Vida

Foto de Graciele Gessner

Como Está a Sua Maquiagem? (Graciele_Gessner)

Você aí, o que anda fazendo com o seu corpo? O que deseja esconder por detrás de uma bela maquiagem?

Sinceramente, eu não necessito usar nenhuma cobertura artificial, um disfarce, uma falsa aparência. Sou autêntica! Sou original!

E, você vive escravo da beleza exterior? Se a sua resposta for afirmativa lastimo por esta felicidade camuflada.

Eu sou tão feliz com a minha beleza interior. Esta é a minha máscara, minha maquiagem.

Não me dei ao capricho de virar uma prisioneira da beleza exterior. Viver mascarada me dá a sensação de viver a vida pela metade.

A minha maquiagem é meu sorriso gracioso! A minha maquiagem é o meu coração...

Pense nisso.

06.08.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Graciele Gessner

Ao Autor da Vida. (Graciele_Gessner)

Deus, obrigada por esta vida!
Tão maravilhosa e abençoada!

Deus é a minha fonte que respiro,
A minha essência que proclamo.

Em Deus encontro a paz que procuro.
A sabedoria, o amor que necessito.

Deus, o autor da minha vida.
Aquele que desenhou a minha missão.
Estou a cumprir a sua lição.

Amém!
Muito além...

03.08.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Graciele Gessner

Vivendo de Ilusão. (Graciele_Gessner)

Ouvir a verdade na cara dói. Rir é um bom antídoto para bloquear o que se ouviu. Aliás, não admitir que perdesse é viver uma vida camuflada, numa pura ilusão. Encare a situação! Uma hora terá que enfrentar a verdade. E talvez seja tarde, pois terá perdido aquilo que tanto amava.

25.07.2008

Escrito por Graciele Gessner.

* Se copiar, favor divulgar a autoria. Obrigada!

Foto de Cecília Santos

SER CRIANÇA (HOMENAGEM À TODAS AS CRIANÇAS)

SER CRIANÇA
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Como é bom ser criança e poder sonhar.
Num mundo de fantasias viajar.
Na calda de um cometa balançar.
Brincando de esconde-esconde nas nuvens.
Pintando o sete com as cores do arco-íris,
num mundo de faz de conta.
Que bom ser criança é poder brincar.
De cabra cega, amarelinha e ciranda de roda.
Que bom ser criança e poder soletrar.
Juntando as letrinhas, formando as
palavrinhas, felizes à cantar.
Descobrindo o mundo real, além do
imaginário da inocência.
Ser criança é trazer dentro do coração,
a magia e o encanto de sonhar.
Ser criança é trazer no sorriso a real felicidade.
Ser criança é trazer nos olhos a inocência da vida.
Ser criança é viver num eterno paraíso.

Direitos reservados*
Cecília-SP/05/2008*

Foto de Ayslan

Priscila

Priscila
Tu és.
Minha estrela... És o céu!
Do jardim a mais bela e perfumada rosa... Uma mistura de cores que faz inveja ao arco-íres...
Uma melodia sem notas totalmente rebelde...
Sóis a beleza que palavras desconhecem... Um encanto!
Uma mistura de menina e mulher.
Se no céu há uma estrela chamada sol capaz de cegar em um único olhar, tu és a estrela capaz de apaixonar e fará tal desejar sempre poder te admirar te adorar dia e noite em quanto você brilhar!
Se na vida há tristeza, tu és a minha felicidade!
Essas palavras passam longe, quero te dizer mais, dizer palavras vindas do coração...
Meu grande amor...
A ponde de meus desejos a realidade.
Tu podes ser real?
Sim, e sóis tão real!
Que nem mesmo os grandes poetas poderiam descrever-te
Que em milhares de versos gastaram seus punhos, e os dedicavam a cansativa e inútil casada pelas palavras inexistentes que possam descrever-te. (tolos)!
Mas tu não, não és imaginaria! Por que te amo!
Posso senti-la em meus braços, ver seu sorriso, sentir em meus lábios a doçura dos seus, compartilhar deliciosos prazeres do corpo e da alma.
E ainda poder ouvir você dizer-me de uma forma que só você sabe dizer... EU TE AMO...
Para: Priscila

Foto de lua sem mar

lua

Olhei o mar,
Meu coração transbordou,
Entrei e me encantei,
Estas tão longe,
Mas és tão grande no teu ser,
O senhor do meu amor.
Onde parou?
Parei no rumo, no vento,
Não me sopras como antes.
Não sinto o teu velejar.
Sigo no caminho sem trilho,
Encho-te no meu espaço devagarinho,
Preenches-me de carinho e amor.
Adormeço contigo nos meus sonhos,
Acordo com a tua suave voz ao meu ouvido.
Sinto-me pequenina perante ti,
A princesa das nossas noites,
Amar e ser amado etapa primeira.
Aprendo a viver cada segundo que passa.
Olho a vida de frente, sem frente nem reverso.
O sonho dá-me coragem,
O teu amor me preenche por inteiro…

