Vida

Foto de Sentimento sublime

Ao Anjo que não tive! Osvania Souza

Ao Anjo que Não Tive!

A você meu anjo!
Que não tive o direito de ter.
Porque Deus não me deu.
O direito de te conceber.
Queria tanto em meus braços.
Um dia poder te embalar.
Noites de sono não perdidas.
Porque para você eu iria cantar.
Seríamos tão felizes!
Porém Deus assim O quis.
Eu longe de você.
Você perto de mim.
Sei que a meu lado.
Você sempre comigo está.
Na alegria ou na tristeza.
Por onde quer que eu vá.
Mas tenha certeza meu anjo.
Um dia vamos nos encontrar.
Em um plano maravilhoso.
Que Deus tem para nos dar.
Peço a você perdão!
Se estou a me culpar.
Por não poder um dia.
A luz de a vida lhe dar.
Mas Deus tem Seus propósitos.
Para toda a maternidade.
Deu-me uma filha adotiva na terra.
E você meu anjo na “Eternidade”.

Osvania

Foto de Cecília Santos

N*A*T*A*L

N*A*T*A*L
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Dezembro mês do ano que se veste de festa.
Trajado de verde e vermelho, com brilhos para enfeitar.
Casas com suas fachadas toda enfeitada.
Lojas decoradas, oferecendo um mundo de encantamento.
Dezembro época de trocar presentes,
pequenas lembranças, cartão postal.
Mês que exerce sobre nós uma certa magia, que
mesmo sem muito entusiasmo nos contagia.
Mês de sonhos pra muitas crianças, que
crêem no bom velhinho com sua barba branquinha,
Trenós cheios de brinquedos puxados por renas.
voando no céu na noite de N*A*T*A*L
N*A*T*A*L, tempo de reflexão, de renovação.
Pois em breve um novo ano se inicia.
Vamos separar o que não nos deu alegrias de um lado.
Do outro tudo aquilo de bom e de melhor que aconteceu
em nossa vida.
O saldo negativo é motivo pra maior atenção.
Vamos dar uma vasculhada, fazer uma revisão.
Pra termos a certeza que realmente, nada valeu
à pena, que nada foi aproveitável.
N*A*T*A*L, as pessoas sorriem mais, ficam
aparentemente mais felizes.
A cidade entra em festa, suas ruas se modificam,
o concreto cinza ganha vida e brilho.
Nas ruas os pingos de ouro e prata, dançam no asfalto.
Como se as estrelas do céu se multiplicassem e seu
brilho caísse na terra.
Os faróis dos carros que circulam pelas ruas, se tornam
prolongamento das milhares de lâmpadas das árvores
e dos enfeites.
Alegria e magia de uma estória de Papai-Noel, onde os
desejos se realizam, os sonhos se concretizam.
N*A*T*A*L, tem todo ano, mas cada ano esperamos
com ansiedade que ele nos traga felicidades, parentes
e amigos distantes.
N*A*T*A*L, mesmo que seja de sonhos e fantasias,
vale à pena esperar.

Direitos reservados*
Cecília-SP-11/07*

Foto de Raiblue

Teatro Cotidiano

Nunca fui santa
Ando pelas raias da loucura
Não sou nenhum modelo feminino
Identifico-me com as mulheres do Modigliani
De traços imperfeitos e alma nua...
Da Monalisa talvez tenha o riso
Cheio de mistérios e de nuvens
Sou feita de azul
Céu profundo das telas do Magritte
Minha vida ,um encarte
Com cenas improvisadas, inventadas
Teatro cotidiano, monólogo
Sem título nem prólogo
Tudo em mim vaza
Não tenho margens
Sou peça inacabada
Entrelinhas , minha estrada...
Se quiserem um perfil de mim
Talvez uma tela do Dali
Possa revelar-me
Ali, do outro lado da realidade
Onde sempre estou
A me procurar
Em cada fragmento
Desse mosaico moderno
Retalhos colados
Do meu ser despedaçado
Sempre pronto
Para uma nova composição de mim...

(Raiblue)

Foto de Paulo Gondim

Adão e a costela

Adão e a Costela
Paulo Gondim
05.05.2006

Tristonho no Paraíso
Certa vez estava Adão
O Senhor lhe perguntou
Se tinha preocupação
Adão disse, -meu Senhor:
Minha vida está vazia
Viver só é muito ruim
Eu quero uma companhia

Na grande sabedoria
Logo assim disse o Senhor:
-Eu já sei isso o que é
E em seguida arrematou:
-Homem quando está assim
Está querendo mulher
Então vou lhe arrumar uma
Do jeito que você quer!

Ela lhe será fiel
Far-lhe-á muito carinho
Será sempre companheira
Nunca o deixará sozinho
Não reclamará de nada
Nem mesmo do futebol
Vai esperar por você
Sempre embaixo do lençol!

Lavará a sua roupa
Vai lhe fazer cafuné
Sempre pronta para o amor
Como você bem quiser
Você pode ir ao bar
Enquanto ela ver TV
Agüentará os seus porres
Mesmo sem querer beber.

Então adão perguntou
-Quanto isso vai custar?
-Dois braços e uma perna
Disse o Senhor, devagar
Adão logo perguntou:
-E só com uma costela
O que eu consigo arranjar?

O resto dessa estória,
Todos vão saber um dia
Não fora adão tão mesquinho
E dera o que Deus pedia
Se d'uma simples costela
Deus fez a mulher tão bela...
Imagine de uma perna...
Como a mulher não seria? !!!

