Vida

Foto de Edson Milton Ribeiro Paes

"VÔ IEIÉ"

“VÔ IÈIÈ”
“NAS ASAS DA ALEGRIA”

O conheci como sogro...
Homem forte, inteligente...
Um verdadeiro amigo...
Às vezes um tanto até inocente!!!

O tempo me levaria identificá-lo como ídolo...
Postura correta, palavras necessárias, medidas discretas...
Sempre trazia algo de novo...
Suas atitudes sempre sinceras!!!

Por onde passava espalhava esperança...
Não conheci ao longo da vida nenhum desafeto seu...
Sua alma era de uma criança...
Para não o admirar, só quem não o conheceu!!!

Vô ieié, sinônimo de bondade...
Mente privilegiada...
Isento de vaidade...
Um irmão camarada!!!

Vô íeié, onde estiveres...
Por toda a eternidade...
E para quem quiser ouvir...
Eu posso dizer, eu te amo de verdade!!!

Foto de diny

QUISERA

QUISERA
Quisera eu ter

toda a ternura

toda a doçura

da vida e

deliciosamente doce

suavemente fosse

a deusa do teu amor

ou se você quiser;

precisamente mulher

simplesmente mulher

toda sua meu amor...

Diny Souto

Foto de diny

RETRATO DE ALMA

RETRATO DA ALMA

Alma essa essência abstrata
com seus mistérios e místicos segredos
que a razão com seus anseios e medos
foge ao que ela em si retrata

O perfil da alma são as emoções
os olhos da alma são os corações
a origem da alma: -desconhecida
Deus-quém sabe? a própria vida.

Alma talvez um ponto invízivel
luminoso, imortal, indefinível
um ponto infinito de amor
semelhança-imagem do criador.

Alma talvez borboleta minúscula
buscando a luz crepuscular
sem no entanto encontrar sua busca;
ruma sempre pro mesmo lugar.

Diny Souto

Foto de diny

AS VEZES

ÀS VEZES
Às Vezes pareço um barquinho
perdido em alto mar,
navegando suavemente
num silêncio sereno
na direção de um horizonte lindamente azul
só pra depois navegar na tormenta
de uma solidão sem fim.

Às vezes pareço um lugar assim; incerto
uma praia deserta, um lugar ermo e deserto
um lugar assim triste e sombrio,
então perco-me num estranho vazío
e de insuportavelmente só,
tenho medo
de ser o túmulo de mim mesma!

Às vezes choro
com o coração conturbado e aflito
sem saber o que fazer com tanta solidão,
mas de repente; do infinito de meu ser,
lá vem você,em forma de uma gaivota linda,
e tão suave,
tão docemente pousa em minha mão!
e repousa silenciosamente em meu coração
e eu sinto a vida vibrar
novamente em meu peito!

Diny Souto

Foto de Sonia Delsin

QUANDO VOCÊ FOI EMBORA

QUANDO VOCÊ FOI EMBORA

Quando você foi embora eu fiquei...
Olhando o sol se pondo.
Não fiquei chorando.
Não tinha mais lágrimas.
Já era um poço seco.
Quando você foi embora eu pensei...
Já faz tanto tempo que ele partiu.
Estávamos só tentando...
Tentando nos enganar.
Já fazia tanto tempo que ele queria se mudar.
Outra vida buscar.
Quando você partiu eu sabia que outra vida pra mim começaria.
E realmente tudo mudou.
Se fiquei lamentando?
Lambi as feridas, reconheço.
Mas é sempre bom um recomeço.

Foto de Civana

Encantada (Videopoema)

Alguns dias atrás enviei meu recente poema "Encantada", para todos meus amigos no Orkut. Além do carinho nos comentários, recebi com muita alegria o pedido da querida Rosana, para editá-lo em vídeo. E hoje ela me presenteou com esse lindo videopoema, que muito me emocionou, pois a música escolhida é uma que amo, marcou uma fase linda da minha vida.