Foto de Ayslan

Diga-me coração

Silencio. Por favor, coração não fale nada, não agora. Deixe-me senti-la, neste instante mágico e único onde se tornamos um.
Coração onde estas, por que parastes? Pedi-te silencio não q me abandonasse.
Diga-me o q é isso q sinto agora, é diferente de tudo q um dia senti. É esse o amor q me falas?
Por que não consigo dizer através de palavras, tão pouco em gesto ou ações, consigo sentir quando você tenta me dizer quando a beijo, quando a abraço, quando estamos juntos. Difícil é demonstrar o q sinto.
Neste milésimo de segundo coração q me deixastes a só percebi q a amo. E agora sei por que me faz dizer incontrolavelmente q a amo sempre q olho nos olhos dela.
Posso dizer-la então q a amo de todos os jeitos. Amo seu jeitinho feliz de me dizer “Eu te amo”
Amo sua risada gostosa, seu jeito quase ingênuo de ver a vida. Eu te amo Priscila, e com você reaprendi a ouvir e dizer essas doces palavras.
Com você descobri o q é amar, e sentir o amor, q através dos seus olhos enxergar o seu coração.
Amo-te de tal forma q seremos eternos, por que meu amor por ti não pode morrer. A cada instante q olho em teus olhos e digo-lhe, “Eu te amo” ele estar crescendo junto dessa vontade constante de ti dizer .
Te AMO Priscila!!!

para: Priscila

Foto de pttuii

Escarreta

O homem da barba que quase existiu acordou. De uma espreguiçadela abraçou as únicas quatro paredes pequenas que aguentavam levar com lamentos insuportáveis, incontrolavelmente tristes. Estavam pintadas de um azul ocre, desmaiado por rituais de querelas emocionais com riachos de tinto estragado.
A parcela de religião fundada em mini-obrigações morais tinha a forma habitual:
- o crucifixo que ganhou por piedade do dono da tasca da esquina pendia, prestes a uma queda fatal.
Uma camisa de xadrez difícil de definir, amargamente pousada em cima de calças de sarja rasgadas nos joelhos, concretizavam o guarda roupa necessário para o dia. A cadeira torta, a única herança de duas pessoas que fizeram o desfavor de cagar o mundo com uma bosta de duas pernas e dois braços, suportava um peso ridiculamente difícil de definir.
Quatro passos tortos, inevitáveis num rumo de auto-destruição anunciada, e um rio de substância amarelecida e odorenta a descer pelo cano abaixo.
Comichão na alma, socorre-se de três ou quatro experiências de humidificação de um rosto disforme.
Fica uma barba. Comichão no lóbulo direito. Puxar a escarreta que exige liberdade. O pregão da varina alimenta desejo de fuga. Esganiça tranquilidades. Mata bem fazeres de uma alma moribunda.
Dois segundos entre fechar último botão de camisa, e rodar maçaneta acobreada da porta para o universo. Um baque suave, e o violento estupro de raios de sol cada vez mais arroxeados. Num sentido de morte lenta e agoniante. Tonto e periclitante confronto com dois vãos de escadas, e novo contacto com uma maçaneta acobreada. Serão rios de luz assassina que banharão o homem da barba que quase existiu.
Quase que se afoga, para nunca mais voltar, mas não... Acode-o um suave roçar de pele de gato no tornozelo. Nova escarreta que se emancipa na calçada da viela. Antro de desgaste emocional, a taberna da esquina. Faz calor. Mas uma coisa suave, que aquece os pêlos da alma moribunda.
Dois arrastados da vida miram uma bola vermelha, que parece lutar para não ficar sem o que a agarra à gravidade. Contacto com uma folha de papel amarelecida. Coisa inútil, chamada calendário. Parece ser 25. Mês quatro. Ano mil, que já passou dos novecentos, e mais setenta e quatro.
Resume tudo o que escrevi. Para deixar em aberto o que ficou por dizer. Não é muito. Mas talvez possa ser. Depende dos olhos que estão por trás dos olhos de quem interpreta.

Foto de ANACAROLINALOIRAMAR

"QUANDO VOCÊ APARECEU "

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Em meio à solidão,
Sozinha estava meu coração.
Em tempos sem esperança.
Apenas vivendo de lembranças.

Até que um dia, o sol sorriu
Trazendo-me seu sorriso,
Sem improviso me encheu o coração
Este que já se encontrava morto
Em minhas ilusões.

Era sua aparição, seu jeito criança
Trazendo a mim novas esperanças.
Fazendo-me a vontade de viver, crer e saber,
Que o amor é como uma planta,
Morre e renasce, e nunca!
Podemos nele deixar de acreditar...

Você veio com cuidados especiais
Parece que sabia de minhas aflições.
Cuidou do meu amor, como quem cuida
De uma flor.

E hoje não me canso de agradecer,
Como foi bom você aparecer,
Conhecer você, amar você
Entregar-me a você que foi o único
Em minha vida, que se, pois a me entender.
Obrigada por aparecer...

*-* Anna A Flor de Lis.

http://www.blogger.com/profile/01846124275187897028
http://recantodasletras.uol.com.br/autor.php?id=39704

Foto de Sonia Delsin

DOENTE DE AMOR

DOENTE DE AMOR

Doente de amor ela saia pelas ruas nas madrugadas.
Ia como os ventos.
Nas rajadas.
Tinha por companheira a lua e quando não as estrelas.
Pensava que não havia saída.
Aos poucos perdia o amor pela vida.
No peito tinha uma enorme ferida.
E chorava.
Pelas ruas lágrimas pingavam.
Que tempo aquele!
Que tempo mais triste!
Doente de amor a morte ela desejava.
A chamava.
Até que um dia alguém ela encontrou.
Este homem a salvou.

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