Enviado por Carmen Lúcia em Seg, 28/04/2008 - 02:15
O sol estava se pondo...
Tarde de outono...
Observo minha mãe
Num denso sono...
Nem percebe as folhas que caem
E amareladas, se esvaem,
Tocando seu inexpressivo rosto.
Parece querer de pleno gosto
Ir de encontro ao sol se pondo,
Sem resistência, sem confronto...
Espera que a leve a luz tênue da tarde
Sem barulho, sem aviso, sem alarde...
Frágil como a pluma a dançar no ar.
Logo ela, que se lançava aos desafios,
Entrega-se agora...Nem luta, nem chora...
Desiste a cada dia, definha a cada hora...
Espera ver o pôr-do-sol levá-la embora.
Triste saber que ela desiste...
Vacila entre o existe e o inexiste.
Tão triste vê-la
Triste...
Existem emoções que a própria razão desconhece...
Existem sensações que nem o corpo e nem a mente prevê...
Existem razões que nem a emoção percebe...
Existem milhões de motivos para amar você!!!
Percebo que o acaso é o ocaso das conveniências...
Entendo que o caminho é mais prazeroso que o atalho...
Concluo que a emoção tem suas reticências...
Confesso não sou perfeito, sou falho!!!
Meu coração se acelera ao lembrar-se de ti...
Meu corpo se excita ao te tocar...
Minha mente fica em festa quando estas aqui...
Minhas mãos ficam a suar!!!
Ando, mas gostaria de voar...
Sonho, mas gostaria de viver acordado...
Penso, mas prefiro apenas amar...
Falo, mas muitas vezes era melhor ficar calado!!!
Amo, mas meu coração é criança...
Desejo, e meu corpo é ardente...
Espero porque sou inteiro esperança...
Entrego-me nos teus braços exigentes!!!
Sinto o que teu coração quer me ensinar...
Retribuo aquilo que o meu entende de você...
Extasio quando estou a te amar...
E me acalmo com o fato de te ter!!!
Tienes em el alma la llama de la vida
Eros, la pasión
Te sierven de manto
De reyna
Peruana
De los incas.
Eres linda Mujer.
Tu uñas afiladas
Cuidadosamente esmaltadas
Ahora parecen garras de gata.
Ahora agujas
De bellas bordadoras,
Que bordan como quieres
Corazones:
De jovenes,
De hombres,
Que se miran
Se muerden,
Juegan como ñinos
Para ti musa peruana.
Pero, hoy soy quien brindo.
Siento como un Rey Inka.
Levanto mi copa de vino “sauvingnon Blanc”
Entrelazo mis brazos a los tuyos
Y mirandonos a los ojos,
Tomamos una copa de vino
Y sellamos com uno beso de pasion.
Duerma, mañana será un nuevo día
Si. fué lo que hice mi musa peruana
Dormí, como hace mucho no lo hacía
No sé si soñé.linda ecuatoriana.
Ayer, al retornar de la academia
Esperaba ver una noche de luna
Hablar contigo es lo que queria
Mismo sea que en lengua catellana.
Le dije, que en noche de luna llena la encontraria
Nubes oscuras a ser distanciadas,
Pues, veo que al nuevo dia el sol alumbra
Y con el la esperanza ansiada.
Enviado por Sonia Delsin em Dom, 27/04/2008 - 14:10
NA POEIRA DO TEMPO
Um riso, uns olhos, umas palavras...
Estão guardados na poeira do tempo.
Umas mãos.
Uns nãos.
Estão guardados.
Se houve pecados?
Tantos.
Se foram perdoados?
O tempo tem este dom...
De se colocar tudo no lugar.
Existe o esquecer, o perdoar.
Existe o aprender.
Existe outra maneira de se viver.
Chega a hora do entender.
Enviado por Sonia Delsin em Dom, 27/04/2008 - 14:00
PASSAGEM
Medo do viver?
