Lírio Anjo meu amor
Vou depor a minha alma
Aos teus pés descalços
Com esse amor que atordoa
Se com doce-verde calma
Se com louca verde-ânsia
Amor...perdoa; te abraço!
E Anjo da minha esperânça
Em êxtase-lunar me desfaço
Como estrela cadente no espaço
Sentindo o coração meu alado
Adejando como um verde-pássaro
Na volúpia verde-dourado
Desse teu olhar de atônito verde
Sem algemas nos meus braços!
Que achegar assim em ti Anjo
É plenificar em doçura divina
A arte-verde sagrada de amar
Com amor que só o amor ensina
E sonhar que a vida agora
É apenas eterna gostosura
Estampada na face da aurora.
E na alma que te adora Lírio
Em todos os meus suspiros, doce-verde
Vive a figura mais pura do mundo
Que nem preciso ver pra me perder
Em meigos e profundos deleites
E reverdeço assim embevecida
Que verde é o sorríso da vida
Verde é a cor dos olhos do amor!
E nos olhos dele de verde-dulçor
Todas as palavras se esgotam
Pra começar a minha alma
Em doces sussurros, todos por ele!
E no olhar de Anjo dele
Somos um só... amor
E começo a respirar verde
Amor do meu amor.
2ª PARTE da PROSA POÉTICA INTERATIVA - VIAGEM DO TREM ENCANTADO para a "Escolinha da Fernanda", a partir da chegada em Costa de Caparica e onde embarcamos a Diretora JOANINHA VOA, na Estação 9. 3/4... Saliente-se o acréscimo nesta PROSA da participação do - poeta diamante - HENRIQUE FERNANDES...
Em seguida iniciaremos a travessia do Atlântico
Desceremos na Costa de Caparica
Onde na Estação 9.3/4
Estará a Diretora Joaninha,
Que irá à frente voando,
Ou, nos meus braços
(Do Maquinista...Eh, Eh,Eh...),
Pois é a Diretora.
Após vamos a Lisboa,
Estação de Santa Apolônia,
Perto da Alfândega do Jardim do Tabaco,
Onde vamos beber algo a ser servido
Por nossa anfitriã.
Ali embarcará nosso amigo MFN:
O Manuel.
Com "U".. Uuuuuuuu... ooooo.. nãããoooo.. uuuu....
O Joaquim não sei se matriculou.
Levarão-nos até o Porto,
Para embarque de Albino Santos,
Ele marcou passagem
E vai nos ajudar a achar.
............................................................ ( partes novas - interativas )
Mas, agora temos novo passageiro
É como diz o Edson
Nosso grande companheiro,
Em Portugal
Existem muito poetas
É muito legal.
Teremos de passar pela serra do Marão,
Serra de encantos e poesia
Terra de meus ancestrais
Onde brilha o sol da liberdade,
Entre os vales e montes de
Trás-dos-montes.
Lá estará a nos esperar
Henrique Fernandes
Muito legal
O poeta diamante
Que honra
Esperara-nos em
Vila Real.
Nós trará novas energias invisíveis,
Fortalecendo as nossas palavras
De poetas da esperança...
“uuuuuuuuu uuuuuuuuuu estou esperando essa boleia
Rumo ao desconhecido
Que nos é apresentado tão verdadeiro”,
Em Portugal
Por este humilde brasileiro.
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TEMA PARA PRÓXIMO VÍDEO POEMA ( autoria HENRIQUE FERNANDES )
AFECTO AUTENTICO
Amigos poetas
Do “Poemas de Amor”
Entro pelas portas abertas
Unindo-me ao vosso calor
A emoção que aqui passeia
É normal e pura no seu total
Resulta da epopeia
Do meu ser sentimental
Rumo romântico
Clareado no escuro
Por afecto autentico
Saboreio-o tão puro
O horizonte é meu ecrã
Desfila-me mil cores
No amar o amanhã
Esquecendo dissabores
Reúno amor num cartel
Protegido no olhar
Ditando letras num papel
Assinando o meu amar
Partilho com todos vocês
Um pouco do meu talento
Sem mais nem porquês
Parabéns por este evento
Do trem encantado
Dirceu Marcelino
O chão insistia em sumir...
A vida teimava em andar para traz...
O amor preso no peito queria sair...
Maldade como essa não se faz!!!
As lagrimas fiéis companheiras...
Acompanhavam os tristes corações...
