Vida

Foto de Graciele Gessner

Conceito da Felicidade. (Graciele_Gessner)

"Você tem projetos na vida?
Então, realize-os.
Caso contrário, mexa-se".

09.05.2009

Escrito por Graciele Gessner.

*Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Paulo Gondim

Estranhezas

Estranhezas
Paulo Gondim
08/05/2009

Talvez, não sejamos na vida
O que dela vivemos
Ou o que falta viver

Talvez, o medo nos faz ver
O que se pode viver
E não vivemos, por temer

E o que somos na vida
Os sonhos que ainda teremos
ou a desiluzão que vivemos?

Ou será que a vida é mesmo real
E que o sonho é reverrso do mal
O mal que só existe pelo bem?

E de incógnitas e surpresas
Somos nós estranhezas
Puro mistério
Eterno conflito
Pura incerteza...

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

♥ TE AMO DO MEU JEITO ♥





Te Amo do Meu Jeito.

Estou te amando,
Do meu jeito!
Mas te amando!

Como eu queria,
Ter-te em meus braços
Noite dia!

Amando-te em silêncio
Aos gritos, sem medo!

Quando estou na solidão
Sua imagem me abraça.
Sua existência me da vida.

Estou te amando,
Do meu jeito!
Mas nem por isso
Para te provar
O imenso amor que sinto.

Não preciso dizer
Toda hora,
Que te amo!

Você pode demorar;
Ouvir-me dizendo essa frase.
Mas quando chego a falar.
É porque estou tomada
Desse sentimento;
Gostoso e verdadeiro
Que é amar você.

Amo-te de verdade, não duvide!
Mas do meu jeito!

A Flor de Lis.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Jessik Vlinder

O Olhar de um Anjo

Eu sempre costumo admirar as estrelas da janela do meu apartamento. O movimento é fraco, a rua é tranquila, o frio é aconchegante e o estalo dos trilhos ao passar o metrô soa como sininhos em meu ouvido. Já é um som familiar.
Interessante que eu sempre via um homem, sentado sempre na mesma cadeira, olhando sempre pela mesma janela, vestido sempre com o mesmo casaco branco, tão alvinho que parecia neve. Mas era mais que coincidência porque fosse cedo, fosse tarde ele passava. Bastava debruçar-me na janela que o via no primeiro metrô que viesse. Não dava para vê-lo muito bem. O capuz escondia seu rosto e ele nunca me via! Apenas percebia que fixava seu olhar em um ponto distante. Era mórbido... era suave....
Mas um dia, um dia ele olhou pra mim! Mas não estava no metrô, estava sentado no trilho do metrô! Parecia que ele me esperava. Estava de uma forma tão indolente, transmitia paz. Não lembro perfeitamente, só sei que quando dei por mim, estava paralisada diante daqueles olhos azuis... ele era tão lindo! Tinha uma face perfeita! Não a tocava, mas a sentia, e era tão delicada. Não o ouvia, mas o compreendia, e era tão brando... tinha uma voz tão serena. Não estava em seus braços, mas era como se naufragasse na maciez das nuvens e era tão frágil e ao mesmo tempo tão firme. Não o beijei, mas senti me minha boca o gosto da magia dos sonhos e deliciei-me do mais puro e eterno sabor da felicidade divina... minha vida não pertencia mais a mim. Naquele momento eu entreguei minha alma a um ser inexistente... indecifrável... Eu plantava um jardim numa estrela apagada. Eu tingia o arco-íres numa tela branca. Estava-me suicidando para ressuscitá-lo...
Não sei exatamente o que aconteceu naqueles instantes. Não sei o que veio depois daquilo. Lembro apenas de ter acordado cheia de paz na manhã seguinte. A única certeza que tenho, é de que para a senhora que mendigava, para as crianças que brincavam, e para todos que passavam, aquele foi apenas um olhar. Mas para mim, foi o renascimento da Esperança vindo dos olhos de um anjo...

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

IMAGEM DE MÃE.

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/05/2009. 18h30min.
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Imagem de uma santa concebida,
Criada pelas mãos do redentor,
Nasceste ao mundo pra gerar a vida,
Em meio ao sofrer, sentindo a dor!

Por isso mãe bendita é o teu nome,
Rainha fonte do imenso amor,
Que supre ao peito, da criança, a fome,
Ao colo dispensando seu calor!

Oh quantas noites de sono perdido,
Para ninar ao filho em seus braços,
Quão grande é teu amor e não tem preço!

Eu sou por tudo isto, agradecido,
Receba terna mãe, os meus abraços,
Pois és, do céu na terra, o começo!
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Poeta Malume.
Direitos autorais reservados.

Foto de Manoel Lúcio de Medeiros

HEROÍSMO MATERNO.

Soneto de Malume (Manoel Lúcio de Medeiros).
Fortaleza – Ceará – Brasil. 07/05/2009. 18h00min.
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No seio da tua alma me teceste,
O fruto da paixão, feito com amor,
Pergunta o coração: E quem é este,
Que nasce da semente entre a dor?

Sou eu, o filho que nasceu ao mundo,
Respondo com ternura e gratidão,
E a vida devo a este ser fecundo,
Que me aceitou sem contracepção!