Viver é um rio a correr.
Ora plácido.
Descansando.
Suavemente caminhando.
Ora cachoeira.
A despencar inteira.
Tempo de chorar.
Noutra hora o rio vai embora.
A correr, a correr...
Encontra obstáculo à frente.
Segue valente.
Pode contornar.
Busca o mar.
O rio da vida.
Se existe lida?
Existe.
E tem uma razão de ser.
Então... medo pra quê?
A vida é isso...
Um rio a caminhar.
Coisas a vivenciar, a enfrentar.
Momentos felizes.
Hora de apaziguar.
Por que não enfrentar?
Se tudo vai passar...
Enviado por Raúl Gabriel em Dom, 27/04/2008 - 12:11
Doce é o teu sorriso nesses teus lábios
Feliz era eu se eu podese beijar os
É verdade eu estou apaixonado por ti
Feliz é aquele que consegio conquistar o teu coração
Infeliz so eu que vivo agora em solidão
É verdade eu estou entalado em ti
Minha bela flor
Como é que consegues
Por me a poetar frases de amor
Ilustraste a minha vida de novo com cor
Ou é tudo mentira?
Minha bela flor
Porqué que ainda negas
Feliz era eu se fosses meu amor
Feliz era eu sem ter que viver com esta dor
Minha bela flor
Minha bela flor
Eu estou a implorar-te
Rico ficava eu se tu fosses finalmente minha
E quem é que não ficava contente com aquela doce sinhá
É verdade eu estou apaixonado por ti
Eu tenho ciúmes de aquele que te pode tocar e beijar-te
Mas uma coisa que tu não me podes impedir é amar-te
È verdade eu estou entalado em ti
Minha bela flor
Minha bela flor
Eu estou a implorar-te
Era um vinho alemão...
Acho que não era não!
Era um vinho alemão...
Era o leite de gato
Que quebrara no chão!
A cigana e o tarado
Bem no dia de finados
Só ouviram Sade,
Uma bruxa a cigana
O Bel. tarado, um Zebu.
E o leite aglutinou...
Virou cola no chão
A bruxa e o zebu
Espertos pra Dedéu,
Colaram todas as taças
E beberam Jezebel.
Bira Melo "in" Há um Anjinho de CARvão.*
(*direitos autorais reservados)
Ouro, prataria, teus colares espalhados,
espelho partido, teu pulso ferido.
Teu corpo caido ao lado.
Um sentimento infantil
de que nada...
nada faz sentido!
Teu desespero foi, e ainda é,
ter que se agarrar a quem fingiu.
E como um fantasma, passou pela parede.
E tu... Tu quebraste a cara!
E se cantasses um prece, ah...
E se os anjos te alçassem alto, alto...
E se tocasse o telefone o que
dirias?
Pois quem semeia vento há que colher poeira.
Jogar-se do precipício não. Nunca vale a pena.
Nós somos frágeis mas ainda temos chance.
Você pediu uma canção, pois agora dance!
E se cantasses um prece, ah...
E se os anjos te alçassem alto, alto...
E se tocasse o telefone o que
dirias?
(eu te amo!)
Letras: Paulo Rocha
Música: Alex "Brasil"
Arranjo: Porque Neuma!
Disco: Sonora (pré-release) [independente]
Teus olhos não são verdes como os da fictícia
Musa dos meus sonhos, mas são até mais lindos
E brilhantes como o escuro das galáxias
Celestiais que percorres quando está indo,
Para o céu, tua morada e onde principias
E compõe esses cantos com os quais blindo
Minh’alma com os influxos de tuas poesias
Que nos oferece em taças com que brindo
Tua presença ou então em tua ausência
Posso ler as tuas obras e com elas guindo-
Me para perto de seu jardim em utopia
De sonhos, mas pressinto que está vindo
E então me reanimo e afasto a nostalgia
Eis que te sinto acordado ou dormindo.