Foto de Cecília Santos

MEU NOME(ACRÓSTICO)

MEU NOME( OH! MINHA DOCE ALMA)
*
*
*
C- ánticos de louvores à ti,
E- ntoo, oh! minha doce alma.
C- ánticos, que retrato com minha.
I- nspiração e imaginação.
L- iberdade, feita com pura ilusão.
I- nstiga-me a idolatrar-te oh! minha.
A- lma esplendorosa!

D- eusa de magnitude e
E- terna bondade.

M- orada perfeita que.
O- stenta o mais belo tesouro.
R- azão de tamanha perfeição.
A- lma que me ilumina e me guia.
E- m tuas mãos entrego meu coração.
S- eja minha guardiã pra vida inteira.

D- oce e perfeita alma!
O- onde fores me leva contigo.
S- ozinha não quero ficar.

S- eja minha sombra amiga.
A- onde quer que eu vá.
N- outra vida, seja meu baluarte.
T- emplo do amor eterno.
O- nde quero estar, para todo o
S- empre, oh! minha doce alma!!!

Direitos reservados*
Cecília-SP/5/07*

Foto de PoderRosa

A liberdade de pensar

A angustia permanece enquanto a cabeça pensa
O coração dói enquanto o corpo avança
Passo a passo, pé ante pé
A vontade de chegar demora
O tempo não anda, parece parado
O pensamento voa longe
Vai até o fim do mundo
Viaja entre as estrelas e passeia pelos cometas
Viro poeta enquanto penso
Sinto o frescor do vento no rosto
E minha vida passa pelas lembranças
E percebo que não adianta
Só o tempo vai poder me dar a resposta
Minha vida, seria diferente se seguisse outro caminho?
Seria eu outra pessoa?
Conseguiria enfrentar tudo e todos?
O relógio continua num tic tac incessante
E nunca chega...demora muito
O aperto consegue chegar até na garganta
Os olhos se fecham por alguns segundos
Uma lágrima cai...mas o relógio continua no tic tac
E eu espero mais uma vez
Só pra ver se é hoje...
Percebo que ainda não é
Mas cuido do pensamento
Que ninguém consegue reprimir
Só meus pensamentos me pertencem
Este ninguém pode controlar
Sou eu, a dona dos meus pensamentos
Sou eu quem pode controlá-los
Somente eu...mais ninguém...
Pelo menos, isto ainda não tiraram de mim...
A LIBERDADE DE PENSAR...

Foto de ivaneti

O Beco

O Beco
(Ivaneti Nogueira)

Levo a vida, pensando no romper da madrugada...
Sentindo uma dor danada...
A alma vazia, anda bêbada pelas ruas
Embrenhada na escuridão da noite fria
Esperando um beco para encostar...
Neste amor alusivo
Choro triste a dor e o abandono deste elo perdido
Parte da relva não confessa minha tristeza
Fica apenas nas artimanhas...
O choro abafado, por uma alegria perdida
Apenas ilusões!
Fazendo requerimento para viver uma linda paixão
Mais tenho a calma nesta solidão
Porque nada faz sentido
A cada passo deixo vestígios de um passado
Que resiste em não passar
Quero o silêncio para atender a minha vida fria
Que nem vida existe mais neste corpo
Que um dia teve vida!
Fico escondido sentindo o perfume deste beco sem saída
Nem sei se o perfume é natural, se vem do beco ou desta minha vida!.

Foto de ivaneti

Despedida

Despedida
(Ivaneti Nogueira)

Neste chapéu preto,
Triste, cor da despedida,
Vejo o paletó da mesma cor
Acompanhar minha partida.
Um adeus!
Adeus á vida!
Enganam-se os corações quando pensam
Que na partida parte também o amor.
Morre tudo!
Tudo menos a dor da despedida...
Despedida de um grande amor!
Foram-se todos…
Restaram apenas vestígios de uma grande dor,
Porque ao amor não existe despedida.
A sombra que assombra o véu da meia-noite
Chora...
E chora triste!
A dor crônica do amor...
O corpo se foi...
Ficou o sonho vivo de ser feliz...
De renascer em outros braços a felicidade
Que em vida...
Não foi vivida...
ivaneti

Foto de Sonia Delsin

SEM AMEAÇA

SEM AMEAÇA

Nuvens negras não ameaçam mais o meu céu.

No viver temos que transformar nossos dias em favos de mel.

Nem sempre tudo estará bem.

Mas o sofrer faz parte também.

Quando isto compreendemos, melhor nós vivemos.

Não nos abatemos.

A vida é o maior presente que temos.

Foto de Daemon Moanir

Interlúdio - I

É esta dor que não passa,
É esta ânsia que me trespassa,
O amor que corta e recorta,
A mente que me vai e não me volta
Que me mantêm de ti a pão e água.

São gritos de tormentos
De caras vistas e revistas.
São sombras de vidas sobrevividas
Em abismos oprimidos,
A respirar palavras de ajuda
E a engoli-las a seco e em vão.

E o pânico, o medo,
As faces de horror e desalento
Espelhadas na minha as encontro,
A dar-me o frio, o gelo como certo.
Cerro os olhos que não consigo ver-me assim.

Os sonhos, as esperanças?
Perdi-as de uma vida melhor.
`
Ó tu que tanto m'encantas,
Dai-me a boa nova. Canta o interlúdio.

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