Quem sabe se eu seria um aborto,
O crime de um simples egoísmo?
Aqui eu estou contando a história!

Sou filho vivo e não um natimorto,
E a minha mãe eu devo o heroísmo,
De me fazer nascer, isto é vitória!
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Poeta Malume.
Direitos autorais reservados.

Foto de Raissa Valmont

Anjo

"Vivi uma vida sonhando ser alguém que não sou,
Buscando ir para onde não devo.

Vivi uma vida guardada por um belo anjo,
Traiçoeiro carinhoso, falso esperançoso anjo.

Sorriu com as minhas felicidades,
Deliciou-se com as minhas vontades.

Enxugou minhas lágrimas,
Mas fez tudo errado.
Chorei por duas vezes mais.

Deu-me esperanças de viver o sonho mais belo
E então desapareceu daquele castelo.
De bela rainha, sem meu anjo, não passo de simples plebéia.

Sequei minhas lagrimas,
Transformei os meus sentimentos,

De amor a ódio.
De esperança à desilusão.
De lembranças a nada.

Enganou-me durante um sonho
Enganou-me por uma vida."

Foto de Paulo Gondim

Louvo minha mãe

LOUVO MINHA MÃE
Paulo Gondim

Não vou escrever como a maioria escreve
Versos de lamento, de desculpas
Pela perda da mãe.
Já escrevei, não escrevo mais

Hoje, escrevo versos de louvor
De agradecimento, de ternura
De reconhecimento, de amor
Por quem nesta vida, se fez vida
Não dispensou aventura
Na defesa da cria indefesa
Como fortaleza, nua e crua.

Por isso louvo essa criatura
Corajosa, forte, destemida
Que divide com Deus
A continuidade da vida
Ela pare, Ele (Deus) cria
Dizem os pobres na sua crença fria
Mas é a ela que buscamos
Nas horas de agonia

Por isso não choro a perda,
Já chorei, não choro mais!
Tenho boa lembrança
De amor, de esperança
Daquela mulher franzina
Miúda, mas de muita coragem!
Que guiou meus passos
Me deu muitas surras
Pra me fazer homem
E estava certa: me fez..

Por isso, agradeço e sorrio
Quando me lembro dela
E me sinto feliz
Porque sou na vida
Pelo menos parte
Do que ela sempre quis!

Foto de diogo aka kravas

O que sinto

Queria agarrar as estrelas

Na palma da minha mão

E poder oferecê-las

A quem guardo no coração

Por ti faria da noite, dia

Da tristeza, alegria

Do caus,harmonia

Da solidão,companhia

Ter o poder de te dar o mundo

Satisfazer o teu anseio mais profundo

Entregar a própria essência da vida

À pessoa que me é mais querida

Queria o poder de te dar amor

Afastar tudo o que te cause dor

Porque sabes sara, que foi por ti que o meu mundo ficou sem cor

Já nao sei como explicar este ardor

Não sei o que sinto

Nao sei se o quero sentir por isso minto

Sabes que quando digo que nao te amo

Mentiras eu proclamo

Nao se como te dizer que é por ti que o meu curacao bate

Nao sei como te dizer que é por ti que o meu sol arde

Sem ti encerram se as portas do meu mundo

Nao consigo ficar sem ti nem um segundo

Penso que esses teus labios beijei

O teu corpo acariciei

Mas de repente alguem me acorda porra percebo que sonhei

Vejo me ao espelho e vejo que lagrimas eu derramei

Já nao sei quanto mais eu aguentarei

Que merda de vida

Sem te ter nao encontro saida

Transformaste o dia em noite quando te perdi de vista

Arrependi-me amargamente e vou tentar a conquista

Já não como,já não bebo, só porque penso em ti

Faço tudo o que quizeres pra te voltar a ter aqui

Tenho saudades de ti sara, mais do que eu quero dizer

Esqueço orgulho esqueço tudo só não esqueço o meu querer

Vou-te amar e desejar até o meu amor acabar

Vou-te esquecer e te deixar só quando o mar secar

espero que gostem!
Recordo que escrevo há relativamente pouco tempo.
Desde os meus 15 anos portanto há 1 anos.

diogo cravo

Foto de sofiaclarisse

À procura da luz

Fechei-me na escuridão, no breu mais profundo. Tentei caminhar como cega repentina. Para compreender os verdadeiros cegos, entender os outros que são sem o serem e, depois a minha vida, toda ela escuridão.

Procurei a dor, a aflição, o escarnecer,... tudo o que existe ou não para além do ser.
Tatubeei por entre o nada, ouvi o silêncio que me engole, mas não cedi perante o pânico de saber que tudo aquilo era, de facto, o reflexo do meu viver.

Queria encontrar o caminho no meio do nada e do ninguém.

Contornei o medo e subi devagar todos os degraus que me desafiavam na ausência da luz.
Conclui o que não é novidade: reforcei em mim a noção da inércia pesada que sou e onde tenho de viver.
Tenho medo, de mim e de existir.
Dos outros não. Nunca existirão.

É aí o centro da escuridão.

Clarisse.

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