Vida

Foto de Lucianeapv

TEIMA

TEIMA (de: Luciane A. Vieira – 10/01/1985)

O meu ressentimento de paixão
Não dá mais pra chamar sua atenção...

O meu ressentimento é ironia
Retrata uma pobre emoção
Que já faz parte de minha euforia
Da vida que eu tenho nesse chão...

O meu ressentimento de paixão
Não dá mais pra chamar sua atenção...

O tempo que eu passo divagando
Sobre a vida: um porque e um não querer
Já cobrem o meu vulto nesse mundo
E parte já fazem do meu viver...

O meu ressentimento de paixão
Não dá mais pra chamar sua atenção...

As folhas de meus passos nesta vida
Voam a um palmo de meu coração
É o espelho que mostra a desarmonia
Refletem tão somente uma solidão...

O meu ressentimento de paixão
Não dá mais pra chamar sua atenção...

O mundo e o ser: desesperança
A vida é fantasia e revelação
O amor e a paixão desapropriam
Destroem toda nossa ilusão...

O meu ressentimento de paixão
Não dá mais pra chamar sua atenção...

Foto de Diario de uma bruxa

Fada

Estrela da minha vida
Luz do meu amanhecer
Cantiga de ninar
Encontro do amor
Eu e você

Fada
Feitiço que me encantou
Bruxa do bem
Um anjo que nasceu no dia
Em que eu resolvi amar alguém

Morri e renasci
Congelei no tempo
Somente por ti

E hoje estou aqui
Sorrindo com o coração saltitando
Esperando sua chegada
Toda de branco
Bela fada

Amor de minha vida
Minha primeira e única
Namorada.

Poema as Bruxas

Foto de Marilene Anacleto

Casa do Poetar

Minha alma foge.
Feito incenso, ganha a rua
Meus olhos seguem ao encontro da lua.

Meu espírito se desapega.
No vasto horizonte encontra a luz
Do espaço dos poetas, a cidadela.

Sem céu e sem fundos,
Alada vou, onde se encontra o amor.
Palavras, como longas sombras

Em delírio e loucura, abraçam-me
A pedir formas e ganhar vida
Caminham para o meu cérebro.

Escorregam até minhas mãos
E pelo mundo se vão, alegremente,
Até o teu coração.

Foto de cnicolau

Sem ressentimentos

Pela segunda vez, depois do fim, retorno ao Lar.

Um lugar que uma vez pude chamar de Meu Lar.

Um lugar pra ter Paz, carinho, atenção,
AMOR.

Por um tempo foi exatamente assim que
vivi, porém, as intempéries do
relacionamento não maduro, o desfez...

Duas pessoas que juravam amores uma a outra,

pouco a pouco,

começaram a não jurá-lo mais,
e sim, dize-lo, da boca pra fora.

Foi-se indo,
Foi-se tocando,
Foi-se levando...

O tempo. Ele não perdoa...

Aos poucos a rotina foi tornando-se
o dia-a-dia.
As semanas, um fardo.
Os fins de semana, uma obrigação...

Meu coração, por muitos dias sofreu em
silêncio, sofreu calado, sofreu angustiado...

Minha mente queria a conversa, porém o
medo costurava minha boca...

Meu coração a desejava, porém meu corpo
a repelia...

E em pouco tempo, o que era pra ser uma
linda história de amor,

FINDOU-SE

Desentendimentos, discussões, palavras mal
pronunciadas uns contra os outros,
cobranças, etc...

O Amor já havia acabado,
O costume havia adentrado a porta da
frente de nossa casa, NOSSO LAR...

O fogo da paixão, tornara-se uma
centelha de fósforo, prestes a queimar
a ponta de nossos dedos(vidas)...

Até que, em um dia triste qualquer,
o que estava se arrastando,

TERMINOU

Obrigado Senhor,

Por tê-la colocado em meu caminho,
Por ter feito eu e ela aprendermos
muito ainda sobre a vida, sobre como
a devemos levar, como a devemos seguir...

Obrigado...