Fotopoema que enviei aos amigos:
http://img157.imageshack.us/img157/5572/encantadadw8.jpg

Deixo aqui o videopoema para dividir com todos os amigos, poetas e visitantes, essa alegria. :)

Poesia Carla Ivana - Civana
Criação e Video: Rosana Buarque
Música: Richard Clayderman - Noturno (Chopin)
http://br.youtube.com/watch?v=bv_J_H6pm4E

Bjos :)

Foto de lua sem mar

Nuvem

Nuvem
*
*
*
A lua esta noite escondeu-se
Escondeu-se?
Não, Ela está no lugar de sempre.
Com menos brilho, é certo, mas,
Escondida jamais.
Algumas nuvens escuras a escondem,
Algumas lágrimas ela derrama.
Perdida e sem a habitual companhia.
Uma lua que te espera,
E nem sempre te apercebes,
Carente, triste e delicada.
Não a vês!
Não a observas como ela deseja,
Não estás presente nos dias e momentos
Tão e muito mais complicados.
São tantas as nuvens escuras,
Amanha de certo que vai chover.
O astro rei parece que não vai aparecer,
Aquecer as almas frias, os corações destruídos.
A lua desfalece em cada segundo que passa,
Força, vontade, sonhos, vida tudo esmorece…
Nada a fortalece.
Nuvem escura que endureces as tuas palavras,
Será do melhor jeito?
A lua perdeu o brilho as estrelas brilhantes,
Os raios lunares enfraquecem…

lua sem mar

Foto de Joaninhavoa

Polimentos

*
Polimentos
*
arestas
&
segmentos

No meu sonho esculpia-te
Com amor e paciência
Nesta vida presenteio-te
Com a mesma sapiência

Dando vida ao espírito
Alimento o corpo
A pouco e pouco!

Joaninhavoa
(helenafarias)
17 de Outubro de 2008

Foto de Joaninhavoa

Escondidos

*
Escondidos
*
Num esconde! Esconde

Num brincar de escondidinho
Eu vejo a vida aos quadradinhos
Não sou a Fénix nem a Doroteia
Sou como a pulga gageira

Sem bagageira!

Joaninhavoa
(helenafarias)
17 de Outubro de 2008

Foto de killas

DEIXEI DE TER CORAÇÃO (*)

Quero saber o que fazer,
Para um dia te ter,
Pois eu irei morrer,
Se continuar a sofrer.

Eu por ti tudo faço,
Diz-me só o que queres,
Dou-te uma prova de amor,
Ou para sempre me perdes.

Não conseguirei ser feliz,
Se ao pé de ti não ficar,
Nem conseguirei ser feliz,
No dia em que te encontrar.

Não posso ser feliz,
Neste amor arrebatado,
Nem posso ser infeliz,
Neste amor negado.

Numa quente manhã,
Recebi finalmente um sinal,
Uma carta do correio,
Sem remetente afinal.

Mas quando a carta abri,
Já tu sabes o que vi,
Eu sorriso ficou no rosto,
Pelo amor que ali vi por mim.

Acabou-se a estoicidade,
Não conseguia mais sofrer,
Se não chegasse esta carta,
Alguém nunca mais me ia ver.

Não quero de Epicuro ser discípulo,
O sofrer hoje e não amanhã,
Aguentar sempre o sofrimento,
Em prol de uma vida sempre sã.

Para ter uma vida sã,
Sem sofrimento futuro,
Não é essa vida que quero,
Estar na frente de um muro.

Mas não podia dar certo,
Este nosso grande amor,
Mais vale parar já,
E evitar maior dor.

Foi contra a minha razão,
E contra o meu coração,
Abraçar o epicurismo,
Com alma e paixão.

Noutra carta tu dizias,
Que eu era um louco apaixonado,
Nessa carta tu dizias,
Que estava tudo acabado.

Terminado o que pode ser?
A amizade ou o amor,
O que vou eu fazer,
Para aguentar esta dor.

Nesta vida desgraçada,
Só há uma solução,
Para sobreviver a esta alhada,
Basta não ter um coração.

(*) – Este poema foi feito em co-autoria com uma colega que andou comigo na Escola Secundária de Santa Maria, pessoa que quis com minha autorização compor o poema de maneira diferente à que eu estava a escrever. O nome de tão ilustre personagem a quem eu dedico este poema na parte que escrevi chama-se “Lady” Elisa Grilo, a quem eu aproveito para mandar um abraço afectuoso.

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