Enviado por von buchman em Dom, 29/06/2008 - 15:12
Olho para ti,
falo contigo,
mas com medo que saibas o que sinto por ti
e o quanto te desejo.
Penso em ti a cada momento,
mas vivo a esconder o que anseia meu coração.
Procuro esconder ao máximo
meus sentimentos, desejos e fantasias eróticas
que tenho por ti, minha paixão .
Vivo fugindo toda vez que tu me olhas,
minha vida tem sido um eterno lutar,
sempre fingindo, cuidando para não transparecer
o que tenho dentro de mim ...
Adoraria poder dizer que te amo.
Queria muito sentir teus carinhos
Ter teus beijos
Poder saciar meus desejos em teu corpo,
Poder sentir o teu cheiro
e te ter amor, por inteira, na minha cama...
Muitas vezes fico a imaginar a nudez do teu corpo,
tenho uma idéia como tu sejas despida, isto me alucina.
Vivo no campo da fantasia e amor por ti.
Tu me ressuscitas sonhos.
Incendeia as minhas emoções,
desejos e fantasias eróticas.
Outro dia, quando te vi passar na chuva,
Acompanhei-te e me deliciei com
As curvas de teu corpo marcadas
na roupa molhada.
Viajei em ver teus seios soltos, contornados na roupa transparente,
delirei em ver os biquinhos durinhos, como dois morangos
apontados para mim.
Você nem imagina como me excitei,
como fiquei e o quanto te desejei...
Mas um dia terei coragem,
meu amor a ti me declarar.
Falar de meu amor,
e falar de minha paixão por ti .
Despirei lentamente,
peça por peça do teu vestir,
Curtindo cada momento.
Teu biquíni quero tirar com meus dentes,
Quero morder-te todinha,
Saciarei meus e teus desejos,
Realizando nossas fantasias.
Vou me deliciar num navegar em teu corpo,
Sentir tua carne a me desejar.
A cada momento do nosso amar,
quero me dar por completo a ti.
Teu corpo em movimentos
e contrações aritmadas.
Quando estiveres, toda suada e bem molhada,
a minha boca descerá a fonte do teu amar,
tomará o néctar do teu excitar.
Viajarei as nuvens ao te ver entrar,
num frenesi de orgasmos múltiplos.
E por muitas vezes te darei meu eterno amar,
Realizado teus mais loucos desejos e fantasias
Que estejam escondidos dentro de ti...
AS SEMENTES DO MEU PURO AMOR,
SÃO COMO FLOCOS DE NEVE...
ELAS SÃO REGADAS COM AS LÁGRIMAS DO MEU CORAÇÃO
POR VOCÊ MINHA ETERNA PAIXÃO...
ICH LIEBE DICH . . .
Enviado por Carmen Lúcia em Dom, 29/06/2008 - 04:23
Quem sabe se verei um dia,
mesmo que numa outra era,
ainda que próxima ou distante,
surgir, enfim, radiante,
a vida que sempre sonhei...
Aquela que tanto almejei.
Uma vida diferente
feita de almas e mentes
voltadas somente pro bem.
Que se alimentam de amor,
que se evoluem sem dor
e em perfeita sincronia
transmitem a paz interior!
Nesse lugar de rara beleza
onde habitam com toda pureza
os despojados do ódio,
da cobiça, da crueza,
de tudo, que com certeza,
maculou o ontem, denegrindo o agora,
virão aqueles que mudarão a história,
salvando as boas sementes
que germinarão imunes
De um passado sem glória.
Sou menina
Enquanto me olha
E sinto tuas mãos
Afagar meus cabelos
Sou menina
Enquanto me envolve
E sinto teu beijo
A desenhar minha face
E me transformo em mulher
Depois que me abraça
Sussurra que me quer
E aos pouco me leva
E me faz tua Eva.
Enviado por Joaninhavoa em Dom, 29/06/2008 - 03:47
***
**
*
É pela noite dentro que o sentir se faz refulgente
Desantam-se os nós dos duros tormentos
E ouço tua voz quente e ardente presente
Com mãos de amor desenhas em delírios
A nascente da fonte d`águas de sangue
O ritual da música no sonho sonhado
Disciplina cativa que tu me tens dado
D`viver a teu lado o dia que chegue
Lira cordial elixir sons dos amantes
Emite fragmentos completos repletos
Expressão sublime de energia
Espiritual! Paixão, profunda expressão
Para lá do infinito, para lá do sensual
Um Beethoven, num apogeu de génio
D`espírito musical…
JoaninhaVoa, In “O Meu Amor”
(29 de Junho de 2008)
Enviado por von buchman em Dom, 29/06/2008 - 00:05
Teu corpo nu sobre minha cama
reflete a luz do luar...