Sem ressentimentos,

Cleverson Luiz Nicolau
10/06/2011

Foto de João Victor Tavares Sampaio

O Desapaixonado

Existem pessoas no mundo que passam a vida inteira sem ter uma paixão sequer. Se este for seu caso, vá procurar coisa melhor que se faça, ou caso contrário vai se entediar com a história que contarei agora. Citado aqui como homem, masculinamente, o Desapaixonado sempre fazia questão de gabar-se dessa condição. Era assim o modo com que se relacionava com as pessoas a sua volta, ou o imaginava.

O Desapaixonado vivia emoções fortes, gostava delas, talvez pelo fato de nunca tido experimentado uma paixão de verdade, fosse por gente, coisa, ou animal. Gostava de encarar riscos. Não era do tipo sentimental. Mesmo assim tinha lá os seus momentos de alguma fraqueza. Um dia, um tanto distraído, pensou até em chorar. Em outro, mais deprimente ainda, até em sorrir.

- Eu tenho coisa melhor pra fazer! – pensou alto, já entretido por um desses afazeres mundanos que se esquecem rápido.

O Desapaixonado era heterossexual no sentido sexual da palavra. Ele achava que mulher tinha um gosto bom, que era um produto liso e macio. Quem sabe, poderia amar uma por usucapião. Gostava também da sua família, que nunca havia lhe deixado passar por necessidades, ou, pelo menos, nunca o deixara tomar-se conta do mesmo. A perda dos pais doía por ser desvantajosa no sentido financeiro da palavra. Mas por outro lado, o Desapaixonado tinha bom discernimento, sentindo algumas vezes saudades daqueles velhos ingênuos, babacas. Até que não tinham sido tão ruins para dois pobres coitados. Os outros parentes, irmãos, tios, primos, já não o interessavam, como parte de um passado inglório que devia ser esquecido.

Mas, como era de se esperar, certa vez o Desapaixonado passou por um grande apuro. Quase morreu, mas diriam os mais íntimos que vaso ruim não quebra. O homem, então seguro das suas certezas, viu-se estremecido pelas veias que carregam seu sangue pelo corpo que tinha ganhado ao nascer. Sentia-se enfim vulnerável. Sentia-se enfim vivo! O medo que antes atrapalhava seus planos, agora os atormentava, os colocava em choque com sua liberdade. As amarras eram seu motivo para buscar a redenção. Então veio o arrependimento.

O Desapaixonado, na sua razão solitária, nunca havia enxergado de verdade o que se tem de bom nas suas limitações, que esses seriam os cordões da sua catapulta, arremesso ao real, que é triste sim, mas mordaz. Viu que se não amassem aqueles no seu entorno, não os considerasse, tudo o que havia feito na sua existência não teria sentido. E, com a vertigem de um grego, pulou no precipício de se alcançar a felicidade. Desnecessário dizer que quebrou a cara no chão, mas com um sorriso provocador de quem sabe o porquê dos sacrifícios.

Foto de Marilene Anacleto

Jesus é Mesmo Meu Lume

Tudo escuro. Janela aberta
Não sei se é a hora certa
Para descrever pensamentos.

Chuva que pinga na calha, vários plim-plim, um alento.
Ao olhar pela janela, nada vejo, sinto o vento.

O pensamento voa com velocidade da luz.
De repente já estou lá nos tempos de Jesus.

O povo ali procurando, como sempre, um socorro,
Como hoje ainda acontece, todos querem o tesouro.

E Jesus vai atendendo o pedido de todo mundo
Sabe que têm mentes duras, necessário explicar tudo.

Sabe ainda Jesus, que eles não querem mudar
A lei dele é o Amor, seu exemplo veio dar.
Deixou claro que primeiro é preciso acreditar.

Lá vai Ele pelas ruas cercado pela multidão
Alguns querem a palavra, outros esperam pão.

E Jesus já nem descansa, apesar de ser humano
Nunca reclama de nada em qualquer lugar tira um sono.

Acordado pelas crianças, abraça-as sorridente
“Deveis proteger a vida, são a continuação da gente”.

Nas montanhas empoeiradas, estava eu ouvindo Jesus
Até hoje ainda me dói aquela lembrança da cruz.