Juntos sofrem pela enorme besteira...
Das infelizes separações!!!
Corações que se juntam não podem se separar...
Vidas que se perdem sem explicações...
Vitimas do singelo ato de amar...
Sacrificadas pelas separações!!!
Vontades interrompidas sem nexo...
Sonhos transformados em pesadelos...
Amor substituídos pelo sexo...
Arrependimentos em exagero!!!
Orgulho a flor da pele...
Vaidades a toda prova...
Falar do passado ninguém se atreve...
Sempre existe a esperança de uma vida nova!!!
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ÚLTIMO TANGO
Ó linda bailarina
Vejo-te em sonhos dançando.
Antes aparecias como uma menina
Em um palco iluminado
Por luzes amarelas
Do “ballet”
Clássico.
E
Vias terminar
O espetáculo num rodopio
Fenomenal,
“Sem igual”.
Na juventude
Via-a radiante e cantando,
Num palco maior,
Um teatro
Como uma
Soprano.
Na minha idade varonil
Te vias esplendorosa como uma rosa
Formosa num grande salão
Dançando com saias
Esvoaçantes
Ora
Sambando
Ou nos encantando
Sob acordes de Músicas
Nacionais brasileiras.
“ Xaxado, merengue, forró,”
“Salsa” e até “lambada”.
Em todas
Apresentava-nos uma característica
Particular.
Própria de tua pessoa
E do sangue latino,
Que lhe ferve nas veias,
Então, requebravas,
“Com um quê de brasilidade”,
“Com muito tempero e gingado”
Com muita sensualidade.
Mas sempre, eras uma
Mulher bela e charmosa
Como uma rosa
Amarela.
Noutras horas,
Sempre esplendorosa,
Eras símbolo da paixão
Vestida num longo vermelho
E tendo nos cabelos
Uma flor
De igual
Cor.
Mesma flor
Lindíssima rosa
Amarela, cor do amor
E marcada com o vermelho da paixão
Extasiante que sentias e
Com a qual marcaste
Num beijo sensual
O carmim
Da tua
Boca.
Ao dançares
Não sabíamos ao que olhar se na flor
Sobre o piano ou ao teu corpo
Escultural.
Se nos teus passos,
Ou em tuas Pernas
Tão
...
Ou nas pétalas que caiam
No passar dos dias
Uma
A
Uma
Em sentida melodia...
Até que um dia
Vimos a última pétala
Desprender-se do verde graveto
Esvoaçar pelo salão
E, agora te revemos
Flutuando por este salão
Encantado de poemas-de-amor.net
“Elevando-se às alturas”
“Rodopiando ao som de Strauss”
“Saltitando os bosques de Viena”
E ressurgindo
No “Lago dos Cisnes”.
Com o graveto entre os dentes
Como uma gata,
Uma pantera guerreira,
Como a mulher
Brasileira.
Agora a
Meia idade
Entras para arrebentar
Corações.
Num longo
Vestido de cetim
Com as costas desnudas
Com um racho
Lateral
E sempre
Paras com o branco do marfim
De tuas coxas em meus olhos
Na frente da minha mesa
E se oferecendo
Com os olhos
Para mim.
Levanto,
Estendo meus
Braços,
Arrebato-lhe num abraço,
Do teu par.
Entrelaço e te guio,
No som de um tango,
Pelo salão e tu danças
Como nunca.
Eu danço.
Sinto o
Ao final,
Teu suspirar,
O tremor de teu corpo
Colado ao meu e até o palpitar
Do teu coração.
O cheiro suado de teu perfume
Extasiante e inebriante
E sussurro em teu ouvido
Enviado por angela lugo em Sáb, 12/04/2008 - 05:48
Um estigma no meu coração apareceu
Todos os dias eu tento ele curar
Você bem o sabe quando ele se abriu
Foi quando me deixou a chorar
Naquela tarde fria junto ao mar
Mergulhei nesta dor que trespassa
Dói tanto que não sei como ela passa
Parece que o sangue por ele jorra
Maldigo aquele dia, quero que ele morra
Junto às lembranças que me deixou
Mas parece um tormento, ele me tatuou
Não morre mesmo que eu queira
Está no meu coração a sua mentira
Quando falou que um dia voltaria
Quanto mais o tempo passa
Mais o estigma aumenta sem pressa
Espero que não tome conta de mim
Não quero sofrer tanto assim
Ver minha alma, meu corpo degradar
Sem ver você novamente a me amar
Sinto-me pela sua ausência amargurada
Como se a minha carne fosse rasgada
Não posso ser feliz assim com esta dor
Que silenciosamente assassina meus sonhos
O meu sorriso morre nos lábios
Quando levo minha mão ao coração
Sinto que ele ainda sofre por tanto te amar
Vem amor curar esta chaga aberta
Que minha alma sem ti não será liberta
Joguei uma moeda para o alto e em sua volta inicial a luz do sol refletia-se sobre ela uma luz intensa e fez-me perder o controle sobre a sua posição, mas nesse breve momento pude perceber que ganhando ou perdendo a vitória jamais seria minha ou de quem a posição daquela moeda pode-se definir.