A janela aberta deixa entrar uma brisa mui fria,
mas se torna gostosa com o teu me tocar.
A aurora anuncia o despertar com os pássaros a cantar...
Que vontade louca que este dia não amanheça
e que eu possa continuar a te amar .
Quero que teu cheiro impregne minha cama,
para que na tua ausência,
ainda consiga te sentir e fantasiar...
Teu suco do amor, o néctar do teu prazer,
Quero em minha boca,
Saciando minha sede de te ter...
Quero ver-te enlouquecer.
Fazer-te minha, mais uma só vez,
Abraçar-te e beijar tua boca,
ir a teu encontro, para que possas sentir-me por dentro,
Deleitar-me em teu corpo quente e ardente.
Possuir-te de todas formas possíveis
Envolver-te nos meus braços
Como o vento faz ao abraçar uma árvore .
Passear minha língua nos mais doces recantos,
absorver tua saliva ardente.
Banquetear-me de teu corpo quente e sensual,
ver-te delirar de prazer.
Deslizar minhas mãos por teu corpo nu,.
Possuir a ti com todo o meu amor e paixão.
Enlouquecer-te de pouco em pouco.
Numa noite de muita tesão.
Nossos corpos ardendo no calor mais intenso.
nossa paixão sem limites , a mercê de nossas fantasias
Não sei como tu queres , mas sei o que quero e onde quero.
.
De ti, tudo posso esperar
Dos teus desejos, ousados e insanos,
Do beber do meu amor .
no desabrochar do amar....
Tu me levas a loucura,
Me embriagas, tirando-me a razão .
Meu corpo desliza suavemente sobre o teu
Já não mais consigo ouvir o que murmuras.
Só sinto-me invadindo teu delicioso ser....
Como sempre, tu me beijas de forma que nunca experimentei
me levas as nuvens.
Provo teu corpo cheio de desejos,
Te tenho loucamente
e me tens devassamente...
No meio do encontro das nossas bocas insaciáveis..,
Tu gemes bem baixinho
perto do meu ouvido.
Teu suor e teus beijos
me conduzem ao ápice do amar....
Me apertas contra teu corpo ,
Teu coração dispara ,
Tua boca seca ,
Me cravas as unhas em minhas costas ,
olho para ti e vejo-te delirar...
É tudo que quero e sonho,
nesta louca noite de amar...
...........
Tenhas meu eterno carinho, uma beijoca e um xero...
ICH LIEBE DICH ...
As sementes do meu e do teu amor,
são regadas com as lágrimas do meu coração...
Von Buchman
A realidade é nua e crua.
Mostra-se sem disfarces
caminha armada pelas ruas
tintas de sangue.
A violência é rainha
coroada pelos brutos!
Tantas mães sofridas
chorando seu luto!
Tiros pipocando no ar
gente matando gente,
gente roubando gente
e os valores cada vez
mais ausentes!
Jornais nas calçadas,
berço de tantos inocentes,
sofridos, perdidos, indigentes,
invisíveis para tantas lentes!
O céu chora a sua dor
e a chuva que dele escoa
transforma-se em gelo
que resfria os corpos tiritantes,
mãos estendidas em apelo!
Mas o poder é surdo e cego
nada faz por esta gente
satisfaz apenas seu próprio ego
na sua cobiça indecente!
Este poder me causa asco!
Seus olhos só vêm o vil dinheiro
seu deus e conselheiro!
Dos miseráveis só querem o voto
deixam-lhe uma cesta básica,
um panfleto com foto
e o compromisso do voto.
E assim vão se elegendo
na arquitetada ignorância dos pobres
usando da sua premente privação,
junto à dor e aflição
neste eterno troca-troca
das suas nauseantes engenhocas!
E depois, irmão...
Só na próxima eleição!
Surgirão outras ardilezas
Disfarçadas em delicadezas.
A realidade mostra-se sem disfarces
NUA E CRUA
Só não vê
quem vive no mundo da lua!
Carmen Vervloet
Todos os direitos reservados à autora.
Enviado por Carmen Lúcia em Sáb, 28/06/2008 - 20:12
Quero despojar-me de meus bens...
Não os materiais, não os carnais,
mas os que fazem bem...
Não os que o tempo devora,
e não devolve jamais...
Os meus bens mais preciosos
que enaltecem minh’alma,
não quando piso em falso,
a remoer meu fracasso.
Não o pior, mas o melhor de mim.
Todos os sentimentos nobres
de meus dias melhores
encobrindo os ruins...
À mais exímia bailarina
esse dom que me domina,
acrescendo à ela , ainda mais.
