em outro tempo a razão do meu dia.
Minha maior alegria.
Mas a vida é estranha.
Levou-o para outros caminhos.
Acabaram-se os carinhos.
E um dia nos descobrimos distantes.
Nós que éramos tão unidos antes.
A vida é assim mesmo.
As coisas mudam...
Não sinto-o, porque você já não faz parte de mim.

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