Pude ver, que no tempo e de tempos em tempos a vida é uma decisão feita pelo rolar de atos e aos quais se passam sempre em uma "dramedia".
Pois a volta de uma elevação que foi impulsionada por um movimento de um dedo, Pode me elevar a essas alturas; e me fazer voar por alguns segundos. Fazendo-me sentir a pessoa mais feliz do mundo, e segundos depois vem aquele sensação de vão!!! a distancia entre a mão e o chão é gigantesca para quem espera ficar ali o máximo que conseguir; mas o apogeu de hermes é lento mas forte como o veneno da pior das víboras.
Na queda veio a luz que tinha a intenção de me mostrar o caminho, mas a qual acabou por me cegar totalmente. E me fazendo cair mais que uns palmos; sobre uma palma a qual me re-ergueria e me mostraria se venci ou se perdi!!!
Tu e eu somos o que quer dizer o pensar da vida
Perdemos saber quem somos ao sentir esta paixão
Eu perco totalmente o controle por causa de ti
Perco-me nas palavras que digo ao beijar-te
Numa série de aspectos que falam em tons de amor
Que não é falado por falar e tão fácil de entender
E mesmo assim perco o controle quando me olhas
Desse jeito de me dizer o quanto habitas em mim
Há algo nos teus olhos dizendo que esta noite
A vida vai-nos abrir a porta e já não somos crianças
Para entrarmos numa nova vida emocionante
Algo que me diz que já não há ninguém como tu
Fazes-me perder o controle quando estou perto de ti
Porque algo nos teus olhos é amor á primeira vista
Como uma flor que desabrocha para a eternidade
Dilatada pela minha paixão por ti que apenas quer
Que tu conheças os segredos da vida entre tu e eu
Se olhares bem para mim saberás enfim quem sou
E não sou nada mais de quem pensa constantemente
No que está escrito nas linhas da tua vida
E no ser que és tão bem escrito dentro do teu coração
O sobre mim que não sabes são montanhas que derrubo
Com o nós de nós que apenas tem um sonho
Encontrar um lugar para o amor que partilhamos
Um ninho de entregas onde nos possamos esconder
Porque apenas fomos criados para nos amarmos
Um ao outro agora e sempre sem dias a mais
Estou sério e tão curioso como nunca estive antes
Fazendo parar o tempo desta minha vida inocente
Na culpa da minha voz ao dizer saber o que é o amor
Desejo-te mulher e sempre desejarei sem jurar
Mas podes acreditar que vou estar sempre
Ao teu lado até o dia que eu morrer
Olha o mundo.
E faz perguntas, como se nascesses agora, sobre o que vês.
Sobre o que é a luz, e a realidade, e a subtil diferença
Entre o superficial e o profundo.
E então, se quiseres mesmo, talvez
Consigas entender o que sinto na tua presença.
E consigas perceber o que é renascer a cada momento,
E ter uma luz diferente cada dia.
E saber que o que sou é porque és,
E que sem isso nada mais é que deserto.
E que se te pareço a ti incerto,
A incerteza é tua porque para mim não há
Juras e promessas além de ti,
E leis além do que me dizes e olhas.
E quero, isso quero,
Quero-te amar não ao ponto de dar a minha vida por ti,
Mas ao ponto de dar a minha vida contigo.
Quero amar-te não ao ponto de dar a minha vida por nós,
Mas sermos nós a minha vida.
E quero amar-te para além do significado das palavras
E para além do significado do amor,
Mas nunca para além do teu significado.
E se não quiseres,
Não precisas de querer.
O amor não se quer, cria ou transforma.
Existe, em mim, por ti até morrer,
E se não existe em ti, nada a fazer, pois não se forma.