A alegria que predomina
quando a noite dá passagem
a um novo amanhecer...
Para quem está prestes a descrer.
A tristeza que é só minha...
Que choro quando estou sozinha,
Pra quem não sabe chorar,
e a alma lavar.
O desejo incrustado em mim
das lembranças do passado...
Momentos que tiveram fim.
Recordar é viver, enfim.
O equilíbrio:razão e emoção
pra quem só é coração
e se perde com a ilusão.
A dor pra quem não sabe sofrer
e que faz parte da vida...
O sofrimento lapida,
deixa a alma evoluída.
Devolvo essa saudade
que meu peito invade
pra quem se foi e a deixou
Leva-a, pois ainda não vou.
Todo amor que ainda sinto,
despejarei em jardins
para sentir seu perfume
exalado de dentro de mim.
E por fim, a minha inspiração,
ao poeta que faz da pedra, flor...
Que salve meus melhores versos
e derrame por todo universo
...O amor!...
É agora, minha genti,
Qui a festa vai cumeçá,
Sanfonêru tá tocano,
Pra quadria nóis dançá.
Balancê! Tuúur! Anarriê! Alavantú!
Óia a cobra pessuá!
Meia vorta, vorvê!
Óia u túne!
Festejamu Santantonho
Pra modi nóis si casá
Mas si já temu marido
U mió é nóis rezá
Pra num vir rabo di saia
Pra modi eles atentá.
Pruqui ômi é bichinocenti
Num cunheci bem us truqui
Di muié inteligenti!
Seu vigário tá cheganu,
A noiva já tá nu artá,
Juiz di paz tá armado,
Si u noivo num quisé casá.
U pai i a mãe da noiva
Tão numa legânça danada,
Pareci inté qui já viro
A sua fia casada.
Santantonho vem pra festa
Pra num dá portunidadi
Du noivo siscafedê
Pruqui se ele siscafedi
Vai tê uma atirambança
I cumé qui u Chico-Pança
Vai pudê si iscundê?
I a sanfona toca:
Finrin-finfin-forón-fonfón
I o sanfonêro grita:
Balancê! Túuur! Anarriê! Alavantú!
Óia a cobra pessuá!
Meia-vorta vorvê!
Óia ela aí trasvez!
I eis qui chega São João
Pra tamém participá
São Pedro já tá chegando
São Paulo tá vindo lá,
Agora qui us padinhu,
Acabaro di chegá
Vamu lá, seu vigário,
U casório cumeçá.
Agora qui tão casado
Uma varsa vão dançá
Qui é pra dá sorte arretada
Pra esse jovem casal,
Qui acaba de si casá.
I todo mundu dançanu
Pra modi a festa animá.
O terrêro tá bunito,
Infeitado direitim
Di bandeirolas coloridas.
Tem muitos balão pinduradu,
Mas nóis num vai sortá não,
Pras mata num incendiá.
I us tiru de rojão
Nóis vai sortá cum cuidado,
Pra num acabá cum as mão
Di argum cabra desajeitado.
Pra modi nóis si isquentá,
Vamu pulá a fuguêra,
Mas vamu arregaçá as carça
Pra num sairmus di lá
Cum as coisa sapecada
Sortando uma fumacêra.
Enquantu qui a moçada
Si aquece aqui nu forró.
Nóis vamu lá pras barraca
Cume du bom i du mió.
Tem cuscuz di tapioca,
Tem minduinho torrado,
Tem pamonha, tem canjica,
Tem bolo di mio moiado.
Mio i batata-doce
Assados lá na fuguêra,
Cardo di cana gelado,
I bolo de macaxêra.
Leite di onça i cachaça
Tem tamém um bom quentão,
Qui é pra genti tumá corage
Di ir na barraca dus beijos
Aquecer us coração.
Sair cum a cara marcada,
Di beijo das moça bunita
Nos seus vistidus di chita
E suas tranças amarradas,
Cum grandes laços de fitas.
As montanhas sinuosas
Cortam o horizonte,
Num Belo Horizonte
De cores naturais
De águas cristalinas
Dos olhos das meninas
Das Minas Gerais
Terra de ouro, de esmeraldas
Terra das riquezas
De encantos, de belezas
De sua antiga história
De gente tão hospitaleira
Essa gente bem brasileira
De rica e fina memória
Minas de mil poetas
De revolucionários
De casarões centenários
“Quem te vê não te esquece jamais”
Quem te visita se apaixona
Quem nasce aqui não te abandona
E Canta: “Ó, minas gerais!”
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Dedicado a todos os Poetas Mineiros, representados na pessoa de Frederico Salvo