Ele diz que isso é passado, que não há o que sofrer
Ressuscitou e agora vive no coração de quem crê.

Na montanha estou de novo, a ouvir atentamente
Passaram-se vidas e vidas, nada se perdeu no tempo.

Agora estou retornando ao meu quarto lentamente
O pingo de chuva na calha diz que cheguei normalmente.

A doce lembrança do Cristo e o Seu doce perfume
Marcaram-me todas as vidas. Ele é mesmo o meu Lume.

Foto de Arnault L. D.

Mil vezes (Eu te amo)

Enquanto as frases se desprendem,
não as cale sem dizer.
Pois um dia, hão de perder
todo motivo e se rendem

Ao silêncio, à surdez talvez.
Não trarão mais o sentido,
se o querer ouvir já houver se ido,
exaurido, no esperar o que não fez.

Mais que a dor do não ouvido
é o som do nulo a estancar.
O esperar o depois é confiar
numa sorte que pode ter partido.

Não guarde para si se ama alguém,
não enterre em si, o que falar...
Uma palavra pode uma vida mudar
ou pô-la a perder se a deixarmos sem.

Se há quem ouça, eu te exclamo:
Enquanto amor, eco a reverberar,
nos lábios deixe as silabas juntar,
por mil vezes, eu te amo, eu te amo...

Foto de Nailde Barreto

Volta pra mim.

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Volta pra mim. (Nailde Barreto - 08/06/11)

Volta pra casa;
Ainda te espero, te venero e me consolo...
Volta pra mim;
Ainda te quero, te desejo e te adoro...

És a rainha do meu castelo,
E, aqui sozinho, sem você, me desespero...
Diga-me o que fazer, para não enlouquecer, enquanto espero?
Reconheço que você é a dona do meu império...

Volta pra casa...
Volta pra mim...

Venha aquietar meu coração,
E, tomar posse da minha vida,
Agora, entregue em suas mãos.
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Foto de cnicolau

Dias tristes, jamais novamente !!!!

Hoje

Eu nao vejo mais preto e branco

Vejo

Uma aquarela linda
em toda a sua plenitude de cores.
Vejo o céu azul,
ele logo se transforma em anis,
em turquesa.

Olho pra frente,
vejo as árvores, verdes,
a nuance das paletas de cores me cerca,
me fazem respirar fundo.

Continuo andando

Viro a esquina,
vejo todos os prédios em minha frente,
cores diversas, entonações,
diversos contrastes, que os diferem,
os tornando únicos.

Continuo andando

E vejo pessoas,
as mais diversas,
as mais variadas pessoas,
idades, raça,
são tantas,
porém,
todas andando, correndo,,,,

E oq eu vejo?

Eu vejo a maravilha da vida que colocaste
em minha frente e fico assim
pensativo.

Olho pra cima e agradeço
por estar me fazendo respirar o real
significado da vida

OBRIGADO PAI........

E melhor

Agradeço
por ver a cor das flores,
pois foi hoje q vi a melhor de todas.

Uma rosa vermelha
que encheu meu peito de ar,
minhas veias de sangue,
e meu coração de amor.
Obrigado.

Cleverson Luiz Nicolau
08/06/2011

Foto de Mitchell Pinheiro

O SONHO DO POETA

Mesmo dentro do sonho o beliscão é sentido com dor
Mesmo dentro do sonho um balde de agua fria não me pode acordar
Mesmo dentro de uma bela poesia de amor
Não há meios que me despertem dos fulgores de meu sonhar

Musa e poeta juntos no mesmo êxtase sonhado
A fantasia mágica no estado mais empírico
A realidade totalmente fora do costumado
A vida realizada no mundo onírico

O sonho poetizado ganhou vida
Os braços se abraçaram, as bocas se beijaram
A rotina foi morta a poesia está viva
Corpos unidos, dedos entrelaçados

Todo encontro gera lindas lembranças
Todo despegar gera grande saudade
Tanta felicidade gera muita desconfiança
Tanta irrealidade confunde a realidade

O Poeta desenha suas poesias no ar
O que foi fantasiado agora disponho
A poesia enfim pode respirar
E o poeta acordado vive seu maior sonho.

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